Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Cores, healing e chakras, Notas de aula de Energia

Cores, healing e chakras. Entrevista com Isis da Silva Pristed. 1. Luiz Afonso Costa. O AMBIENTE CONSPIRA A favor da descontração, convida a relaxar no ...

Tipologia: Notas de aula

2023

Compartilhado em 17/01/2023

Nazareth85
Nazareth85 🇵🇹

4.4

(39)

3.2K documentos

1 / 7

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Cores, healing e chakras
Entrevista com Isis da Silva Pristed
1
Luiz Afonso Costa
O AMBIENTE CONSPIRA A favor da descontração, convida a relaxar no fundo da cadeira
antes de qualquer movimento útil. Os móveis, plantas, mandalas, cristais, pedras multiformes,
conchas, pequenas esculturas, emblemas védicos, signos e ícones enfileirados nas prateleiras ou
fixados nas paredes sugerem menos uma decoração refinada do que um campo de harmonias sutis,
modelado com objetos catados em peregrinações a pontos vários do planeta. A posição de cada
peça e a sua relação com as demais cambiam energias com o observador. O que vem a ser? Um
jogo universal de conchas, uma mirada nas raízes ancestrais, um vislumbre do futuro? Borges e Buda
compartilhando um espaço ubíquo?
Isis Pristed está sentada à frente, em sua inteira simplicidade, a uma distância que equilibra
individualidade e interação. Estamos em seu espaço de atendimento, ao lado do salão octogonal do
centro LOGOS, que, plantado em uma das colinas redondas do bairro de Patamares, em Salvador, é
cenário de palestras, workshops, dinâmicas, meditação e grupos de healing. Isis esboça o seu sorriso
luminoso e achegante, e a conversa flui com leveza. Não há pressa nem amarração, o tempo está do
nosso lado, a nossa persona é convidada gentilmente a se expressar. Dá para ouvir lá fora as folhas
se moverem ao vento, trinados de pássaros, o ruído distante de um jato cortando o céu de novembro.
A inspiração para a primeira perguntavem à tona:
Isis, ao entrar na sua sala, senti logo a vibração dessa cor no cristal, a presença sutil do
violeta...
Eu sempre uso esse tom de violeta (Violeta II) quando estou aqui trabalhando individualmente
com pessoas. Essa cor me ajuda a penetrar mais fundo na aura mental do meu cliente. É uma
vibração que atinge profundamente o pano de fundo, revelando as causas das condições físicas e
psíquicas das pessoas. É, por exemplo, a única cor que pode ajudar na compreensão e cura de
algumas doenças físicas graves, como artrose e câncer.
Você usa outras cores?
Normalmente uso somente este violeta no trabalho individual, pois ele me permite aprofundar
o contato com meu cliente, mas, às vezes, eu exponho outras cores. No total são 14 tonalidades que
utilizamos na luminária
2
, para o trabalho com energia e healing. Esses outros filtros ou combinações
de filtros têm diversos efeitos na aura, nos chakras, no corpo físico e em estados emocionais e
mentais. Nos trabalhos de grupos ou individualmente essas cores se associam a inúmeros exercícios,
práticas e meditações.
1
Esta entrevista aconteceu no dia 12 de novembro de 2004.
2
Vide: PRISTED, Karl Erik da Silva: “Cores Originais da Criação”, p. 48. ELOS número 2, Salvador, 2003.
pf3
pf4
pf5

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Cores, healing e chakras e outras Notas de aula em PDF para Energia, somente na Docsity!

Cores, healing e chakras

Entrevista com Isis da Silva Pristed^1

Luiz Afonso Costa

O AMBIENTE CONSPIRA A favor da descontração, convida a relaxar no fundo da cadeira antes de qualquer movimento útil. Os móveis, plantas, mandalas, cristais, pedras multiformes, conchas, pequenas esculturas, emblemas védicos, signos e ícones enfileirados nas prateleiras ou fixados nas paredes sugerem menos uma decoração refinada do que um campo de harmonias sutis, modelado com objetos catados em peregrinações a pontos vários do planeta. A posição de cada peça e a sua relação com as demais cambiam energias com o observador. O que vem a ser? Um jogo universal de conchas, uma mirada nas raízes ancestrais, um vislumbre do futuro? Borges e Buda compartilhando um espaço ubíquo?

Isis Pristed está sentada à frente, em sua inteira simplicidade, a uma distância que equilibra individualidade e interação. Estamos em seu espaço de atendimento, ao lado do salão octogonal do centro LOGOS, que, plantado em uma das colinas redondas do bairro de Patamares, em Salvador, é cenário de palestras, workshops, dinâmicas, meditação e grupos de healing. Isis esboça o seu sorriso luminoso e achegante, e a conversa flui com leveza. Não há pressa nem amarração, o tempo está do nosso lado, a nossa persona é convidada gentilmente a se expressar. Dá para ouvir lá fora as folhas se moverem ao vento, trinados de pássaros, o ruído distante de um jato cortando o céu de novembro. A inspiração para a primeira perguntavem à tona:

Isis, ao entrar na sua sala, senti logo a vibração dessa cor aí no cristal, a presença sutil do violeta...

Eu sempre uso esse tom de violeta (Violeta II) quando estou aqui trabalhando individualmente com pessoas. Essa cor me ajuda a penetrar mais fundo na aura mental do meu cliente. É uma vibração que atinge profundamente o pano de fundo, revelando as causas das condições físicas e psíquicas das pessoas. É, por exemplo, a única cor que pode ajudar na compreensão e cura de algumas doenças físicas graves, como artrose e câncer.

Você usa outras cores?

Normalmente uso somente este violeta no trabalho individual, pois ele me permite aprofundar o contato com meu cliente, mas, às vezes, eu exponho outras cores. No total são 14 tonalidades que utilizamos na luminária^2 , para o trabalho com energia e healing. Esses outros filtros ou combinações de filtros têm diversos efeitos na aura, nos chakras, no corpo físico e em estados emocionais e mentais. Nos trabalhos de grupos ou individualmente essas cores se associam a inúmeros exercícios, práticas e meditações.

(^1) Esta entrevista aconteceu no dia 12 de novembro de 2004.

2 Vide: PRISTED, Karl Erik da Silva: “Cores Originais da Criação”, p. 48. ELOS número 2, Salvador, 2003.

Tenho usado muito um dos filtros turquesa em casa. Sinto que ele transmite uma energia alegre e irrompedora – positiva mesmo. Seria a fluência do chakra do coração com o da garganta?

Esse turquesa (Turquesa II) é criado a partir do verde do chakra do coração junto com o azul do chakra da garganta, daí o efeito que você sente. Essa cor se liga naturalmente à parte superior do peito, incluindo os ombros. É uma área que contém as experiências afetivas da primeira infância. Aqui, freqüentemente, encontramos deficiências na relação materna durante a fase de amamentação. Condições assim podem se manifestar nas fases de vida posteriores, como experiências de rejeição ou levar uma pessoa ao autismo.

A vibração da cor ajuda essas experiências a se resolverem?

Sintonizar-se com esse turquesa, que tem uma suavidade profunda, possibilita à pessoa lidar com essas experiências, a não ficar presa na rejeição. Essa vibração pode preencher, por exemplo, a falta na relação com a mãe. E, assim, gerar uma expansão que abre o funcionamento do chakra do coração e, a partir daí, permite a expansão liberadora do chakra da garganta.

A mim não surpreende, pelos efeitos que tem provocado. Em que medida as cores influenciam o estado de espírito?

São vibrações que realmente vão penetrando no campo e no corpo. O Chrome Orange, por exemplo, é uma cor que revitaliza e regenera. Eu tive há alguns anos um processo de cansaço enorme. Estava exausta. O que eu fiz foi usar esse filtro consistentemente no meu ambiente, através da luminária com o cristal. Isso produziu um efeito preciso no meu corpo etérico, gerando saúde e ativando minha força vital.

Isso me lembra que, nas vezes em que participei de grupos de healing aqui, com você, o uso das cores foi sempre uma âncora, uma referência para determinados exercícios... teve o âmbar, o azul-turquesa, até o verde...

O verde eu uso muito. Na verdade, utilizamos duas tonalidades de verde – o Primary Green e o Dark Green. O primeiro é associado mais diretamente ao funcionamento do chakra do coração, enquanto o Dark Green produz uma reverberação mais ampla, envolvendo de forma precisa a energia do corpo mental.

Em relação ao grupo, isso se traduz em quê?

Em múltiplos usos. Um deles é utilizar essas vibrações para sintonizar a energia do grupo, antes mesmo de iniciar fisicamente o trabalho, como parte da minha preparação. Usar o Primary Green possibilita focalizar precisamente o movimento do chakra do coração, ou seja, centraliza essa energia no trabalho do grupo. A partir daí, a reação de cada pessoa se desenvolve com a dinâmica grupal. Uma outra possibilidade é pedir para cada participante associar cores a um exercício específico. Por exemplo, visualizar o Dark Green na coluna vertebral, o que permite criar um contato com espaços não-emocionais e produzir uma clareza maior entre o sentir e o pensar, que podemos traduzir como discernimento na atividade mental.

Falar sobre cores é falar sobre o seu aprendizado do healing na Inglaterra e na Dinamarca... tenho muita curiosidade de conhecer mais sobre isso e sobre uma pessoa especial que você encontrou, o Bob Moore...

