









Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Este texto aborda a história da desigualdade de gênero ao longo dos séculos, enfatizando como as mulheres obtiveram espaço na sociedade e o papel da educação na mudança de perspectivas. O texto cita exemplos de mulheres que lideraram mudanças históricas, como cleópatra e iolanda fleming, e discute as barreiras que as mulheres enfrentaram na educação, esportes e política. O texto também aborda a importância de superar estereótipos e preconceitos para alcançar a igualdade.
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
1 / 16
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!










Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas: Psicologia da Educação e da Aprendizagem, Ética, Politica e Cidadania, Politicas Publicas da Educação Básica, Metodologia Científica, Educação e Diversidade, Ed-Interpretação de Texto, Práticas Pedagógicas e Gestão da Aprendizagem. Professores: Mayra Campos Frâncica dos Santos, Jose Adir Lins Machado, Natalia Gomes dos Santos, Regina Célia Adamuz, Natalia Germano Gejão Diaz, Renata de Souza Bastos de Almeida. Tutora eletrônica: Patricia Luciana Pereira Sanches Tutora de sala: Ellen Almeida Cesário LAGOA SANTA
Introduçâo A luta pela igualdade de gênero no mundo vem ganhando cada vez mais força, mas apesar de todos os avanços conquistados, ainda encontramos um cenário desfavorável a classes denominadas como inferiores. Esta produção textual aborda a desigualdade de gênero ao longo dos séculos e, principalmente, como as mulheres foram alcançando espaço na sociedade, que de forma cultural, sempre foi patriarcal. Esta mesma sociedade que tem a desigualdade enraizada, hoje é palco de lutas que tem como pauta a igualdade de gênero. Protestos estes amparados por leis e ações afirmativas que resguardam em grande parte os direitos femininos. Historicamente, passamos por grandes revoluções que modificaram o mundo e introduziram as mulheres gradualmente na educação, nos esportes e na política. Hoje, a lei garante que todos somos iguais, através do principio da Isonomia, assim como as Políticas públicas da Educação que afirma que a educação é um direito de todos, e dever do Estado e dos responsáveis pela criança A educação é de fundamental importância para fortalecer a igualdade de gênero. O ambiente escolar propicia a convivência com a diversidade, pois é nesse espaço que as crianças passam a criar vínculos e os profissionais da educação desempenham o papel de mediador diante os conflitos que surgem devido ao preconceito e a dificuldade em aceitar as diferenças. A educação tratada de forma mais afetiva e humanista facilita o trabalho do professor em sala de aula, pois o mesmo passa a ver seus alunos como seres humanos únicos e respeita as suas particularidades, tornando o ambiente escolar mais agradável, facilitando assim o aprendizado. A educação é a chave que abre as portas para novos mundos, o conhecimento se utilizado de forma correta pode mudar vidas, criar histórias e principalmente tornar o mundo mais humano, onde as diferenças biológicas sempre existirão, mas a igualdade de direitos pertencerá a todos.
Não é difícil encontrar em toda história mundial, desde os primórdios da civilização, fatos que mostram e comprovam a desigualdade de gênero. Em geral as mulheres sempre foram as mais afetadas diante da sociedade, desde o mundo pré-histórico mais conhecido como o mundo dos HOMENS DA CAVERNA até os dias atuais. Esse período da nossa história nos mostra, que desde a civilização mais antiga, as mulheres tinham seu papel apenas como coadjuvantes da sociedade, várias pesquisas mostraram que na pré-história o papel feminino era cuidar dos filhos e dos afazeres domésticos enquanto o homem saia para caçar e prover o alimento. Mas toda essa situação mudou com a descoberta dos fósseis da Lucy e da Luzia, esses fósseis femininos trouxeram a tona e derrubaram a teoria machista e grosseira de uma sociedade em que os valores patriarcais dominavam as ciências que fundamentam a civilização pré-histórica. Foram através de pesquisas que se descobriu que as mulheres tinham um papel ativo no processamento da caça. Já no período Paleolítico, foi encontrado na Austrália vestígios de pinturas, atividades artesanais e fabricação de armas com a comprovada autoria feminina. Diante desses relatos podemos verificar que a sociedade sempre fez questão de incumbir às mulheres os papeis secundários como limpar, cozinhar, cuidar da casa e dos filhos e isso se perpetuam até os dias atuais. Podemos afirmar que mesmo com toda a evolução mundial, com todas as mudanças culturais, ainda sim há espaço para o preconceito, há diferenças entre os gêneros, mesmo em uma sociedade moderna, aonde vemos espaço para tecnologias surpreendentes, podemos perceber que a igualdade de gêneros ainda está bem distante de ser alcançada. Assim vê-se que não existiu uma história no geral sobre o ser humano, e sim uma história focada apenas em um gênero, o MASCULINO. A reviravolta feminista ocorreu no século XX, quando as mulheres começaram a contestar e adentrar na história como sujeito e como centros de questões particulares. Podemos citar mulheres que bravamente lutaram por seu espaço no mundo, fazendo história, são elas: Cleópatra foi a Rainha do Egito (70 a.c a 30 a.c), herdou o trono de seu pai, foi uma grande negociante, estrategista militar, tinha influência em 6 idiomas e conhecia muito sobre filosofia, literatura e artes gregas. Temos também Joana D`Arc (1412 a 1431), ela
educação. A primeira reivindicação pela instrução feminina no Brasil partiu de um indígena, que pediu ao padre Manoel de Nóbrega para ensinar a sua mulher a ler e escrever, pois o mesmo não entendia essa diferença de oportunidade educacional entre homens e mulheres, já que elas eram suas companheiras. O padre sensibilizou-se com o pedido, mas infelizmente a ideia não se concretizou por ter sido considerada ousada demais pela rainha de Portugal, Dona Catarina, mas isso não impediu a vontade de aprender, então a indígena Catarina Paraguaçu, também conhecida como Madalena Caramuru, não foi apenas a primeira indígena, mas também a primeira mulher a ler e a escrever, tendo feito de próprio punho uma carta ao padre Manoel de Nóbrega em
Os conventos surgiram no Brasil, e ensinavam para as moças, sobretudo, costura e bordado, boas maneiras e muita reza para afastar “os maus pensamentos”, a educação seguiu por muito tempo restrito aos cuidados com a casa, o marido e os filhos. Mesmo com a reforma educacional Pombalina que foi a primeira tentativa de instrução feminina, pouco evoluiu, e assim com a chegada da família real portuguesa ao Brasil, a educação feminina continuou focada com os cuidados domésticos, e com a preocupação de que as mulheres pudessem aparecer em público sem causar vergonha ao marido e aos pais. Assim foi dada a educação feminina no Brasil, de forma bem lenta, as mulheres começaram a ter direitos à educação, começaram a conquistar seu primeiro emprego como docentes, mas nada que se comparem as conquistas masculinas de uma sociedade totalmente machista, até mesmo o valor salarial dos mestres e mestras em educação eram desiguais entre eles. Da mesma maneira as mulheres ingressaram tardiamente nos esportes, sempre impedidas por uma sociedade aonde o patriarcado que tinha vez. Em geral os esportes sempre foram contemplados por ambos os sexos, mas sempre houve um afastamento das mulheres tanto nos esportes como nas atividades físicas no geral, e isso começou na Grécia antiga, sob inúmeros discursos, os mais falados eram que as mulheres se tornariam masculinizadas e até mesmo com alegações que elas não teriam condições físicas ou fisiológicas para tais atividades. Isso perdurou até o final do século XIX e início do século XX, algumas mulheres foram fundamentais para a inclusão feminina nos esportes e principalmente nas olimpíadas. Uma das figuras mais importantes para a inclusão feminina nas olimpíadas foi a francesa Alice Melliat, que reivindicou junto ao Comitê Olímpico Internacional, a entrada efetiva das mulheres nas competições de atletismo e outras modalidades esportivas. No Brasil se seguiu o mesmo padrão, inclusive com os mesmos discursos, porém aqui tivemos a corajosa Maria Lenk um ícone na representação feminina nos esportes e atividades físicas.
Seguindo a linha de que as mulheres sempre ficaram para trás diante as mudanças sociais, a política é apenas mais uma amostra do quanto às mulheres foram excluídas ao longo dos séculos. Apesar do cenário político nos tempos de hoje terem a presença feminina tanto como eleitoras, como candidatas, ainda assim observamos que essa evolução foi dada a passos lentos, porém mesmo que ainda tímida, a presença cada vez maior de candidatas é algo fundamental para o fortalecimento da democracia. No dia 24 de fevereiro é comemorado “O dia da conquista do voto Feminino no Brasil” sendo sancionada pela Presidenta Dilma Rousseff, com o objetivo de comemorar a conquista que ocorreu no dia 24 de fevereiro do ano de 1932 através de um decreto de Getúlio Vargas, que permitiu a mulher brasileira o direito de voto nas eleições nacionais, porém com uma ressalva de que apenas mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras e com renda própria pudessem votar. Passaram-se alguns anos até que a conquista fosse completa, com a mudança do Código Eleitoral em 1946 com a eliminação das restrições ao pleno exercício do voto feminino. Apesar do ano de 1932 ter sido de grande importância para as mulheres, a luta começou bem antes, pois os direitos políticos tinham as mulheres como cidadãs de 2 classe, com o tempo as mulheres se organizaram para criar os partidos por elas próprias e foi neste cenário que surgiu Leolinda Daltro, que em 1910 fundou o Partido Republicano Feminino. As conquistas femininas foram ganhando espaço e no ano de 1928 no estado do Rio Grande do Norte, Luíza Alzira Soriano Teixeira foi à primeira prefeita eleita no Brasil e na América Latina, na cidade de Lajes – RN. Temos hoje grandes mulheres que não só fizeram nome na história, como também abriram as portas para as mulheres na política, são elas: Iolanda Fleming (governadora do Acre de 1986-1987); Carlota Pereira Queiroz (deputada Federal no Brasil em 1934); Laélia de Alcântara (foi a primeira mulher negra senadora pelo Acre) e Ellen Gracie Northfleet (foi a primeira mulher a compor a Suprema Corte brasileira em 2000). Infelizmente observamos que a entrada das mulheres na sociedade, na educação, nos esportes e na política, se deram através de grandes lutas e de forma bem lenta se comparada aos homens que sempre tiveram hegemonia no mundo, mas apesar de ser a minoria no mundo as mulheres continuam a lutar por seus diretos e por uma igualdade que existe basicamente apenas na teoria, assim segue a desigualdade no mundo e a luta pela igualdade de gêneros. 2.2 – A IMPLANTAÇÃO DA IGUALDADE DE GÊNEROS. Ao longo da história, vimos que a desigualdade entre homens e mulheres sempre foi muito latente e continua presente até os dias de hoje, onde o número de mulheres escolarizadas crescem cada vez mais, porém ainda vemos desigualdades salariais,
Ações afirmativas são políticas focais que alocam recursos em benefício de pessoas pertencentes a grupos discriminados e vitimados pela exclusão socioeconômica no passado ou no presente. São medidas que visam combater discriminações étnicas, raciais, religiosas, de gênero ou de casta, assim aumentando à participação de minorias na política, no acesso a educação, emprego, bens materiais, saúde, redes de proteção social e/ou no reconhecimento cultural. A ação afirmativa se diferencia das políticas puramente anti-discriminatórias por atuar preventivamente em favor de indivíduos que potencialmente são discriminados, além de terem o caráter temporário assim assegurando mudanças conforme as necessidades dos menos favorecidos. São exemplos de ações afirmativas: bolsas, auxílios e empréstimos de recursos financeiros; redistribuição de terras e casas; proteção governamental a estilos e modos de vida ameaçados de extinção. Portanto, ações afirmativas incluem medidas que abrangem a igualdade de direitos básicos de cidadania, até modos de valorização de culturas, raças e etnias. 3.0 – AS POLÍTICAS PÚBLICAS COMO GARANTIA DE EDUCAÇÃO À TODOS. Diante de tanta diversidade no país em que vivemos, é alarmante pensar que ainda haja o preconceito em pleno século XXI, e a educação tem um papel fundamental neste processo de acabar com esses preconceitos existentes, que trazem tanta desigualdade social. É através da escola que temos o contato com toda diversidade existente, é na escola que convivemos com indivíduos de diferentes raças, religião, cor, sexo e etnia, assim o ambiente escolar nos proporciona o convívio com essa diversidade, nos fazendo entender que somos diferentes, mas partilhamos dos mesmos direitos e deveres como cidadãos. As Políticas Públicas da Educação tem como objetivo introduzir programas ou ações criadas pelos governos, com a intenção de garantir a educação para todos os cidadãos, além disso também é função das Políticas Públicas avaliar e ajudar a melhorar a qualidade do ensino do país. A educação é vista como a única forma de diminuir as desigualdades existentes em nosso país, assim o investimento na educação é de fundamental importância. Temos alguns exemplos de políticas públicas de educação em nosso país, são elas: Programa Brasil Alfabetizado; Educação para Jovens e Adultos (EJA); Programa nacional de acesso ao ensino técnico e emprego (PRONATEC); Programa universidade para todos (PROUNI);
Programa escola acessível; Apoio à formação superior e licenciaturas interculturais indígenas (PROLIND); Educação em prisões. As políticas de educação são asseguradas pela Constituição Federal e por outras leis, e no artigo 205 da Constituição temos: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.” 3.1 – TRABALHANDO A IGUALDADE DE GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR. O espaço escolar proporciona aos profissionais da educação o convívio com diferentes realidades. Realidades essa que traz á tona a educação informal que cada indivíduo recebeu. Na maioria das vezes essa educação informal vem do meio familiar aonde o individuo recebe as primeiras informações relativas á cultura ao qual pertence, a religião e geralmente a visão que cada família tem do ambiente onde está inserida. E é nesse ambiente que os profissionais encontram desafios e possibilidades de trabalhar com a diversidade cultural e com a igualdade de gênero, pois é no ambiente escolar que os profissionais da educação tem como agir de forma direta sobre o preconceito que muitas vezes vem enraizado no individuo através da educação informal que recebeu. É na psicologia da educação e da aprendizagem que os professores encontram bases fundamentadas, para entender cada fase cognitiva do individuo, seus limites e até mesmo o aprendizado em cada fase da vida. É com Carl Rogers um psicólogo estadunidense que podemos observar que a educação começa a ter uma abordagem mais humanista, para Rogers um professor deve possuir algumas características que o qualificam, são elas: a congruência, a compreensão empática e a aceitação incondicional positiva. O que mais chama a atenção nessas características descritas por Rogers é que ele coloca que um profissional da educação tem que ter empatia, se colocar verdadeiramente no lugar do outro, aceitar o outro sem julgamentos e preconceitos, com respeito e apreço pelas expressões do outro. Isso mostra a preocupação em fazer do ambiente escolar um espaço onde não haja preconceitos e julgamentos, pois assim facilita o aprendizado e a autonomia dos indivíduos. Seguindo essa mesma tendência de uma educação mais afetiva surge o psicólogo Henri Wallon que diz que o desenvolvimento infantil implica em análise das interações da criança com os meios físico e social, e propôs também os estágios do desenvolvimento da criança.
