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DESING DE IDENTIDADE, Manuais, Projetos, Pesquisas de Sistema de Desing e Arquitetura Computadorizados

COMO DESENVOLVER LOGOTIPOS PARA AS MARCAS

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2021

Compartilhado em 08/05/2021

dennis-muniz-7
dennis-muniz-7 🇧🇷

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Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
VIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Região Sul – Passo Fundo – RS
1
O processo de desenvolvimento de uma identidade visual
1
Felipe Colvara Teixeira
2
Roberta Del-Vechio de Oliveira e Silva
3
Rafael José Bona
4
UNIASSELVI – Centro Universitário Leonardo Da Vinci
Resumo
Um projeto de identidade visual consiste em configurar um sistema de informações que pode
envolver diferentes atividades profissionais e incluir projetos de logotipo, símbolo gráfico,
aplicativos de papelaria, embalagens, sinalizações, design de produtos, web design,
arquitetura, interiorismo, publicidade e todo tipo de comunicação visual que participa da
constituição da identidade e da imagem pública da organização. O principal objetivo deste
estudo é mostrar que para se desenvolver uma nova marca é necessário comunicar sua
mensagem visualmente, por meio de pesquisas, conceitos e padrões das cores, tipografias e
formas em geral.
Palavras-chave: Identidade Visual; Design; Cores; Marcas.
1 Introdução
Nunca antes na história da humanidade, fomos submetidos a tanta carga visual como nos dias
de hoje. Os meios são cada vez mais poderosos e não param de se multiplicar. Hoje é possível obter
informações visuais produzidas pelo homem em quase qualquer lugar do planeta. Mesmo que muitas
vezes as pessoas não se dêem conta da sua presença, ela se encontra em toda parte: nos papéis
espalhados sobre a mesa, nos artigos oferecidos pelas lojas, na identidade visual de lugares, produtos,
1
Trabalho apresentado ao GT Produção Editorial e Cultural, do VIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul
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Graduando em Publicidade e Propaganda pela UNIASSELVI Indaial/SC.
3
Mestre em Educação (FURB), Especialista em Moda (UNERJ), Graduada em Publicidade e Propaganda (FURB),
Graduanda em Marketing (UNIASSELVI). Coordenadora do NACOM e do Curso de Comunicação Social da UNIASSELVI
Indaial, SC. Professora do Curso de Moda da UNIASSELVI – Rio do Sul. Professora da Pós Graduação em Marketing
(ICPG). E-mail: [email protected]
4
Mestrando em Educação (FURB Universidade Regional de Blumenau), Especialista em Cinema (UTP Universidade
Tuiutí do Paraná) e Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (FURB). Professor das disciplinas:
“Produção em Rádio e TV” e “Rádio e TV Comercial e Institucional”, do Curso de Publicidade e Propaganda
(UNIASSELVI), Professor da disciplina “Produção publicitária em rádio, televisão e cinema” do curso de Publicidade e
Propaganda (UNIVALI). Professor Responsável pelo Projeto NACOM Cinema (UNIASSELVI). E-mail:
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O processo de desenvolvimento de uma identidade visual^1

Felipe Colvara Teixeira^2 Roberta Del-Vechio de Oliveira e Silva 3 Rafael José Bona 4

UNIASSELVI – Centro Universitário Leonardo Da Vinci

Resumo

Um projeto de identidade visual consiste em configurar um sistema de informações que pode envolver diferentes atividades profissionais e incluir projetos de logotipo, símbolo gráfico, aplicativos de papelaria, embalagens, sinalizações, design de produtos, web design , arquitetura, interiorismo, publicidade e todo tipo de comunicação visual que participa da constituição da identidade e da imagem pública da organização. O principal objetivo deste estudo é mostrar que para se desenvolver uma nova marca é necessário comunicar sua mensagem visualmente, por meio de pesquisas, conceitos e padrões das cores, tipografias e formas em geral.

Palavras-chave: Identidade Visual; Design ; Cores; Marcas.

1 Introdução

Nunca antes na história da humanidade, fomos submetidos a tanta carga visual como nos dias de hoje. Os meios são cada vez mais poderosos e não param de se multiplicar. Hoje é possível obter informações visuais produzidas pelo homem em quase qualquer lugar do planeta. Mesmo que muitas vezes as pessoas não se dêem conta da sua presença, ela se encontra em toda parte: nos papéis espalhados sobre a mesa, nos artigos oferecidos pelas lojas, na identidade visual de lugares, produtos,

(^1) Trabalho apresentado ao GT Produção Editorial e Cultural, do VIII Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul (^2) Graduando em Publicidade e Propaganda pela UNIASSELVI Indaial/SC. (^3) Mestre em Educação (FURB), Especialista em Moda (UNERJ), Graduada em Publicidade e Propaganda (FURB), Graduanda em Marketing (UNIASSELVI). Coordenadora do NACOM e do Curso de Comunicação Social da UNIASSELVI– Indaial, SC. Professora do Curso de Moda da UNIASSELVI – Rio do Sul. Professora da Pós Graduação em Marketing (ICPG). E-mail: [email protected] 4 Mestrando em Educação (FURB – Universidade Regional de Blumenau), Especialista em Cinema (UTP – Universidade Tuiutí do Paraná) e Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda (FURB). Professor das disciplinas:“Produção em Rádio e TV” e “Rádio e TV Comercial e Institucional”, do Curso de Publicidade e Propaganda (UNIASSELVI), Professor da disciplina “Produção publicitária em rádio, televisão e cinema” do curso de Publicidade e [email protected] (UNIVALI). Professor Responsável pelo Projeto NACOM Cinema (UNIASSELVI). E-mail:

empresas etc. Mas nem por isso a comunicação visual tornou-se mais madura ou fácil. A relação continua mal resolvida e cada vez mais incompreendida, especialmente para profissionais confrontados com uma linguagem com a qual não possuem qualquer familiaridade. Para Dondis (1991), “o consumidor da maior parte da produção dos meios de comunicação educacionais não seria capaz de identificar (para recorrermos a uma analogia com o alfabetismo verbal) um erro de grafia, uma frase incorretamente estruturada ou um tema mal formulado”. Isso faz com que cada dia mais as referências visuais ao nosso redor tornem-se menos atraentes e impactantes, causando um grande número de elementos de comunicação visual poluentes, que entram no mercado para competir e brigar entre si, sem nem mesmo analisarem os conceitos e padrões básicos para se ter uma boa imagem nesse mercado tão competitivo e diversificado. Uma identidade visual reúne toda a referência visual que leva a identificar uma empresa ou produto vinculando-os em suas diversas variações. Reúne também as informações visuais como os logotipos, os símbolos, as cores, os tipos, as disposições e os arranjos gráficos que devem sempre se manter dentro de um padrão para estabelecer a consolidação de uma marca e de seu produto. Na sociedade atual que valoriza tanto a imagem, uma profusão de imagens bombardeia o cidadão comum criando espaços para induzir gostos, preferências e interpretações sem uma cuidadosa análise crítica. Em categorias profissionais onde a conexão direta com a linguagem não se torna clara e objetiva, o que se observa é uma grande lacuna, pois quando a tarefa é comunicar produtos de complexo entendimento visual, essa deficiência fica ainda mais ressaltada nos resultados finais das peças gráficas. Todo conteúdo de um material tem que ser organizado de forma coerente, diagramado e ilustrado visando atrair a atenção do público ou consumidor a ser conquistado. Isso é atribuição do programador visual, bem como o desenho de embalagens e rótulos, que constituem a identidade visual do produto. Perante esta situação, descobriu-se a necessidade de produzir um material que possa auxiliar a criação de novas e corretas marcas e identidades visuais.

3 Identidade visual

A identidade corporativa é um tema bastante complexo que envolve muitos conceitos: a cultura, a visão, o posicionamento, a imagem, objetivos, estratégias, foco e tudo o mais que possa influenciar a gestão de uma empresa. Ocorre que, a forma mais aparente desta estrutura, e a que possui a responsabilidade de sintetizar a personalidade da empresa é a sua identificação visual. Todas as partes envolvidas no processo sejam acionistas, colaboradores, parceiros, clientes e fornecedores deveriam reconhecer a empresa e identificar suas principais características no seu projeto de identidade visual. Em síntese, a identificação visual da empresa é o fator responsável por materializar a sua identidade, sendo, portanto, um ponto de importância estratégica para o sucesso da comunicação. Martins (2000, p. 73) afirma que “(...) por mais que um nome pareça perfeito e seja exclusivo, ele apenas existirá como marca quando puder ser percebido como um sinal gráfico pelos consumidores”. Quando uma idéia ou um nome sempre é representado visualmente sob uma determinada forma, podemos dizer que ele tem uma identidade visual. Quando uma empresa, ao prestar algum tipo de serviço, apresenta uma mesma imagem em seus impressos, uniformes, veículos etc., essa empresa passa a ter uma identidade visual que, nesses casos, também pode ser chamada de identidade empresarial ou identidade corporativa. A identidade visual é o conjunto de elementos gráficos que irão formalizar a personalidade visual de uma idéia, produto, nome ou serviço. Deve informar, substancialmente, à primeira vista, estabelecendo com quem os vê um nível ideal de comunicação. É fundamental para o sucesso das marcas apresentarem identidades visuais consistentes, que propiciem seu efeito acumulativo (STRUNCK, 2001). Dos seus primórdios até nossos dias, a identidade visual percorreu um longo caminho. A venda de produtos e serviços se desenvolveu muito nos últimos 25 anos. Hoje, se uma empresa não tem uma boa imagem, não causa uma boa impressão à primeira vista, isso irá certamente refletir em sua receita. STRUNCK (2001, p.67) Segundo Ribeiro (1987), identidade visual é um conjunto sistematizado de elementos gráficos que identificam visualmente uma empresa, uma instituição, um produto ou um evento, personalizando-os, tais como um logotipo, um símbolo gráfico, uma tipografia, um

conjunto de cores. Em outras palavras, identidade visual é o conjunto visual projetado para representar graficamente uma instituição. Peón (2000) ressalta que identidade visual: é a apresentação de uma empresa ou empreendimento; constitui-se do design ou re-design de seu sinal principal: marca, logotipo ou símbolo; e da organização dos seus componentes: padrões tipográficos, cromáticos, associações, assinaturas, amostra de cores, reprints e/ou arquivos digitais dos sinais gráficos e aplicações específicas (papelaria, formulários, sinalização, frotas, uniformes e etc).

3.1 Importância da identidade visual

A venda de produtos se desenvolveu muito nos últimos 25 anos. Ressaltando Strunck (2001, p.67), “hoje, se uma empresa não tem uma boa imagem, não causa uma boa impressão a primeira vista e isso com certeza irá refletir no seu crescimento e na sua valorização no mercado”. Há muito tempo estamos acostumados com o mundo de símbolos e logotipos que existem ao nosso redor. Esses símbolos são úteis a quem os produz, vende e consome, porque distinguem e identificam uma marca num contexto global. Permite-se também a sua concretização de forma racional. Antigamente, os consumidores solicitavam a espécie de produto de que necessitavam aos balconistas. A marca era indicada por esses. A Identidade Visual é fundamental em termos de comunicação, pois, seus dotes e suas virtudes são incomparáveis. Os elementos institucionais são a síntese visual de suas personalidades para seus consumidores, é a forma instantânea de buscar em suas mentes as vivências e emoções armazenadas ou relacionadas a uma marca. A criação de um projeto de identidade visual é um negócio que exige muita seriedade, que demanda tempo, persistência e dinheiro. Não é só necessário que o logotipo tenha um bom desenho e que o símbolo seja a cara do produto. É necessário estabelecer todo um conjunto de relações na aplicação desses elementos. Será mais forte uma identidade visual bem implantada e conservada, que seja construída a partir de elementos institucionais fracos, do que uma identidade com elementos fortes, mas, que caba se perdendo na sua aplicação. Respeitar os conceitos corretos, os elementos institucionais e as relações que regem seu emprego são o segredo de uma boa e valorizada identidade visual.

no momento de alteração do aspecto visual de um produto já existente. Manter atualizado o design requer uma atenção especial por parte do editor de arte (RIBEIRO, 1987).

4.2.1 A cor como elemento da identidade visual

Dondis (2000, p. 64) afirma que "cada uma das cores tem inúmeros significados associativos e simbólicos. Assim, a cor oferece um vocabulário enorme e de grande utilidade para o alfabetismo visual". No âmbito do desenvolvimento de um projeto de identidade visual, é necessário que o designer conheça as relações entre as cores e o significado cultural delas com o público alvo ao qual se destina o produto. A cor desempenha um papel muito importante na formação de impressões e conceitos. Ela é elemento preponderante na imagem corporativa, que é a forma como o público (interno e externo) vê a empresa. Schmitt e Simonson (2000, p. 109) declaram: "a cor permeia a identidade corporativa e a marca. Logotípicas geralmente são coloridas, produtos são coloridos e tecidos de uniformes de empresas são coloridos; paredes internas e externas de prédios são coloridas; anúncios são coloridos; embalagens nos atraem com diversas cores". Além das implicações culturais e interpretações sociológicas para cada cor, existem algumas características que provocam reações comportamentais que independem do contexto social. Segundo Schmitt e Simonson (2000, p. 111):

[...] quanto mais saturada a cor, maior a sensação de que o objeto está se mexendo. Quanto mais luminosa a cor, maior a impressão de que o objeto está mais próximo do que na verdade está. Matizes em um extremo da luz visível (vermelho, laranja e amarelo) tendem a ser percebidos como mais energéticos e descontraídos, enquanto os do outro (verde, azul e roxo) parecem mais calmos e introvertidos. Matizes diferentes também causam impressões variadas de distância: azul e verde parecem mais distantes do que o vermelho, laranja e marrom.

4.2.2 Combinação de cores

A cores isoladas provocam associações psicológicas e efeitos emocionais em quem a vê, mas a associação de cores pode contribuir ainda mais para a formação de uma identidade, em alguns casos. Segundo Gomes Filho (2000, p. 65):

As cores dependendo de como se organizam, podem fazer algo recuar ou avançar de acordo com o contexto em que atuam. O próprio volume do objeto pode ser alterado pelo uso da cor. A cor pode ser um elemento de pés; uma composição, por exemplo, pode ser equilibrada dentro de um espaço

bidimensional, pelo jogo das cores que nele atuem. O uso proposital, por exemplo, do claro-escuro e de cores quentes-frias pode fazer com que os objetos pareçam mais leves ou mais pesados, mais amenos ou mais agressivos".

5 Desenvolvimento de uma identidade visual

A Identidade Visual é hoje fundamental para uma empresa, talvez até mais importante que sua presença física, é a sua identidade visual. A identidade visual de uma empresa não se resume a sua marca, mas sim, a tudo que caracteriza a sua identidade; tal como logo, tipografia, cartões de visita, folders , anúncios, produtos, uniformes de funcionários, sinalização, dentre outros. A criação da identidade visual da empresa é baseada em conceitos de marketing, pesquisa de mercado, criatividade, linguagens visuais, estudo de cores, tipografia, formas, etc (STRUNCK, 2001).

5.1 Como criar uma identidade?

Antes de iniciar a criação da identidade do negócio, a primeira etapa é responder às seguintes questões:

  • Qual é a sua missão? O que você quer informar? Qual imagem você quer transmitir? Quais são as palavras que melhor descrevem o seu negócio?

É imprescindível ter todas estas respostas antes de começar a criar a marca.

