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Desafio Profissional, Notas de estudo de Administração Empresarial

RELATÓRIO DE CONSULTORIA ORGANIZACIONAL PARA A EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE GLP

Tipologia: Notas de estudo

2019

Compartilhado em 11/04/2019

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ANHANGUERA EDUCACIONAL
CURSO DE
7ª e 8ª SÉRIE
DESAFIO PROFISSIONAL:
RELATÓRIO DE CONSULTORIA ORGANIZACIONAL PARA A
EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE GLP
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ANHANGUERA EDUCACIONAL

CURSO DE

7ª e 8ª SÉRIE

DESAFIO PROFISSIONAL:

RELATÓRIO DE CONSULTORIA ORGANIZACIONAL PARA A

EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE GLP

CIDADE/ ESTADO

nome do(s) autor(es) em ordem alfabética

ALUNO A – RA

ALUNO B – RA

DESAFIO PROFISSIONAL:

RELATÓRIO DE CONSULTORIA ORGANIZACIONAL PARA A

EMPRESA DE DISTRIBUIÇÃO DE GLP

Desafio Profissional - apresentado à Anhanguera Educacional, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas de Administração De Materiais E Logística; Estratégia E Dinâmica Competitiva; Gestão Da Qualidade; Jogos De Empresas; Pesquisa Operacional; Língua Brasileira De Sinais (Libras) E Inclusão.

Tutor (a) à distância:

CIDADE/ ESTADO

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO

O trabalho que segue “Relatório de Consultoria Organizacional para a Empresa de Distribuição de Glp” contempla as disciplinas de Administração De Materiais E Logística; Estratégia E Dinâmica Competitiva; Gestão Da Qualidade; Jogos De Empresas; Pesquisa Operacional; Língua Brasileira De Sinais (Libras) E Inclusão. O objetivo prima por desenvolver um relatório de consultoria organizacional para uma empresa de distribuição de GLP (gás liquefeito do petróleo), sugerindo ações estratégicas para eliminar os pontos fracos e ameaças de sua gestão, bem como para potencializar as forças e oportunidades do negócio. Destaca-se que a Companhia Do Gás S/A é uma empresa de distribuição de GLP, existente há 60 anos no mercado brasileiro. Foi criada por um imigrante alemão que viu no botijão de gás, a possibilidade de potencializar não só a cozinha familiar, como as indústrias do país, que até então utilizavam apenas lenha como combustível. O quadro a seguir compara a eficiência energética do GLP frente à outras fontes combustíveis, confirmando a alta eficiência para uso geral e industrial. Pontua-se que elaborar materiais diversos, como um modelo para análise mercadológica e ações de responsabilidade social, também estimular o pensamento crítico e holístico na gestão em um setor peculiar, pois é comandado por uma estatal.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 PASSO 1

O conceito de administração de materiais está relacionado ao controle do estoque de uma companhia, o que engloba uma sequência de operações, que vão desde a identificação do fornecedor até armazenagem e transporte. Isso inclui ainda o monitoramento de matérias-primas para que a previsão de gastos seja cumprida sem falta ou excesso. Dessa forma, administrar materiais é ter os produtos necessários, na quantidade, local e tempo certos, à disposição dos órgãos de produção da empresa. Outra preocupação é quanto ao armazenamento das matérias- primas, pois elas devem ter suas características respeitadas para que se obtenha melhor rendimento, desempenho e maior qualidade das mesmas. Portanto, elas precisam estar acondicionadas em lugares de fácil acesso e perto de onde serão utilizadas para facilitar e agilizar seu manuseio e movimentação. A metodologia Seis Sigma é uma estratégia gerencial, onde você define como vai ser sua rotina e como você vai desenvolver um trabalho de melhoria nos seus processos, na sua empresa. Essa filosofia propõe o trabalho por meio do método DMAIC, que é bem semelhante ao PDCA, e o uso de ferramentas estatísticas para monitorar e controlar a qualidade do processo. Esse método é dividido em 5 etapas: Definição: define o que se espera do projeto. Medição: obtenção de dados sobre o processo. Análise: identificar as causas raiz do problema. Melhoria (Improve): propor uma solução para cada causa raiz. Controle: monitorar os resultados alcançados.

2.2 PASSO 2

A rivalidade entre concorrentes pode ser considerada a mais significativa das cinco forças, por isto deve-se considerar a atividade e agressividade dos concorrentes diretos. Quando se diz concorrente direto, refere-se a empresas que vendem o mesmo produto, num mesmo mercado que a organização em questão. Mas esta não é e única força a pressionar a competitividade das organizações, então vamos para as próximas forças. Além de ser necessário observar as atividades das empresas concorrentes, a ameaça da entrada de novos participantes depende das barreiras existentes contra sua entrada, além do poder de reação das organizações já estabelecidas. Estas barreiras seriam fatores que dificultam o surgimento de novas empresas para concorrerem em determinado setor. Segue agora algumas das principais barreiras a serem analisadas:

  • Economia de Escala: atrapalha a entrada de novos concorrentes, pois as empresas que já produzem grandes quantidades podem reduzir custos, e novas empresas, que tenham que começar a vender pouco para depois crescer, possuem desvantagem de custos;
  • Capital Necessário: outra restrição financeira, mas aqui refere-se à necessidade de capital para realizar os investimentos iniciais para a instalação do negócio. É um dos fatores mais relevantes para impedir o surgimento de novas empresas em um setor;
  • Acesso aos canais de distribuição: se os canais de venda forem limitados, quanto mais as empresas atuais estiverem bem relacionadas (contratualmente) com os canais, menores as chances de novas empresas ganharem espaço. O poder de barganha dos compradores pode ser traduzido como a capacidade de barganha dos clientes para com as empresas do setor. Esta força competitiva tem a ver com o poder de decisão dos compradores sobre os atributos do produto, principalmente quanto a preço e qualidade. Assim, os compradores têm poderes se as compras do setor são de grande volume; os produtos a serem comprados são padronizados, e sem

grande diferenciação; as margens de lucro do setor são estreitas; a opção de o próprio comprador fabricar o produto é financeiramente viável. Estas são então algumas das características a se observar quando analisando o poder de barganha dos compradores. Já quando abordado o poder de barganha dos fornecedores, será uma ótica semelhante à barganha dos compradores, mas agora voltada ao fornecimento de insumos e serviços para a empresa. Os fornecedores têm poder de barganhar quando o setor é dominado por poucas empresas fornecedoras; os produtos são exclusivos, diferenciados, e o custo para trocar de fornecedor é muito alto; o setor de negócios em questão não tem representatividade no faturamento deste fornecedor. Com estas questões em vista, cabe a empresa identificar a atual relação da empresa com seus principais fornecedores.

2.3 PASSO 3

O modelo de Programação Linear (PL), como qualquer modelo de PO, tem três componentes básicos: 1.Variáveis de decisão que procuramos determinar; 2.Objetivo (meta) que precisamos otimizar (maximizar ou minimizar); 3.Restrições que a solução deve satisfazer. A PL visa fundamentalmente encontrar a melhor solução para problemas que tenham seus modelos representados por expressões lineares e pressupõe a utilização de métodos exatos para a obtenção de soluções ótimas (MARINS, 2011). Os elementos fundamentais dos modelos de PL são: variáveis de decisão; função-objetivo; e restrições do problema (ANDRADE, 2002). Neste contexto, frisa-se que para resolver problemas, um gestor jamais deve se basear em suposições, por isso, quando a Cia. Do Gás precisou decidir qual revendedor receberia seu produto, buscando a maximização da receita, considerando para isto que o revendedor A fez um

Seus desafios estimulam o aprendizado dos estudantes e permitem que eles vivenciem assuntos e cenários do ramo empresarial, capacitando-os para a realidade do mercado de trabalho. Caso a empresa Gás Dez escolha distribuir brindes tem-se aqui uma breve análise dos cenários possíveis para a Cia. Do Gás

2.5 PASSO 5

A contratação de pessoas com deficiência envolve responsabilidade social. Apesar deste conceito crescer, a cada dia, ainda temos inúmeras empresas que praticam a integração, em vez da inclusão. Na integração, a pessoa com deficiência tem que se adaptar a sociedade como ela é. Já na inclusão, tanto a pessoa com deficiência como a sociedade adaptam-se simultaneamente. Por mais que a sociedade esteja lutando para que a pessoa com deficiência desfrute com igualdade dos mesmos direitos que as pessoas sem deficiência, ainda em pleno século 21, que a maioria das pessoas ainda apresenta desinformação e/ou preconceito, procedente, em grande parte das gerações passadas e do aprendizado cultural. DESAFIOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO AMBIENTE CORPORATIVO

SUGESTÕES DE MINIMIZAR

Nível de escolaridade Os gestores da área de recursos Humanos podem oferecer horário diferenciado para que estes funcionários tenham oportunidade de concluir um bom nível de escolaridade; A falta de qualificação técnica Oferecer cursos preparatórios e motivacionais; Os transportes inacessíveis Buscar junto à comunidade local formas de

melhoria no acesso e transporte.

A falta de informação é uma das maiores causas do preconceito e um dos principais fatores impeditivos para a inclusão social. Conhecer este universo auxilia na desmistificação da deficiência, o que favorece o relacionamento com este público e a sua inclusão na sociedade. Contamos com legislações que garantem às pessoas com deficiência direito à educação, à comunicação, aos serviços públicos, ao transporte, à saúde e ao trabalho. Dentre elas, temos a Lei de Cotas (8213/1991), que impõe a obrigatoriedade às empresas com mais de 100 empregados de terem de dois a cinco por cento de pessoas com deficiência no quadro de funcionários, conforme o número total de colaboradores. O RH deve evitar que a contratação seja apenas um mero cumprimento da Lei de Cotas, deixando o profissional excluído ou sendo tratado com desigualdade. O ideal seria que essa prática se tornasse tão constante, para que no futuro não fosse necessária uma lei para gerar a inclusão, e sim que seja realizada com espontaneidade a integração de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Então, sempre de acordo com a legislação, a Cia. Do Gás, quer se adequar à lei, com o objetivo de promover a inclusão social.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A realização do trabalho permite inferir a necessidade de aplicação dos conhecimentos em Administração de materiais e logística, conhecendo os principais tópicos de sistemas de transporte, armazenagem e distribuição pensando assim de forma estratégica sobre o mercado de atuação empresarial. Pontua-se inclusive a necessidade de planejar as estratégias de melhoria na qualidade por meio de metodologias, como a Seis Sigma e desenvolver competências de tomada de decisão com base nos conceitos de jogos empresariais.