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Contabilidade geral resumo, Notas de estudo de Contabilidade

Resumo de contabilidade geral para concursos.

Tipologia: Notas de estudo

2019

Compartilhado em 22/10/2019

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RESUMO CONTABILIDADE GERAL ESTRATÉGIA CONCURSOS
PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO
RESUMO CONTABILIDADE GERAL
Olá, pessoal! Tudo bem?
Aqui é Gabriel Rabelo, Luciano Rosa e Julio Cardozo. Somos auditores
fiscais, respectivamente, nos Estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e do
Espírito Santo e, além disso, Professores de Contabilidade do Estratégia
Concursos!
Lecionar, para nós, durante os últimos anos tem sido um grande prazer.
Além de uma bela profissão, ajudar as pessoas a atingirem os seus
objetivos é uma causa muito nobre.
E a expansão da internet nos tem propiciado algo incrível que antes não era
possível: levar informações relevantes para pessoas que estão desde
Oiapoque ao Chuí.
E hoje, como sempre tentamos fazer, estamos aqui para apresentar mais
um material relevante para vocês: um Resumo de Contabilidade Geral.
Sim, isso mesmo! Um resumo de contabilidade com os principais pontos da
disciplina.
Muito interessante para você ler na véspera da sua prova ou naquela
revisão semanal. Temos certeza de que será muito útil!
Já seguem nosso Instagram? Se não, é ir lá: @contabilidadefacilitada.
Esperamos que gostem!
Gabriel Rabelo/Luciano Rosa/Julio Cardozo.
Grupo de Estudos no Facebook: https://www.facebook.com/groups/1396537853978098/
RESUMO GERAL
1) Contabilidade é a ciência que estuda a pratica as funções de
orientação, de controle e de registro dos atos e fatos de uma administração
econômica (1º Congresso Brasileiro de Contabilidade/1924).
2) Finalidade Fornecer informações
3) Escrituração Técnica contábil que lança os fatos contábeis nos livros
contábeis.
4) O objeto de estudo da contabilidade é o patrimônio. Por patrimônio,
entenda o conjunto de bens, direitos e obrigações da entidade.
5) Principais normas de contabilidade para concursos:
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RESUMO CONTABILIDADE GERAL

Olá, pessoal! Tudo bem? Aqui é Gabriel Rabelo , Luciano Rosa e Julio Cardozo. Somos auditores fiscais, respectivamente, nos Estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Espírito Santo e, além disso, Professores de Contabilidade do Estratégia Concursos! Lecionar, para nós, durante os últimos anos tem sido um grande prazer. Além de uma bela profissão, ajudar as pessoas a atingirem os seus objetivos é uma causa muito nobre. E a expansão da internet nos tem propiciado algo incrível que antes não era possível: levar informações relevantes para pessoas que estão desde Oiapoque ao Chuí. E hoje, como sempre tentamos fazer, estamos aqui para apresentar mais um material relevante para vocês: um Resumo de Contabilidade Geral. Sim, isso mesmo! Um resumo de contabilidade com os principais pontos da disciplina. Muito interessante para você ler na véspera da sua prova ou naquela revisão semanal. Temos certeza de que será muito útil! Já seguem nosso Instagram? Se não, é só ir lá: @contabilidadefacilitada. Esperamos que gostem! Gabriel Rabelo/Luciano Rosa/Julio Cardozo. Grupo de Estudos no Facebook: https://www.facebook.com/groups/1396537853978098/ RESUMO GERAL

  1. Contabilidade é a ciência que estuda a pratica as funções de orientação, de controle e de registro dos atos e fatos de uma administração econômica (1º Congresso Brasileiro de Contabilidade/1924).
  2. Finalidade  Fornecer informações
  3. Escrituração  Técnica contábil que lança os fatos contábeis nos livros contábeis.
  4. O objeto de estudo da contabilidade é o patrimônio. Por patrimônio, entenda o conjunto de bens, direitos e obrigações da entidade.
  5. Principais normas de contabilidade para concursos:

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  • Lei 6.404/76  Lei das sociedades por ações. Artigo 175 a 204.
  • Resolução 750/93  Contém os princípios da contabilidade. Revogada!
  • Lei 11.638/07 e 11.941/09  As principais alterações promovidas por essas leis na Lei 6.404/76.
  • Pronunciamentos Contábeis
  1. Autonomia da pessoa jurídica  Figura dos sócios é diferente da figura da sociedade.
  2. O mais correto é utilizar a expressão entidade, em vez de sociedade, pois é mais abrangente.
  3. Conta capital social: valor que os sócios entregam para o início da atividade.
  4. Razontes: utilizados para fazer os lançamentos contábeis: Lado do débito Lado do crédito Conta X
  5. O total dos débitos sempre terá que ser igual ao total dos créditos. Essa regra, em uma contabilidade regular, não comporta exceções.
  6. As palavras débito e crédito no sentido comum ou no sentido jurídico têm um significado. Na contabilidade, possuem outro sentido, que pode ser diametralmente oposto ao que estamos acostumados.
  7. Como as contas aumentam e diminuem: Conta O que são Exemplo Aumenta Diminui Ativo Bens e direitos Caixa, estoques Débito Crédito Passivo Obrigações Fornecedores Crédito Débito Patrimônio Líquido Capital próprio Capital social Crédito Débito Receitas "Ganhos" Venda de merc. Crédito - Despesas "Perdas" Desp. de salár. Débito
  8. Método das partidas dobradas: o total dos débitos sempre terá de ser igual ao total dos créditos!
  9. A principal demonstração contábil é o balanço patrimonial! O balanço patrimonial é dividido em ativo, passivo e patrimônio líquido!

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  1. Tipos de situações líquidas existentes: Ativo maior do que passivo Ativo menor do que passivo (passivo a descoberto) Ativo igual ao passivo Ativo igual à situação líquida
  2. Consequência. Ativo pode ser maior ou igual a zero. Passivo pode ser maior ou igual a zero. PL pode ser maior, menor ou igual a zero.
  3. As contas patrimoniais são as que representam os bens, direitos, obrigações e o patrimônio líquido da empresa.
  4. As contas de resultado são as receitas e despesas.
  5. A escrituração em forma contábil deve conter, no mínimo: a) data do registro contábil, ou seja, a data em que o fato contábil ocorreu; b) conta devedora; c) conta credora; d) histórico que represente a essência econômica da transação ou o código de histórico padronizado, neste caso baseado em tabela auxiliar inclusa em livro próprio; e) valor do registro contábil; f) informação que permita identificar, de forma unívoca, todos os registros que integram um mesmo lançamento contábil.
  6. Teoria das contas Teoria Personalista:
  • Agentes consignatários (bens)
  • Agentes correspondentes (direitos e obrigações)
  • Proprietários (receitas, despesas e Patrimônio líquido)

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO Teoria Materialista:

  • Integrais (bens, direitos e obrigações)
  • Diferenciais (receitas, despesas e Patrimônio líquido) Teoria Patrimonialista:
  • Patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido)
  • Resultado (receitas e despesas)
  1. Os atos contábeis são acontecimentos que ocorrem na entidade e não provocam alterações do patrimônio.
  2. Os fatos contábeis, por sua vez, são os acontecimentos que provocam variações no patrimônio da entidade.
  3. Plano de contas: conjunto de todas as contas existentes dentro de uma entidade para uniformizar os registros contábeis.
  4. Método das partidas dobradas: A soma dos débitos é sempre igual à soma dos créditos. Um ou mais débitos numa ou mais contas deve corresponder a um ou mais créditos de valor equivalente em uma ou mais contas. O total do ativo será sempre igual á soma do passivo exigível com o patrimônio líquido.
  5. Contas retificadoras: têm saldo contrário ao normal. Se as contas do ativo aumentam a débito, as retificadoras aumentam a crédito. Se as contas do ativo diminuem a crédito, as retificadoras diminuem a débito.
  6. Lançamentos: A conta precedida da preposição “a” é a conta creditada. Assim, os dois lançamentos acima são iguais, apenas escritos de forma diferente. Quando no seu concurso aparecer a palavra diversos, saiba que há mais de uma conta creditada ou debitada
  7. Fórmulas de lançamento: Lançamento Débito Crédito 1a fórmula 1 1 2a fórmula 1 2 3a fórmula 2 1 4a fórmula 2 2 Onde se escreve 2, leia-se 2 ou mais.

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  1. Retificação de lançamento é o processo técnico de correção de registro realizado com erro na escrituração contábil da entidade e pode ser feito por meio de: a) estorno: lançamento inverso, anulando totalmente. b) transferência: transposição para a conta correta. c) complementação: aumentando ou diminuindo.
  2. Balancete de verificação:
  3. Demonstrações contábeis COMPANHIA DEMONSTRAÇÃO CONTÁBIL ABERTA FECHADA Balanço Patrimonial X X Demonstração do Resultado do Exercício X X Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados

X X

Demonstração dos Fluxos de Caixa X PL > 2 MI Demonstração do Valor Adicionado X

  1. Segundo a Lei 6.404/76, nas companhias abertas, a demonstração de lucros ou prejuízos acumulados pode estar contida dentro da DMPL.
  2. A DMPL não consta como sendo obrigatória pela Lei 6.404/76. Todavia, o CPC 26 (Apresentação das demonstrações contábeis) arrolou esta demonstração dentre aquelas que fazem parte do conjunto das demonstrações contábeis de uma entidade. Tal menção levou o FIPECAFI, no livro Manual de Contabilidade Societária, a considerar que, a partir da edição do Pronunciamento Contábil, a DMPL passa a ser obrigatória a todos os tipos societários. A questão deverá explicitar se está exigindo o conhecimento da Lei 6.404/76 ou do CPC 26.
  3. A Demonstração de origens e aplicações de recursos, a DOAR, deixou de ser obrigatória com as modificações contábeis introduzidas pelas Leis 11.638 e 11.941.

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  1. Balanço Patrimonial é a principal demonstração contábil e se destina a evidenciar, seja de forma qualitativa, seja de forma quantitativa, a posição patrimonial e financeira da entidade.
  2. O exercício social terá duração de 1 (um) ano e a data do término será fixada no estatuto (LSA, art. 175). Na constituição da companhia e nos casos de alteração estatutária o exercício social poderá ter duração diversa (LSA, art. 175, parágrafo único).
  3. As demonstrações de cada exercício serão publicadas com a indicação dos valores correspondentes das demonstrações do exercício anterior.
  4. Ativo é um recurso controlado pela entidade como resultado de eventos passados e do qual se espera que resultem futuros benefícios econômicos para a entidade;
  5. Passivo é uma obrigação presente da entidade, derivada de eventos já ocorridos, cuja liquidação se espera que resulte em saída de recursos capazes de gerar benefícios econômicos;
  6. Patrimônio Líquido é o valor residual dos ativos da entidade depois de deduzidos todos os seus passivos.
  7. Estrutura do Balanço Patrimonial ATIVO PASSIVO Circulante Passivo Circulante Não Circulante Passivo Não Circulante Patrimônio Líquido
  8. No ativo, as contas serão dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados, nos seguintes grupos: I – ativo circulante; e II – ativo não circulante, composto por ativo realizável a longo prazo, investimentos, imobilizado e intangível.
  9. O ativo circulante é composto por: Ativo circulante Disponibilidades Direitos realizáveis no curso do exercício social subsequente Aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte
  10. O ativo não circulante é composto por:
  • Ativo não circulante realizável a longo prazo;

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO Principais características de um arrendamento financeiro

