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Enfermidades Equinas, Trabalhos de zootecnia

Trabalho sobre enfermidades equinas

Tipologia: Trabalhos

2011

Compartilhado em 10/10/2011

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Doenças e Enfermidades
Eqüinas
Prof.: Fabio Arantes Quintão
Tulio Cesar dos Santos Bernardes
Palmas – To
2011
Sumário
1 – Verminoses 6
1.1 - Agente Causador. 6
1.2 – Transmissão. 6
1.3 - Sinais Clínicos. 6
1.3 – Prolaxia. 6
1.4 - Tratamento. 6
1.5 – Controle. 7
2 - Encefalomielite Eqüina. 7
2.1 - Agente Causador. 7
2.2 – Transmissão. 7
2.4 - Sinais Clínicos. 7
2.5 – Prolaxia. 7
2.6 – Tratamento. 7
2.7 - Controle 8
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Doenças e Enfermidades

Eqüinas

Prof.: Fabio Arantes Quintão

Tulio Cesar dos Santos Bernardes

Palmas – To

Sumário

1 – Verminoses 6

1.1 - Agente Causador. 6

1.2 – Transmissão. 6

1.3 - Sinais Clínicos. 6

1.3 – Profilaxia. 6

1.4 - Tratamento. 6

1.5 – Controle. 7

2 - Encefalomielite Eqüina. 7

2.1 - Agente Causador. 7

2.2 – Transmissão. 7

2.4 - Sinais Clínicos. 7

2.5 – Profilaxia. 7

2.6 – Tratamento. 7

2.7 - Controle 8

1 – Verminoses

1.1 - Agente Causador.

Varias Espécies de Parasitas, sendo os mais comuns os cestóides e ascarídeos.

  • 3 - Artrite viral Eqüina
  • 3.1 - Agente Causador
  • 3.2 - Transmissão
  • 3.4 - Sinais Clínicos
  • 3.5 - Profilaxia
  • 3.6 - Tratamento
  • 3.7 - Controle
  • 4 - Rinopneumonia Eqüina
  • 4.1 - Agente Causador
  • 4.2 - Transmissão
  • 4.3 - Sinais Clínicos
  • 4.4 - Profilaxia
  • 4.5 - Tratamento
  • 4.6 - Controle
  • 5 - Adenite Eqüina (Garrotilho)
  • 5.1 - Agente Causador
  • 5.2 - Transmissão
  • 5.3 - Sinais Clínicos
  • 5.4 - Profilaxia
  • 5.5 - Tratamento
  • 5.6 - Controle
  • 6 - Anemia Infecciosa Eqüina
  • 6.1 - Agente Causador
  • 6.2 - Transmissão
  • 6.3 - Sinais Clínicos
  • 6.4 - Profilaxia
  • 6.5 - Tratamento
  • 6.6 - Controle
  • 7 - Mormo
  • 7.1 - Agente Causador
  • 7.2 - Transmissão
  • 7.3 - Sinais Clínicos
  • 7.4 - Profilaxia
  • 7.5 - Tratamento
  • 7.6 - Controle
  • 8 - Influenza Eqüina
  • 8.1 - Agente Causador
  • 8.2 - Transmissão
  • 8.3 - Sinais Clínicos
  • 8.4 - Profilaxia
  • 8.5 - Tratamento
  • 8.6 - Controle
  • 9 - Tétano
  • 9.2 - Transmissão
  • 9.3 - Sinais Clínicos
  • 9.4 - Profilaxia
  • 9.5 - Tratamento
  • 9.6 - Controle
  • 10 - Raiva Eqüina
  • 10.1 - Agente Causador
  • 10.2 - Transmissão
  • 10.3 - Sinais Clínicos
  • 10.4 - Profilaxia
  • 10.5 - Tratamento
  • 10.6 - Controle
  • 11 - Leptospirose Eqüina
  • 11.1 - Agente Causador
  • 11.2 - Transmissão
  • 11.3 - Sinais Clínicos
  • 11.4 - Profilaxia
  • 11.5 - Tratamento
  • 11.6 - Controle
  • 12 - Poliartrite dos Potros
  • 12.1 - Agente Causador
  • 12.2 - Transmissão
  • 12.3 - Sinais Clínicos
  • 12.4 - Profilaxia
  • 12.5 - Tratamento
  • 12.6 - Controle
  • 13 - Laminite Eqüina
  • 13.1 - Sinais Clínicos
  • 13.2 - Tratamento
  • 13.3 - Controle
  • 14 - Cólica Eqüina
  • 14.1 - Tipos de Cólica
  • 14.2 - Sinais Clínicos
  • 14.3 - Tratamento
  • 14.4 - Controle
  • 15 - Referências Bibliográficas

Animais infectados com os vermes adultos eliminam os ovos destes parasitos com as fezes, onde estes se transformam em larvas, ocorrendo à ingestão dos mesmos.

1.3 - Sinais Clínicos.

Redução da produção leiteira.

Diminuição do desenvolvimento de animais jovens.

Morte em animais jovens dependendo do grau de infestação.

Cólicas e tumores.

