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Engenharia de Software, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

Engenharia de Software

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 09/01/2011

diogo-vieira-12
diogo-vieira-12 🇧🇷

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EMENTA
O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
A ORIENTAÇÃO A OBJETOS E O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS
ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS: MÉTRICAS E ESTIMATIVAS
QUALIDADE DE SISTEMAS
AMBIENTES DE PROGRAMAÇÃO E A QUALIDADE DE SISTEMAS
NOVAS PERSPECTIVAS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE
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EMENTA O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS A ORIENTAÇÃO A OBJETOS E O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS ADMINISTRAÇÃO DE PROJETOS: MÉTRICAS E ESTIMATIVAS QUALIDADE DE SISTEMAS AMBIENTES DE PROGRAMAÇÃO E A QUALIDADE DE SISTEMAS NOVAS PERSPECTIVAS EM ENGENHARIA DE SOFTWARE

O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

A IMPORTÂNCIA DO SOFTWARE

AVANÇOS DA MICROELETRÔNICA MAIOR PODER DE

COMPUTAÇÃO A CUSTO BAIXO ASSOMBROSA QUALIDADE DE ARMAZENAMENTO E PROCESSAMENTO O SOFTWARE É O MECANISMO QUE POSSIBILITA APROVEITAR E DAR VAZÃO A ESSE POTENCIAL

CARACTERÍSTICAS E COMPONENTES

 O SOFTWARE É DESENVOLVIDO OU PROJETADO POR ENGENHARIA, NÃO

MANUFATURADO NO SENTIDO CLÁSSICO ( NÃO É PROCESSO MECÂNICO)

 O SOFTWARE NÃO SE DESGASTA

 A MAIORIA DOS SOFTWARES É FEITO SOB MEDIDA EM VEZ DE SER

MONTADO DE COMPONENTES EXISTENTES

COMPONENTES DO SOFTWARE

SÃO CRIADOS POR MEIO DE UMA SÉRIE DE CONVERSÕES QUE MAPEIAM AS

EXIGÊNCIAS DO CLIENTE PARA CÓDICO EXECUTÁVEL EM MÁQUINA

AS LINGUAGENS EM USO SÃO:

 LINGUAGENS DE MÁQUINA :

 LINGUAGENS DE ALTO NÍVEL: Pascal, C, ADA, C++, Object Pascal, Eiffel, LISP, PROLOG, etc...  E NÃO PROCEDIMENTAIS: Linguagens de Banco de Dados EXIGÊNCIA: REUSABILIDADE O MODELO DAS EXIGÊNCIAS PROJETO CODIFICAÇÃO EM LINGUAGEM

PROBLEMAS E CAUSAS

CAUSAS

“EXPERIÊNCIA POUCO MAIS DE 40 ANOS”

“PROFISSIONAIS DE INFORMÁTICA COM POUCO TREINAMENTO FORMAL

EM TÉCNICAS PARA DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARES”

“GERENTES SEM BACKGROUND”

“TUDO DEVE SER FEITO PARA ONTEM”

AS ESTIMATIVAS DE PRAZO E DE

CUSTO SÃO FREQUENTEMENTE

IMPRECISAS

A PRODUTIVIDADE DAS PESSOAS

DA ÁREA DE SOFTWARE NÃO TEM

ACOMPANHADO A DEMANDA POR

SERVIÇOS

A QUALIDADE DE SOFTWARE É

MENOS QUE A ADEQUADA

NÃO SE DEDICA TEMPO À COLETA

DE DADOS ( ERRA-SE NO

PLANEJAMENTO )

INSATISFAÇÃO DO CLIENTE COM O

SISTEMA PRONTO ( COMUNICAÇÃO

ENTRE O CLIENTE E O

DESENVOLVEDOR É FRACA)

DIFICULDADE EM MANTER O

SOFTWARE EXISTENTE

ANALISTA X USUÁRIO

Fim Início Avaliação do Protótipo pelo Cliente Construção do Protótipo Projeto Rápido Coleta e refinamento dos requisitos Engenharia do Produto Refinamento do Produto O MODELO ESPIRAL

Planejamento Análise dos riscos Análise do cliente Engenharia Coleta inicial dos requisitos e planejamento do projeto Planejamento baseado nos comentários do cliente Avaliação do cliente Análise dos riscos baseada nos requisitos iniciais Análise dos riscos baseada na reação do cliente Decisão de prosseguir/ não prosseguir Na direção de um sistema concluído Protótipo de software inicial Protótipo no nível seguinte Sistema construído pela engenharia TÉCNICAS DE QUARTA GERAÇÃO

OBTENÇÃO PRELIMINAR DOS REQUISITOS ANÁLISE DE REQUISITOS PROTOTIPAÇÃO 4GT MODELO ESPIRAL PROJETO PROTOTIPAÇÃO ENÉSIMA ITERAÇÃO CODIFICAÇÃO 4GT REALIZAÇÃO DE TESTES 4GT MODELO ESPIRAL ENÉSIMA ITERAÇÃO SISTEMA OPERACIONAL MANUTENÇÃO FASES DO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS por Roger S. Pressman

Fase de Definição => planejamento do sistema: descrição do escopo, análise

do esforço, análise de riscos, levantamento dos recursos exigidos, estimativas

de custos e de prazos. O objetivo é fornecer uma indicação da viabilidade do

software; fase de análise e requisitos do software: a análise forma do domínio

da informaçào é utilizada para estabelecer modelos de fluxo de dados e da

estrutura da informação. Alternativamente pode ser feito um protótipo. Estes

modelos são detalhados para se tornar uma especificação do software , que é o

documento produzido com resultado desta fase.