  1. Transfere-se a propriedade ao final do contrato;
  2. Valor residual mais baixo que o valor justo;
  3. O prazo do arrendamento refere-se à maior parte da vida útil do ativo
  4. O valor presente dos pagamentos totaliza substancialmente o todo o valor justo do ativo;
  5. O ativo arrendado é de tal forma especializado, que apenas o arrendatário pode usá-lo sem grandes modificações.
  6. O que são ativos intangíveis? A resposta é simples. Podemos dizer, em linguajar simples, que os intangíveis são aqueles ativos que não têm existência física.
  7. Como exemplos de intangíveis, temos: direitos de exploração de serviços públicos mediante concessão ou permissão do Poder Público, marcas e patentes, fundo de comércio adquirido. Ativo intangível - Lei 6404 Direitos que tenham por objeto bem incorpóreo Destinado à manutenção da companhia Ou exercido com essa finalidade Inclusive o fundo de comércio adquirido
  8. Ativo diferido. Eram contas classificadas no diferido:
  • Gasto com pesquisa e desenvolvimento de novos produtos;
  • Gastos com reorganização societária;
  • Gastos com reestruturação;
  • Gastos pré-operacionais.
  1. O saldo existente em 31 de dezembro de 2008 no ativo diferido que, pela sua natureza, não puder ser alocado a outro grupo de contas, poderá permanecer no ativo sob essa classificação até sua completa amortização, sujeitos ao teste de recuperabilidade.
  2. O passivo exigível basicamente pode ser dividido em passivo circulante e não circulante. Exemplos: Impostos a pagar, provisão para contingências, salários a pagar, ICMS a recolher, provisão para IR, FGTS a recolher, duplicatas a pagar, fornecedores, entre outros.
  3. O grupo resultado de exercícios futuros – REF foi extinto com a edição da MP 449 e Lei 11.941/2009. Em seu lugar, deve ser usada a conta receitas diferidas, que fica no passivo não circulante. O saldo que porventura existente no REF deve ser reclassificado para receita diferida. O exemplo clássico explorado pelas bancas de resultado de exercícios futuros (agora

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO receita diferida, no passivo não circulante) são os aluguéis recebidos antecipadamente. São diversas questões da banca que versam sobre este tema.

  1. Na companhia em que o ciclo operacional da empresa tiver duração maior que o exercício social, a classificação no circulante ou longo prazo terá por base o prazo desse ciclo. O exercício social continua a ser de um ano.
  2. Estrutura do PL: PATRIMÔNIO LÍQUIDO ANTES LEI 11.638/07 APÓS LEI 11.638/07 E LEI 11.941/ Capital Social Capital Social (-) Capital a Realizar (-) Capital a Realizar Reserva de Lucro Reserva de Lucro Reserva de Capital Reserva de Capital Reserva de Reavaliação Ajuste de Avaliação Patrimonial
    • Lucro ou Prejuízo Acumulado (-) Prejuízo Acumulado (-) Ações em Tesouraria (-) Ações em Tesouraria
  1. O capital social é a conta do PL composta pelas ações subscritas na constituição da sociedade ou com o aumento de capital. É dividido em capital social e capital social a realizar.
  2. Os gastos com emissão de ações, a partir de 2008, não mais podem ser tratados como despesas do período. Passam a figurar como redução do valor obtido do capital social.
  3. As reservas de capital são valores recebidos pela empresa (dos sócios ou de terceiros) que não se configuram como receita, isto é, não transitam pelo resultado do exercício, sendo contabilizadas diretamente à conta de Patrimônio Líquido.
  4. São reservas de capital: Reservas de capital Ágio na emissão de ações Produto da alienação de partes beneficiárias Produto da alienação de bônus de subscrição
  5. Com as modificações recentes ocorridas na contabilidade (Leis 11. e 11.941) as doações e subvenções para investimento e os prêmios na emissão de debêntures não serão mais classificados como reservas de capital, devendo ser registrados como receitas do exercício, de acordo com o Princípio da Competência.

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO e sua alienação são também transações de capital da entidade com seus sócios e igualmente não devem afetar o resultado da entidade. A conta “ações em tesouraria” é redutora do Patrimônio Líquido (PL).

  • Se tiver ganho na venda das ações em tesouraria: fica no PL, numa reserva de capital, semelhante à reserva de prêmio na emissão de ações.
  • Se tiver perda, também fica no PL, e vai diminuir a reserva que serviu de lastro para a aquisição das ações em tesouraria.
  1. São reservas de lucros: Reservas de lucros Reserva legal Reservas estatutárias Reservas para contingências Reservas de incentivos fiscais Reservas de retenção de lucros Reserva de lucros a realizar Reserva especial para dividendos obrigatórios não distribuídos Reserva de prêmio na emissão de debêntures
  2. Reserva legal:
  3. Reservas estatutárias: Reservas estatutárias. Podem ser previstas no estatuto, se: Indicar a sua finalidade Fixar os critérios Fixar a parcela a ser destinada Reserva legal 5% do lucro líquido Antes de qualquer destinação Limites Obrig.: 20% do capital social realizado Facult.: Res. Leg. + Res. Cap. = 30% Cap. Soc. Integridade do capital social Utilização Aumentar capital Compensar prejuízos