Emagrecimento.

Pelos secos e arrepiados.

Fraqueza e falta de apetite.

1.3 – Profilaxia.

Rotação de pastagens.

1.4 - Tratamento.

Fazer uso de vermífugos específicos.

1.5 – Controle.

Separar os animais infectados.

Colocar em quarentena animais recém chagados.

Fazer exame de OPG periodicamente.

2 - Encefalomielite Eqüina.

2.1 - Agente Causador.

Vírus.

3.2 - Transmissão

Contato direto de animal com animal através das vias respiratórias

Contato indireto através de equipamentos e inseminação

Sem dúvida, diferentemente de outros vírus, AVE pode conservar-se no sêmen do reprodutor e infectar as éguas pela cobertura ou através da inseminação artificial.

3.4 - Sinais Clínicos

Febre, edema (especialmente das extremidades, genitais e ao redor dos olhos), aborto , descarga nasal, dermatite (localizada ou generalizada), perda de apetite.

3.5 - Profilaxia

Separar os animais infectados

Quarentena em animais recém chegados

3.6 - Tratamento

Por ser a AVE um vírus que, uma vez adquirido, não existe tratamento específico. O tratamento visa amenizar os sintomas para facilitar a recuperação dos animais acometidos.

3.7 - Controle

Vacina viva com o vírus

4 - Rinopneumonia Eqüina

4.1 - Agente Causador

2 tipos de Vírus: EHV-1 e EHV-

4.2 - Transmissão

Via aérea através de muco lançados no ar e contatos diretos com fetos abortados e restos placentários

4.3 - Sinais Clínicos

Os sinais clínicos mais freqüentes incluem ataxia, principalmente nos posteriores, paralisia, incapacidade de urinar e defecar e incapacidade em se levantar e/ ou manter-se em pé, ocorrendo febre, depressão, tosse, corrimento nasal, intolerância ao exercício físico e aborto

3.5 - Profilaxia

Higienização do ambiente

Isolamento de éguas que abortaram

Controle de transito de animais

Diminuir o stress de éguas prenhes

3.6 - Tratamento

Vacinação

3.7 - Controle

Perante um surto de rinopneumonia é importante evitar o contato entre cavalos de origens e proveniências diferentes. Todos os cavalos devem ser rastreados através de análises ao sangue e os positivos devem ser isolados dos negativos.

5 - Adenite Eqüina (Garrotilho)

4.1 - Agente Causador

Bactéria streptococcus equi

4.2 - Transmissão

Contato direto entre animais sadios e enfermos

Aleitamento e acasalamento.

Uso de materiais cirúrgicos não esterilizados.

6.3 - Sinais Clínicos

Forma Aguda:

Febre, respiração acelerada, abatimento e cabeça baixa, debilidade nas patas de modo em que o peso passa de um membro para o outro, inapetência e perda de peso.

5.4 - Profilaxia

Controle periódico de insetos

Higienização diária das instalações

Drenar os pastos alagados

Fiscalização das aguadas e bebedouros

Esterilização de materiais cirúrgicos

5.5 - Tratamento

Aumentar a resistência do animal, desintoxicar o fígado e fortalecer o coração, intensificar o metabolismo.

5.6 - Controle

Separar os animais infectados

Evitar a entrada na fazenda de animais vindos de zonas enzoóticas sem os testes negativos recentes de imunodifusão.

7 - Mormo

6.1 - Agente Causador

Bactéria Burkholderia mallei

6.2 - Transmissão

A transmissão se dá por meio do contato dos animais com as secreções e excreções de doentes, especialmente a secreção nasal e o pus dos abscessos, que contaminam o ambiente.

7.3 - Sinais Clínicos

Forma Aguda:

Febre, aparecimento de pústulas na mucosa nasal, entumescimentos ganglionar, apinéia

6.4 - Profilaxia

Notificação imediata a vigilância sanitária competente

Isolamento da área e dos animais infectados

Cremação dos cadáveres e desinfecção do local e dos alojamentos

Suspensão das medidas profiláticas somente três meses após o último caso constatado.

6.5 - Tratamento

Os produtos usados devem ser à base de sulfas, principalmente sulfadiazina e sulfatiazol ou sulfacnoxalina ou cloranfenicol e outros, em forma de grupos antibióticos

6.6 - Controle

Separar os animais infectados

Evitar a entrada de animais na propriedade

Interdição da propriedade e saneamento do foco

Notificação de qualquer suspeita ao órgão responsável

9.1 - Agente Causador

Bactéria Clostridium tetani

8.2 - Transmissão

Contato direto e indireto através da saliva, secreções nasais e sangue

9.3 - Sinais Clínicos

Mastigação fraca e lenta

Rigidez muscular

Ventre recolhido

Narinas dilatadas

Espasmos generalizados e tremores musculares

8.4 - Profilaxia

Vacinação através de 2 aplicações (dose e reforço) com 4 semanas de intervalo, seguida de vacinação anual de reforço

Uso de soro antitetânico antes das intervenções cirúrgicas ou depois de ferimentos que possam facilitar a infecção

