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Neste documento, débora gênesis da silva discute os três tipos básicos de consumidores na ecologia: predadores, parasitas e parasitóides. Os predadores eliminam a presa da população ao matá-la, enquanto os parasitas e parasitóides residem dentro de um hospedeiro vivo e se alimentam dele, embora os parasitóides matem o hospedeiro. As plantas empregam defesas químicas e estruturais contra os herbívoros. Além disso, as presas possuem adaptações para escapar de seus predadores, como coloração críptica, coloração de advertência, mimetismo batesiano e mimetismo mulleriano.
Tipologia: Exercícios
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Discente: Débora Gênesis da Silva
Assunto: Predação, Herbivoria, Parasitismo e Parasitoidismo (Cap 17, Ricklefs, 5°ed)
Os predadores são consumidores que ao se alimentarem eliminam o indivíduo imediatamente da população de presas. Eles capturam a presa e a matam, extinguindo assim parte da população naquele momento. Um exemplo seria as baleias e as focas. Os parasitas são os que ao consumirem, ao se alimentarem, eles não necessariamente extinguem o indivíduo da população. Nesta relação a presa é chamada de hospedeiro e embora possa sofrer danos severos em certos casos e alta probabilidade de morte possa advir destes casos, a presa também pode subsistir e o parasita compartilha do seu ciclo de vida com a presa. Um exemplo interessante disso são as espécies parasitas do filo Nematoda, que podem infectar seres humanos mas não necessariamente matá-los nos primeiros contágios. Os parasitóides se assemelham aos parasitas ao residirem dentro de um hospedeiro vivo e se alimentar de seus tecidos, no entanto os parasitóides acabam por matar o hospedeiro. Uma relação biológica desse tipo seria as vespas parasitóides da família Pompilidae e as formigas do gênero Atta.
As defesas das plantas contra a Herbivoria são tanto estruturais como químicas. Incluem o valor nutricional inerentemente baixo da maioria dos tecidos vegetais, assim como os compostos tóxicos que as plantas produzem e capturam para a sua defesa. As plantas estruturais, como espinhos, pêlos, carapaças de sementes e resinas adesivas são também importantes.
Coloração críptica: Organismos se mesclam com os seus arredores, combinando a sua cor e padrão com a cor e o padrão das cascas, galhos ou folhas. O comportamento desses organismos deve corresponder à sua aparência. Coloração de advertência: Os organismos produzem químicos nocivos ou os acumulam a partir dos alimentos, e anunciam o fato com um padrão de cor notável, como faixas vermelhas ou amarelas. Mimetismo Batesiano: Animais e plantas se assemelham a outros animais e plantas que exibem como característica serem impalatáveis. Desenvolvem semelhanças com os organismos nocivos como forma de proteção contra a predação.
Mimetismo mülleriano: Ocorre quando espécies impalatáveis se assemelham umas com as outras, onde o imitador é tanto o modelo quanto o participante do mimetismo.