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO Estabelecer o limite máximo

  1. Reserva de contingências: A assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar parte do lucro líquido à formação de reserva com a finalidade de compensar, em exercício futuro, a diminuição do lucro decorrente de perda julgada provável, cujo valor possa ser estimado (LSA, art. 195).
  2. Diferença: Reserva de contingências x Provisão para contingências Reserva para contingência Provisões para contingências Compensação de perda em exercício futuro Cobertura de perda em que já houve fato gerador Segrega no PL parcela de lucros que poderia ir para dividendos Constituída independente do lucro ou prejuízo do exercício É revertida para lucros acumulados (ocorrendo ou não o evento), integrando BC dos dividendos Não há reversão de valores, em regra. Conta do PL, reserva de lucros. Não afeta resultado Conta do passivo e contrapartida em despesa no resultado. Exemplos: geadas, inundações, secas, empresas que operam com períodos altamente lucrativos e depois com baixa lucratividade Exemplos: indenizações contratuais, contingências fiscais, trabalhistas
  3. Reserva de lucros a realizar: No exercício em que o montante do dividendo obrigatório, calculado nos termos do estatuto ou do art. 202 da Lei das S/A, ultrapassar a parcela realizada do lucro líquido do exercício, a assembleia-geral poderá, por proposta dos órgãos da administração, destinar o excesso à constituição de reserva de lucros a realizar. São considerados lucros não realizados:
  • Resultado positivo com equivalência patrimonial.
  • Lucro, rendimento, ganhos cuja realização financeira se dê no longo prazo
  1. Regra para dividendos obrigatórios: Dividendos Estatuto expresso Fixa o quanto quiser Estatuto omisso (base de cálculo): 50% do lucro líquido ajustado, que é encontrado da seguinte maneira Lucro líquido do exercício
  • Reserva legal
  • Reserva para contingências
  • Reversão de reserva para contingências
  • Reserva de incentivos fiscais (facultativo)
  • Reserva emissão de debent. (facultativo) Se fixar depois Mínimo 25% do valor do lucro ajustado acima
  1. Dividendos adicionais:

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  1. Instrumentos financeiros, direitos e títulos de crédito:
  2. Estoques:
  • Avaliação inicial: custo histórico.
  • Mensuração subsequente: Custo ou valor realizável líquido, dos dois o menor.
  • O valor do custo inicial do estoque deve incluir todos os custos de aquisição e de transformação, bem como outros custos incorridos para trazer os estoques à sua condição e localização atuais. Custo do estoque inclui: Preço de compra Impostos de importação e outros tributos (exceto recuperáveis) Custo de transportes (Frete sobre compra) Seguro Manuseio Custos diretamente atribuíveis Não inclui Tributos recuperáveis (MP: IPI, ICMS, PIS, COFINS não cumulativos. Revenda: ICMS, PIS, COFINS não cumulativos) Descontos comerciais Abatimentos
  • Descontos comerciais ou incondicionais são aqueles que são negociados no momento da compra, sem nenhuma condição. Esses são deduzidos do preço de aquisição!
  • Desconto financeiro ocorre quando o vendedor oferece um desconto para antecipar o pagamento. Por exemplo, numa determinada venda, com vencimento em 30 dias, o vendedor pode oferecer um desconto de 2% para pagamento em 15 dias. Esse tipo de desconto é contabilizado como receita financeira, para o comprador, e não afeta o custo do estoque. Empréstimos/Recebíveis normais - Valor original - Ajuste perda - AVP Inv. mantidos até o vencimento - Valor original + Encargos ou rendimentos Instrumentos financeiros - dest. neg. imediata - Valor Justo + Variações no resultado Instrumentos financeiros - dispon. para venda futura - Encargos: resultado; Ajustes ao valor justo: ajuste de avaliação patrimonial: PL