Evitar o contato das feridas profundas com terra ou qualquer sujeira

Eliminar os objetos pontiagudos que possam causar ferimentos acidentais

8.5 - Tratamento

Limpar as feridas e lavá-las com água oxigenada e aplicar anti-séptico adequado

Dar alimentação líquida, de fácil deglutição

Conservar o doente em local abrigado e sossegado, se possível isolado e escuro

Quando o animal não puder permanecer de pé, suspendê-lo com uma faixa e colocar a água e os alimentos à altura da boca

8.6 - Controle

Higienização das instalações e catação de objetos metálicos e pontiagudos

10 - Raiva Eqüina

8.1 - Agente Causador

Vírus Lyssavirus

9.2 - Transmissão

Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos

10.3 - Sinais Clínicos

Alterações de comportamento tipo depressão, demência ou agressão

Incoordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, déficit múltiplo de nervos cranianos e paralisia

9.4 - Profilaxia

Vacinação anual

Vacinar animais de estimação

9.5 - Tratamento

Limpar as feridas e lavá-las com água oxigenada e aplicar anti-séptico adequado

Dar alimentação líquida, de fácil deglutição

Conservar o doente em local abrigado e sossegado, se possível isolado e escuro

Quando o animal não puder permanecer de pé, suspendê-lo com uma faixa e colocar a água e os alimentos à altura da boca

Administrar estreptomicina ou Diidroestreptomicina na dose de 12 mg/kg de peso, duas vezes ao dia, durante 3 dias. Porém, devido ao curso muito rápido da doença, principalmente em animais jovens, a eficiência do tratamento é limitada.

10.6 - Controle

Combater ratos

Armazenar bem as Rações

Higienização das instalações

12 - Poliartrite dos Potros

11.1 - Agente Causador

Bactéria Shigella equirulis

11.2 - Transmissão

Contato direto e indireto.

12.3 - Sinais Clínicos

Febre alta, tristeza, fraqueza.

Inflamação nas articulações e diarréia.

O animal não consegue mamar.

11.4 - Profilaxia

A égua deve ser vacinada contra os germes mais freqüentes, nos últimos meses de gestação e os potros terão seus umbigos, logo após o nascimento curados com iodo.

11.5 - Tratamento

O tratamento deve ser feito a base de sulfas, principalmente sulfametazina e antibióticos de largo aspecto.

11.6 - Controle

As parições devem ser realizadas em piquetes especialmente reservados ou em cocheiras bem limpas e desinfetadas com cama sempre limpa.

Higienização das instalações.

13 - Laminite Eqüina

Laminite é uma doença caracterizada por um processo inflamatório agudo ou crônico das partes sensíveis do casco, que afeta várias espécies de animais domésticos, sendo os eqüídeos os mais susceptíveis.

Divisão dos tipos

Aguda: Provoca dores fortes

Crônica: Casco achinelado

Subclínica: Forma mais comum da laminite

13.1 - Sinais Clínicos

Elevação da temperatura

Respiração acelerada

Animais nervosos e inquietos

Anormalidades quanto o aprumo dos cascos

Fatores predisponentes

Fatores nutricionais

Fatores ambientais

  • Cólica de impacto: quando há uma obstrução, geralmente no intestino grosso, por uma sobrecarga de alimento fibroso não-digerível.
  • Cólica por gases: ocorre mais freqüentemente no intestino grosso, devido ao estiramento do intestino, que leva à dor abdominal.
  • Cólica espasmódica : quando há exacerbada contração peristáltica no sistema gastrointestinal dos eqüinos , devido a um acúmulo de gás dentro do aparelho digestivo destes animais
  • Cólica causada por parasitas: quando há uma obstrução devido a um grande número de parasitas, como o Paracaris equorum.
  • Colite: quando há inflamação do intestino grosso.
  • Deslocamento ou torção gástrica: quando o intestino localiza-se em uma posição anormal do abdômen, podendo muitas vezes torcer, isto recebe o nome de vólvulo.

14.2 - Sinais Clínicos

Os sinais clínicos mais evidentes são evidente inquietação do animal, que passa a realizar movimentos de raspar o chão, sapatear, escoicear o ventre ou por deitar e levantar freqüentemente. Passa a olhar ao flanco, rolar no chão, deitar de costas, passando a sentar de forma semelhante ao cão por um longo período de tempo. Adota uma postura anormal, que recebe o nome de “cavalo pensador”. Em casos de animais castrados, eles passam a expor o pênis sem urinar; urinam mais freqüentemente e em pequenas quantidades; bate continuamente na água sem bebê-la.

13.2 - Tratamento

O tratamento da cólica é feito com a finalidade de eliminar a causa e aliviar a dor. O animal deve ser colocado numa baia, sem comida. Em seguida o médico veterinário deve ser comunicado para que possa aplicar a medicação correta

13.3 - Controle

A prevenção é feita com um manejo adequado, especialmente no bom cuidado com os dentes, no fornecimento de alimentos que possam ser digeridos pelo intestino do eqüino e no controle de parasitas intestinais

15 - Referências Bibliográficas

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