5.2 Como começar um projeto de identidade visual

Existem várias maneiras de começar. O primeiro passo é uma investigação com quem está encomendando o projeto. Não se deve subestimar o cliente, ele pode não saber traduzir muito bem o que quer, mas, provavelmente, é o que mais entende do seu negócio. Segue abaixo um exemplo de briefing que é o segundo passo para criação de uma identidade.

5.3 Briefing

Briefing são as principais informações e detalhes da empresa passadas ao prestador de serviço pelo cliente.

Desenvolvimento do Conceito (Layout): Inicia-se o processo de desenvolvimento do conceito escolhido, preferencialmente através de esboços em papel, para depois serem finalizados em computador. Apresentação: Com a finalização da idéia, deve ser feita uma apresentação da solução através de pranchas impressas. Na apresentação é relevante constar uma prancha com a solução, e uma prancha com as aplicações (reduções, preto e branco, negativo, opções de cores), explicação do conceito trabalhado, fontes e cores utilizadas. No caso de mais de uma solução, devem ser feitas pranchas individuais e apresentadas separadamente. Nesta etapa o cliente irá aprovar a solução, e solicitar as alterações se necessárias. Correções: Nesta etapa, se necessário serão feitas as modificações e adaptações solicitadas pelo cliente. Apresentação Final: Será feita uma nova apresentação nos moldes da primeira, onde novas correções poderão ser solicitadas. Se aprovada a solução apresentada, o projeto está pronto a ser finalizado. Finalização:

5.5 Manual de identidade corporativa ou visual

Manual que reúne os elementos de identificação visual de uma empresa ou produto. Os manuais não significam rigidez ou excesso de detalhes. Na verdade, devem ser sintéticos e expressar um conceito previamente estabelecido para que a flexibilidade não implique na perda de identidade, indispensável para se evitar o desgaste ou cansaço de leitura da identidade visual. Alguns itens obrigatórios para manuais: especificação da cor, recomendações e proibições para uso da marca, diferentes posições de assinatura, vertical ou horizontal, criação de tipografia para uso em todas as aplicações, originais para reprodução - normalmente em preto e branco - e amostras de cor para papéis brilhantes e foscos, para fundos pretos e coloridos. Deve-se, ainda, observar outros itens, tais como: regras de quadrícula da marca e espacejamento entre as letras do logotipo, limites de redução da marca e do logotipo, padrões cromáticos, proteções (áreas mínimas de não interferência), identificação externa (sinalização) etc.

6 Projeto de identidade visual

A identidade de uma organização é um processo em permanente desenvolvimento, em que o grupo produz e comunica um discurso sobre si. A comunicação visual deve participar desse movimento gerativo de identidade, contribuindo para um renovado e continuado olhar para o grupo, bem como para os indivíduos singulares que o constituem. Acreditamos que, mais do que elaborar um discurso arbitrário representando conceitos estabelecidos e uniformizar a comunicação visual para garantir uma unidade, os elementos gráficos podem participar da constituição de uma personalidade coletiva em permanente desenvolvimento; promovendo, assim, relações cada vez mais profundas e significativas entre imagens e novas significações, entre informações estéticas e dados objetivos, entre os indivíduos no interior do grupo ou destes com seu público. Essas reflexões serviram de base para o Projeto de Identidade Visual do Núcleo de Apoio à Comunicação – NACOM do Centro Universitário Leonardo Da Vinci – UNIASSELVI de Indaial, SC. O NACOM tem o objetivo de dar apoio ao curso de Comunicação Social da UNIASSELVI, ampliando o espaço do “fazer”. O NACOM surgiu pela necessidade de existência de um espaço onde alunos e professores pudessem desenvolver trabalhos extra- curriculares. O Núcleo é segmentado em quatro subgrupos ligados a área da comunicação, que tem por finalidade promover ação de divulgação e promoção do curso: Evento: Produção de eventos ligados à área da comunicação social. Cinema: Produção de cinema digital. Movimento: Criação de projetos culturais, visitas técnicas e participação em feiras e congressos. Site: Produção do site do curso de comunicação social.

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