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  • Atenção ao tratamento no frete:
  • Atenção também aos gastos com armazenagem:
  • Estoque de produtos acabados: Perdas normais  Custo Perdas anormais  Despesa
  • Ativo qualificável: aquele que demanda período substancial de tempo para ficar pronto. Custos de empréstimos para construção de um ativo qualificável: custo do ativo.
  • Os estoques de mercadorias fungíveis destinadas à venda poderão ser avaliados pelo valor de mercado, quando esse for o costume mercantil aceito pela técnica contábil.
  1. Ajuste a valor presente: Elementos Período AVP? Não circulante Ajustados a valor presente Circulante Se houver efeito relevante Não circulante Ajustados a valor presente Circulante Se houver efeito relevante Ativo Passivo

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@CONTABILIDADEFACILITADA PROFS. GABRIEL RABELO/LUCIANO ROSA/JULIO CARDOZO Para isso, multiplicamos o percentual de participação da investidora pelo PL da investida, e comparamos com o valor do investimento da investidora. Como calcular o Método da Equivalência Patrimonial? Patrimônio líquido da investida x Percentual de participação da investidora

  1. Quando apuramos o resultado do exercício na investida, jogamos para a conta lucros acumulados. Ela não pode possuir saldo final, mas continua a existir para receber os valores da demonstração do resultado de modo transitório. Só poderá existir no balanço a conta prejuízo acumulado.
  2. A partir da conta Lucros Acumulados, é feita a destinação dos lucros. Todo o lucro apurado deve ser atribuído como reservas de lucro ou como dividendos.
  3. Quando a investida os seus dividendos, ela diminui o PL (conta lucros acumulados) e aumenta o passivo (dividendos a pagar). A investidora vai ter o seu investimento diminuído quando a investida declara os dividendos, pois o PL diminui. Ao mesmo tempo, a investidora vai ter um direito a receber. Que direito é esse? Como sócio, ela terá direito a receber dividendos. De quanto? De acordo com a sua fração do capital social.
  4. Contabilização – MEP: Pelo MEP: D – Investimento – MEP C – Resultado com Equivalência Patrimonial Contabilização dos dividendos: D – Dividendos a Receber C - Investimento – MEP
  5. A diferença entre o valor justo e o valor contábil dos ativos líquidos é a Mais Valia (antigamente chamada de “ágio por diferença de valor de mercado dos ativos”).
  6. E a diferença entre o valor pago e o valor justo é o goodwill (também chamado de “ágio por expectativa de rentabilidade futura”).
  7. Nas demonstrações individuais da controladora/investidora, a Mais Valia e o Goodwill ficam classificados em Investimento, controlados em subcontas.

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  1. No balanço consolidado, a mais valia será eliminada contra os ativos e passivos que lhe deram origem. E o goodwill será transferido para o Intangível, em conta específica.
  2. Se o valor pago for menor que o valor justo, surge a compra vantajosa, que era chamada de “Deságio”. A Compra Vantajosa deve ser reconhecida (contabilizada) no Resultado do Período.
  3. Os itens do ativo imobilizado são mensurados inicialmente pelo seu custo, o qual inclui todos os custos necessários para colocá-lo em condições de uso.

Custo do ativo imobilizado (CPC 27) Inclui Não inclui Preço de aquisição + Imposto Importação + Impostos não recuperáveis Descontos comerciais e abatimentos Preparação do local Custos de abertura de nova instalação Frete e manuseio por conta do comprador Frete por conta do vendedor Instalação e montagem Propaganda e atividades promocionais Testes Custos de treinamento Honorários profissionais (engenheiros, arquitetos, por exemplo) Transferência posterior (novo local) Custos de desmontagem (futuro, traz a valor presente) Custos administrativos Custo de remoção (futuro, traz a valor presente) Outros custos indiretos Outros custos diretamente atribuíveis Remoção, desmontagem de máquinas antigas

  1. Teste de recuperabilidade: Recuperação Registra Quando Adicionalmente Houver interrupção do empreendimento Revisa a vida útil Os ativos não puderem produzir resultados suficientes para recuperar o valor Ajusta depreciação, amortização, exaustão Imobilizados e intangíveis Perda do valor do capital aplicado
  2. O teste de recuperabilidade tem como finalidade principal apresentar o valor real pelo qual um ativo será realizado. Essa realização poderá ser feita tanto pela venda do bem, quanto pela sua utilização nas atividades empresariais.
  3. O teste de recuperabilidade funciona assim: