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Tipologia: Resumos
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Não perca as partes importantes!





























































































Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
C
CENTRO UNIVERSITÁRIOPICANÇO, Fabiana Cristina DE MARINGÁ. de Azevedo; PERIOTTO, Tânia Regina Corredato(Org.). EmpreendedorismoTania Regina Corredato & Inovação. Periotto Fabiana (Organizadores). Maringá-Pr.: Cristina de Azevedo Picanço; CESUMAR, 2017. 342p. ISSN 978-85-459-0891-3 (on-line)
Ficha catalográfica elaborada pelo Bibliotecário João Vivaldo de Souza – CRB-9 / Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo parcial, por qualquer processo mecânico, eletrônico, reprográfico etc., semCopyright © 2017 para o autor a autorização, por escrito, dos autores. Todos os direitos reservados desta edição 2017 para os autores. Endereço para correspondência: UNICESUMAR EMPRESARIAL Av. Guedner, 1610 - Bloco 10, 3º Andar –Jardim Aclimação – CEP 87.050-390 - Maringá – PR email: [email protected]/Fax (44) 3027-6360 Ramal 1181
UNICESUMAR - CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MARINGÁ Reitor Wilson de Matos Silva Vice-Reitor Wilson de Matos Silva Filho Pró-Reitor de Educação a Distância William Victor Kendrick de Matos Silva Pró-Reitor de Ensino Valdecir Antônio Simão Pró-Reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Marcos Antônio da Silva Diretora de Pesquisa Ludhiana Ethel Kendrick de Matos Silva Organizadores Fabiana Cristina de Azevedo Picanço Tânia Regina Corredato Periotto Colaboradora Margareth Soares Galvão
Comissão Científica Me. Alessandra Cenerino Me. Alessandra V. Ferreira dos Santos Me. Altemar Carlos CristianoDr. Alvaro José Periotto Me. Ana Paula de Melo e Silva Vaz Me. Antonio Jose Saviani da Silva Dra. Edna de Souza Machado Santos Me. Fernanda Yumi TsujiguchiDra. Laurice de Fátima Gobbi Ricardo Me. Luciano Ferreira Dra. Regina de Jesus Chicarelle Me. Ricardo Dantas Lopes Normalização Neusa Barbosa de Oliveira Revisor de Língua Portuguesa Maria Dolores Machado Capa ComJr Consultoria Júnior de Comunicação Projeto Gráfico e Diagramação JETA Comunicação Multimídia As ideias e opiniões emitidas nos artigos são de exclusiva responsabili-dade dos autores, não refletindo, necessariamente, as opiniões do editor e, ou, da UNICESUMAR - Centro Universitário de Maringá.
EXPEDIENTE
Adriana Ferreira De Souza, Andreia Aparecida Ferreira de Souza, Edi Carlos de Oliveira ......................................................................................................... 9
2 UM OLHAR PELO RETROVISOR: DIFERENTES TRAJETÓRIAS DE EMPRESAS RONDONENSES QUE ALCANÇARAM O SUCESSO AO EMPREENDER E INOVAR NO SEGMENTO DE BIJUTERIAS Edi Carlos de Oliveira, Emerson José Gomes da Silva .................................. 37
3 O PERFIL EMPREENDEDOR DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DOS ACADÊMICOS DO CURSO DE PEDAGOGIA DA UNICESUMAR – MARINGÁ - PR Fabiana Cristina de Azevedo Picanço, Ricardo Azenha Loureiro Albuquerque, Tania Regina Corredato Periotto ....................................................................
