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Cutura do Café
Tipologia: Notas de estudo
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Antônio Nazareno Guimarães Mendes 1 , Rubens José Guimarães 1 e Carlos Alberto Spaggiari Souza 1. (1) Professores Doutores do Departamento de Agricultura da Universidade Federal de Lavras.
O cafeeiro é uma planta originária do continente Africano, das regiões altas da Etiópia (Cafa e Enária), podendo ser a região de Cafa responsável pela origem do nome café. É uma planta de sub-bosque, de nome café, o qual também é dado ao fruto, à semente, à bebida e aos estabelecimentos que a comercializam(Graner e Godoy Junior, 1967). Não se tem nenhum documento ou indício histórico sobre o conhecimento do café antes do século XV, nem sequer na própria pátria do cafeeiro, onde, quando muito, a bebida existia ainda de forma oculta, em algum povo nativo do interior daquele país (Drenkpol, 1927 citado por Romero e Romero, 1997). O mais antigo manuscrito sobre o café, de Abd-alkader, data de
Lendas da descoberta do cafeeiro pelo homem
Uma dessas lendas conta que um pastor da Etiópia, de nome Kaldi, tomava conta de dois rebanhos e notou que as cabras de um deles se tornavam mais vivas, saltitantes e tinham uma aparência mais saudável, após comerem folhas e frutos de uma planta ali existente. O pastor intuitivamentete resolveu fazer uma experiência: trouxe para o mesmo local as cabras do outro rebanho e notou que em pouco tempo elas se modificaram, apresentando comportamento similar ao do outro grupo. Vendo isto, o próprio pastor, por
curiosidade, passou a comer folhas dessas plantas, observando seu efeito estimulante e tornando-se o pastor mais esperto, inteligente e comunicativo da região. Um monge, vendo o efeito das folhas nas cabras e no pastor, preparou uma infusão das folhas que, após ingerida, o ajudava a se manter acordado durante as vigílias, lutando contra o sono pesado. Assim, outros monges passaram a fazer uso dessa infusão para suportar melhor as longas vigílias, mas mantiveram o segredo nos conventos por muito tempo; até que este chegou ao conhecimento de mercadores que o levaram aos poderosos palacianos, dai difundindo-se junto aos nobres(Graner e Godoy Junior, 1967). Outra lenda conta que o profeta Maomé encontrava-se com uma enfermidade que o mantinha em constante estado de sonolência, recebeu a visita do Anjo Gabriel, que lhe ofereceu uma bebida de cor preta e gosto amargo e, após bebê-la por algum tempo, voltou a ficar lúcido e disposto (Graner e Godoy Junior, 1967).
O café como estimulante e alimento
Conta a história que, antigamente, o povo etíope, em suas peregrinações através dos desertos, costumavam levar, em bolsas de couro, como seu único alimento, bolos esféricos, do tamanho de bolas de bilhar, que eram assados em braseiros feitos no chão e preparados com café, misturados com óleos e gorduras. Da Etiópia, o café foi levado para a Arábia por mercadores, onde a planta e o produto foram grandemente difundidos. Ali foi chamado de Kahwa (vinho na linguagem árabe), podendo também ser esta a origem do nome café. Na medicina árabe a bebida era indicada como preventivo de sonolência, para cura de dores de cabeça e tosse e estimulante do cérebro. Tinha indicação também como moderadora de beberrões, auxiliar da digestão, para aliviar incômodos periódicos das mulheres árabes, combater vermes das crianças, entre outras indicações (Graner e Godoy Junior, 1967).
Melo Palheta transportou para o Brasil (Belém do Pará), em 1727, mil e tantos frutos e cinco plantas(Graner e Godoy Junior, 1967). Em Belém do Pará, a cultura não foi muito difundida, foi levada para o Maranhão e Bahia e em 1770 chegou ao Rio de Janeiro, quando foi plantada na chácara dos Frades Barbadinos, espalhando-se pela Serra do Mar e Vale do Paraíba. Depois foi para São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo Paraná e, mais recentemente, para Mato Grosso e Rondônia. No Rio de Janeiro, ficaram famosos os cafés "Nice" e "Lamas"; em São Paulo o "Café Guarani".