FUNCÕES DO SISTEMA PLANEJAMENTO DO PROJETO DE SOFTWARE REVISÃO ANÁLISE DE REQUISITOS OU PROTOTIPAÇÃO REVISÃO

Fase de Desenvolvimento =>descrição de estrutura modular, definição de

interfaces, uma estrutura de dados é estabelecida. Uma especificação de

projeto é produzida. E a codificação é realizada.

PROJETO DE ARQUITETURA REVISÃO PROJETO PROCEDIMENTAL REVISÃO CODIFICAÇÃO REVISÃO

Fase de Verificação, Liberação e Manutenção =>realização de testes para

descobrir o máximo de erros. Faz-se a manutenção do software ao longo da

sua vida útil.

TESTES DE UNIDADES, DE INTEGRAÇÃO E VALIDAÇÃO DEPURAÇÃO LIBERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO REVISÃO MANUTENÇÃO AS ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

(continuação) por S. Pompilho

Análise de Sistemas =>determinação de quais os requisitos do sistema. O

que o sistema deve fazer.

FLUXOGRAMAS

ANÁLISE

ESTRUTURADA

FUNCIONAL

DADOS

DIAGRAMA DE

FLUXO DE DADOS

DIAGRAMA DE

ESTRUTURA DE

DADOS

NORMALIZAÇÃO

DICIONÁRIO DE

DADOS

ANALISE ESSENCIAL FUNCIONAL

DADOS

CONTROLE

TABELA

DIAGRAMA E FLUXO

DE DADOS

DIAGRAMA DE

ENTIDADE-

RELACIONAMENTO

DIAGRAMA DE

TRANSIÇÃO DE

ESTADOS

O DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS

Modelagem de Dados Conceitual e seus

Elementos

Entidade É uma representação de um objeto do mundo real que tem muita importância para a vida do sistema e que independe da existência de quaisquer outros elementos. Segundo Setzer, uma entidade pode ser a representação de um ser, de um fato, de uma coisa, etc... EXEMPLO: 1- Considere a informação a seguir para um determinado sistema de controle acadêmico com o objetivo de gerar um relatório contendo para cada alunos disciplinas que este faz. “Maurício cursa Pascal.” 2- Considere as informações a seguir para um determinado sistema de controle da venda de produtos e uma loja com o objetivo de gerar um relatório contendo para cada cliente os produtos comprados. “O cliente Luiz comprou 2 quilos do produto açúcar.” “A cliente Marieta comprou um quilo de farinha de trigo.” Relacionamento Segundo Setzer, é uma estrutura abstrata que indica a associação entre elementos de duas ou mais entidades. Um relacionamento binário é um par ordenado (e1, e2), onde e1 e e2 são respectivamente os elementos de E1 e E2 (que são só conjuntos de entidades envolvidas). Um relacionamento é dependente das entidades, as quais associa. Entidade-tipo É um conjunto de entidades da mesma natureza ou características. Por exemplo, alunos pode ser o nome dado ao conjunto de entidades do tipo aluno. Relacionamento-tipo É um conjunto de relacionamentos da mesma natureza. Isto é, um conjunto de relacionamentos que tenham o mesmo significado semântico. Cursam pode ser o nome dado ao conjunto dos relacionamentos do mesmo tipo cursa. Atributo É uma característica (ou propriedade) de uma entidade ou relacionamento.

 (^) Ricardo  (^) 30% PROPRIETÁRIO PARTICIPAÇÃO LOJA  (^) 3am C&S  (^) jun  (^) 30. MESES LUCRO PROPRIETÁRIO LOJA PARTICIPAÇÃO MESES LUCRO nome cod numero nbox razão soc valorLucro valorpor

Notação do MER pelo Peter Chen

Restrições de Integridade O modelo conceitual de dados deve conter as restrições , isto é, as normas ou leis que regem a realidade em estudo. Essas restrições preservam a integridade desta realidade ao se automatizar a solução para o problema. Por exemplo, uma realidade acadêmica, pode sofrer as seguintes restrições: um professor de um determinado curso só pode lecionar, no máximo, três disciplinas; um professor só pode estar lecionando disciplinas para as quais esteja habilitado; um aluno pode estar matriculado em nenhuma disciplina e, no máximo, em N=7. Cardinalidade Cardinalidade de uma entidade-tipo X é o número mínimo e máximo de vezes que uma entidade “e” da entidade-tipo X pode estar associado a um relacionamento-tipo R. O MODELO DE DADOS CONCEITUAL COM CARDINALIDADES ALUNO DISCIPLINA PROPRIETÁRIO LOJA PARTICIPAÇÃO MESES LUCRO nome cod numero nbox razão soc valorLucro valorpor 1,N 0,N 0,N 0,N 0,N Cursa Nome Nome Matr Cod 17

Data-Venda Cod O,N O,N Reserva

Auto-Relacionamento Uma entidade de um determinado tipo relaciona-se com uma entidade do mesmo tipo Máquina Cliente Data-Reserva. Nome 0,N Venda 0,N Dt Nf Desc 0,N 0,N Cod-C Cod Aluguel Dt-i Dt-f