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Apostila da unidade Pedro Martins Guerra do SENAI de Minas.
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!













































Itabira
2005
Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade
Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica
Diretor Regional do SENAI e Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Alexandre Magno Leão dos Santos
Gerente de Educação e Tecnologia Edmar Fernando de Alcântara
Elaboração Equipe Técnica - Núcleo Eletroeletrônica
Unidade Operacional
Centro de Formação Profissional Pedro Martins Guerra Itabira – MG 2005
Revisão Equipe Técnica - Centro de Formação Profissional Pedro Martins Guerra Itabira – MG 2005
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Apresentação
“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento. “ Peter Drucker
O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.
O SENAI , maior rede privada de educação profissional do país,sabe disso , e ,consciente do seu papel formativo , educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência :” formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada .”
Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento , na sua área tecnológica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para o SENAI , cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas à rede mundial de informações – Internet - é tão importante quanto zelar pela produção de material didático.
Isto porque, nos embates diários,instrutores e alunos , nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI , fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.
O SENAI deseja , por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua curiosidade, responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada!
Gerência de Educação e Tecnologia
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11 ..^ IInnttrroodduuççããoo
Sob o ponto de vista da evolução tecnológica, os cenários previsíveis são ilimitados. Ela poderá nos assegurar uma qualidade de vida sem precedentes na história humana. Liberando o homem da execução de tarefas tediosas, perigosas e repetitivas. Por outro lado, a expansão e o aprofundamento devem ser realizados de maneira correta e principalmente nunca prejudicando o meio- ambiente.
Se soubermos nos educar e educar as gerações vindouras, de modo a exercermos nossa condição de cidadãos, participando ativamente da construção da sociedade, se lutarmos por uma reformulação educacional que assegure educação a todos com qualidade e, fornecendo ao indivíduo ferramental que possibilite seu crescimento, inserção na sociedade e, principalmente se ao lado destes dois fatores tivermos uma postura ética em nossas relações e atividades, a sociedade e o ser humano alcançarão um novo estágio evolutivo, realizando um salto qualitativo. Caso contrário marcharemos para barbárie. A escolha é nossa.
A Eletrônica Digital está ligada a esta evolução tecnológica de uma forma bem interessante, o homem necessitou já no início desta evolução de criar formas diferentes para a numeração, permitindo manipular dados de forma lógica e aritmética. Criou-se também componentes eletrônicos cada vez mais rápidos e eficientes.
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A tabela 01, mostra a correspondência entre números decimais e binários:
Tabela 01 – Binário x Decimal
Empregando a propriedade do valor de posição do dígito, podemos representar qualquer valor numérico com os dígitos 0 e 1.
Como a base de numeração binária é 2, o valor de posição é dado pelas potências de base 2, como mostra a tabela a seguir:
Potências de base 2 24 23 22 21 20
Valor de Posição 16 8 4 2 1
O valor da posição é indicado pelo expoente da base do sistema numérico. Esse valor aumenta da direita para a esquerda. O valor da posição do bit mais significativo (de maior valor) será a base elevada a m-1(m = número de dígitos).
Por exemplo, 101011 é um número binário de 6 bits. Ao aplicar a fórmula, temos 6– 1 = 5. Assim, o bit mais significativo terá como valor de posição 2^5.
Binário 1 0 1 0 1 1 Valor de Posição 25 24 23 22 21 20
MSB – do inglês “most significant bit” ou seja, bit mais significativo LSB – do inglês “least significant bit” ou seja, bit menos significativo
Conversão do Sistema Binário para o Sistema Decimal
Para converter um número binário em decimal, deve-se multiplicar cada bit pelo seu valor de posição (que é indicado pelo valor da base) e somar os resultados.
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Exemplo:
Na conversão de 1010 2 para o sistema decimal, procede-se da seguinte forma:
Potência de 2 23 22 21 20 Binário 1 0 1 0 Valor de posição 1 x 8 0 x 4 1 x 2 0 x 1 Nº decimal 8 + 0 + 2 + 0 = 10 10
Conversão do Sistema Decimal para o Sistema Binário A conversão de números do sistema decimal para o sistema binário é realizada efetuando-se divisões sucessivas do número decimal pela base a ser convertida (no caso 2) até o último quociente possível. O número transformado será composto por este último quociente (algarismo mais significativo) e, todos os restos, na ordem inversa às divisões.