Algumas datas importantes na evolução do café no Brasil (MENDES e GUIMARÃES, 1997) 1820- Somente a partir daí o Brasil passou a ser considerado exportador de café; 1845- O Brasil produzia 45% do café do mundo; 1932- Queima de estoques devido a superprodução; 1945/54- Melhoria dos preços após a Segunda Guerra, incentivando plantios; 1955- Superprodução de 22 milhões de sacas; 1962/67- Erradicação de 2 bilhões de covas; 1970- Plano de renovação e revigoramento de cafezais; 1975- Ocorrência de geadas no Paraná; 1979/81- Ocorrência de geadas em São Paulo e Minas Gerais; 1989- Término do acordo Internacional do café; 1990 – Fim do IBC (Instituto Brasileiro do Café); 1994- Geada nos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais; 1996- Criação do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café) Decreto nº 2.047; 1997- Criação do Consórcio Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Café (CBP&D/Café); 1999- Criação do Serviço de Apoio ao Programa Café – SAPC (EMBRAPA- Café);
2000- Geada nos Estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais. Diante do exposto nota-se que a cafeicultura brasileira apresenta um comportamento cíclico, com fases de expansão e retração, como a seguir:
Quadro 1: Distribuição Histórica da Produção Cafeeira no Brasil Período Distribuição 1859 Rio de Janeiro........................................................78,40% São Paulo...............................................................12,13% Minas Gerais............................................................7,18% Espírito Santo.......................................................... 1,39% Bahia........................................................................0,26% 1961 a 1975 Paraná assume a liderança da produção nacional em função da colonização agrícola, com 46.0%. A partir de 1975 Direcionamento do plantio para o Estado de Minas Gerais através do Plano de Renovação e Revigoramento de Cafezais (PRRC). De 1980 até hoje Minas Gerais assume a liderança nacional. Fonte: MENDES e GUIMARÃES, (1997)
No Quadro 2 são apresentadas a evolução do parque cafeeiro nacional.
O Brasil iniciou realmente a era do café após a independência e, em 1845, já colhia 45% da produção mundial, sendo já a partir dessa data o maior produtor de café do planeta. A produção média anual de café no Brasil nos últimos 35 anos, é de 24,3 milhões de sacas de 60Kg de café beneficiado, e seu consumo interno tem aumentado nos últimos anos, sendo a meta de consumo, para o ano 2003, de 15 milhões de sacas. A produção média anual de café no mundo, nos últimos 10 anos, foi de 97,53 milhões de sacas, conforme exposto no Quadro 3 a seguir:
Quadro 3: Produção e consumo de café no mundo nos últimos 10 anos, em milhões de sacas de 60 Kg. Anos Produção Consumo 1989/90 97,00 104, 1990/91 100,30 98, 1991/92 103,96 103, 1992/93 92,89 98, 1993/94 93,30 98, 1994/95 98,28 92, 1995/96 89,16 97, 1996/97 100,72 100, 1997/98 94,48 101, 1998/99 105,20 100, Média de 10 anos 97,53 99, Fonte: USDA, 1999, citado por Floriani, 2.
Quanto à receita cambial do Brasil, o café contribui com cerca de 2,50 bilhões de dólares, como exposto no Quadro 4 a seguir:
Quadro 4: Levantamento das exportações brasileiras de 1992 a 1999 em milhões de sacas. Ano Conillon Arábica Total verde
Solúvel Total Receita cambial (em US$1.000) 1992 2,06 14,35 16,42 2,40 18,82 1.098. 1993 2,82 12,32 15,14 2,70 17,84 1.215. 1994 2,13 12,44 14,58 2,69 17,27 2.538. 1995 1,29 10,64 11,94 2,61 14,55 2.429. 1996 0,96 11,80 12,77 2,51 15,29 2.093. 1997 0,54 13,89 14,43 2,33 16,77 3.094. 1998 0,94 15,61 16,56 1,66 18,22 2.596. 1999 2,30 18,74 21,05 1,96 23,01 2.444. Maio/2000 0,03 1,16 1,19 0,13 1,32 149. Fonte: Adaptado de Cecafé in: Coffee Business (2000-2001)
Na região Sul do Estado de Minas Gerais, a cultura do café representa cerca de 40% da arrecadação de ICM, comparável a da indústria e a do comércio juntos. As riquezas geradas pela cafeicultura possibilitaram o desenvolvimento e industrialização de muitas regiões. Como exemplo citam-se a criação de rede ferroviário, asfaltamento de estradas, o advento da energia elétrica e industrialização, nos Estados de São Paulo (Campinas e Ribeirão Preto) e Paraná (Londrina). Como metas de produtividade na cafeicultura mineira têm-se de 15 a 30 scs./ha na cafeicultura familiar e 30 a 50 scs./ha na cafeicultura empresarial, sendo que a meta de custo de produção gira em torno de US$70,00 a US$80,00 por saca de 60 Kg de café beneficiado. Em relação ao custo de produção em cada sistema de plantio, tem-se a projeção a seguir, Quadro 5, sugerida pelo IMA,2001:
O Brasil é o maior produtor mundial, maior exportador mundial e o segundo maior consumidor mundial de café.
Mercados internacional e nacional. Principais países produtores de café e suas características de produção. Principais países importadores de café. Regiões produtoras de café no Brasil.