4 EMPREENDEDORISMO EM AÇÕES EDUCATIVAS: O CASO DO MUSEU HISTÓRICO DA UNICESUMAR Valdelice dos Anjos Rasimaviko Rejani, Lilian Gonçalves, Regiane da Silva Macuch ....................................................................................................... 81
5 QUEBRANDO PARADIGMAS NOS ESTÁGIOS OBRIGATÓRIOS: UM ESTUDO MULTICASO DA ATUAÇÃO DOS ALUNOS DE ADMINISTRAÇÃO JUNTO ÀS ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL Marcia de Souza, Silvio César de Castro .................................................... 105
Empreendedorismo é a disposição para identificar problemas e oportunidades e investir recursos e competências na criação de um negócio, projeto ou movimento que seja capaz de alavancar mudanças e gerar um impacto positivo, segundo a Endeavor. Significa superar desafios, aprender coisas novas, ter e colocar em prática novas ideias. Empreendedores indagam a realidade e fazem acontecer à evolução todos os dias, em todas as partes do Brasil e do mundo. Ao inovar e solucionar problemas de outras pessoas, de outras empresas ou de toda a sociedade, um empreendedor e seu novo negócio promovem um grande desenvolvimento, muitas vezes gerando algo inovador. Neste livro são apresentados 13 capítulos na modalidade estudo de caso com o foco no Empreendedorismo e Inovação, tendo como objetivo estimular os leitores a vivenciar exemplos e casos reais de sucesso empresarial e institucional. Os primeiros capítulos abordam o empreendedorismo feminino e como ele vem alcançando grandes resultados, promovendo o segmento de maquiagem e, também, de bijuterias, alavancando a presença da mulher no mercado de trabalho. No cenário educacional, trata como o empreendedorismo desponta no segmento pedagógico, explora àqueles que aprendem a teoria e exercitam em práticas e provocam as habilidades e competências daqueles que ensinam e aprendem neste ambiente educacional. O exemplo disso está em uma atividade desenvolvida com os alunos do curso de Pedagogia, das ações educativas no
museu da Unicesumar e na quebra de paradigmas dos estágios obrigatórios junto às organizações da sociedade civil. Além dos assuntos já elencados, o leitor poderá conhecer o empreendedorismo voltado para a geração de energia eólica, assim como a identificação de oportunidade no setor ervateiro e o intraempreendedorismo em uma instituição de ensino. O livro aborda, também, em um dos capítulos, a temática que se dedica aos empreendedores em espaços de coworking, vislumbrando o contexto da economia colaborativa, bem como as contribuições do capital intelectual no processo de incubação. E, por fim, o último capítulo traz um rico levantamento e avaliação do Ecossistema de Inovação e do perfil dos empreendedores de startups de Maringá – PR, dados cedidos gentilmente pelo Sebrae Maringá. Em tempo, esta obra tem a pretensão de destacar ao leitor a importância e a infinidade de possibilidades que o empreendedorismo e a inovação possibilitam. Que os conteúdos aqui abordados, sirvam como reflexão e norteiem novas pesquisas e experiências. Assim, agradecemos ao parceiro e financiador deste livro, o Sebrae, em especial, o Sebrae Paraná. Desejamos a você, leitor, uma ótima apreciação deste exemplar!
EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO
No século XXI, a exposição da imagem da mulher e a necessidade de projeção do “eu” nos grupos sociais se expande por meio das mídias sociais (SIBILIA, 2008), de modo que o cotidiano das mulheres – que são seres visuais
O reflexo no espelho e a projeção do “Eu”: a evolução da maquiagem no contexto da mulher empreendedora
a mulher tem de si mesma a impele a estabelecer relações pessoais com o próximo. De acordo com Hallawell (2010), a imagem pessoal é formulada primeiramente pelo rosto, uma vez que o rosto é a parte do corpo que confere identidade. É nele que se reconhece as pessoas. O mesmo é repleto de simbologias que comunicam ao próximo, tais como a idade aparente, a nacionalidade, o humor, a personalidade e o estilo, pois qualquer modificação no rosto altera a percepção que se tem de si mesmo. A maquiagem é um artifício utilizado pelo homem desde os primórdios dos tempos. Sua ligação com a construção de máscaras sempre esteve presente na história da humanidade. O que antes era usado como forma de proteção divina ou espiritual, ganhou outros significados com o passar dos tempos. O consumo de cosméticos, associados à maquiagem, tem aumentado consideravelmente ano após ano. Estudos revelam que a maquiagem dá às mulheres além de beleza, confiabilidade e competência aos olhos de quem as vê. Será que Cleópatra seria a mesma sem o seu olho marcado com delineador? Marilyn Monroe teria a mesma sensualidade sem o seu batom vermelho? Ney Matogrosso teria exercido tanto fascínio e sucesso sem o rosto com pintura? E o grupo Kiss, causaria o mesmo impacto se não usasse maquiagem? A maquiagem tem o poder de transmitir a imagem pessoal desejada ou o aprimoramento de uma imagem já existente? De que maneira os produtos de maquiagem modificam a estrutura de um rosto? A imagem de um “rosto lavado” difere muito da imagem deste mesmo rosto quando maquiado? A maquiagem traz muitas informações sobre o meu “eu” e sobre a moda no contexto da evolução feminina na sociedade transformada ao longo dos anos esbanjando sensualidade, ousadia e acima de tudo, personalidade. Diante da contextualização apresentada, o objetivo geral deste artigo é compreender de que maneira a maquiagem contribui para a autoestima e
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adquiridos; e a pesquisa do tipo descritiva descreve como os fatos foram “[...] observados, registrados, analisados, classificados e interpretados, sem interferência do pesquisador e há uso de técnicas padronizadas de coleta de dados” (GIL, 2008, p. 117). Para a construção deste artigo utilizaram-se dados primários e secundários. Os dados primários foram coletados por meio de entrevistas semiestruturadas a partir de um roteiro pré-elaborado, com perguntas abertas, para identificar a autoimagem feminina. As entrevistas foram realizadas no mês de outubro de 2016; sendo que todas foram gravadas e transcritas para serem utilizadas na análise dos dados e na construção dos resultados da pesquisa. No total, foram realizadas selecionadas seis consultoras de beleza de cinco marcas: Avon, Natura, O Boticário, Mary Kay e Jequiti. Gerhardt e Silveira (2009) destacam que as informações devem ser provenientes de diferentes pessoas e com o uso de diferentes técnicas de pesquisa, tais como a entrevista e a observação. Os dados secundários foram coletados por meio de pesquisa bibliográfica. A partir dos dados coletados, a seguinte etapa foi a análise dos dados, onde foi realizada, utilizando-se a técnica de análise de conteúdo (BARDIN, 1977). Gil (2008) explica que o objetivo deste tipo de análise é verificar hipóteses e/ou descobrir o que está por trás de cada assunto, recorrendo a documentos quando necessário. Nesta etapa, analisou-se a transcrição das seis entrevistas com o intuito de captar dados ou informações que levassem ao alcance do objetivo proposto. Nesta etapa percebeu-se a realidade do segmento das consultoras de beleza da cidade de Atalaia, Estado do Paraná, e a forma com que essas mulheres se aproveitaram deste nicho de mercado para tornarem-se empreendedoras.
EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO
O empreendedorismo vem se ganhando cada vez mais espaço na sociedade, de modo que se torna necessário identificar as oportunidades que surgem. Neste cenário, percebe-se grande participação das mulheres no mercado. No intuito de alcançar o objetivo proposto neste artigo, esta seção tem o propósito de sustentar teoricamente as discussões inerentes à pesquisa sobre a evolução da maquiagem no contexto da mulher empreendedora. Assim, serão abordados os seguintes temas: empreendedorismo; empreendedorismo por oportunidade e inovação; mulher empreendedora; a origem e evolução da maquiagem; e, mercado da beleza.
