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Como ler Partituras, Notas de estudo de Música

aprender a ler partituras

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 12/10/2013

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july-natalia-da-silva-delgado-11 🇧🇷

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Como ler Partituras
Leitura de Partituras (Teoria)
1. Notas – Duração e Altura
De acordo com a duração do som, a escrita da nota varia na seguinte seqüência:
A duração exata do tempo depende da velocidade da música, mas sempre se deve
observar a relação: 1 Semibreve = 2 Mínimas, 1 Semínima = 2 Colcheias, etc.
Uma nota ainda pode ser complementada por sinais como:
Na partitura existem cinco linhas e quatro espaços visíveis e mais espaços e linhas
suplementares superiores, para notas mais agudas, e inferiores, para notas mais graves.
A posição da nota na partitura, em que linha ou espaço está, define sua altura.
Mas a altura pode ser afetada por um outro símbolo, chamado clave, que vem no inicio
da partitura.
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Como ler Partituras

Leitura de Partituras (Teoria)

  1. Notas – Duração e Altura De acordo com a duração do som, a escrita da nota varia na seguinte seqüência: A duração exata do tempo depende da velocidade da música, mas sempre se deve observar a relação: 1 Semibreve = 2 Mínimas, 1 Semínima = 2 Colcheias, etc. Uma nota ainda pode ser complementada por sinais como: Na partitura existem cinco linhas e quatro espaços visíveis e mais espaços e linhas suplementares superiores, para notas mais agudas, e inferiores, para notas mais graves. A posição da nota na partitura, em que linha ou espaço está, define sua altura. Mas a altura pode ser afetada por um outro símbolo, chamado clave, que vem no inicio da partitura.

As claves mais usadas são: A altura das notas ainda pode ser altera por sustenidos (#) e bemóis (b) que, respectivamente, aumentam e diminuem a nota em um semitom e bequadros ( que )) restauram a nota original, eliminando um sustenido ou bemol anterior. Sem um bequadro o bemol e o sustenido perdem valor no final de um compasso. A não ser que venham na armadura da clave. A diferença de tons de uma nota para outra é vista assim: Dó –Tom- Ré –Tom- Mi –Semitom- Fá –Tom- Sol –Tom- Lá –Tom- Si –Semitom- Dó Semitom é a menor das diferenças entre duas notas e Tom é a soma de dois Semitons.

  1. Compasso e Armaduras de Clave Numa partitura após a clave, normalmente, vem escrito o compasso da música que define quanto tempo entra em cada parte da música, que será dividida por travessões. Alguns exemplos podem ser: Os sustenidos ou bemóis que aparecem diante da clave pertencem a Armadura de Clave. Esses sustenidos e bemóis representam a tonalidade do trecho que segue e não são

Ritmos em Partituras

Ritmos em partitura Talvez uma das maiores dificuldades para se tocar uma música é saber seu ritmo, mas alguns padrões rítmicos podem ajudar a amenizar essa dificuldade. Os ritmos serão apresentados em partituras e talvez sejam de mais fácil execução no teclado ou piano. Os acordes usados são somente demonstrativos.

  1. Canção Um ritmo extremamente versátil devido a seu compasso de 2/4 que acaba por aceitar 2/4, 4/4 e múltiplos. O padrão pode ser usado para acompanhar várias músicas como: Frejat – Segredos, Paralamas – Meu Erro (acelerado), Guns n Roses – Knocking on heavens door, Caetano Veloso – Sozinho, etc. O Contratempo é usado em apenas poucas partes de algumas músicas que se acompanha por este ritmo, como na introdução de Eric Clapton – Tears in Heaven. O modo arpejado simplesmente substitui o padrão em algumas músicas e pode ser usado para variar um pouco no meio delas, mas também existem músicas que pedem este estilo, como a Fly Away From Here – Aerosmith. Vale lembrar que improvisos e variações são sempre de grande utilidade para se tocar uma música e que este esquema de padrão é somente para auxilio. No inicio pode-se tocar somente em cima do padrão, mas depois se deve incrementar a música com variações.
  1. Reggae Ritmo simples e de grande uso, o reggae é um ritmo em 2/4 que também aceita 4/4 e outros. Ritmo obviamente usado em reggae como: Gilberto Gil – Vamos Fugir, Akundum – Emaconhada (Acelerado), Bob Marley – No Womam No Cry, Paralamas – Uma Brasileira, Skank – Te Ver, etc. O compasso duplo é só uma idéia para quando se tem um acorde que se prolonga por dois compassos ou mais, daí se faz o baixo mais constante e alternado entre notas do acorde, serve somente como um complemento ao ritmo padrão.
  2. Balada 6/ Ritmo usado em música normalmente mais lentas, feito em 6/8 é um ritmo de uso um pouco restrito. Apesar de todas as notas serem tocadas em intervalos de colcheias os baixos devem ser mantidos enquanto se toca a parte aguda do ritmo. Esse ritmo pode ter diversas variações desde que mantenha o 1, 2, 3, 4, 5, 6 ritmado em colcheias e sempre segurando os graves para dar maior “força” ao ritmo. Praticamente qualquer música que seja em 6/8 é, ou pode ser, tocada nesse ritmo, porém conheço poucas músicas que são assim, um exemplo é Los Hermanos – Primavera.