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Trabalho sobre enfermidades equinas
Tipologia: Trabalhos
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1 – Verminoses 6
1.1 - Agente Causador. 6
1.2 – Transmissão. 6
1.3 - Sinais Clínicos. 6
1.3 – Profilaxia. 6
1.4 - Tratamento. 6
1.5 – Controle. 7
2 - Encefalomielite Eqüina. 7
2.1 - Agente Causador. 7
2.2 – Transmissão. 7
2.4 - Sinais Clínicos. 7
2.5 – Profilaxia. 7
2.6 – Tratamento. 7
2.7 - Controle 8
Varias Espécies de Parasitas, sendo os mais comuns os cestóides e ascarídeos.
Animais infectados com os vermes adultos eliminam os ovos destes parasitos com as fezes, onde estes se transformam em larvas, ocorrendo à ingestão dos mesmos.
Redução da produção leiteira.
Diminuição do desenvolvimento de animais jovens.
Morte em animais jovens dependendo do grau de infestação.
Cólicas e tumores.
Emagrecimento.
Pelos secos e arrepiados.
Fraqueza e falta de apetite.
Rotação de pastagens.
Fazer uso de vermífugos específicos.
Separar os animais infectados.
Colocar em quarentena animais recém chagados.
Fazer exame de OPG periodicamente.
2 - Encefalomielite Eqüina.
Vírus.
Contato direto de animal com animal através das vias respiratórias
Contato indireto através de equipamentos e inseminação
Sem dúvida, diferentemente de outros vírus, AVE pode conservar-se no sêmen do reprodutor e infectar as éguas pela cobertura ou através da inseminação artificial.
Febre, edema (especialmente das extremidades, genitais e ao redor dos olhos), aborto , descarga nasal, dermatite (localizada ou generalizada), perda de apetite.
Separar os animais infectados
Quarentena em animais recém chegados
Por ser a AVE um vírus que, uma vez adquirido, não existe tratamento específico. O tratamento visa amenizar os sintomas para facilitar a recuperação dos animais acometidos.
Vacina viva com o vírus
4 - Rinopneumonia Eqüina
2 tipos de Vírus: EHV-1 e EHV-
Via aérea através de muco lançados no ar e contatos diretos com fetos abortados e restos placentários
Os sinais clínicos mais freqüentes incluem ataxia, principalmente nos posteriores, paralisia, incapacidade de urinar e defecar e incapacidade em se levantar e/ ou manter-se em pé, ocorrendo febre, depressão, tosse, corrimento nasal, intolerância ao exercício físico e aborto
Higienização do ambiente
Isolamento de éguas que abortaram
Controle de transito de animais
Diminuir o stress de éguas prenhes
Vacinação
Perante um surto de rinopneumonia é importante evitar o contato entre cavalos de origens e proveniências diferentes. Todos os cavalos devem ser rastreados através de análises ao sangue e os positivos devem ser isolados dos negativos.
5 - Adenite Eqüina (Garrotilho)
Bactéria streptococcus equi
Contato direto entre animais sadios e enfermos
Aleitamento e acasalamento.
Uso de materiais cirúrgicos não esterilizados.
Forma Aguda:
Febre, respiração acelerada, abatimento e cabeça baixa, debilidade nas patas de modo em que o peso passa de um membro para o outro, inapetência e perda de peso.
Controle periódico de insetos
Higienização diária das instalações
Drenar os pastos alagados
Fiscalização das aguadas e bebedouros
Esterilização de materiais cirúrgicos
Aumentar a resistência do animal, desintoxicar o fígado e fortalecer o coração, intensificar o metabolismo.
Separar os animais infectados
Evitar a entrada na fazenda de animais vindos de zonas enzoóticas sem os testes negativos recentes de imunodifusão.
7 - Mormo
Bactéria Burkholderia mallei
A transmissão se dá por meio do contato dos animais com as secreções e excreções de doentes, especialmente a secreção nasal e o pus dos abscessos, que contaminam o ambiente.
Forma Aguda:
Febre, aparecimento de pústulas na mucosa nasal, entumescimentos ganglionar, apinéia
Notificação imediata a vigilância sanitária competente
Isolamento da área e dos animais infectados
Cremação dos cadáveres e desinfecção do local e dos alojamentos
Suspensão das medidas profiláticas somente três meses após o último caso constatado.