3.1 EMPREENDEDORISMO
Durante o decorrer da história, o empreendedorismo não consolidou uma definição exata, a palavra empreendedor vem do francês entrepreuner, que significa aquele que assume riscos em busca de algo novo. O empreendedor e o empreendedorismo tiveram avanços durantes os séculos XIX e XX, sejam eles intermediários, participantes ou administrativos, investidores, até se tornar inovador. Atualmente o empreendedorismo liga a ciência e o mercado para criação de novos nichos de mercado, gerando eficiência e atingindo o sucesso (HISRICH; PETERS; SHEPHERD, 2009). Dolabela (1999, p. 43) acrescenta que “empreendedorismo é um neologismo derivado da livre tradução da palavra entrepreneurship e utilizado para designar os estudos relativos ao empreendedor, seu perfil, suas origens, seu sistema de atividades, seu universo de atuação”. Baron e Shane (2011, p. 6) destacam que “[...] o empreendedorismo como uma área de negócios busca entender como surgem as oportunidades para criar algo novo [...]”. Por outro lado, Dolabela (1999) afirma que o
EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO
e complementa que “a oportunidade é fator-chave para o sucesso, mas não necessariamente o principal motivo para a abertura de um novo negócio” (DORNELAS, 2007, p. 81). Em complemento, Hisrich, Peters e Shepherd (2009, p. 173-174) destacam que:
[...] alguns empreendedores conseguem recolher uma oportunidade de negócio, o que é fundamental para o processo empreendedor e para a expansão de uma empresa. Uma oportunidade de negócio representa uma possibilidade para um empreendedor atender com êxito a uma necessidade insatisfeita suficientemente grande, o que resulta em vendas e lucros.
Baron e Shane (2011) frisam que muitas pessoas pensam que as oportunidades levam os empreendedores a desenvolver novos produtos e serviços, mas existem pesquisas que demonstram que a principal razão pela qual empreendedores conseguem identificar uma oportunidade é o desejo de lucrar com ela, ou seja, “[...] certas oportunidades favorecem negócios já estabelecidos, ao passo que outras favorecem novos negócios”.
3.3 INOVAÇÃO EM EMPREENDEDORISMO
Inovar é algo que ocorre por ideias para criar algo novo ou para melhorar algo já existente no mercado. Além disso,a inovação “[...] envolve observação, percepção e criatividade” (BERNARDI, 2003, p. 113). O Manual Frascati (OCDE – Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico apud SÁENZ, CAPOTE, 2002) considera inovação tecnológica como:
A transformação de uma ideia em produto novo ou melhorado que se introduz no mercado, ou em novos sistemas de produção, e em sua difusão, comercialização e utilização. Entende-se também por inovação tecnológica, a melhoria substancial de produtos ou processos já existentes.
O reflexo no espelho e a projeção do “Eu”: a evolução da maquiagem no contexto da mulher empreendedora
A inovação é caracterizada pela implementação de um produto novo ou significativamente melhorado, ou um processo, ou um novo método de marketing, ou um novo método organizacional nas práticas de negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações externas. Essa definição abrangente de uma inovação compreende amplo conjunto de inovações possíveis, uma inovação pode ser mais estreitamente categorizada em virtude da implementação de um ou mais tipos de inovação, por exemplo, inovações de produto e de processo (MANUAL DE OSLO, 2005). Na década de 1970 já estava bastante difundido – nos países de capitalismo avançado – mesmo que não amplamente aceito por parcela dos membros de suas academias, os pressupostos daquilo que se convencionou denominar de economia da inovação, que teve como matriz teórica o que se conhece como teoria da inovação, cujo maior expoente foi Joseph Schumpeter. Até fins dos anos de 1970, nas suas primeiras formulações, com sua inspiração schumpeteriana, descreve o “empresário empreendedor” como o ator fundamental no processo de inovação e, derivado deste, da competitividade das empresas. O empresário foi então descrito como o responsável por fazer com que as invenções se transformassem em inovações, produtos, bens ou serviços e processos introduzidos no mercado (SILVA, 2012). As oportunidades de inovações podem estar relacionadas a vários fatores. Primeiramente, a inovação pode assumir a função de produto, por estar relacionada à introdução de um novo bem. Este produto pode ser totalmente novo no mercado de atuação ou somente apresentar qualidades diferenciadas de um produto já existente. Outro tipo de inovação está baseado em um novo processo de produção, ou seja, um método que ainda não tenha sido testado pela experiência no ramo próprio da indústria de transformação, que de modo algum precisa ser baseada numa descoberta cientificamente nova e pode consistir também em nova maneira de manobrar comercialmente uma mercadoria (SCHUMPETER, 1982).