O café é o segundo maior gerador de divisas no mundo, perdendo apenas para o mercado do petróleo. Gera anualmente de 12 a 13 bilhões de dólares com a exportação de cerca de 60 milhões de sacas. Diversas firmas com finalidades diferentes negociam com café: são exportadores, firmas agrícolas, cooperativas, torrefações e cafeicultores diretamente ou através de corretoras ou de alguma das organizações citadas acima. As cooperativas de cafeicultores operam em nome dos seus cooperados, tanto no comércio interno quanto externo, fazendo também o beneficiamento, rebeneficiamento e padronização do produto. Para que seja vendido, o café é classificado por tipo (2 a 8) e por qualidade de bebida (estritamente mole a rio zona).
Bolsas internacionais de café
O café é cotado em diversas bolsas de expressão internacional. As principais são a de Nova Iorque (onde são cotados preços de café arábica) e a de Londres (cotação de robusta). Bolsa de Nova Iorque: O funcionamento dessa bolsa é semelhante às brasileiras com algumas diferenças. estabelece-se um escalonamento de pontos para as cotações. Cada 100 pontos equivalem a um centavo de dólar por libra/peso. Assim uma baixa de 100 pontos representa
uma queda de preço de US$1,32 por saca de 60Kg, isto porque, uma saca pesa 132 libras/peso.
O café no mundo Nota-se pelo Quadro 7 que 83,08% da produção mundial são de responsabilidade dos 10 maiores produtores de café.
Quadro 7: Produção mundial de café (em mil sacas de café beneficiado). País 96/97 97/98 98/99 99/00 2000/01 2001/ Brasil 28.000 23.500 35.600 30.800 34.100 33. Vietnã 5.750 7.000 7.500 11.010 13.333 12. Colômbia 10.779 12.043 10.868 9.512 11.500 11. Indonésia 7.900 7.000 6.950 6.660 6.495 6. México 5.300 4.950 5.010 6.193 5.300 5. Índia 3.417 3.805 4.415 4.870 5.020 5. Guatemala 4.141 4.200 4.300 4.364 4.494 4. Costa Marfim 5.333 4.080 2.217 5.700 4.333 4. Etiópia 3.800 3.833 3.867 3.833 3.683 3. Uganda 4.297 3.032 3.640 3.097 3.100 3. Honduras 2.279 2.905 2.494 3.067 2.900 2. Costa Rica 2.376 2.455 2.459 2.688 2.489 2. Peru 1.583 1.820 1.980 2.571 2.500 2. El Salvador 2.498 2.040 1.860 2.612 1.603 1. Camarões 1.432 889 1.114 1.370 1.505 1. Nicarágua 831 1.083 1.079 1.514 1.243 1. Tailândia 1.403 1.293 916 1.397 1.200 1. Papua-Nova Guiné 1.089 1.076 1.351 1.387 1.034 1. Equador 1.815 1.230 1.322 1.295 1.081 1.
Peru 192 200 +4, El Salvador 192 192 0, Honduras 138 168 +21, Nicarágua 127 130 +2, Total 24.751 24.576 -0,
Fonte: USDA/EMBRAPA/FEBEC citados por Floriani, 2000
Quanto à exportação de café pelos principais países produtores, a situação até 1999 é mostrada no Quadro 9 a seguir:
Quadro 9: Principais países exportadores de café (em milhões de sacas de 60 Kg de café beneficiado) Países 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 Total Média % Brasil 17,3 14,4 15,3 16,6 18,0 81,6 16,3 22, Colômbia 11,6 11,5 9,3 9,2 9,4 51,0 10,2 13, Indonésia 4,4 3,8 5,8 4,9 4,6 23,5 4,7 6, Vietnã 3,3 3,7 5,5 5,2 5,5 23,2 4,6 6, México 3,0 4,3 4,5 4,4 4,6 20,8 4,2 5, C. Marfim 3,7 2,9 5,3 4,0 4,0 19,9 4,0 5, Uganda 3,0 4,1 4,3 3,2 3,7 18,3 3,7 5, Guatemala 3,2 3,5 3,9 3,2 2,8 16,6 3,3 4, Índia 2,3 2,8 2,6 2,9 2,6 13,2 2,6 3, Etiópia 2,3 2,3 2,6 1,9 2,1 11,2 2,2 3, Subtotal 54,1 53,3 58,8 55,5 57,3 279,0 55,8 75, Outros 16,2 13,5 21,1 18,7 19,1 88,6 17,7 24, Total 70,3 66,8 79,9 74,2 76,4 367,6 73,5 100, Fonte: FEBEC/OIC/USDA, citados por Floriani,
Quanto ao consumo de café por Países não produtores, a situação atual é mostrada através do Quadro 10 a seguir:
Quadro 10: Principais Países consumidores de café (em milhões de sacas) Países 95/96 96/97 97/98 Total Média % EUA 18,3 18,5 18,4 55,2 18,4 18, Brasil 10,2 10,7 11,7 32,6 10,9 10, Alemanha 9,9 10,0 10,0 29,9 10,0 9, Japão 5,9 6,0 6,0 17,9 6,0 5, França 5,0 5,0 5,0 15,0 5,0 5, Itália 4,3 4,2 4,5 13,0 4,3 4, Subtotal 53,6 54,4 55,6 163,6 54,5 54, Outros 44,4 46,6 46,4 137,4 45,8 45, Total 98,0 101,0 102,0 301,0 100,3 100, Fonte: FEBEC/OIC/ABIC, citados por Floriani, 2000.
