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Doses notas de estudo, Notas de estudo de Biologia

Doses notas de estudo notas1.1

Tipologia: Notas de estudo

2026

Compartilhado em 21/02/2026

david-wilker-lopes-da-rocha-12
david-wilker-lopes-da-rocha-12 🇧🇷

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PSTELCISA SO à a = Is == FERA a ie e OT Tr a DOSES CRESCENTES DE ESTERCO DE PERU NA SUBSTITUIÇÃO PARCIAL DA ADUBAÇÃO NPKS MINERAL, NA PRODUÇÃO DO CAFEEIRO NO CERRADO DE ARAGUARI, MG. SANTINATO, R. Engenheiro Agrônomo, MAPA-Prócafé, Campinas, SP.; FERNANDES, A.L.T Professor Doutor UNIUBE- Uberaba, MG; R. O. SILVA, Técnico Agrícola — ACA — Araguari, MG; SANTINATO, F. Engenheiro Agrônomo, Mestrando UFV Rio Paranaíba; TICLE, R. Engenheiro Agrônomo, CAPAL, Araxá, MG. Na região do triângulo mineiro, nos últimos anos a criação de perus tem aumentado significativamente e dispombilizando o esterco para a agricultura. O esterco possui teores consideráveis de NPKS além de promover benefícios físicos, físico-químicos, químicos e biológicos ao solo. No presente trabalho. objetivo-se estudar a substituição de NPKS parcial e de forma proporcional da adubação mineral exclusiva, pelos NPKS contidos nas diferentes doses do esterco de peru. O experimento foi instalado no Campo experimental da ACA (Associação dos cafeicultores de Araguarí -MG) em solo Latossolo Amarelo Distrófico, altitude 920 m, declividade de 3%, com a cultivar Catuaí Vermelho IAC 51, no espaçamento de 3,7 x 0,7 m totalizando 3861 plantas ha!. O delineamento experimental foi o de blocos casualizados, sendo cinco tratamentos com quatro repetições. em parcelas de 30 plantas, destas, úteis as seis centrais. Todos os tratos culturais, nutricionais e fitossanitários seguiram as recomendações vigentes para a região do MAPA -Procafé. Os tratamentos foram compostos por um tratamento com adubação mineral total (AMT); 2,5 t ha”! de esterco de peru mais adubação mineral reduzida (EP2,5+AMR1); 5,0 t ha! de esterco de peru adubação mineral reduzida (EPS+AMR?); 10,0 t ha”! de esterco de peru mais adubação mineral reduzida (EPIO+AMRS3); 20,0 t ha! de esterco de peru mais adubação mineral reduzida (EP20+AMR3). As avaliações constaram das produções de 2010, 2011, 2012, 2013 e média do quadriênio (Tabela 2) e análise de solo e foliar, realizadas no 2º ano de condução (Tabela 3). Os dados de produtividade passaram pela análise do teste Tukey a 5% de probabilidade a fim de verificar sua significância. Na tabela | têm-se as reduções dos adubos Uréia, MAP e Cloreto de potássio em proporção ao NPK contido nas doses do esterco de peru utilizado (2,7% de N; 3,8% de P,;Os e 1,9% de K,0). Tabela 1. Discriminação dos insumos utilizados na adubação dos cafeeiros de O a 90 meses de condução. Insumos (kg ha” Tratamentos ——— Uréia Redução MAP Redução Cloreto de Potássio Redução Sulf deamônio Redução I-AMT ass 0 200 0 600 À) 400 O 2-EP2,5+AMRI 648 -15 Q -100 520 -14 300 -25 3-EPS+AMR2 544 -58 0 -100 441 -23 100 -50 A-EPIO+AMR3 333 -56 À) -100 283 -53 À) -100 5-EP20+AMR4 0) -100 0 -100 0 -100 Ô -100 Resultados e conclusões: À utilização de esterco de peru na adubação do cafeeiro substituindo parcialmente a adubação mineral, em quatro anos, foi capaz de reduzir em até 420 kg de N, 56 kg de P,Os, 360 kg de K,O e 104 kg de S em adubos minerais por hectare. Pela tabela 2, verifica-se que todas as produções e a média do quadriênio não apresentam diferenças significativas, embora os tratamentos com esterco sejam de 4 a 10% mais produtivos que o mineral exclusivo. Esses resultados mostram a viabilidade técnica em substituir parcial e proporcionalmente ao NPKS contido em cada dose do esterco de peru. Nas 305 condições deste trabalho verifica-se a possibilidade de redução de 15 a 100% da ureia, 25 a 100% de Sulfato de Amônio, 100% de MAP e 14 a 100% de Cloreto de Potássio, com a utilização de 2,5 a 20t ha” de esterco de peru. As análises do solo revelaram um aumento nos teores de P e B no solo e P foliar, sem diferenças para outros nutrientes analisados. Tabela 2. Produção do cafeeiro nas safras de 2010, 2011, 2012, 2013 e média do quadriênio em função das adubações. Produção (Sacas de café beneficiadas ha") Tratamentos (2010) (2011) (2012) (2013) Média R% 1-Adubação Mineral (AMT) 40,9 a 367a 10,3 a Sa 44,7 a 100 2- (2,5EP+AMRI) 444a 498a 41,6a 54,la 46,7a +4 3- (5, 0EP+AMRI) 484 a 485a 40,7 a 588a 49la +IQ 4- (10,0EP+AMR2) 4324 37,3 a 48.9a 569a 465a +4 5- (20,0EP+AMR3) 55,7 a 388 a 44,9a 390a 446a +4 . CV% (Tukey 5%) E 21,02 o 39,39 “1449 12,43 24,1 + Tratamentos seguidos das mesmas letras nas colunas não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. Tabela 3. Teores de N, Pe K no solo e de P,K, Zn, B, Cu, Mn nas folhas do cafeeiro, em análise realizada na pós colheita. Análise Tratamentos TI AMT T2 EP2,5+AMRI T3 EPSFAMR? TAEPIO-AMR3 TS EPZOrAMR4, P (melich) 37 41 64 82 97 Solo K 162 184 179 188 159 (medm?) B 0,52 0:72 1.12 1.24 1.48 Zn 5.0 6.0 5.0 40 40 Cu 0,83 0,94 0,83 1,22 0,76 O Me 4 7.0 7.0 6.0 8.0 N 28.9 29.9 30,2 29,9 29.8 me) P 11 1.22 LIS 1,43 1.63 5 ks K 20,7 21,2 20,8 19,9 20,2 S 1,5 SNS ITA 1,32 1,63 1,41 1º) O esterco de peru é fonte orgânica viável de NPKS para substituir parcial e proporcionalmente o NPKS da adubação química. 2º) Com utilização do esterco de peru ocorre aumento nos teores de P e B no solo e sem diferenças para os demais nutrientes. 3º) Com a utilização do esterco de peru ocorre aumento do teor foliar de P e sem diferenças para os demais nutrientes. 49 Com a utilização de 2,5 a 20t ha! de esterco de peru do ocorre a possibilidade de redução de 15 a 100% da ureia, 25 a 100% de Sulfato de Amônio, 100% de MAP e 14 a 100% de Cloreto de Potássio. |