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NILSON DE SOUSA SATHLER | NOTAS DE AULA DE o desegraph MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA DE MOSSORÓ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA NOTAS DE AULA DE DESENHO: DESENHO ARQUITETÔNICO SATHLER, N, S. BOLETIM TÉCNICO-CIENTÍFICO - BTC 027 NILSON DE SOUSA SATHLER Engenheiro Agrônomo (julho de 1977) e M. Sc. em Engenharia Agrícola (dezembro de 1982), pela Universidade Federal de Viçosa - MG (UFV). Auxiliar de Ensino do Departamento de Física, do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas da UFV, de agosto de 1977 a fevereiro de 1979. Professor do Departamento de Engenharia Agrícola da Escola Superior de Agricultura de Mossoró — ESAM, desde março de 1979. Atualmente, Professor Adjunto, nível 4. “Ainda que eu soubesse toda a ciência ...” APRESENTAÇÃO Após a utilização na disciplina em três semestres consecutivos e as devidas correções, achamos por bem publicar este trabalho e disponibilizá-lo na Biblioteca Orlando Teixeira, como era de nosso desejo quando começamos a utilizá-lo apenas como cópias xerografadas. Apesar de todos os desenhos ainda não serem de nossa autoria, a vantagem de cada aluno dispor de um volume, durante as aulas e em seu estudo em casa, melhorando o ensino-aprendizagem, levou-nos a apressar a sua licação na fi Boletim Técnico-Científico de nm D amento de Engenharia Agrícola. São utilizadas as normas da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS -ABNT, objetivando a atualização do conteúdo no contexto nacional. São apresentadas de forma complementar as Leis, Decretos e Resoluções que regulamentam a profissão do Engenheiro Agrônomo, para que possa-se conhecer os direitos e deveres dos profissionais da Agronomia. É baseado principalmente nos ensinamentos dos professores MONTENEGRO (1995) e UNTAR & JENTZSCH (1987), apresentando muitas partes transcritas. De bastante utilidade também, foi o material xerografado de autoria do ex-professor da ESAM, Everaldo Bernardino de Souza (um artista que também desenha), hoje professor da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - FURN. Muitas pessoas contribuíram para que este trabalho se encontre no estágio atual, dentre eles citamos: o Professor Francisco Xavier de Oliveira Filho, da disciplina Construções Rurais, fornecendo-nos dados técnicos, principalmente os relativos à nossa região; os monitores da disciplina, em especial Manoel Januário da Silva Júnior, autor dos desenhos originais das Figuras 1, 21, 52, 53, 34, 55, 56, 57, 60, 94, 95, 113 e li4. Dedicamos a todos aqueles que, com suas dúvidas e/ou soluções, ajudaram a formar um conhecimento na área, e àqueles que ajudarão a aprimorar este trabalho. Mossoró, setembro de 1999. Prof. Nilson de Sousa Sathler CONTEÚDO ASSUNTO PÁGINA 1. Planta baixa 11 Introdução Objetivos .. o 1.2. Planta baixa .. 01 a. Definição ... . 01 b. Finalidade ..... . 01 c. Escalas utilizadas .. o d. Representação das paredes da edificação . 01 d.1. Representação das arestas que resultam da interseção entre o plano horizontal de corte e os planos das paredes o d.2. Representação da espessura da parede .. 03 d.3. Cotagem das paredes os 1. Linhas de cota e de extensão . 05 2. Terminação de linha de cota 0s 3. Cotagem 06 4, Como escrever as cotas? 08 5. Cota em seção com hachuras 08 6. Cota e distância fora de escala... 09 7. Ordenamento das linhas de cota (linhas de cota paralelas)... eeeereereaatas 09 8. Repetição de cotas... 89 9. Cruzamento de linhas de cota e cotas no interior do desenho... eee 09 10. Como indicar uma cota? ............, 09 W.Cotagem de objetos circulares, em ângulos, em chaniros e esféricos .......... nica 10 12. Linha de chamada... 2 13. Cota ou altura do piso na planta baixa (dimensionamento altimétrico) ............s 13 e. Dimensões mínimas dos cômodos ou compartimentos de uma residência 14 f. Representação de portas e janelas .. 14 f£]. Localização de uma porta 14 f2. Representação de uma porta . 14 £3. Dimensões mínimas das portas .... 16 f4. Cotagem das portas 16 1.5. Localização de uma janela .... 16 £.6. Representação de uma janela 16 £.7. Cotagem das janelas .............. 16 £.8. Dimensões mínimas das janelas ... 17 g. Representação de pisos impermeabilizados 17 h. Distribuição dos compartimentos .... 18 1.3. Construção da planta baixa 19 1.4. Exercícios 24 2. Cortes verticais 2.1. Introdução a. Objetivos ... na 29 b. Conceito .... 29 c. Finalidade 30 d. Posição e escala 30 e. Tipos de corte 32 e.1. Corte total ou pleno 32 e.2. Corte composto ou em desvio 32 e.3. Meio corte =" 32 e.4. Corte parcial... res eereereraaanerareeraataoa 33 22. Termos técnicos e dimensões mínimas utilizados no Desenho Arquitetônico 33 a. Pé direito .... 33 b. Beiral.. 35 c. Verpa.. 35 d. Embasamento 35 e. Fundação ....... 35 f. Baldrame (soco) .... 36 g. Cinta de amarração .. 36 h. Água... a 37 1 Cumeeira .... n 38 ). Platibanda ... 38 2.3. Partes de um corte... 38 38 b. Subterrânea ... 38 2.4. Cotagem dos cortes . 38 2.5. Convenções — Caracterização dos materiais de construção ...... 39 2.6. Cobertura ou telhado .. a 40 a. Importância o» 40 b. Constituição 41 b.1. Cobertura horizontal 41 b.2. Cobertura inclinada .. 4 c. Inclinação de um telhado .... 42 c.1. Ângulo da cobertura ou do telhado 42 c.2. Ponto da cobertura ou do telhado . 43 c.3. Percentagem 43 b.1. Explanação b.2. Instruções ... 76 b.3. Referências 7 b.4. Planta de situação . 7” b.5. Tábua de revisão 7 c. Espaço para legenda .... 77 c.1. Legenda 78 c.2. Conteúdo da legenda 78 c.3. Dimensões da legenda . 80 43. Leiaute da folha de desenho ... so a. Marcas de centro ............ 80 b. Escala métrica de referência ............. iscas 81 c. Sistema de referência por malhas 81 d. Marcas de corte .......... is 82 4.4. Numeração de mais de uma folha ou prancha . 83 4.5. Planta de grandes dimensões . 83 46. Letras e anotações 83 a. Como escrever as anotações referentes a um desenho e em uma prancha 83 b. Tamanho e tipo de letras . 83 c. Normógrafo .......... 84 d. Aranha e decalques .. 84 4.7. Perspectiva isométrica .... 87 a. Conceito geral .......... 87 b. Tipos de perspectivas . 87 b.1. Perspectiva isométrica ..... . 88 b.2. Perspectiva cavaleira .............. . 88 b.3. Perspectiva cônica ou exata 92 c. Construção da perspectiva isométrica ... 92 4,8, Exercícios... rersraieeestterneraeentereseeraranirenererer 94 5. Outros instrumentos utilizados. Desenho a tinta. Verificação do desenho e da ortografia. Dobramento de cópia de desenho técnico. Perspectiva cavaleira 5.1. Outros instrumentos utilizados para o desenho ... 98 a. Curva francesa 98 b. Régua flexível... 98 c. Gabaritos 98 d. Caneta de nanquim ... 99 e. Conjunto prancheta e tecnigrafo . 101 5.2. Desenho a tinta 102 5.3, Verificação do desenho e da ortografia... Ro 103 5.4, Dobramento de cópia de folha de desenho ................i.. 103 5.5. Diferentes tipos de papel, suas gramaturas e dimensões usuais. 104 5.6. Perspectiva cavaleira ............. ss seesesieseeereneeesseeecrarcaneaas 104 a. Conceito b. Construção da perspectiva cavaleira .. 5.7. Programas (“softwares”) para desenho .... 5.8. Exercícios 6. Bibliografia consultada . REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO... iimreerteeeeeeeertneeenteri certamente 1. RESOLUÇÃO Nº 218, DE 29 DE JUN 1973: Discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da Engenharia, Arquitetura e Agronomia... 2. LEI Nº 5194, DE 24 DEZ 1966: Regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo, e dá outras providências... sseeeeerereeeieo 3. DECRETO Nº 23196, DE 12 OUT 1933: Regula o exercício da 104 107 No m 12 113 113 114 profissão agronômica e dá outras providências ......................... 4. LEI Nº 6496, DE 07 DEZ 1977: Institui a “ANOTAÇÃO DE RESPONSABILIDADE TÉCNICA” na prestação de serviços de Engenharia, Arquitetura e Agronomia; e dá outras providências... eee cerne 5. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 307, DE 28 FEV 1986: Dispõe sobre a Anotação de Responsabilidade Técnica - ART e dá outras providências... sie eeeeerenereeneneeeenaneraserrenees 6. PROVIMENTO Nº 05/89, DA CORREGEDORIA DA JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, DE 05 OUT 1989 (DOE — 12/10/89): Determina aos Ofícios de Registros de Imóveis e Títulos e documentos a exigência da Anotação de Responsabilidade Técnica, ART, dos profissionais responsáveis técnicos pelo empreendimento de Engenharia, Arquitetura e Agronomia .............. ci ssieeeresensesessereneneno 7. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 382, DE 28 JUN 1994: Fixa os valores das anuidades devidas aos Conselhos Regionais de Engenharia, Arquitetura e Agronomia por pessoas físicas e dá outras providências 8. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 306, DE 28 FEV 1986: Dispõe sobre a isenção de pagamento de anuidade ao profissional carente quando do primeiro registro profissional... 9. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 339, DE 08 DEZ 1989: Dá nova redação ao Art. 1º da Resolução nº 306, de 28 FEV 1986, que “dispõe sobre o pagamento de anuidade do profissional carente quando do primeiro registro profissional” .................... 10. RESOLUÇÃO CONFEA Nº 309, DE 27 JUN 1986: Dispõe sobre a fiscalização do cumprimento do Salário Mínimo Profissional... ii seirerrcerecnenseeeeearesartenentanioa 117 118 118 119 120 121 122 122 NOTAS DE AULA DE DESENHO: DESENHO ARQUITETÔNICO 1. PLANTA BAIXA. 1.1. Introdução: Objetivos: a. Desenhar plantas baixas. b. Ler e interpretar plantas baixas. 1.2. Planta baixa (Figura 1): a. Definição: É a projeção horizontal da seção inferior que se obtém ao passar um plano horizontal através da edificação, a uma altura tal que corte as paredes, portas e janelas (Figura 1-a). A altura aqui considerada é 1,50 m. Embora esta altura possa ser encontrada como 1,20 m, o essencial é que o plano horizontal esteja a uma altura tal que corte as portas e a grande maioria das janelas. Ao passar o plano horizontal de corte pela edificação, admite-se a retirada da parte acima do plano e projeta-se no plano horizontal de projeção o que se vê de cima para baixo, sendo a planta baixa a vista superior da seção inferior da edificação (Figura 1, be c). OBSERVAÇÃO: A planta baixa é sempre desenhada com a frente da edificação voltada para baixo (Figura 2), uma vez que a edificação localiza-se no 1º diedro. b. Finalidade: Determinar a forma, dimensões e distribuição dos compartimentos ou cômodos da edificação - compartimentos ou cômodos são uma divisão interna da obra com fim específico no conjunto (quarto, sala, cozinha, área de serviço, etc.). Sendo a planta baixa a projeção de uma superfície, ela apenas determina duas dimensões: largura (abcissa) e comprimento (afastamento), com exceção das alturas (cotas) de portas, janelas e pisos que nela são representadas. c. Escalas utilizadas: Na maioria dos desenhos de projetos arquitetônicos é usada a escala 1:50. Quando trata-se de um projeto onde aparecem poucas paredes, e os compartimentos são grandes, pode-se usar a escala 1:100, detalhando, na escala de 1:20 ou 1:25, os compartimentos que se repetem (módulos) ou as partes mais complexas. d. Representação das paredes da edificação: d.1. Representação das arestas que resultam da interseção entre o plano horizontal de corte e os planos das paredes: As paredes, tanto intemas como externas, são representadas pelas projeções de suas arestas visíveis, por meio de linhas, retas, em sua maioria. As linhas são k = Joss 02; focos Dqeçe É E Tr 4 1 Í T+ Dm í ] qa ! LODal, 1 x E var a f À area seno pã 1 nl : À 1 | ; 1 | ã o 23 1 í Na i 1 | í L30x4D | 10x 908 do ouasto COZINHA E [7 Cs 480 PLANTA BAIXA FIGURA 2. Planta baixa de uma casa residencial (UNTAR & JENTZSCH, 1987). contínuas largas, nas partes onde a parede é efetivamente cortada pelo plano horizontal, e continuas estreitas; sendo de menor largura, ou mais estreita, quanto mais abaixo do plano horizontal de corte estiver a aresta. As arestas não visíveis, situadas acima ou abaixo do plano horizontal de corte, devem ser representadas por linhas tracejadas estreitas com traços de mesmo comprimento e igualmente espaçados. OBSERVAÇÃO: O que denominava-se anteriormente de espessura de linha é hoje largura de linha, de acordo com a NBR 8403 (ABNT, 1984). Assim, as denominações linhas grossa € fina, devem ser substituídas por linhas larga e estreita, respectivamente. d.2. Representação da espessura da parede: A espessura de uma parede é representada pela distância entre as duas arestas resultantes das interseções entre os planos das suas duas faces com o plano horizontal 4 de corte. Depende do material utilizado na construção da parede, incluindo a espessura das argamassas de revestimento utilizadas nas duas faces da parede (considerada 5,0 em, para parede de alvenaria tijolo). Para paredes construídas de tijolos assentados e revestidos com argamassa, pode- se utilizar os tijolos maciço ou comum (Figura 3-a) é 0 furado ou de cerâmica (Figura 3-b). As dimensões destes tijolos variam de acordo com a região e dentro das regiões, inclusive de fabricante para fabricante, mas, em média, pode-se considerar, como medidas básicas, que os maciços medem 20 em x 10 em x 5 cm e os furados 20 em x 20 em x 10 cm. Os tijolos também podem ser feitos de cimento, solo-cimento e/ou outros materiais. A espessura de uma parede é também determinada em função da disposição dos tijolos em sua construção (Figura 3-c, d, e), além da espessura referente ao revestimento (considerada 5,0 cm): 1. Para parede de tijolo comum (20 cm x 10 em x 5 em) na espessura de um tijolo (Figura 3-e), a espessura da parede será 25 cm. Usada para paredes externas em residências onde não utilizam-se colunas para transmitir o peso do telhado para o solo. Também é utilizada em baldrame. (a) cb) Cd N E ; Z ES E Less cf “ so te) ta) (e) FIGURA 3. Tipos de tijolos e sua disposição mais usual (UNTAR & JENTZSCH, 1987). 2. Para parede de tijolo comum (20 cm x 10 cm x 5 cm) na espessura de meio tijolo (Figura 3-d), a espessura da parede será 15 cm, Usada para paredes internas. 3. Para parede de tijolo comum (20 cm x 10 em x 5 cm) espelhado ou a galga (Figura 3-c), a espessura da parede será 10 em. Usada em divisórias internas, como de box de banheiro, e em assentamento de pia de cozinha e lavanderias. 4. Para parede de tijolo furado ou de cerâmica (20 cm x 20 em x 10 cm) na espessura de um tijolo (ou parede de tijolo deitado, Figura 3-c), a espessura da parede será 25 em. Pode ser utilizada em baldrame. c. um pegueno traço oblíquo, formando 45º com a linha de cota (Figura 5-c). Éa terminação mais utilizada em Desenho Arquitetônico, por ser mais fácil de ser representada, sendo o ângulo obtido com o esquadro de 45º. d. setas, abertas ou fechadas preenchidas, localizadas nas extremidades das linhas de cota, constituídas de dois pequenos segmentos de reta de 2 a 5 mm, simétricos e inclinados de 15º relativamente à linha de cota (Figura 5-d): esta é a terminação mais utilizada em Desenho Mecânico. OBSERVAÇÕES: 1. Num mesmo desenho utiliza-se um único tipo de terminação de linhas de cota (excetuando-se quando o espaço for muito pequeno) e de mesmo tamanho (Figura 2). 2. As terminações dos itens c e d deverão ser as utilizadas, uma vez que são as únicas recomendadas pela norma brasileira NBR 10126 (ABNT, 1987), que indicam-nas para todos os desenhos, independentemente se são arquitetônicos ou mecânicos. Í ] l i e as Ja om ha (a) Cb) A A A Í f 3 £ 1 t 45 2,00 46 as 2,00 45 I co) CD) FIGURA 5. Tipos de terminação de linhas de cota. 3. Cotagem: Dois métodos de cotagem são apresentados pela NBR 10126 (ABNT, 1987): 3.1. Escreve-se a cota paralelamente e acima da linha de cota contínua, horizontalmente, da esquerda para a direita, ou verticalmente, de baixo para cima, preferencialmente na sua metade (Figura 6-d), de modo que possa ser lida da base e/ou do lado direito do desenho. Para linha de cota inclinada, a NBR 10126 (ABNT, 1987) recomenda escrever a cota de acordo com a Figura 7-a. Na Figura 7-b, apresenta-se o que julga-se ser correto. 3.2. Escreve-se a cota na direção horizontal, não importando a da linha de cota, preferencialmente em sua metade, no espaço que se obtém ao interrompê-la (Figura 6-b), de modo que ela possa sempre ser lida da base da folha de papel. E 200 ——— [e +) 285 A AN | / el 8» 8] m A a & “1 S 8 3 3 E E 78 45º SE YO co) (4) EX CI EA ER E o) 3 GÊ 5 Essa 3 Ea te) 95) « » FIGURA 6. Cotagem de objetos lineares.