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dilatação linear prática, Exercícios de Física para Ensino Médio

Roteiro para prática de dilatação térmica

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 05/08/2024

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Roteiro - Dilata¸ao ermica Linear
Paulo de Tarso
Outubro 2023
1 Introdu¸ao.
Quando os ´atomos e mol´eculas de um determinado corpo ao interligados de
maneira ordenada e regular, diz-se este corpo ´e um olido. Nessa interpreta¸ao,
temos que corpos em temperatura ambiente tendem a vibrar com uma amplitude
que ´e aproximadamente da ordem de 109cm e frequˆencia de 1013 Hz. Com
isso, conforme se eleva a temperatura, a amplitude de vibra¸ao tamb´em se eleva.
Dito de outra forma, a distˆancia edia entre os ´atomos e mol´eculas de um olido
aumenta conforme se aumenta a temperatura do mesmo. A esse aumento de
distˆancia a-se o nome de dilata¸ao ermica.
De maneira geral, consideram-se trˆes tipo de dilata¸ao ermica: a dilata¸ao
linear, a superficial e a volum´etrica. Elas ao distintas pois levam em conta
o umero de dimens˜oes que o olido em quest˜ao possui. Por exemplo, um
fio met´alico extremamente fino pode ser considerado como tendo apenas uma
dimens˜ao (comprimento); analogamente, uma chapa de material olido possui
duas dimens˜oes (comprimento e altura); por fim, um cubo de metal conta com
trˆes dimens˜oes (comprimento, altura e largura). Logo, a dilata¸ao ermica lin-
ear est´a associada com a dilata¸ao de corpos de uma dimens˜ao, a dilata¸ao
ermica superficial com corpos de duas dimens˜oes e, por consequˆencia, a di-
lata¸ao ermica volum´etrica com corpos de trˆes dimens˜oes. Na realidade da
natureza, sabe-se que ao existem objetos de apenas uma ou duas dimens˜oes.
Mas para fins pr´aticos e did´aticos, ´e raso´avel desprezar uma ou duas dimes˜oes
quando estas ao consideravelmente menores do que outra.
Ainda, para al´em das dimens˜oes, tem-se outro fator que interfere no pro-
cesso de dilata¸ao ermica, o chamado coeficiente de dilata¸ao, que ´e uma car-
acter´ıstica instr´ınseca da mat´eria. Por sua vez, cada elemento possui um ´unico
coeficiente de dilata¸ao ermico.
Considere um objeto de dimens˜ao aproxidamente linear com um comprimeto
inicial L0e com temperatura inicial T0. Ao determinar o comprimento final L,
pode-se determinar qual o valor do coeficiente de dilata¸ao linear associado ao
material que comp˜oe o objeto, lan¸cando-se ao da equa¸ao
L=αL0T(1)
resolvendo a mesma para α.
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Roteiro - Dilata¸c˜ao T´ermica Linear

Paulo de Tarso

Outubro 2023

1 Introdu¸c˜ao.

Quando os ´atomos e mol´eculas de um determinado corpo s˜ao interligados de maneira ordenada e regular, diz-se este corpo ´e um s´olido. Nessa interpreta¸c˜ao, temos que corpos em temperatura ambiente tendem a vibrar com uma amplitude que ´e aproximadamente da ordem de 10−^9 cm e frequˆencia de 10^13 Hz. Com isso, conforme se eleva a temperatura, a amplitude de vibra¸c˜ao tamb´em se eleva. Dito de outra forma, a distˆancia m´edia entre os ´atomos e mol´eculas de um s´olido aumenta conforme se aumenta a temperatura do mesmo. A esse aumento de distˆancia d´a-se o nome de dilata¸c˜ao t´ermica. De maneira geral, consideram-se trˆes tipo de dilata¸c˜ao t´ermica: a dilata¸c˜ao linear, a superficial e a volum´etrica. Elas s˜ao distintas pois levam em conta o n´umero de dimens˜oes que o s´olido em quest˜ao possui. Por exemplo, um fio met´alico extremamente fino pode ser considerado como tendo apenas uma dimens˜ao (comprimento); analogamente, uma chapa de material s´olido possui duas dimens˜oes (comprimento e altura); por fim, um cubo de metal conta com trˆes dimens˜oes (comprimento, altura e largura). Logo, a dilata¸c˜ao t´ermica lin- ear est´a associada com a dilata¸c˜ao de corpos de uma dimens˜ao, a dilata¸c˜ao t´ermica superficial com corpos de duas dimens˜oes e, por consequˆencia, a di- lata¸c˜ao t´ermica volum´etrica com corpos de trˆes dimens˜oes. Na realidade da natureza, sabe-se que n˜ao existem objetos de apenas uma ou duas dimens˜oes. Mas para fins pr´aticos e did´aticos, ´e raso´avel desprezar uma ou duas dimes˜oes quando estas s˜ao consideravelmente menores do que outra. Ainda, para al´em das dimens˜oes, tem-se outro fator que interfere no pro- cesso de dilata¸c˜ao t´ermica, o chamado coeficiente de dilata¸c˜ao, que ´e uma car- acter´ıstica instr´ınseca da mat´eria. Por sua vez, cada elemento possui um ´unico coeficiente de dilata¸c˜ao t´ermico. Considere um objeto de dimens˜ao aproxidamente linear com um comprimeto inicial L 0 e com temperatura inicial T 0. Ao determinar o comprimento final L, pode-se determinar qual o valor do coeficiente de dilata¸c˜ao linear associado ao material que comp˜oe o objeto, lan¸cando-se m˜ao da equa¸c˜ao

∆L = αL 0 ∆T (1)

resolvendo a mesma para α.

2 Objetivos.

  • Determinar o coeficiente de dilata¸c˜ao linear de trˆes materiais diferentes;
  • Comparar os valores obtidos com os valores esperados pela literatura;

3 Materiais.

  • Termˆometro digital infravermelho;
  • Rel´ogio comparador;
  • Corpos (barras) de prova;
  • Bal˜ao de destila¸c˜ao;
  • Fonte de calor;
  • Base com escala graduada;

4 Procedimento experimental.

MUITO CUIDADO AO MANUSEAR OS INTRUMENTOS POIS

ESTAR ˜AO EXTRAMAMENTE QUENTES

  • Com o conjunto experimental posicionado, me¸ca a temperatura inicial da ´agua;
  • Em seguida, me¸ca o comprimento inicial do corpo de prova;
  • Ligue a fonte de calor e aguarde o equil´ıbrio t´ermico entre a fonte e o corpo de prova (de 10 a 15 minutos);
  • Ap´os o equil´ıbrio t´ermico ser estabelecido, me¸ca a temperatura final da ´agua;
  • Ap´os o equil´ıbrio t´ermico ser estabelecido, verifique no rel´ogio comparador de quanto foi o aumento do comprimento do corpo de provas;
  • Anote todos os resultados obtidos;
  • Repita o procedimento para os outros corpos de prova;