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O **Monitron** é um projeto de monitoramento inteligente de ativos industriais que integra sensores, dispositivos de borda (edge), comunicação em rede e um servidor central para acompanhar a saúde de máquinas e equipamentos em tempo real. Sensores coletam dados como temperatura, vibração, corrente elétrica, tensão, umidade e estado operacional. Esses dados são processados inicialmente por um gateway local, que filtra, organiza e envia as informações para o servidor utilizando protocolos leves, como MQTT. No servidor, os dados são armazenados, analisados e comparados com limites e padrões históricos para detectar anomalias, calcular indicadores de saúde (Health Score) e prever possíveis falhas antes que ocorram. Um painel web apresenta gráficos, alertas, histórico e relatórios, permitindo acompanhamento remoto e apoio à manutenção preditiva. O objetivo é reduzir paradas inesperadas, aumentar a confiabilidade dos ativos e facilitar a gestão centralizada dos equipamentos.
Tipologia: Resumos
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Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco Presidente Ricardo Essinger Departamento Regional do SENAI Pernambuco Diretora Regional Camila Brito Tavares Barreto Diretora de Educação Ana Cristina Cerqueira Dias Gerente Pedagógica Tatyana Gugelmin
Identificação do Curso Habilitação: Eixo Tecnológico CBO:
Informação e Comunicação 3171 - 10 Carga Horária: 1.200 horas Prazo de Validade: 05 (cinco) anos, a partir da data de resolução de autorização de funcionamento do curso. SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL DEPARTAMENTO REGIONAL DE PERNAMBUCO Av. Norte Miguel Arraes de Alencar, 539 – Santo Amaro Recife/PE – CEP: 50.100- 000
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Sumário
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Junte-se a isso a chegada da conectividade 5G. A elevada capacidade de conexões proporcionada pelo 5G será umgrande impulsionador na adoção de outras tecnologias (PRESCOTT, 2021). Ficará mais intensa e necessária a relação com outros elos do ecossistema para alcançar objetivos. A elevada capacidade de conexões proporcionada pelo 5G será um grande impulsionador na adoção de outras tecnologias. Ficará mais intensa e necessária a relação com outros elos do ecossistema para alcançar objetivos (CNI, 2023). A consolidação do 5G trará um salto de alcances quantitativos e qualitativos ainda não mensuráveis àsnecessidades e soluções em tecnologias. Naturalmente, profissionais em TI atualizados capazes de desenvolver, operar, atualizar e aperfeiçoar softwares e sistemas serão ainda mais demandados por todos os setores da economia e indústria. Em Pernambuco não é diferente. Empresas já estão operando na frequência 5g e os investimentos em novas tecnologias só crescem. Nesse sentindo, fica evidente a importância de instituições de educação e, sobretudo, as de formaçãoprofissional, em especial o Senai PE, que pode atuar de maneira estratégica, imediata e massiva. A oferta do curso de desenvolvimento de sistemas reafirmará o legado e o compromisso da instituição deatuar na base do desenvolvimento da indústria e da ecomina do Estado com a formação de profissionais não apenas qualificados, mas também dos mais requeridos pelo fluxo das transformaçõesdo mundo do trabalho. Dentro desse contexto, portanto, e considerando as tendências de evolução tecnológica e a necessidade de profissionais aptos a desenvolverem softwares com alto nível de qualidade exigido pelos mercados interno e externo, o SENAI-PE propõe-se a oferecer o Curso Técnico de Nível Médio em Desenvolvimento de Sistemas. Nesse sentido, mais do que uma mão de obra qualificada, busca-se formar cidadãos desenvolvedoresde novos campos de atuação profissional e, especialmente, para a Indústria local. Este Projeto Pedagógico de Curso para o Estado de Pernambuco está embasado no arcabouço descritivo do Projeto Pedagógico da Área de Tecnologia da Informação que foi delineado pelo SENAI Nacional e apresentado ao Conselho Nacional de Educação.
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1.2. Objetivos
Formar cidadãos na educação básica e profissional com senso crítico-reflexivo, além disso, dotados decompreensão dos processos tecnológicos que envolvem o desenvolvimento e programação de sistemas computacionais, atendendo normas e padrão de qualidade, usabilidade, integridade e segurança da informação, contribuindo para a elevação da competitividade da indústria.