Realmente, cores têm tudo a ver com o meu aprendizado, juntamente com Bob Moore. Bob sempre usou cores, desde o começo. Ele costumava dar para cada pessoa, a partir da sua aura, uma cor a que se vincular. Isso porque ele é clarividente, possui grande capacidade de visualização. No

Nessa época, eu tive um sonho bastante tocante e revelador sobre a minha relação com Bob e com o healing. Sonhei com o professor de Bob buscando-me no apartamento de meus pais, em Salvador. Ele me pegava pela mão e, voando, conduzia-me de volta a Mata de São João, no interior da Bahia, onde passei os primeiros cinco anos da minha vida. Ele me dizia que, desde então, me acompanhava e me esperava. A partir daí, ficou claro para mim o vínculo com essa “linhagem” de healing.

Em que época foi esse sonho?

Agosto de 1983.

Atualmente você usa os mesmos exercícios e práticas que aprendeu com Bob?

O meu grande aprendizado com Bob foi acompanhar o trabalho dele com a energia, dentro da realidade daquela época; e ver como ele, a partir daí, desenvolveu seu conhecimento. Porque é claro que eu não faço o que ele faz, mas as estruturas que ele me passou são bastante “ancoradouras”. Desta última vez que estive com ele, percebi novamente que muitos dos exercícios que aprendi já não servem mais – porque o mundo mudou, a energia mudou; é muito mais rápida, mais acelerada, as pessoas estão mais evoluídas. O que levávamos dez anos para fazer, hoje pode ser feito, sei lá, em um ano, dois anos. Talvez eu esteja exagerando um pouco, mas é importante compreender essa mudança. Então, nesses últimos dez anos, eu já venho desenvolvendo a minha compreensão do healing em cima do que aprendi, mas, também, abrindo áreas que não aprendi com ele, como, por exemplo, os conceitos de pano de fundo e outras dimensões da aura. O trabalho que desenvolvi com Bob me deu uma grande base e inspiração. Mas, a partir daí, eu precisei assumir a responsabilidade de desenvolver o meu próprio trabalho, a minha compreensão das coisas, e aplicá-la na situação atual.

Alguns desses princípios permanecem estáveis para você, mesmo com as mudanças?

Claro! Um aspecto que para mim permanecerá sempre é a conexão com o chakra do coração, que é a essência do trabalho com o healing. Sempre foi e sempre será.

Fica clara a percepção de que cada chakra agrega uma qualidade própria, uma função... Pode falar um pouco sobre isso?

São sete chakras principais, como eu já mencionei... Começando pelo sacro ou chakra da raiz, podemos dizer que tudo o que a gente faz no dia-a-dia se reflete no sacro. É por isso que ele é o chakra de base; tem relação com o mundo físico, com o mundo encarnado. Um exemplo clássico disso é que, se você faz um trabalho que não gosta por muitos anos, vai acabar gerando problemas no sacro. Isso é um efeito negativo. No entanto, a qualidade, a função do chakra da raiz é equilibrar sua relação com o mundo físico. Sentir o reflexo do que se faz no chakra da raiz – seja em sensações agradáveis ou através da dor – , pode dar início a um processo de autopercepção e auto-avaliação do que está acontecendo no seu mundo físico, com a sua base, suas raízes, seu trabalho etc. Então, esse é o chakra da raiz. Agora, também tem outros aspectos mais sutis. Eu o associo à crença e à expressão, porque a expressão a gente vai sentir refletida no chakra da garganta. Mas onde é que ela começa? Lá no chakra da raiz! A partir do que você está fazendo no físico. É a situação do chakra da raiz que determina a expressão. Dessa maneira, esses três chakras inferiores são fundamentais: a raiz, o hara e o plexo solar.

O hara me parece ter bastante significado para quem faz meditação...

Ele é muito ligado a essa fonte de vitalidade, a sexualidade... Tem uma coisa interessante sobre isso: se colocássemos o sistema endócrino em superposição ao sistema de chakras, veríamos como as glândulas têm uma relação direta com os chakras. Só aí temos um mundo à parte, poderíamos falar horas sobre isso. Voltando ao hara, além da relação com a vitalidade e a sexualidade, mais ao fundo,

o que se encontra nele é o princípio do controle. Por exemplo, a calma que se gera no hara é refletida no chakra da pineal. É aí que vamos perceber o quanto nos sentimos calmos; se conseguimos relaxar, meditar ou pensar mais claramente. Mas onde a calma começa – onde ela brota – é no hara. Então, muito do que obtemos na parte superior do corpo é um reflexo do que se tem na parte inferior. Sempre dou muito valor a esses chakras inferiores, essa base, e trabalho muito com isso.

E o plexo?

O plexo solar já não é um chakra exatamente da parte inferior do corpo, mas da partecentral. Ele é totalmente ligado à função gástrica, digestiva, do ponto de vista físico. Visto por outra dimensão, ele reflete a nossa natureza emocional. Então, se você quiser entrar em contato com a emoção, você se conecta com essa área. Contudo, isso não significa que não existe emoção em outras partes do corpo. Mas, se queremos focar o trabalho no nível emocional é necessário centralizar no plexo solar. O equilíbrio que se obtém no plexo reflete no chakra coronário. Na verdade, o correspondente do plexo na parte superior do corpo é o coronário, que todo mundo fala “Ah, o coronário – o espiritual!” Pois bem, o plexo é bastante espiritual.

Então ele integra a emoção e...

Exatamente, ele integra e estabiliza. Na verdade, o plexo também é um chakra de distribuição energética. São várias as funções e dimensões quando você trabalha com os chakras, os aspectos físico e fisiológico e a saúde vital. Mas tem ainda níveis mais profundos ligados a eles. Então tem sempre um processo amplo, que nunca alcançamos de uma só vez. Cada vez que se vai num desses chakras é a entrada para um mundo. A possibilidade de ir percebendo mais, de ir usando mais energia, acordando pequenas áreas daquele chakra, despertando suas qualidades, é bastante importante e inspiradora no meu trabalho com as pessoas.

Isso converge com um dos fundamentos que você coloca sempre: a inclusão.

Exatamente.

Acho que desviei um pouco o percurso e temo não haver tempo para a gente chegar até o final...

Vamos lá. Podemos relacionar esses chakras de várias outras formas. Por exemplo, você pode combinar raiz e hara. Essa combinação vai afetar em muito a relação com o chakra do baço – uma ligação maior dessa base com a vitalidade. Se o chakra da raiz não funciona muito bem, o hara fica bastante afetado e também não funciona bem. Porque são fisicamente próximos e porque a ligação do baço com o hara é através da raiz. Então existem várias outras maneiras de se olhar e trabalhar com esses chakras.

E essa sensibilidade pode ser despertada com exercícios...

Com certeza, trabalhamos com isso. Nessa forma em que estou colocando os sete chakras, você vê que o coração ficou fora, não é? Porque ele é o elemento equilibrador – então pode-se ligar o chakra do coração aos da raiz e da garganta, ao hara e à pineal, como também ao plexo e ao coronário. Essa é uma maneira, dentre muitas, que se pode exercitar para despertar cada vez mais a sensibilidade, a consciência dessas áreas e, talvez, buscar formas de ir lidando com as dificuldades, bem como fortalecendo as qualidades que servirão de suporte para o confronto com os problemas. Do ponto de vista médico, se você estuda a pituitária e a pineal, a primeira tem essa ligação grande com o físico, ela é responsável pelo funcionamento dessas glândulas físicas, e a pineal seria responsável pelo funcionamento do não-físico, ligada a outras dimensões, a sonhos, à luz, a experiências que não se explicam fisicamente, que não se explicam necessariamente aqui e agora, mas você as tem e elas constroem o futuro.

Sobre essa qualificação das pessoas – elas representam a ponta: uma elite profissional e pensante, que se preocupa e se ocupa com qualidade de vida em um sentido mais profundo. Ao mesmo tempo, essa qualidade pode ser uma limitação se você for olhar a questão de ampliar a abrangência, como aliás já acontece, no plano midiático, com a revista ELOS. Enfim, o que eu quero perguntar é como você enxerga a trajetória, os seus próximos passos com o trabalho do healing?

Você até sabe um pouco sobre isso. Neste ano o movimento de progressão está agregando mais um novo rumo. Tem o trabalho com os jovens, educadores e colaboradores do Centro de Arte, Talento e Cidadania do Liceu de Artes e Ofícios da Bahia e com os funcionários da Secretaria de Trabalho, Assistência Social e Esporte – Setras. Tenho também propostas de criar cursos de extensão em algumas universidades. Tudo isso só aqui na Bahia. Costumo expressar que o healing está indo para o mundo, sendo testado e avaliado por um número maior de pessoas, o que é muito bom para o seu desenvolvimento. Gostaria de pensar em qualquer pessoa, independente de pano de fundo, podendo se beneficiar, por exemplo, com a conexão com a área da individualidade, com o chakra do coração, com os pontos dos pés etc. Estou me abrindo e trabalhando para isso.

No fim, a coisa é mais simples do que parece, o healing fala uma linguagem direta... É descomplicado.

Concordo plenamente com você.

É como se deslocar na própria pirâmide, avançando e ampliando a base.

Exatamente, é isso aí. Ampliar a base e sua abrangência.