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divergências do modelo linear de produção, afirmam a posição central ocupada pelas empresas ou corporações no desenvolvimento de novas tecnologias. Consideram as habilidades organizacionais, a identificação de oportunidades, o desenvolvimento e acumulação de competências diversas e abrangentes por parte das organizações, mais importantes do que as conquistas puramente técnicas. Nesta perspectiva, que implica uma visão das empresas como organizações de aprendizado interativo e coletivo constituindo trajetórias tecnológicas próprias e particulares, os fatores organizacionais e do aprendizado teriam grande destaque e o processo de inovação envolveria uma série de atividades científicas, tecnológicas, organizacionais, financeiras e comerciais (OECD, 2016). De tal modo, percebe-se que a atuação da mulher no mercado, ocupando cargos até então exclusivos dos homens, ou até mesmo empreendendo na abertura de empresas também pode ser visto como uma forma de inovação. Assim, levando-se em consideração o objetivo desta pesquisa e a fim de compreender melhor a atuação feminina no mercado, a próxima seção traz uma abordagem para a compreensão da mulher empreendedora, destacando algumas de suas características principais.
A inserção no mercado de trabalho e o empoderamento feminino levou a mulher a empreender, ou seja, a mulher empreendedora é aquela que acorda todos os dias disposta a realizar seu sonho profissional muitas vezes iniciando o seu próprio negócio. Atualmente, os números de mulheres no mercado de trabalho têm crescido frequentemente, “[...] 43% das novas empresas foram criadas por empreendedoras e mais de 30% das mulheres são as principais provedoras de suas famílias” (SHINYASHIKI, 2015, p. 22).
EMPREENDEDORISMO & INOVAÇÃO
O papel da mulher na sociedade desde sempre foi definido como o de ‘dona de casa’, responsável pelo cuidado e bem-estar dos filhos, do marido e da casa, submissa aos pais ou ao marido. Mas a realidade hoje é outra devido à mudança de comportamento das mulheres, não no sentido de superarem os homens, mas sim para competir em igualdade com os mesmos (GELAIN; OLIVEIRA, 2014, p. 38).
Motivadas pela oportunidade e impulsionadas por necessidades, as mulheres empreendedoras estão mudando a história do empreendedorismo mundial (GELAIN; OLIVEIRA, 2014). Sobre este ponto de vista, Shinyashiki (2015, p. 22) acrescenta que elas são:
Guerreiras e batalhadoras, as mulheres vêm ocupando cada vez mais espaço, merecidamente. Elas atuam nos mais variados setores do mercado de trabalho e conquistaram postos no alto escalão das empresas. Provaram que podem chegar muito longe, realizar seus sonhos e alcançar a tão almejada independência financeira.
O reconhecimento da mulher empreendedora é um fator importante em seu crescimento, como comenta Machado et al. (2003), ao destacar que a estatística das mulheres empreendedoras cresceu significativamente nas últimas décadas, notando-se que as mulheres estão presentes em todos os segmentos empresariais, mesmo ainda existindo desigualdades de oportunidades de trabalho, diferenciais de remuneração entre homens e mulheres, obstáculos na ascensão a cargos de chefia etc. Mas não há como negar o fato de que as mulheres têm o hábito de se embelezar para o trabalho, utilizando diversos cosméticos e produtos de beleza, tais como a maquiagem, que garante a ela boa apresentação pessoal para sua atuação profissional. Entendendo este contexto, a seguir, encontra- se uma apresentação histórica sobre a origem e evolução da maquiagem.