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Determinação de Cloretos, Notas de estudo de Cultura

Determinação de Cloretos pelo método de Mohr

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 21/06/2012

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bruna-souza-46 🇧🇷

4.5

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UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA
BRUNA VEDOY DE SOUZA
CAMILA GRIGOL
IZAQUEL FABRIS
DETERMINAÇÃO DE CLORETOS
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UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA

BRUNA VEDOY DE SOUZA

CAMILA GRIGOL

IZAQUEL FABRIS

DETERMINAÇÃO DE CLORETOS

Xanxerê

2012

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO .........................................................................................................................

2. MATERIAIS E MÉTODOS .................................................................................................

2.1 MATERIAIS..................................................................................................................... 4

2.2 MÉTODOS....................................................................................................................... 4

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES .........................................................................................

CONCLUSÃO ........................................................................................................................... 8

REFERÊNCIAS ........................................................................................................................

processo para se determinar cloretos em soluções neutras ou não tamponadas. (BACCAN et al, 2001, p. 230-231)

2. MATERIAIS E MÉTODOS

2.1 MATERIAIS

• Nitrato de prata (AgNO3)

• Água destilada

• Solução de NaCl e KCl desconhecida.

• Indicador: Cromato de potássio 5%

• Solução de CaCO 3 1%

• Solução de HNO 3 0,05 mol/L

• Balão volumétrico de 100 mL

• 2 Erlenmeyer de 250 mL

• 2 Pipetas de 25 mL

• Pipeta 1 mL

• Fita de pH

• Balança

• Espátula

• Bastão de vidro

• Funil de transferência

2.2 MÉTODOS

Pesou-se 1,71g de AgNO 3 , transferiu-se para um balão volumétrico de 100mL e diluiu-se com água. Calculou-se a concentração molar através da massa pesada. Em seguida, foram pipetados 25 mL da solução de NaCl de concentração desconhecida.

Em um erlenmeyer diluiu-se com mais 25 mL de água. Adicionou-se 1 mL do indicador (Cromato de potássio), e verificou-se o pH.

Titulou-se a solução de nitrato de prata até o ponto de viragem do indicador, quando a formação de precipitado esta vermelho. Repetiu-se mais duas vezes este procedimento e obteve-se a média. Calculou-se a concentração de cloreto em mol/L e g/L.

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

No método de Mohr o pH da solução a ser titulada deve estar entre 6,5 e 10,5, na solução de cloreto de sódio o pH era igual a 7. Quando o pH da solução é inferior a 6,5 a concentração de íon cromato fica muito reduzida de tal ordem que o produto de solubilidade do cromato de prata só é atingido com uma concentração maior de íons Ag+^ +, o que aumenta o volume da titulação. Por outro lado, o pH da solução não deve ser superior a 10,5, pois precipitaria o hidróxido de prata roubando íons Ag+^ que precipitaria a prata como Ag 2 CrO 4. O efeito também é o consumo de um volume maior da solução de AgNO 3 para precipitar o indicador. (CRUZ; CLAIN, 2010)

A reação estequiométrica da reação: AgNO (^) 3(aq) + NaCl (^) (aq) NaNO3(aq) + AgCl (^) (s) O fim da titulação tem lugar no momento em que todos os íons cloreto foram consumidos pelo nitrato de prata adicionado. Nessa altura os íons Ag+^ que forem adicionados em excesso são precipitados na forma e um sal de cor vermelha acastanhada de cromato de prata:

CrO 4 -2(aq) + 2Ag (^) (aq) Ag 2 CrO (^) 4(s) No caso da titulação de cloreto de sódio com nitrato de prata em presença de cromato, as condições da titulação devem ser aquelas em que o cloreto seja quantitativamente precipitado como cloreto de prata branco antes que a precipitação de cromato de prata vermelho se torne perceptível; por outro lado, é preciso que o indicador acuse a mudança de coloração com apenas um leve excesso de prata. (OHLWEILER, 1974) Este é um caso de precipitação fracionada em que os dois sais escassamente solúveis são o cloreto de prata e o cromato de prata. O cloreto de prata é o sal menos solúvel, logo, seu produto de solubilidade será alcançado mais rápido, e a concentração inicial de cloreto é elevada. Assim, o cloreto de prata é o sal que precipita primeiro. Quando o cromato de prata, de cor vermelha, começa a precipitar, ambos os sais estão em equilíbrio com a solução. Na prática, para tornar visível a cor

CONCLUSÃO

A partir da titulação de uma solução de cloreto de sódio, concluímos que a reação precipita dois sais em diferentes etapas exigindo atenção ao ponto de viragem da titulação, embora a solubilidade dos sais indique qual deles precipitará primeiro e quando o seguinte iniciará a precipitação.

Quando analisamos o pH da solução a ser titulada, concluímos que este, altera os fatores da reação como, por exemplo, o ponto de solubilidade tal como o volume final.

Esta prática é fundamental na volumetria de precipitação, possibilitando o entendimento de um método importante na determinação de íons e haletos.