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Nutrição completa de suínos!
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!





















































GENÉTICA MANEJO INSTALAÇÕES ALIMENTAÇÃO SANIDADE 70 a 80% da custo da produção animal está diretamente ligado a nutrição.
A anatomia do trato digestivo dos suínos, Os processos de digestão e absorção, Os principais nutrientes e suas funções no organismo.
O suíno é um animal monogástrico que possui o trato digestivo relativamente pequeno, com baixa capacidade de armazenamento. (^) Tem alta eficiência na digestão dos alimentos e no uso dos produtos da digestão, necessitando de dietas bastante concentradas e balanceadas.
(^) O aparelho digestivo do suíno é composto por boca, esôfago, estômago, intestino delgado (duodeno, jejuno e íleo), intestino grosso (ceco, colon e reto) e ânus
Excetuando algumas vitaminas do complexo B, sintetizadas indiretamente pelos microorganismos que habitam o ceco, o suíno não apresenta mapas metabólicos de sínteses endógenas importantes.
A morfofisiologia do trato digestivo suíno não oportuniza condições para microorganismos que usam como substrato materiais fibrosos.
(^) Boca: A mastigação tem como objetivo dividir o alimento em partículas menores e misturá-lo com a saliva. (^) A saliva é formada por água, mucina, sais inorgânicos e a enzima α-amilase, enzima que ataca as ligações α-1-4, presentes no amido e em outros polissacarídeos, mas que exerce pouco efeito em função da rápida deglutição. (^) Esta enzima atua sobre carboidratos, iniciando sua degradação, e age até o estômago, onde é inativada pelo pH estomacal.
(^) Estômago: A mucosa do estômago possui glândulas que secretam o suco gástrico. (^) O suco gástrico é formado por água, sais minerais, muco, ácido clorídrico e pepsinogênio. (^) A concentração ácida do suco gástrico faz com que o pepsinogênio se transforme em pepsina, enzima que atua na degradação das proteínas. (^) A acidez também causa a destruição dos microorganismos provenientes da dieta.
(^) A secreção do suco pancreático é estimulada pelo ácido clorídrico, amido, gorduras e hormônios gastrointestinais. (^) O suco duodenal, produzido no duodeno, não contém enzimas e serve como lubrificante e protetor das paredes do intestino. (^) O suco entérico é produzido entre as vilosidades do intestino delgado e é rico em enzimas, como as aminopeptidases, dipeptidases, lipase, maltase, sacarase, fosfatase, lactase, nucleases e nucleotidases.
(^) Sua produção é provocada pelo estímulo mecânico da mucosa e pela presença de hormônios gastrointestinais. (^) A bile, secretada pelo fígado e armazenada na vesícula biliar, contém sais sódicos e potássicos que ativam as lipases pancreática e intestinal e contribuem para a emulsificação das gorduras. (^) A bile também facilita a absorção de ácidos graxos e das vitaminas lipossolúveis.
(^) A maior parte da digestão e absorção dos nutrientes ocorre no intestino delgado, que tem características anatômicas adequadas para esta finalidade, tais como o comprimento, as dobras, as vilosidades e as microvilosidades, que aumentam significativamente sua superfície de contato e sua eficiência.
(^) Os produtos da digestão são absorvidos nas vilosidades do intestino delgado onde existem capilares sanguíneos (via sanguínea) e capilares linfáticos (via linfática). (^) Pela via linfática são absorvidos ácidos graxos de cadeia longa, vitaminas lipossolúveis e proteínas. (^) Pela via sanguínea, são absorvidos carboidratos na forma de monossacarídeos, aminoácidos, vitaminas hidrossolúveis, minerais e ácidos graxos de cadeia curta.