Exemplo: 47 2
1 23 2
1 11 2 1 5 2
1 2 2 0 1
O último quociente será o algarismo mais significativo e ficará colocado à esquerda. Os outros algarismos seguem-se na ordem até o 1º resto:
1 0 1 1 1 1 último 5º 4º 3º 2º 1º quociente resto resto resto resto resto 1011112 = 47 10
2.3. Sistema Octal O sistema octal de numeração é um sistema de base 8 no qual existem 8 algarismos: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.
Para representarmos a quantidade oito, agimos do mesmo modo visto anteriormente para números binários e decimais, colocamos o algarismo 1 seguido do algarismo 0, significando que temos um grupo de oito adicionados a nenhuma unidade. A tabela 02 mostra a correspondência entre números decimais e octais
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Convém lembrar que a regra só é válida entre sistemas numéricos de base múltipla de 2N, sendo N um número inteiro.
Conversão do Sistema Binário para o Sistema Octal Para efetuar esta conversão, vamos aplicar o processo inverso ao utilizado na conversão de octal para binário. Como exemplo, vamos utilizar o número
Para transformar este número em octal, vamos primeiramente separá-lo em grupos de 3 bits a partir da direita, e efetuar a conversão de cada grupo de bits diretamente para o sistema octal:
110 010 6 2
O número convertido será composto pela união dos algarismos obtidos. 1100102 = 62 8
No caso do último grupo se formar incompleto, adicionamos zeros à esquerda, até completá-lo com 3 bits. Para exemplificar, vamos converter o número 1010 2 em octal: 001 010 10102 = 12 8 1 2
2.4. Sistema Hexadecimal
O sistema hexadecimal tem a base 16. Os 16 símbolos que constituem a numeração hexadecimal são os seguintes algarismos e letras: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, A, B, C, D, E e F.
A tabela 03 a seguir mostra relação entre numeração decimal e hexadecimal
Decimal Hexa Decimal Hexa Decimal Hexa 0 0 11 B^22 1 1 12 C^23 2 2 13 D^24 3 3 14 E^25 4 4 15 F^26 1A 5 5 16 10 27 1B 6 6 17 11 28 1C 7 7 18 12 29 1D 8 8 19 13 30 1E 9 9 20 14 31 1F 10 A^21 15 32 Tabela 03 – Hexadecimal x Decimal
Este sistema é muito utilizado na área dos microprocessadores e também no mapeamento de memórias em sistemas digitais, tratando-se de um sistema numérico muito importante, sendo aplicado em projetos de software e hardware.
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Conversão do Sistema Hexadecimal para o Sistema Decimal
A regra de conversão é análoga à de outros sistemas, somente neste caso, a base é 16. Como exemplo, vamos utilizar o número 3F 16 e convertê-lo em decimal: 160 161 3 F 3 x 16^1 + F x 16^0 sendo F 16 = 15 10 , substituindo temos: 3 x 16^1 + 15 x 16^0 = 3 x 16 + 15 x 1 = 63 10 3F 16 = 63 10
Conversão do Sistema Decimal para o Sistema Hexadecimal Da mesma forma que nos casos anteriores, esta conversão se faz através de divisões sucessivas pela base do sistema a ser convertido. Para exemplificar vamos transformar o número 1000 10 em hexadecimal:
1000 16
1º resto 8 62 16 2º resto 14 3
último quociente
Sendo 14 10 = E 16 , temos: 3E8 16 100010 = 3E8 16
Conversão do Sistema Hexadecimal para o Sistema Binário
É análoga à conversão do sistema octal para o sistema binário, somente, neste caso, necessita-se de 4 bits para representar cada algarismo hexadecimal.
Como exemplo, vamos converter o número C13 16 para o sistema binário:
C (C 16 = 12 10 ) 1 3 1100 0001 0011
C13 16 = 110000010011 2
Conversão do Sistema Binário para o Sistema Hexadecimal
É análoga à conversão do sistema binário para o octal, somente que neste caso, agrupamos de 4 em 4 bits da direita para a esquerda. A título de exemplo, vamos transformar o número 10011000 2 em hexadecimal:
1001 1000 100110002 = (^9816) 9 8
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O complemento-de-2 de um número binário é obtido trocando-se cada 0 por 1, e cada 1 por 0, e somando-se 1 ao resultado. O primeiro passo, a inversão de cada bit, é chamado complementação de 1. Por exemplo, o complemento-de-1 de 10110110 é 01001001.
