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O déficit habitacional é algo muito importante para qualquer pessoa estudar
Tipologia: Transcrições
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Dados sobre déficit habitacional no Brasil
O déficit habitacional no Brasil, baseado em dados de 2023 divulgados pela Fundação João Pinheiro (FJP), caiu para 5,97 milhões de moradias, o menor nível da série histórica iniciada em 2016. Apesar da queda, a inadequação habitacional (qualidade da moradia) aumentou 4,34%, afetando 27,6 milhões de domicílios urbanos. O problema atinge principalmente pessoas de baixa renda e pretas/pardas. Fundação João Pinheiro - FJP + Principais Dados (Dados da Fundação João Pinheiro/FJP baseados em 2022/2023 ): ● Total do Déficit (2023): 5,97 milhões de moradias. ● Total do Déficit (2022): 6,21 milhões de domicílios, representando 8,3% do total de habitações ocupadas. ● Perfil do Déficit: 74,5% das famílias afetadas possuem renda de até dois salários mínimos . ● Destaque Regional: As regiões Norte e Nordeste concentram as maiores taxas relativas, com destaque para Amapá (17,8%), Roraima (15,2%) e Maranhão (15,25%). ● Componentes Principais: O ônus excessivo com aluguel urbano (alto custo) é o principal fator no Sudeste/Sul, enquanto habitações precárias dominam no Norte/Nordeste. ● Imóveis Vazios: Existem aproximadamente 18 milhões de domicílios desocupados no Brasil (dados de 2022-2026), o que equivale a três vezes o número de famílias sem teto. Fundação João Pinheiro - FJP + Principais Causas e Contexto:
● Desigualdade Econômica: 68,7% do déficit é composto por pessoas pretas e pardas. ● Urbanização Acelerada: Crescimento desordenado, especialmente em grandes centros. ● Alta do Aluguel: Muitas famílias gastam mais de 30% da renda com habitaçã O Brasil tem um déficit habitacional de 6,2 milhões de moradias, o que representa 8,3% do total de domicílios ocupados no país, segundo dados de 2022 divulgados pela Fundação João Pinheiro (FJP) este ano. Em números absolutos, o indicador cresceu 4,2% em comparação com 2019 O déficit habitacional estimado no Brasil está 6,2 milhões de domicílios, dos quais 5,4 milhões faltam em áreas urbanas, e 820 mil, em áreas rurais, segundo os dados mais recentes, de 2022, da Fundação João Pinheiro, cujo estudo é adotado como oficial pelo Ministério das Cidades.