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Resumo da aula de convecção forçada externa
Tipologia: Resumos
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Discente: Beatriz de Paiva Germano Resumo aula 7 – Convecção forçada externa Na direção normal ao fluxo, as componentes de pressão e forças de cisalhamento na parede somam-se para criar a força de sustentação, enquanto na direção paralela, elas compõem a força de arrasto. Existem dois principais componentes de força de arrasto no fluxo externo: o arrasto de atrito e o arrasto de pressão. O arrasto de atrito é a componente da força de cisalhamento na direção do escoamento e ocorre devido à fricção entre a superfície do objeto e o fluido que está se movendo sobre ele. Enquanto o arrasto de pressão é causado pela variação de pressão no fluido à medida que ele flui sobre a superfície do objeto e é influenciado pela forma do objeto e pelo perfil do fluxo (significativo para velocidade do fluido muito alta). Os coeficientes médios de arrasto (CD) e convecção (h) são parâmetros utilizados para descrever a transferência de calor em escoamentos externos e podem ser determinados a partir da integração dos coeficientes locais ao longo da superfície do objeto. Onde: CDx = coeficiente local de arrasto em função da posição ao longo da superfície hx = coeficiente local de convecção em função da posição ao longo da superfície L = comprimento do objeto na direção do escoamento O comportamento do arrasto e da transferência de calor em um escoamento paralelo sobre uma placa plana depende do regime de fluxo (laminar ou turbulento). O arrasto é geralmente maior em escoamentos turbulentos, enquanto a transferência de calor é influenciada por fatores como o gradiente de temperatura e a turbulência no fluido. Para calcular a força de arrasto exercida sobre cilindros e esferas em escoamento cruzado, bem como o coeficiente médio de transferência de calor (coeficiente médio de transferência de calor ou "h"), deve-se considerar os princípios da mecânica dos fluidos. O número de Reynolds crítico para um escoamento sobre um cilindro circular ou uma esfera é de cerca de Recr ~ 2 x 10^5 , sendo regime laminar para Re < Recr e regime turbulento para Re > Recr. Sabendo-se que Re = 𝑉𝐷 𝑣 , onde V = velocidade do fluido; D = diâmetro externo do cilindro/esfera; e 𝑣 é a viscosidade cinemática do fluido. A determinação da queda de pressão e do coeficiente médio de transferência de calor em bancos de tubos requer uma análise detalhada das propriedades do sistema e a aplicação de correlações ou simulações apropriadas, dependendo do arranjo dos tubos.