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3. Perfil Profissional de Conclusão Técnico de Nível Médio em Desenvolvimento de Sistemas Competência Geral Técnico em Desenvolvimento de Sistemas Desenvolver e programar sistemas computacionais, atendendo normas e padrão de qualidade, usabilidade, integridade e segurança da informação. Perfil Profissional O Técnico em Desenvolvimento de Sistemas será habilitado para: - Desenvolver sistemas computacionais utilizando ambiente de desenvolvimento. - Dimensionar requisitos e funcionalidades do sistema. - Realizar testes funcionais de programas de computador e aplicativos. - Manter registros para análise e refinamento de resultados. - Executar manutenção de programas de computador e suporte técnico. - Realizar modelagem de aplicações computacionais. - Codificar aplicações e rotinas utilizando linguagens de programação específicas. - Executar alterações e manutenções em aplicações e rotinas de acordo com as definições estabelecidas. - Prestar apoio técnico na elaboração da documentação de sistemas. - Realizar prospecções, testes e avaliações de ferramentas e produtos de desenvolvimento de sistemas.
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4. Organização Curricular 4.1. Referências legais e abordagem metodológica Do ponto de vista legal, este programa reger-se-á pelo que preconizam a Lei Federal 9394/ (BRASIL, 1996) de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, com as alterações introduzidas pela Lei 11.741/2008 (BRASIL, 2008), a Resolução CNE/CEB 06/12 (CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 2012), que define as diretrizes curriculares nacionais para a Educação Profissional Técnica de Nível Médio, o Catálogo Nacional dos Cursos Técnicos do Ministério de Educação – MEC, (CNCT/MEC, 2023) e Resolução do Conselho Nacional do SENAI nº 11/ aprova o novo regulamento da integração do SENAI ao Sistema Federal de Ensino, revoga a Resolução de 14/2013 e o regulamento aprovado por este ato e dá outras providências. Do ponto de vista metodológico, alguns princípios orientarão o desenvolvimento curricular. Destaca-se a interdisciplinaridade que, entre outros mecanismos, utilizará a metodologia de desenvolvimento de projetos, para os quais concorrem conhecimentos das diversas unidades curriculares do curso. Tais projetos devem funcionar como eixos integradores que estimulem a visão global do conhecimento e o diálogo entre diferentes campos do saber. Outro princípio é a contextualização, significando abordagem de conteúdos/atividades, através da vinculação entre as experiências de vida do aluno, o mundo do trabalho e outros diferentes aspectos da vida em sociedade. Destaca-se, também, o tratamento transversal de temas que, por seu significado e relevância para a formação do aluno, devem permear o desenvolvimento curricular, sem que se torne necessário emprestar-lhes o status de unidade curricular. Entre tais temas, como: saúde, educação ambiental, ética, pluralidade cultural, orientação sexual, temas locais. O eixo metodológico norteador das ações docentes e discentes é paltado nas estratégias de aprendizagem desafiadoras, que promovem a reflexão e a tomada de decisão por parte dos Alunos, na busca de soluções para os desafios estabelecidos no percurso formativo cujo conteúdo central focaliza situações-problema reais ou simuladas, estudos de caso, projetos, pesquisas aplicadas e projetos integradores. Tais situações são, por sua natureza, mobilizadoras de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que estimulem a geração de ideias e aplicações de base científica, técnicas e tecnológicas que favorecem a aproximação da formação com o mundo do trabalho e as demandas de uma sociedade em transformação. A estratégia de ensino é fundamental para a promoção de aprendizagens significativas, contextualizadas e motivadoras. Nesse sentido, serão utilizadas atividades concretas (exposição dialogada, atividades práticas, trabalho em grupo, dinâmica de grupo, visita técnica, ensaio tecnológico, workshop, seminário, painel temático, gameficação, sala de aula invertida, design
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4.2 Desenho Curricular Habilitação Profissional: Técnico em Desenvolvimento de Sistemas MÓDULO UNIDADE CURRICULAR CARGA HORÁRIA PRESENCIAL CARGA HORÁRIA EAD CARGA HORÁRIA DO MÓDULO SAÍDA Introdutório 212 horas Lógica de Programação 100 2 1 2 1 2 212 Técnico em D esenvolvimento de Sistemas Carga Horária: 1.200h Introdução à Indústria 4.0 *24h Introdução ao Desenvolvimento de Projetos *12h Introdução à Tecnologia da Informação e Comunicação *40h Criatividade e ideação de projetos de inovação 16 Modelagem de projetos de inovação 20 Específico I 188 horas Desenvolvimento de Sistemas I 92 188 Introdução à Qualidade e Produtividade *16h Fundamentos de Eletroeletrônica 60 Saúde e Segurança no Trabalho (^) *12h Sustentabilidade nos processos industriais (^) *8h Específico II 400 horas Banco de Dados 120 400 Modelagem de Sistemas I 40 Programação de Aplicativos 120 Internet das Coisas 120 Específico III 400 horas Prototipagem de negócios inovadores 24 400 Implementação de negócios inovadores 20 Teste de Sistemas 60 Implantação de Sistemas 30 Modelagem de Sistemas II 48 Manutenção de Sistemas 30 Desenvolvimento de Sistemas II 188 Total 1088 h 112 h 1200h O curso é composto por carga horária 9 1 % presencial e 9 % EAD. *Unidades Curriculares transversais as demais UCs e 100% à distância autoinstrucionais, devendo ser cursada durante o módulo.
