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Comunicaçao empreasarial, Notas de estudo de Comunicação Empresarial Eficaz

Como trabalhar com generos textuais na empresa

Tipologia: Notas de estudo

2014

Compartilhado em 20/03/2014

maria-de-lourdes-dias-6
maria-de-lourdes-dias-6 🇧🇷

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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Lingua Portuguesa 1
Módulo 1 Unidade 3
Língua falada,
língua escrita e
gêneros textuais
Para início de conversa...
“Pois é. U purtuguêis é muito fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a
genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri
quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im portuguêis, é
só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada
cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muito diferenti. Qui bom qui
a minha lingua é u purtuguêis. Quem soubé falá, sabi iscrevê.” (Extrato de texto. Jô
Soares, Revista Veja, 28 de novembro de 1990).
Você deve ter estranhado muito o texto acima. Ele foi apresentado justa-
mente para que você percebesse como seria a nossa língua escrita se escrevêsse-
mos exatamente como falamos. Você deve ter pensado: Não é assim que se escreve!
Além disso, o fato de ter sido escrito desta forma não facilitou muito a lei-
tura de algumas palavras e a compreensão da informação. Isso nos mostra como
seria complicado se cada um escrevesse do modo que entendeu ou ouviu. Já ima-
ginou? Se não tivéssemos um padrão para a escrita de textos, como seria para
uma criança ou qualquer pessoa aprender a escrever em nossa língua?
Nesta unidade, vamos perceber que em qualquer língua, inclusive na Lín-
gua Portuguesa, as pessoas falam de um jeito e escrevem de outro. Vamos identi-
ficar as diferenças entre a língua oral e a língua escrita, e apreciar diferentes tipos
de texto, seus usos e funções.
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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 1

Módulo 1 • Unidade 3

Língua falada,

língua escrita e

gêneros textuais

Para início de conversa...

“Pois é. U purtuguêis é muito fáciu di aprender, purqui é uma língua qui a genti iscrevi ixatamenti cumu si fala. Num é cumu inglêis qui dá até vontadi di ri quandu a genti discobri cumu é qui si iscrevi algumas palavras. Im portuguêis, é só prestátenção. U alemão pur exemplu. Qué coisa mais doida? Num bate nada cum nada. Até nu espanhol qui é parecidu, si iscrevi muito diferenti. Qui bom qui a minha lingua é u purtuguêis. Quem soubé falá, sabi iscrevê.” (Extrato de texto. Jô Soares, Revista Veja, 28 de novembro de 1990). Você deve ter estranhado muito o texto acima. Ele foi apresentado justa- mente para que você percebesse como seria a nossa língua escrita se escrevêsse- mos exatamente como falamos. Você deve ter pensado: Não é assim que se escreve! Além disso, o fato de ter sido escrito desta forma não facilitou muito a lei- tura de algumas palavras e a compreensão da informação. Isso nos mostra como seria complicado se cada um escrevesse do modo que entendeu ou ouviu. Já ima- ginou? Se não tivéssemos um padrão para a escrita de textos, como seria para uma criança ou qualquer pessoa aprender a escrever em nossa língua? Nesta unidade, vamos perceber que em qualquer língua, inclusive na Lín- gua Portuguesa, as pessoas falam de um jeito e escrevem de outro. Vamos identi- ficar as diferenças entre a língua oral e a língua escrita, e apreciar diferentes tipos de texto, seus usos e funções.

2 Módulo 1 • Unidade 3

Objetivos de aprendizagem ƒ Identificar as diferenças entre linguagem oral e linguagem escrita. ƒ Reconhecer o que é texto. ƒ Compreender o que é gênero textual.

4 Módulo 1 • Unidade 3

No caso de um texto jornalístico, por exemplo, os editores têm de pensar em escrever os textos em uma lingua- gem que seja facilmente compreendida por número grande de leitores, conforme a área de circulação do jornal. Já imaginou um jornal como o Jornal do Brasil ou O Globo que circulam no Brasil inteiro? Para atingir seu objetivo – ser lido por um público de leitores variado e numeroso – deve procurar uma escrita que seja clara e acessível a todos. Chegamos a uma conclusão simples:

A fala e a escrita são duas modalidades diferentes da Língua Portuguesa. As pessoas não escrevem como falam. Fatores como o contexto de produção, a intenção dos usuários, a temática, as formas próprias de cada uma dessas modalidades, determinam essa diferença.

Dentre as diferenças entre a língua falada e a escrita está a não correspondência entre os “sons” (fonemas) das palavras e os seus símbolos gráficos (grafemas). Numa palavra, como “queijo”, por exemplo, o som ou fonema inicial “k” corresponde, na escrita, a duas letras: “qu”. Assim, a palavra “queijo”, na língua falada, tem 5 fonemas, e 6 grafemas, ou letras na língua escrita. Essa não correspondência dos fonemas com os grafemas (letras) é muito observada no nosso vocabu- lário. Muitas vezes, um mesmo fonema possui vários possíveis grafemas na língua escrita. Por exemplo, pronuncie estas palavras: “cansado”, “acessível”, “extraordinário” Em todas elas, temos o som /s/ e, no entanto, ele é representado por diferentes letras em cada uma delas: “s”, na primeira, “c”, “ss”, na segunda e “x” na terceira. È por isso que, para escrever, precisamos conhecer a ortografia da Língua Portuguesa – isto é o conjunto de regras que determina a grafia das palavras e o uso de sinais gráficos, como acentos, hífen etc. Falando nisso, você já conhece a nova convenção ortográfica da Língua Portuguesa que foi acordada entre todos os países de Língua Portuguesa? Veja no link: http://www.atica.com.br/novaortografia/index.htm

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 5

O que aproxima a oralidade (fala) da escrita?

Ambas fazem referência a uma situação de interação social, precisam ser organizadas e adequadas à situação de comunicação, ou seja, respeitar o que as pessoas sabem ou não sobre o assunto tratado, o nível de conhecimento que elas têm sobre a língua (observe que não falamos/escrevemos do mesmo jeito para uma criança e um adulto, por exem- plo), o grau de intimidade com a pessoa (amigo, familiar, patrão, um estranho etc..) e, claro, os objetivos da comunicação. Além disso, é preciso pensar em que tipo de registro usar: o mais formal (culto) ou o menos formal (coloquial). Tanto na forma oral quanto na forma escrita, o ser humano utiliza-se da linguagem para interagir com os ou- tros e para isso utiliza TEXTOS.

Marque um X ao lado das imagens que podem ser exemplos de textos. Diagrama- dor, colocar os textos lado a lado.

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Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 7

em que situação esse texto foi produzido, com que propósito foi elaborado, que papel e função desempenha no processo de interação social.

Seção 2 Gêneros textuais

a. Qual foi o primeiro documento de sua vida? Para que serve esse documento? Que informações ele traz? Onde e para que você o usa ou usava? b. Leia os textos abaixo e identifique quais as situações de uso em que eles se inse- rem. Qual seria a função de cada um deles? Texto 1 Paratodos O meu pai era paulista Meu avô, pernambucano O meu bisavô, mineiro Meu tataravô, baiano Meu maestro soberano Foi Antonio Brasileiro (...) Vi cidades, vi dinheiro Bandoleiros, vi hospícios Moças feito passarinho Avoando de edifícios Fume Ari, cheire Vinícius

8 Módulo 1 • Unidade 3

Beba Nelson Cavaquinho (...) O meu pai era paulista Meu avô, pernambucano O meu bisavô, mineiro Meu tataravô, baiano Vou na estrada há muitos anos Sou um artista brasileiro (Chico Buarque de Holanda. Fragmentado. http://letras.terra.com.br/chico-buar- que/45158/) Situação de uso: Função: Texto 2 Nascido na cidade mineira de Três Corações, filho de Celeste e de João Ramos do Nascimento, jogador de futebol no sul de Minas Gerais, conhecido como Dondinho, Pelé desde criança manifestou a vontade de ser jogador de futebol como o pai. Em 1945, a fa- mília mudou-se para Bauru, interior de São Paulo. Com dez anos Pelé já jogava em times infanto-juvenis. O pai, então, o estimulou a montar o seu próprio time: o Sete de Setembro. Pelé trabalhava como engraxate e para adquirir material, como bolas e uniformes, os garo- tos do time chegaram a vender produtos em entrada de cinema e praças. Sua consagração veio na Copa do Mundo da Suécia, em 1958, quando o Brasil foi pela primeira vez campeão mundial. Depois, Pelé participou ainda da Copa de 1966, na Inglater- ra, e da Copa de 1970 no México, quando a seleção trouxe para o Brasil a taça Jules Rimet. Apelidado de “O Rei” pela imprensa francesa, criou e aperfeiçoou jogadas que encantaram o mundo: o chute a gol do meio do campo, a tabela nas pernas do adversário, o drible sem bola no goleiro, a paradinha na cobrança do pênalti. Em 2000, na eleição de Melhor Jogador do Século da FIFA, Pelé foi aclamado como o melhor de todos os tempos, à frente do craque argentino Diego Maradona. (Adaptação de http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u724.jhtm)

10 Módulo 1 • Unidade 3

Como você deve ter percebido, esses textos apresentam funções e usos diferentes. Cada um foi produzido, levando em conta uma determinada situação ou contexto e, portanto, possui uma estrutura própria. O texto 1 é uma música/poesia e tem a função de encantar, entreter, emocionar; o texto 2 é uma biografia e tem como objetivo apresentar a história de vida de Pelé; o texto 3 é parte de uma campanha publicitária: “Eu sou bra- sileiro e não desisto nunca”, cuja função foi promover um movimento pró-autoestima da população, conscientizando, despertando e incentivando o sentimento de orgulho e satisfação nas pessoas a respeito de suas próprias realizações e potencialidades, e também salientando o efeito de suas atitudes e ações para sua autorrealização e para o futuro do Brasil; o texto 4 é um anúncio de emprego da seção de classificados de um jornal; e o texto 5 é um. Podemos dizer que são as funções que determinam o conteúdo, a estrutura, a linguagem a ser usada e o modo de apresentação dos textos. Cada um representa um gênero textual. E cada gênero tem uma função e uma estrutura definida.

Conheça mais sobre a campanha “Eu sou brasileiro e não desisto nunca no site: http://www.aba.com. br/omelhordobrasil/.

Os gêneros textuais possuem algumas formas padronizadas, como se fossem marcas de identificação. Veja alguns exemplos. Muitos, você já deve conhecer ou ter ouvido falar: ƒ Poema, crônica, conto, novela, piada, charge, tirinhas... ƒ Bilhete, e-mail, carta, aviso, cartaz... ƒ Receita culinária, receita médica, bula, manual de instrução... ƒ Anúncio, carta de leitor, relatos, notícia, entrevista, reportagem... ƒ Biografia, currículo... ƒ Filmes, peças teatrais, músicas, desenhos animados, histórias em quadrinhos... ƒ Aula, conferência, artigo... ƒ Certificados, procurações, documentos...

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 11

Conhecer as diferentes variedades linguísticas, assim como os diferentes gêneros textuais, permite que esteja- mos preparados para nos comunicar de forma efetiva nas diferentes situações da vida, proporcionando a todos nós o exercício da cidadania. Vamos, agora, explorar alguns outros gêneros textuais.

