











Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Equipamentos laboratoriais
Tipologia: Notas de estudo
1 / 19
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!












Atende
Requisito Sim Não
5 A introdução teórica ao tema está adequada: leis físicas do experimento abordadas e relacionadas com o experimento.
6 Procedimento experimental: descrição do procedimento utilizado incluindo relação do material utilizado, esquemas e figuras quando necessário.
7 Dados das medições: apresentação de todas as grandezas medidas e adotadas no experimento, com as respectivas unidades.
9 Análise de resultados: resultados apresentados com o uso adequado dos algarismos significativos e unidades de medidas.
10 Conclusões: discussão da validade ou não dos resultados encontrados, considerando-se, por exemplo, a precisão dos equipamentos e valores de referências teóricas.
1 Introdução
2 Equipamentos
3 Conclusão
4 Bibliografia
A função do experimento químico é fazer com que a teoria se adapte à realidade contextualizando-a e esse por sua vez, envolve a utilização de uma variedade de equipamentos de laboratório bastante simples, porém, com finalidades específicas. O emprego de um dado material ou equipamento depende de objetos específicos e das condições em que serão realizados os experimentos, para isso é extremamente importante a familiaridade com os equipamentos laboratoriais, para que experimento possa propiciar condições de trabalho a níveis de segurança adequados e para que os resultados sejam alcançados da forma esperada. O desconhecimento das situações de perigo, característica na fase de aprendizado e até mesmo com profissionais já experiente no trabalho em laboratório com produtos novos ou não identificados, acentua ainda mais os riscos. Para preveni-los, devem ser feitas avaliações dos riscos e tomadas medidas de controle e dentre elas é a utilização dos EPI’s (Equipamentos de Proteção Individuais) como
Desse modo, esta pesquisa descrevera três equipamentos utilizados no Laboratório de Química:
Figura 3: Funil de Decantação
Fonte: CDCC – USP (Centro de Divulgação Cientifica e Cultural)
O Vidro de relógio é uma peça de vidro no formato côncavo em diâmetros distintos. Esse equipamento tem diversas empregabilidades no laboratório como: •..1 Analise de substâncias; •..2 Evaporações; •..3 Tampa para copos Bechers; •..4 Pesagens;
Figura 4: Vidro de Relógio
Fonte: CDCC – USP (Centro de Divulgação Cientifica e Cultural)
É um utensílio constituído de um tubo cilíndrico de diâmetros distintos que permite produzir orifícios de diferentes diâmetros em rolhas de cortiça ou de borracha devido possuir uma ponta afiada. O diâmetro do orifício vai de acordo com a vazão de gás que se deseja obter para o experimento. Os furadores de rolha geralmente são confeccionados com latão, às vezes niquelados.
Figura 5: Furador de Rolha.
Fonte: Educandário Imaculada Conceição
O Espalhador de chama é um disco de metal com vários furos pequenos em torno de sua superfície. Este equipamento quando conectado ao bico de Bunsen serve para distribuir uniformemente o calor, produzindo uma chama mais larga, apropriada para dobrar varetas de vidro.
Figura 6: Espalhador de Chama
Fonte: Pordicar
A Cápsula de porcelana é um recipiente em forma de jarro feito de porcelana. Este
equipamento é utilizado para evaporar líquidos, dissoluções a quente, calcinação, secagem de substâncias e aquecimentos. Possui um bico que auxilia na transferência do líquido de um recipiente para outro.
Figura 7: Cápsula de Porcelana.
Fonte: CDCC – USP (Centro de Divulgação Cientifica e Cultural)
O Anel ou argola é um anel metálico com haste e um dispositivo de fixação ajustavel para
prende-lo ao suporte universal. Este equipamento é utilizado como suporte para a tela de amianto, funil de separação, funil simples.
Figura 10: Anel ou Argola.
Fonte: UAC – (Universidade dos Açores)
A Garra de condensador é um dispositivo metálico com a forma de uma circunferência
bipartida com ajuste e com haste para fixação ao suporte universal. Este equipamento é uma espécie de braçadeira metálica utilizada para prender o condensador ou outros equipamentos durante o experimento como balões, erlenmeyers, etc.
Figura 11: Garra de Condensador.
Fonte: Educandário Imaculada Conceição
A Pinça metálica é uma ferramenta que tem o formato de uma tesoura sem o fio cortante com a ponta inclinada para baixo com ranhuras que servem para dar aderência nas superfícies a serem manipuladas. Usada para manipular ou transportar objetos quentes como cadinho, cápsula de porcelana sem que haja o risco de queimaduras em contato direto.
O Balão de fundo chato é um recipiente de vidro temperado de forma circular com o
fundo plano de diferentes volumes. Sua forma lhe confere fácil acomodação sobre qualquer superfície plana e seu gargalo estreitado e alongado proporciona praticidade no enchimento e vedação. Este utensílio é empregado para aquecimento e armazenamento de líquidos, soluções.
O Balão de fundo redondo é muito semelhante ao Balão de fundo chato, é um recipiente de vidro temperado de forma circular de diferentes volumes só que tem o fundo redondo, pois é empregado especificamente para aquecimento de líquidos e reações de desprendimento de gases, pois pode interligado com outros equipamentos.
O kitasato é um recipiente de vidro de diferentes volumes e forma cônica com duas
aberturas: uma no topo (boca) para que se possa colocar o funil de buchner e outra mais fina, na
extremidade lateral, para que se possa ligar o tubo de vácuo. O kitasato é usado na filtração a
vácuo, ou sob pressão para recolha do fluído que se pretende separar da fase sólida por filtração
ou na aceleração da filtração de líquidos muito viscosos.
O balão volumétrico é um recipiente de vidro com forma de pêra, de diferentes volumes,
de fundo plano e com um gargalo retilíneo, comprido, estreito e com tampa, no qual está gravado
uma marca transversal que indica o volume exato do recipiente a 20 o^ C, portanto, não se devem
aquecer nem introduzir sólidos no seu interior. O balão volumétrico é usado para preparar
soluções de concentração rigorosa e para medir o volume de líquidos.
A pipeta graduada é um tubo de vidro graduado estreito com secção uniforme de
diferentes capacidades de volume para aspiração de pequenos volumes de líquidos ou soluções
sem grande precisão da ordem de ml. Este equipamento enche-se por sucção até a marca de
calibração e serve para medir e transferir qualquer volume de líquidos.
Fonte: Ciencor Scientific (2009)
O bico de Bunsen é um dispositivo formado por um tubo de latão com orifícios nas laterais, na base, por onde entra o ar e um tubo de entrada de gás na base com registro para regulagem da vazão do gás. Quando aceso, gás mistura-se ao ar que entra pelos orifícios tornando a chama oxidante, dessa forma, atribuindo maior potência à chama e com isso maior intensidade de calor.
O cadinho é um recipiente geralmente de porcelana refratária com tampa de diferentes capacidades. Este equipamento pode ser usado para calcinação, ou seja, aquecimento a seco muito intenso, de substâncias e fundição de materiais sólidos ou pastosos. Isso é possível graças ao seu material de fabricação que lhe proporciona grande resistência a elevadas temperaturas, podendo assim, ser aquecido diretamente no bico de bunsen.
Fonte: Chiarotti
O suporte universal é um dispositivo composto por uma base de placa de ferro, e uma
barra de ferro fixada na base perpendicularmente. Na barra de ferro são fixados os anéis ou argolas, garra de condensador entre outros. O suporte universal realiza a sustentação de várias estruturas em vários experimentos comumente utilizadas no laboratório como filtrações, destilações, condensações, suporte para bureta e mais.
O erlenmeyer é um recipiente graduado de vidro temperado em forma de um cone com e sem tampa de diversos volumes. Este equipamento é empregado em titulação, aquecimento de líquidos, dissolução de substâncias, pois seu formato dificulta o derramamento durante a agitação.
Fonte: UniVidros
O Becker é um recipiente graduado de vidro temperado na forma de um copo com um bico na extremidade superior para transferências de líquidos de diferentes volumes. Este equipamento tem diversas utilizações que vai do aquecimento ao resfriamento para dissolução, preparação de soluções ou misturas químicas.
Fonte: FCF – USP (Faculdade de Ciências farmacêuticas ).
O condensador é um equipamento que tem a função de um trocador de calor sendo construído de vidro composto de uma camisa interna e outra externa.
Fonte: Educandário Imaculada Conceição
O bastão de vidro é um cilindro de vidro temperado maciço de diferentes dimensões. Este equipamento é empregado para agitar as soluções para torná-las homogêneas e para auxiliar nas transferências de líquidos de um recipiente para outro e nos processos de filtração.
Fonte: CDCC – USP
O funil analítico é um equipamento de vidro em forma de um cone de ângulo 60° com
haste, utilizado na filtração de substancias líquida para retenção de partículas sólidas com auxilio de um filtro de papel, lã de vidro, algodão vegetal, dependendo do material a ser filtrado.
Fonte: UAC – (Universidade dos Açores) Fonte : CDCC – USP
A tela de Amianto é uma trama de fios ferro revestida de um disco de amianto no centro
de vários tamanhos. Este dispositivo é utilizado para receber o calor da chama do bico de bunsen e distribuir o calor uniformemente no recipiente sobre ele.
Fonte: Vidrotech
A vareta de vidro é um cilindro de vidro vazado de diferentes dimensões e de baixo ponto de fusão. Este equipamento é utilizado para fazer conexões entre outras vidraçarias laboratoriais, pois quando aquecidas no bico de bunsen é possível fazer curvas adaptando-se as disposições dos equipamentos envolvidos.
Fonte: WWW Qui – Recursos para o Ensino da Química.
A placa de petri é um recipiente cilíndrico, achatado, de vidro composto de base e tampa
de superfícies planas e de diferentes dimensões ou descartável feito de plástico poliestireno. Este equipamento é utilizado para cultivação de bactérias.
Fonte: Casa do Laboratório
O almofariz é um recipiente de porcelana semelhante a um pequeno jarro com um bico na
extremidade superior para auxilio na transferência de recipientes e o pistilo é uma barra também de porcelana com uma das postas maior e arredondada que funciona como um socador. Estes dois equipamentos são utilizados em conjunto para triturar e pulverizar um sólido de forma a reduzir o tamanho do grão que se vai estudar.
Fonte: CDCC – USP
A Capela é uma cabine de exaustão de diversos modelos, com janelas, para manipulação
de reagentes analíticos que desprendem gases. Este equipamento possui iluminação interna e propicia ao operador um ambiente de trabalho seguro contra vapores químicos ou biológicos sem a necessidade de dutos de exaustão auxiliares.
Fonte: Instrulab.
Portanto, a experiência em laboratório permite ao aluno a contextualização da teoria
através da manipulação de equipamentos e idéias sempre observando as normas de segurança pessoal e a empregabilidade correta de cada equipamento laboratorial com o intuito de propiciar condições de trabalho a níveis de segurança adequados.
FACULDADE DE CIÊNCIAS FARMACÊUTICAS. Universidade de São Paulo. Instrumentos e Equipamentos. Disponível em http://www.fcf.usp.br/Departamentos/FBF/Disciplinas/ Farmacotecnica/ instrumentos/BEQUER1.HTM. Acesso em 22/03/2009.
GONZÁLEZ, E. R.; XAVIER, A. S. O./CEREDA, S.L. Material de Laboratório. (Online) Centro de Distribuição Cientifica e Cultural. Universidade de São Paulo. Disponível em http://www.cdcc.usp.br/ quimica/equipamentos/ej.htm. Acesso em 07/03/2009.
REYMÃO, F. UFPA. Química Inorgânica Experimental. (Online). Disponível em http://www2.ufpa.br/ quimdist/livros_2/livro_quim_inorg_experimental/1a%20%20aula_edo%20lab_qu%EDmica.pdf. Acesso em 07/03/
SAQUY, P. C. Identificação qualitativa de vapor de mercúrio captado de resíduo de amálgama de prata, em diferentes meios de armazenagem. Tese de Doutorado. Faculdade de Odontologia. Universidade de São Paulo, 1996.
SILVA, D. T. UFP. Aparelhos, operações e técnicas da análise volumétrica. (Online). Disponível em http://www.ufpa.br/ccen/quimica/operacoes%20volumetricas.htm. Acesso em 22/03/2009.
WINKLER, G. Instruções gerais para o trabalho no laboratório. (Online). Disponível em http:// www.pessoal.educacional.com.br/up/81000001/5123693/ Regras%20de%20seguran%C3%A7a%20no%20laborat%C3%B3rio%20e%20Princi pais%20Vidrarias.pdf. Acesso em 22/03/2009.