Os produtos usados devem ser à base de sulfas, principalmente sulfadiazina e sulfatiazol ou sulfacnoxalina ou cloranfenicol e outros, em forma de grupos antibióticos
Separar os animais infectados
Evitar a entrada de animais na propriedade
Interdição da propriedade e saneamento do foco
Notificação de qualquer suspeita ao órgão responsável
9.1 - Agente Causador
Bactéria Clostridium tetani
Contato direto e indireto através da saliva, secreções nasais e sangue
Mastigação fraca e lenta
Rigidez muscular
Ventre recolhido
Narinas dilatadas
Espasmos generalizados e tremores musculares
Vacinação através de 2 aplicações (dose e reforço) com 4 semanas de intervalo, seguida de vacinação anual de reforço
Uso de soro antitetânico antes das intervenções cirúrgicas ou depois de ferimentos que possam facilitar a infecção
Evitar o contato das feridas profundas com terra ou qualquer sujeira
Eliminar os objetos pontiagudos que possam causar ferimentos acidentais
Limpar as feridas e lavá-las com água oxigenada e aplicar anti-séptico adequado
Dar alimentação líquida, de fácil deglutição
Conservar o doente em local abrigado e sossegado, se possível isolado e escuro
Quando o animal não puder permanecer de pé, suspendê-lo com uma faixa e colocar a água e os alimentos à altura da boca
Higienização das instalações e catação de objetos metálicos e pontiagudos
10 - Raiva Eqüina
Vírus Lyssavirus
Transmitida por cão, gato, rato, bovino, eqüino, suíno, macaco, morcego e animais silvestres, através da mordedura ou lambedura da mucosa ou pele lesionada por animais raivosos
Alterações de comportamento tipo depressão, demência ou agressão
Incoordenação muscular, mordidas no ar, salivação excessiva, dificuldade para engolir devido à paralisia da mandíbula, déficit múltiplo de nervos cranianos e paralisia
Vacinação anual
Vacinar animais de estimação
Limpar as feridas e lavá-las com água oxigenada e aplicar anti-séptico adequado
Dar alimentação líquida, de fácil deglutição
Conservar o doente em local abrigado e sossegado, se possível isolado e escuro
Quando o animal não puder permanecer de pé, suspendê-lo com uma faixa e colocar a água e os alimentos à altura da boca
Administrar estreptomicina ou Diidroestreptomicina na dose de 12 mg/kg de peso, duas vezes ao dia, durante 3 dias. Porém, devido ao curso muito rápido da doença, principalmente em animais jovens, a eficiência do tratamento é limitada.
Combater ratos
Armazenar bem as Rações
Higienização das instalações
12 - Poliartrite dos Potros
Bactéria Shigella equirulis
Contato direto e indireto.
Febre alta, tristeza, fraqueza.
Inflamação nas articulações e diarréia.
O animal não consegue mamar.
A égua deve ser vacinada contra os germes mais freqüentes, nos últimos meses de gestação e os potros terão seus umbigos, logo após o nascimento curados com iodo.
O tratamento deve ser feito a base de sulfas, principalmente sulfametazina e antibióticos de largo aspecto.
As parições devem ser realizadas em piquetes especialmente reservados ou em cocheiras bem limpas e desinfetadas com cama sempre limpa.
Higienização das instalações.
13 - Laminite Eqüina
Laminite é uma doença caracterizada por um processo inflamatório agudo ou crônico das partes sensíveis do casco, que afeta várias espécies de animais domésticos, sendo os eqüídeos os mais susceptíveis.
Divisão dos tipos
Aguda: Provoca dores fortes
Crônica: Casco achinelado
Subclínica: Forma mais comum da laminite
Elevação da temperatura
Respiração acelerada
Animais nervosos e inquietos
Anormalidades quanto o aprumo dos cascos
Fatores predisponentes
Fatores nutricionais
Fatores ambientais
Os sinais clínicos mais evidentes são evidente inquietação do animal, que passa a realizar movimentos de raspar o chão, sapatear, escoicear o ventre ou por deitar e levantar freqüentemente. Passa a olhar ao flanco, rolar no chão, deitar de costas, passando a sentar de forma semelhante ao cão por um longo período de tempo. Adota uma postura anormal, que recebe o nome de “cavalo pensador”. Em casos de animais castrados, eles passam a expor o pênis sem urinar; urinam mais freqüentemente e em pequenas quantidades; bate continuamente na água sem bebê-la.
O tratamento da cólica é feito com a finalidade de eliminar a causa e aliviar a dor. O animal deve ser colocado numa baia, sem comida. Em seguida o médico veterinário deve ser comunicado para que possa aplicar a medicação correta
A prevenção é feita com um manejo adequado, especialmente no bom cuidado com os dentes, no fornecimento de alimentos que possam ser digeridos pelo intestino do eqüino e no controle de parasitas intestinais
15 - Referências Bibliográficas
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