O complemento-de-2 de um número binário é formado somando-se 1 ao complemento-de-1 do mesmo número. Por exemplo, o complemento-de-2 de 10110110 é obtido como a seguir:
Número 10110110 Complemento-de-1 01001001 Soma-se 1 + 1 Complemento-de-2 01001010
A operação de subtração pode ser executada convertendo-se o subtraendo (o número a ser subtraído em seu complemento-de-2 e, então, somando-se ao minuendo (o número do qual se subtrai). Para ilustrar, considere a subtração no número 1001 de 1100 (decimal 9 de decimal 12).
Subtração Normal Subtração em complemento-de- Minuendo 1100 Minuendo 1100 Subtraendo - 1001 Complemento-de-2 do subtraendo + Diferença 0011 Soma 10011 Desprezar vai-um final
Assim, o resultado final é 0011 (decimal 3).
Multiplicação binária
A multiplicação de números binários é feita da mesma maneira que a multiplicação de números decimais. O processo é, na verdade, mais simples, já que os dígitos multiplicadores são ou 0 ou 1, de modo que, em qualquer instante, estaremos multiplicando por 0 ou por 1 e por nenhum outro dígito. O exemplo seguinte ilustra o fato:
1 0 0 1 Multiplicando = 9 10 1 0 1 1 Multiplicador = 11 10 1 0 0 1 1 0 0 1 0 0 0 0 Produtos parciais 1 0 0 1 1 1 0 0 0 1 1 Produto final = 99 10
Neste exemplo, tanto o multiplicando como o multiplicador estão na forma binária verdadeira e não são usados bits de sinal. Os passos seguidos no processo são exatamente os mesmos da multiplicação decimal. Primeiro, o LSB do multiplicador é examinado; no nosso exemplo, ele é igual a 1. Este 1 multiplica o multiplicando produzindo 1001, que é escrito abaixo como o primeiro produto parcial. A seguir, o segundo bit do multiplicador é examinado.
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Ele é um 1, de modo que 1001 é escrito no segundo produto parcial. Note que este segundo produto parcial é deslocado de uma posição para a esquerda, em relação ao primeiro. O terceiro bit do multiplicador é 0, de modo que 0000 é escrito como sendo o terceiro produto parcial; de novo, ele é deslocado de uma posição para a esquerda em relação ao produto parcial anterior.
O quarto bit do multiplicador é igual a 1, de forma que o último produto parcial é 1001, novamente deslocado de uma posição para a esquerda. Os quatro produtos parciais são, então, somados para produzir o produto final. A maioria das máquinas digitais pode somar apenas dois números binários de cada vez. Por esta razão, os produtos parciais formados durante a multiplicação não podem ser todos somados ao mesmo tempo. Em vez disto, eles são somados dois por vez, isto é, o primeiro é somado ao segundo e o resultado é somado ao terceiro, e assim por diante. Este processo está ilustrado para o exemplo anterior.
1 0 0 1 Primeiro produto parcial Soma-se 1 0 0 1 Segundo produto parcial deslocado para esquerda 1 1 0 1 1 Soma dos primeiros produtos parciais Soma-se 0 0 0 0 Terceiro produto parcial deslocado para esquerda 0 1 1 0 1 1 Soma dos três primeiros produtos parciais Soma-se 1 0 0 1 Quarto produto parcial deslocado para esquerda 1 1 0 0 0 1 1 Soma de quatro produtos parciais = produto total
Divisão binária O procedimento para dividir um número binário (o dividendo) por outro (o divisor) é igual àquele que é seguido para os números decimais, ao qual normalmente nos referimos como “divisão longa”. O processo real é mais simples em binário; pois, quando estamos verificando quantas vezes o divisor “cabe” no dividendo, existem apenas duas possibilidades: 0 ou 1. Para ilustrar, considere o seguinte exemplo:
Na maioria das máquinas digitais modernas, as subtrações que fazem parte da operação de divisão são, usualmente, executadas usando-se a subtração com complemento-de-2, isto é, complementando o subtraendo e somando.