A atividade 2.a e os textos 1, 2 e 3 da atividade 2.b apresentam, de forma diferente e utilizando gêneros textuais diversos, um pouco da identidade de cada brasileiro. c. Em cada um deles, como é expressa a identidade? Que elementos demonstram a identidade de quem é descrito? No documento (2.a): No texto 1 (2.b): No texto 2 (2.b) : No texto 3 (2.b.): d. A organização e a estrutura de um texto, elementos que determinam seu gênero textual, estão diretamente ligadas a sua finalidade e ao propósito comunicativo do emissor em relação ao seu receptor, seu público-alvo. Considerando os textos da atividade 2b, identifique qual o propósito comunica- tivo de cada texto e para que tipo de receptor foi elaborado. Texto1: Propósito comunicativo: Tipo de receptor: Texto 2: Propósito comunicativo: Tipo de receptor: Texto 3: Propósito comunicativo: Tipo de receptor: Texto 4: Propósito comunicativo: Tipo de receptor: Texto 5: Propósito comunicativo: Tipo de receptor:

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 13

2004-2008 – Luzia & Rodrigues Investimentos Cargo: Analista Financeiro. Principais atividades: Análise técnica de balanço patrimonial, análise de custo de oportunidade, aná- lise de estudos de mercado. 2001-2003 – ABRAÇO Tecnologia da Informação Cargo: Assistente Financeiro Principais atividades: Contas a pagar e a receber, controle do fluxo de caixa, pagamento de colabora- dores, consolidação do balanço mensal. 2000-2001 - FIAT Automóveis Estágio extracurricular com duração de 6 meses junto ao Departamento de Custeio Outros Cursos Curso Complementar em Gestão de Investimentos de Renda Variável (2004). Inglês – Number One, 7 anos, conclusão em 2001. Informática: Word, Excell, Power Point – SENAC, 04 meses, março a junho de 1998. Belo Horizonte, 18 de fevereiro de 2011. Paulo Pedroso Alves

Agora chegou a hora de você fazer o seu Currículo Vitae. Organize as informações e, depois, vá para o computador, para editá-lo. Mãos à obra! Veja abaixo a estrutura básica. Mas saiba que você pode ampliá-lo, dependendo da posição a que você quer se candidatar.

14 Módulo 1 • Unidade 3

Observe a estrutura de um Curriculum Vitae ou currículo: DADOS PESSOAIS Nome: RG: Endereço: Telefone(s): E-mail: FORMAÇÃO (Informar o seu maior grau de escolaridade, nome da escola e a data de conclusão) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL Informar as experiências profissionais anteriores ou estágios realizados. Começar pelo período em que trabalhou, nome completo da empresa,função ou cargo exercido e atividades atribuições desen- volvidas. OUTROS CURSOS Informar cursos relacionados à vaga/cargo pleiteado e línguas estrangeiras ( se tiver) Local e data Assinatura

Para ver dicas e modelos de currículo, acesse: http://www.meucurriculum.com/ http://www.trabalhan- do.com/detallecontenido/c/candidato/idnoticia/6798/?gclid=CJHnt9DfxqYCFVBe2godpSelHw Veja in- formações sobre os 10 erros mais graves que são cometidos pelas pessoas na hora de fazer um currículo.

Depois que seu professor e colegas avaliarem a redação do seu currículo, que tal digitá-lo e imprimi-lo? É uma boa oportunidade para você atualizar suas informações profissionais.

Carta Vejamos, agora, outro exemplo de gênero textual: a carta. Certamente, você já escreveu ou recebeu cartas. Como é esse texto? É bem diferente de um documento ou de um currículo, não é?

16 Módulo 1 • Unidade 3

A linguagem usada nessa carta do Paulo para a empresa contratante utilizou uma linguagem mais formal, já que se trata de uma carta de apresentação para se candidatar a uma vaga de emprego e não há familiaridade entre o emissor (Paulo) e o receptor(a empresa). Mas uma carta também pode ser escrita em linguagem mais informal, quando é para um amigo ou familiar. Para enviar a carta pelo correio, é preciso providenciar um envelope. No caso de Paulo, veja como ele preencheu o envelope para enviar sua carta à empresa. Na parte da frente, colocou seu nome (remetente) e endereço completo; no verso, colocou o nome do destinatário, isto é, da empresa, e o endereço completo.

Escreva uma carta a um (a) amigo(a), contando-lhe as novidades de sua vida e que você está fazendo esse curso de Ensino Médio. Aproveite para convidá-lo, se ele não tiver concluído seus estudos, para voltar a estudar também. Lembre-se de revisar a sua escrita, passá-la a limpo e apresentá-la ao seu professor no encontro.

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 17

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Nesta atividade, vamos trabalhar com outro gênero textual: a bula. Imagine que você comprou um remédio e, como toda pessoa cuidadosa, resolveu ler a bula.

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias • Lingua Portuguesa 19

Brasil terá duas bulas de remédio até o final do ano “Até o final do ano, o Brasil terá duas bulas de medicamentos: uma com linguagem técnica, destinada a médicos, e outra voltada ao paciente, com informações mais didáticas. A bula do paciente continuará dentro da caixa do remédio, enquanto a outra será ele- trônica, disponível no site de ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Os pacientes também poderão acessá-la. As letras e os espaçamentos entre os parágrafos no texto da bula devem ficar maiores, para facilitar a leitura dos textos. (...)” (Fragmento de http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u504556.shtml, acesso em 02/04/2011.)

Outros textos, cuja finalidade é a de orientar o receptor sobre alguma coisa, têm uma estruturação parecida (com algumas variações, claro, na linguagem, na forma de apresentação etc., mas o “esqueleto” do texto é semelhan- te). Entre eles está o manual de instruções. Nesta unidade, pudemos perceber que estamos mergulhados em uma realidade social que inclui a produção e recepção de diferentes textos, que se manifestam com variadas linguagens e com propósitos distintos. Vimos também que os textos organizam-se em categorias (gêneros textuais), de acordo com sua função e o uso que deles fazemos. Perceber a existência e conhecer vários gêneros textuais como os que vimos nesta unidade (documento, cur- rículo, carta, bula etc.), faz com que possamos interagir e expressar-nos de forma mais efetiva nas várias situações da vida, expandindo, assim, o exercício de nossa cidadania.

Veja ainda!

  1. Assista aos vídeos sobre gêneros textuais, para aprofundar seus estudos: ƒ Programa Escrevendo o Futuro - Gêneros Textuais - Patrocínio Itaú http://www.youtube.com/ watch?v=OQPw-xUK_tk

20 Módulo 1 • Unidade 3

ƒ Entre a imagem e a palavra: reflexões sobre fala, escrita e ensino, trecho do vídeo, parte integrante da Cole- ção Luiz Antonio Marcuschi, iniciativa do Programa de Pós-Graduação em Letras da UFPE. Direção/Edição: Augusto Noronha e Karla Vidal. Seleção de imagens: Angela Paiva Dionisio. http://www.you- tube.com/watch?v=zYWYpHdpg7E

  1. Nos sites a seguir você poderá encontrar vários modelos de currículo e de carta: http://www.meucurriculum.com/modelos-de-curriculum.php http://www.brasilescola.com/redacao/carta.htm
  2. Conheça mais sobre a Língua Portuguesa, visitando o site http://cvc.instituto-camoes.pt/aprender-portu- gues.html
  3. Dica de leitura: Tudo o que eu queria te dizer. Martha Medeiros. Editora Objetiva. O que você sempre quis dizer a alguém - e nunca teve coragem? O que precisa fa- lar de uma vez por todas - mas desiste, espera, até chegar o momento mais apropriado? Em ‘Tudo que eu queria te dizer’, Martha Medeiros encarna personagens que assinam cartas reais, trágicas, por vezes cômicas, devastadas por sua dor.
  4. Assista ao programa IMAGENS DA PALAVRA, que vai ao ar todo DOMINGO às 17h 30min pela TVE/JF - canal 12, e fique por dentro do mundo da palavra através da poesia, da música, dos livros.

Referências

Imagens

  • http://www.sxc.hu/browse.phtml?f=view&id=992762 • Majoros Attila.
  • http://www.sxc.hu/photo/607218 • Cezar Perelles.
  • http://www.sxc.hu/photo/160688 • Giovane Tavares.
  • http://www.cidadededeus.org.br:8080/.