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4.4. Itinerário Formativo O desenho curricular desta oferta formativa foi elaborado com base no perfil profissional de competências definido pelo Comitê Técnico Setorial para o Técnico em Desenvolvimento de Sistemas e nas competências profissionais gerais definidas pelo MEC para o eixo tecnológico Informação e Comunicação. O currículo está pautado nos princípios da flexibilidade, interdisciplinaridade e contextualização, em consonância com o enfoque de formação para competências. Cabe destacar ainda que a organização curricular proposta prevê módulos Introdutório, Específico I, Específico II e Específico III. O módulo introdutório não possui terminalidade e visa proporcionar as condições para o adequado aproveitamento do módulo subsequente, sendo, portanto, constituídos pelos fundamentos técnicos e científicos requeridos pelo eixo tecnológico/área profissional em foco. O(s) módulo(s) específico(s) complementa(m) a formação para qualificação técnica (quando houver) e para a habilitação de técnico de nível médio em Desenvolvimento de Sistemas, possibilitando ao alunoo enriquecimento de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores que ensejam odesenvolvimento de competências próprias à função técnica. 4.5. Controle de Frequência Exigir-se-á do aluno ter 75% de frequência em cada Unidade Curricular do Curso. 4.6. Descrição das Unidades Curriculares – Ementas Unidade curricular é a unidade pedagógica que compõe o currículo. Cada unidade, ao tempo emque resguarda a sua independência em termos formativos e de avaliação, contribui conjuntamente para o desenvolvimento de capacidades que integram as competências descritas no perfil profissional.
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Capacidades Socioemocionais
Bibliografia Complementar SOUZA, Marco Antonio Furlan. Algoritimos e lógica de programação. 2.ed. São Paulo: Nobel, 2011. 17 Fundamentos de redes de computadores 17.1 Definição 17.2 Evolução 17.3 Tipos e características 17.3.1 Classificação 17.3.2 Estrutura 17.3.3 Modelos 17.4 Função 18 Trabalho em equipe 18.1 Níveis de autonomia nas equipes detrabalho 18.2 Ajustes interpessoais 18.3 A relação com o líder
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4.3 Tipos 4.3.1 Incremental 4.3.2 Disruptiva 4.4 Impactos 5 Tecnologias Habilitadoras 5.1 Definições e aplicações 5.1.1 Big Data 5.1.2 Robótica Avançada 5.1.3 Segurança Digital 5.1.4 Internet das Coisas (IoT) 5.1.5 Computação em Nuvem 5.1.6 Manufatura Aditiva 5.1.7 Manufatura Digital 5.1.8 Integração de Sistemas 6 Histórico da evolução industrial 6.1 1ª Revolução Industrial 6.1.1 Mecanização dos processos 6.2 2ª Revolução Industrial 6.2.1 A eletricidade 6.2.2 O petróleo 6.3 3ª Revolução Industrial 6.3.1 A energia nuclear 6.3.2 A automação 6.4 4ª Revolução Industrial 6.4.1 A digitalização das informações 6.4.2 A utilização dos dados
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Capacidades Socioemocionais