professor exerça mais do que a função esperada por sua profissão que é lecionar, o mesmo tem que estar preparado para orientar e conduzir esses debates de maneira neutra, mostrando que as diferenças sexuais, não significam diferenças intelectuais ou de capacidades motoras, que hoje tanto homens quanto mulheres estão aptos a exercerem qualquer função desde que estejam preparados para tal. 3.2 – OS CAMINHOS DA EFETIVAÇÃO DA IGUALDADE DE GÊNERO NA ESCOLA. Como já foi descrito acima a escola tem um papel fundamental na vida de um cidadão, não apenas como formadora de opinião e fornecedora de conhecimento, mas também auxiliando de forma direta a formação do caráter e a preparação para o futuro profissional. Nesse ambiente é desenvolvido laços afetivos, criasse novas experiências, adquire-se conhecimento e principalmente aprende-se a conviver com as diferenças que nos cercam. Uns levam mais tempo que outros para se adaptar, aceitar as diferenças e conviver pacificamente, mas vivemos baseados no principio da isonomia que todos são iguais perante a lei, e essa lei serve de base para tudo, até mesmo para valer os direitos dentro do ambiente escolar. Hoje a efetivação da igualdade de gênero na escola vem aumentando, mas as desigualdades ainda persistem. Infelizmente a evasão escolar ainda é maior por parte das meninas, que muitas vezes abandonam a escola porque se casam muito cedo ou mesmo engravidam na adolescência. Esses acontecimentos dificultam a promoção da igualdade de gênero. Para obter um ambiente escolar onde a igualdade de gênero se manifeste de forma plena, é necessário que os profissionais da educação estejam dispostos a se atualizarem através de cursos que promovam orientações para abordagem e aplicação do tema em sala de aula; deve haver melhorias no ambiente escolar para que as alunas gestantes possam assistir as aulas sem constrangimento evitando assim a evasão escolar; implantação de projetos pedagógicos com a participação de toda comunidade escolar; incentivo a participação feminina nas atividades físicas sem restrições; as palestras profissionalizantes devem ter profissionais da mesma aérea de ambos os sexos, mostrando que tanto homens quanto mulheres podem exercer qualquer profissão desde que tenham formação necessária para tal; garantir a segurança das meninas dentro da escola, pois o índice de assédio sofrido no ambiente escolar é maior por parte das meninas; em muitas regiões, a falta de acesso a absorventes faz com que meninas deixem de ir à escola quando estão menstruadas. Isso leva a uma queda no desempenho escolar e faz com que elas fiquem em desvantagem em relação a seus colegas meninos, daí a importância de programas que promovam a educação da saúde e também ajustes na infraestrutura para portadores de deficiências.
A educação é a chave que abre não só as portas do conhecimento, mas também abre a porta para a liberdade, para um mundo livre de preconceitos onde todos somos iguais. Diferenças biológicas sim! Dê direitos não. Todos temos o direito de escolha e o dever de respeitar a escolha alheia. “Toda vez que reforçamos os estereótipos da mulher perfeita, ou seja, a que serve ao patriarcado de um modo ou de outro, o feminino é reprimido.” Referências bibliográficas RIBEIRO, Paulo Silvino. "Participação da Mulher na vida política"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/participacao-mulher-na-vida- politica.htm. Acesso em 06 de outubro de 2019. https://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI274136,51045- Cidadania+da+mulher+a+conquista+historica+do+voto+feminino+no+Brasil Referência bibliográfica a introdução das mulheres nos esportes : https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RBCM/article/view/ Referência bibliográfica como era a educação feminina: http://www.multirio.rj.gov.br/index.php/leia/reportagens-artigos/reportagens/14812-a- história-da-educação-feminina Referência bibliográfica da Desigualdade de genêro: https://brasilescola.uol.com.br/historiag/o-cotidiano-mulher-na-pre-historia.htm https://www.mensagenscomamor.com/mulheres-que-marcaram-epoca Referência bibliográfica da constituição federal de 1988: https://anajus.jusbrasil.com.br/noticias/2803750/principio-constitucional-da-igualdade
Freitas, Márcia de Fátima Rabello Lovisi de F8662p Psicologia da educação e da aprendizagem /Marcia de Fátima Rabello Lovisi de Fatima, Rôsangela de Oliveira Pinto, Raquel Franco Ferronato.-Londrina:Editora e Distribuidora Educacional S.A 2016 192p. Conclusão A importância da igualdade de gênero pode e deve ser cultivada desde a infância para que se formem adultos sem preconceitos. Direitos iguais na politica, trabalho, esporte e em qualquer outra área. Todos os gêneros merecem respeito, que vá do ambiente familiar ao social. Concluímos dizendo que diferenças biológicas sim! Pois essas distinguem nossas características físicas, mas dê direitos não. Apesar de sermos diferentes sexualmente temos os mesmos direitos perante á lei.