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determinação de resíduo mineral, Notas de estudo de Engenharia Agrícola

pratica sobre determinação de resíduo muineral

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 30/04/2010

janaci-santos-7
janaci-santos-7 🇧🇷

4.7

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Universidade Federal Rural de Pernambuco
Engenharia Agrícola e Ambiental – EAA 1
Bioquímica Vegetal - aula prática
Professor (ª_) Eliza Gomes
Relatório de Aula Prática
(Determinação de resíduo mineral)
Aluna: Janaci Santos
Recife, Abril de 2010
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Universidade Federal Rural de Pernambuco Engenharia Agrícola e Ambiental – EAA 1 Bioquímica Vegetal - aula prática Professor (ª_) Eliza Gomes

Relatório de Aula Prática

(Determinação de resíduo mineral)

Aluna: Janaci Santos

Recife, Abril de 2010

Introdução

Calcinação : É o processo de aquecer uma substância a altas temperaturas, sem contudo

atingir seu ponto de fusão, de forma a conseguir sua decomposição química e

conseqüente eliminação dos produtos voláteis. A calcinação também é usada para a

eliminação da água de cristalização, operação conhecida como queima e na oxidação de

substâncias poluidoras presentes em resíduos, buscando a eliminação de sua toxidez.

É o processo onde oxida-se as substâncias presentes em uma dada amostra à forma

de óxidos usando calor. Faz-se isso no laboratório com uso de um forno elétrico

chamado mufla, e na industria em fornos aquecidos por óleo, como na produção

de cimento.

Normalmente, as calcinações ocorrem em temperaturas da ordem de 1000°C. Esse

sistema é usado em análises químicas de substâncias complexas ou na quantificação de

metais, pois a maior parte dos óxidos metálicos se mantém estáveis a essa temperatura.

Depois de reduzida a óxidos, pode-se analisar a amostra com o uso de outras técnicas,

principalmente volumétricas e instrumentais.

Metodologia

No dia 26 de Março chegar no laboratório fomos até a estufa e retiramos as folhas de acerola que estavam na bandeja de papel e então passamos as folhas secas em um moinho para que as mesmas se tornassem um pó para facilitação da análise de determinação de resíduo mineral. Então tomamos o cadinho de porcelana e pasamos na sala de balanças que registrou o valor de 20,8931g então pegamos o cadinho de porcelana e aquecemos na mufla previamente aquecida a 350°C por uma hora e após esse tempo deixamos esfriar no dissecador, logo após fomos até a sala de balanças e pesamos 2,00g da amostra seca e moída então levamos o cadinho com a amostra para a chapa aquecedora e ficamos a observar a amostra que ficou lá até que saísse fumaça então após um tempo e a amostra se tornou preta, pois foi carbonizada, então levamos a amostra para a mufla previamente calibrada para 300°C, pois a mufla nunca deve ser aberta em uma temperatura maior que 300°C, só então depois de fechada foi recalibrada para 575°C por um tempo de quatro horas, mas como a aula não terminou antes que víssemos como ficou Eliza continuou a pratica laboratorial. Após as quatro horas baiixou-se a temperatura da mufla para 300°C e então retirou-se o cadinho contendo a amostra que agora já não estava mais preta e sim cinza esbranquiçado e o cadinho foi então colocado do dissecador onde ficou até o dia 16 de Março quando foi continuada a pratica, retiramos o cadinho do dissecador e colocamos ele na balança analítica que marcou o peso de 21,153g de cadinho mais amostra calcinada.

Amostra vegetal sendo moída no moinho.

Imagem do resultado final da moagem da amostra

Resultado e discursão

Peso inicial do cadinho: 20,8931g Peso final do cadinho: 21,153g Peso da amostra inicial: 2,00g Peso da amostra final: 0,2599g

2,00g = 100% 2,00x = 25, 0,2599g = x x = 25,99 ÷ 2,00 x = 12,995%

Portanto o teor de resíduo mineral da amostra calcinada de folha se acerola é de 12,995%.