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Tabela-verdade de uma Função E ou AND
Chamamos de tabela-verdade um mapa onde colocamos todas as possíveis situações com seus respectivos resultados. Na tabela 04, iremos encontrar o modo como a função se comporta. A seguir, iremos apresentar a tabela-verdade de uma função E ou AND para 2 variáveis de entrada:
Tabela 04 – Tabela Verdade função E para 2 entradas
Simbologia A porta E é um circuito que executa a função E, sendo representada na prática, através do símbolo abaixo:
Figura 02 – Simbologia da Função E
Teremos a saída no estado 1 se, e somente se, as 2 entradas forem iguais a 1 , e teremos a saída igual a 0 nos demais casos.
Podemos estender o conceito da função E com 2 variáveis de entrada para qualquer número de entradas. Para exemplificar, mostraremos uma porta E de 3 variáveis de entrada, sua tabela-verdade e sua expressão booleana ( Figura 03 e Tabela 4.1 ):
Figura 03 – Simbologia da Função E para 3 entradas e sua expressão
S S
C
B
A
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Tabela 04.1 – Tabela Verdade função E para 3 entradas
Notamos que a tabela-verdade mostra as 8 possíveis variações das variáveis de entrada e seus respectivos resultados na saída. O número de situações possíveis é igual a 2N, onde N é o número de variáveis de entrada.
No exemplo: N = 3 2^3 = 8.
Função OU ou OR A função OU ou OR é aquela que assume valor 1 quando uma ou mais variáveis da entrada forem iguais a 1 e assume valor 0 se, e somente se, todas as variáveis de entrada forem iguais a^0. Sua representação algébrica para 2 variáveis de entrada é S = A + B, onde se lê S = A ou B.
O termo OR também utilizado é derivado do inglês.
O circuito da figura 04 abaixo representa a função OU:
Figura 04 – Circuito elétrico equivalente da Função OR
Tabela-verdade da Função OR ou OU Nesta tabela 05, temos todas as situações possíveis com os respectivos valores que a função OU assume.
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Figura 07 – Circuito elétrico equivalente da Função NÃO
CONVENÇÃO CHAVE ABERTA = 0 LÂMPADA ACESA = 1 CHAVE FECHADA = 1 LÂMPADA APAGADA = 0
A lâmpada S acenderá ( 1 ) quando a chave A estiver aberta ( 0 ). Quando a chave A estiver fechada ( 1 ), a lâmpada será curto-circuitada e não acenderá ( 0 ).
Veja a seguir o símbolo, as combinações possíveis da chave e a respectiva tabela-verdade.
Figura 08 – Tabela Verdade e Simbologia da Função NÃO
Os sistemas digitais mais complexos, como computadores de grande porte, são construídos a partir das portas lógicas básicas E, OU e NÃO. A partir dessas portas, podem-se construir quatro outras denominadas portas lógicas derivadas.
Elas são: porta NE (ou NÃO E), porta NOU (ou NÃO OU), porta OU EXCLUSIVO e porta NÃO OU EXCLUSIVO.
Função NÃO E, NE ou NAND. Como o próprio nome “NÃO E” diz: essa função é a composição da função E com a função NÃO, ou seja, teremos a função E invertida. É representada algebricamente da seguinte forma:
S = (A. B), onde o traço indica que teremos a inversão do produto A. B.
Porta NE ou NAND é o bloco lógico que executa a função NAND. Sua tabela- verdade e símbolo são mostrados a seguir:
A S A S
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Figura 09 – Tabela Verdade e Simbologia da Função NÃND
Podemos também formar uma porta NAND através da composição de uma porta AND com um inversor ligado a sua saída.
Figura 10 – Porta NAND
Função NÃO OU, NOU ou NOR. A função NOU é a composição da função NÃO com a função OU, ou seja, a função NOU será o inverso da função OU. É representada da seguinte forma:
S = (A+B), onde o traço indica a inversão da soma A + B.
Porta NOU ou NOR é o bloco lógico que executa a função NOU. Sua tabela- verdade e símbolo são mostrados abaixo na figura 11
Figura 11 – Tabela Verdade e Simbologia da Função NOR
De maneira análoga, podemos formar uma porta NOU utilizando uma OU e um inversor ligado à sua saída.
Figura 12 – Porta NOR
A
B
S
A
B
S
A
B
S
A
B
S