Nota-se pelo Quadro 10, um crescimento da ordem de 14,70% no consumo de café no Brasil no período de 3 anos. Alguns países no entanto, são exportadores de café, sem contudo possuírem produção, ou seja, são importadores de café para consumo e para exportação, como é o caso da Alemanha. No Quadro 11 são mostrados os principais países importadores de café do mundo. Também pelo Quadro 11, pode-se notar que apenas os 7 maiores importadores de café do mundo são responsáveis por cerca de 80% das importações mundiais de café, ou seja, apenas 3% do número total de países do mundo.
Quadro 12: Principais Países importadores de café (em milhões de sacas) Países 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 Total Média %
Alemanha 82.087.000 10.000.000 7, França 58.978.000 5.000.000 5, Espanha 39.167.744 3.200.000 4, Itália 56.725.000 4.300.000 4, Brasil 171.853.000 13.000.000 4, EUA 274.111.056 18.400.000 4, Reino Unido 59.113.439 2.900.000 2, Japão 126.182.000 6.000.000 2, Subtotal 868.217.239 62.800.000 4, Outros 5.131.792.761 37.400.000 0, Total 6.000.000.000 100.200.000 1, Fonte: US Bureau Of-USDA e National Trade Statistic – Census International – Data Base – Citados por Floriani, 2000.
No Quadro 13, são apresentados os dados de disponibilidade “per capta” de alguns países.
Quadro 13: Disponibilidade “per capita” de alguns países Países População Disponibilidade “per capta” Vietnã 77.311.000 0,57 Kg/hab./ano México 100.394.000 0,24 Kg/hab./ano Indonésia 216.108.000 0,56 Kg/hab./ano Costa do Marfim 15.818.068 0,08 Kg/hab./ano Uganda 22.804.973 0,37 Kg/hab./ano Guatemala 12.336.000 1,36 Kg/hab./ano Etiópia 59.680.383 1,53 Kg/hab./ano
Fonte: US Bureau Of-USDA e National Trade Statistic – Census International – Data Base – Citados por Floriani, 2000.
Características dos principais países produtores:
-primeiro produtor mundial de café suave e segundo no geral;
Brasil: Principais regiões produtoras Maior produtor e exportador de café do mundo a mais de 150 anos. Já em 1945 produzia cerca de 45% do café do mundo, sendo a partir daí o maior produtor.
Dados Gerais da Cafeicultura Nacional:
Ø Parque cafeeiro......................................5,050 bilhões de covas Ø Área ocupada........................................2,3 milhões de hectares Ø Distribuição Geográfica..............11 Estados e 1.850 municípios Ø Número de propriedades cafeeiras................................220. Ø Mão de obra empregada........... 3 milhões de empregos diretos Ø Área média de café das propriedades................10,45 hectares
Quadro 14: Área e cafeeiros nas safras 1999/2000 e 2000/ (levantamento feito em nov./dez. de 1999). Estado 1999/2000 2000/2001 Variação % Área (ha)
Cafeeiros (1000 pés)
Área (ha)
Cafeeiros (1000 pés)
Área (ha)
Cafeei ros MG 781.900 1.813.000 829.000 2.039.000 6,0 12, E S 480.000 687.900 508.700 984.000 6,0 43, SP 187.000 329.300 200.400 374.000 7,2 13, PR 131.500 207.800 145.200 298.000 10,4 43, RO 157.000 185.000 160.000 187.000 1,9 1, BA 87.000 135.000 89.000 145.000 2,3 0, Outros 46.000 79.000 48.000 83.000 4,3 5, Total 1.870.100 3.437.000 1.980.300 4.110.000 5,9 19, Fonte: Adaptado de EMBRAPA-Gov. Brasileiro in: Coffee Business (2000- 2001).
Estruturação de propriedades cafeeiras
A grande maioria dos cafeicultores brasileiros (70%) se enquadram como pequenos produtores, com áreas de café com no máximo 20 hectares, sendo que detêm cerca de 30% do parque cafeeiro nacional.