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Este documento fornece uma introdução aos comandos básicos no terminal do linux, incluindo operações com arquivos, redirecionamento de entrada/saída de texto e o uso do comando grep. Além disso, é abordado o conceito de permissões de arquivos e a estrutura de controle for.
Tipologia: Trabalhos
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Não perca as partes importantes!





















































Depois disso há um sinal de dois-pontos, seguido da informação da pasta atual. Nesse caso, "~", que é um atalho para a pasta do usuário. Em seguida há o caractere de dólar (ou cifrão), terminando esse texto especial. Logo depois o cursor está piscando, esperando que você digite um comando. O nome desse texto especial é "prompt". Ele indica que o computador está pronto para receber comandos. É só você mandar que ele vai fazer. Digite, por exemplo, o seguinte comando, que manda o terminal navegar para sua área de trabalho: cd "Área de Trabalho" Em seguida pressione ENTER. Com isso, trocamos de pasta e estamos agora na área de trabalho. O prompt deve Pasta do Usuário: cada usuário do Ubuntu tem sua própria pasta para armazenar seus arquivos. É aquela pasta que no gerenciador de arquivos é chamada de "Pasta pessoal". Ela geralmente fica dentro da pasta "/home". Minha pasta de usuário está em "/home/elcio" e "~" é um atalho muito conveniente para ela. Há um jeito simples de digitar comandos e caminhos no terminal, que é começar a digitar o que você quer e pressionar TAB para que seu computador os complete.
mudar, desse jeito:
Com isso, você já deve ter percebido o funcionamento básico do terminal. Quando o terminal exibe o prompt, você deve digitar um comando. Após digitar o comando, pressione ENTER e o computador vai executar seu comando. Durante a execução do comando, até que o prompt apareça novamente, você não deve digitar novos comandos. Durante a execução o computador pode mostrar texto na tela sobre o que o comando está
Para a maioria das tarefas que você pode querer que um comando execute será necessário dizer ao computador mais do que o nome do comando. Pode ser necessário dizer onde e como aquele comando deve ser executado. Por exemplo, o comando cd espera que você diga para que pasta deseja navegar. Assim, para entrar na pasta "pasta1", usamos: cd pasta Chamamos essas informações que vão após o comando de argumentos. Há comandos que podem receber um tipo especial de argumento. Por exemplo, o comando ls mostra os arquivos de uma pasta e pode receber um argumento especial para que mostre também os arquivos ocultos, assim: ls -a Nós chamamos esses argumentos, que começam com hífen, de opções. Assim, a opção -a faz com que o comando ls mostre também os arquivos ocultos.
Navegando entre pastas e operações básicas com arquivos Se você quer de fato usar o terminal, a primeira coisa que precisa dominar são as operações básicas com arquivos. Elas podem ser feitas com os comandos a seguir.
Nós já vimos um pouquinho do que o comando cd faz. Ele navega entre as pastas. Executar o comando cd sem argumentos navega para a pasta do usuário. O comando cd pode receber como argumento a pasta para a qual navegar. Assim: cd pasta Para sair de uma pasta, navegando para a pasta pai, usamos dois pontos seguidos, assim: cd .. Para entrar em uma pasta dentro de outra, separamos as pastas por barra, assim: cd pastapai/pastafilha E podemos fazer isso para tantos níveis quantos houver
Nessa tela temos as permissões de cada arquivo, uma coluna mostrando quem é o dono do arquivo, outra mostrando a que grupo esse arquivo pertence. Temos então o tamanho de cada arquivo, seguido da data do arquivo. A opção -h deve ser usada junto com -l , ela faz com que o ls exiba o tamanho de cada arquivo em um formato amigável para seres humanos. Veja:
As opções do comando ls podem ser combinadas. Assim, o comando a seguir: ls -l -h -a Pode ser escrito assim: ls -lha Isso pode ser feito no comando ls e em quase todos os comandos que recebem opções de uma única letra. O comando ls , assim como a maior parte dos comandos que mostraremos aqui, tem muito mais opções além das que vamos mostrar. Mostraremos só as mais úteis, de uso
O comando cp copia arquivos. Você pode copiar um arquivo para a mesma pasta, com um novo nome, assim: cp arquivo.txt novonome.txt Você também pode copiar um arquivo para dentro de uma pasta, desse jeito: cp arquivo.txt pasta Você também pode copiar uma pasta inteira, usando a opção -r , assim: cp -r ~/Documentos/planilhas "~/Área de Trabalho"
O comando mv move arquivos. Sua sintaxe é bem semelhante à do comando cp. Você pode mover um arquivo para uma pasta, assim: mv arquivo.txt pasta Ou movê-lo de uma pasta para outra, desse jeito: mv pasta1/arquivo.txt pasta O comando mv também pode ser usado para renomear arquivos, desse jeito:
mv nomeantigo.txt nomenovo.txt
O comando mkdir cria pastas. Sua sintaxe é bem simples: mkdir pasta Você pode criar de uma única vez uma estrutura de pastas dentro de pastas, usando a opção -p , assim: mkdir -p pastapai/pastafilha/pastaneta
O comando rm apaga arquivos. Sua sintaxe também é bastante simples, assim: rm arquivo.txt Você pode apagar pastas inteiras, usando a opção -r , desse jeito: rm -r pasta Cuidado : o terminal confia em você. Quando você manda ele mover, copiar ou apagar, ele executa a operação sem perguntar nada. Além disso, o comando rm apaga definitivamente os arquivos, não há Lixeira aqui. Por isso, todo cuidado é pouco ao usar o comando rm.
Isso significa que o comando python está esperando que você digite alguma coisa. Em termos técnicos, nós dizemos que o comando python está "lendo" (ou "ouvindo") o seu teclado. Outra maneira de colocar isso é dizer que a entrada padrão para o comando python , nesse caso, é o teclado. Vamos digitar alguma coisa para ver como o comando python se comporta. Digite: print 2+ Seguido de ENTER, e você deve ver o comando python imprimir para você o resultado da operação, assim:
Para encerrar a entrada padrão, finalizando o comando python , você precisa inserir um caractere de final de arquivo. Você faz isso pressionando CTRL+D em seu teclado. A mesma coisa vale para praticamente qualquer comando que leia a entrada padrão.
Vamos agora fazer o comando python ler a entrada padrão de outro lugar. Abra o gedit (ou seu editor de texto favorito) e crie um arquivo de texto simples cujo conteúdo é exatamente o que digitamos para o comando python , assim: Python é uma linguagem de programação. O comando python abre o interpretador interativo da linguagem Python. Não se preocupe, você não precisa aprender Python para dominar o terminal, embora, se o fizer, não vai se arrepender.
Muitos comandos devolvem informação ao usuário. Um exemplo é o comando ls que, como já vimos, exibe na tela a listagem da pasta atual. Você se lembra: A saída do comando ls , assim como a maioria dos comandos do terminal, é um texto. Esse texto é exibido no terminal, que chamamos aqui de "saída padrão".
Da mesma forma que fizemos com a entrada padrão, é
possível redirecionar a saída padrão de um comando, usando o caractere ">", assim: ls -l > listagem.txt Assim, indicamos ao comando ls que, ao invés de mostrar no terminal, ele deve enviar a listagem de pasta para o arquivo listagem.txt. Se você seguir corretamente os passos acima, vai criar na pasta listada um arquivo assim: