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Escolas Literárias
Trovadorismo, Humanismo, Classicismo, Quinhentismo, Barroco, Arcadismo.
Apresentação – Grupo 1
- (^) Componentes:
- (^) Amanda Oliveira
- (^) Augusto Leal
- (^) Bruno Domingos
- (^) Caio Perez
- (^) Carolaine Cerqueira
- (^) Clariana Abreu
- (^) Cláudia Verena
- (^) Eric Moura
- (^) Jonathan Morais
- (^) João Vítor Menezes Turma: 6832 Mecânica Professor: Alex Líns Disciplina: Português.
atedral situada na cidade de Santiago de Compostela, capital da Galiza, Espanh
Contexto Histórico
- (^) Feudalismo e as relações Vassalo- Suserano;
- (^) Dominação da Igreja;
- (^) Teocentrismo.
Marco Inicial
- (^) O Marco inicial da literatura portuguesa estimasse ter ocorrido no ano de 1189 ou 1198 com a primeira composição literária: “Cantiga da Ribeirinha” (ou “Cantiga da Guarvaia”), de Paio Soares de Taveirós, dedicada a dona Maria Paes Ribeiro amante de d. Sancho I, o segundo rei de Portugal.
Cantiga da Ribeirinha
No mundo ninguém é semelhante a mim Enquanto a vida prosseguir da forma como está Pois morro por vós e, ai, Minha senhora de pele alva e faces rosadas, Quereis, acaso, que eu vos retrate Quando vos vi sem manto! Maldito aquele dia em que me levantei e não vos vi [feia! (eu vos vi bonita) E, minha senhora, desde aquele dia, ai! Tudo para mim foi muito mal E vós, filha de dom Pai Moniz, E bem vos parece De haver eu, de sua parte, um manto. Pois eu, minha senhora, como presente De vós nunca tive nem terei Algo que tenha o valor de uma correia. (objeto de [pouco valor) No mundo nom me sei parelha, mentre me for como me vai, cá já moiro por vós - e ai!, mia senhor branca e vermelha, queredes que vos retraia, quando vos eu vi en saia! Mao dia me levantei, que vos enton non vi feia! E, mia senhor, dês aquel di', ai! me foi a mi mui mal; e vós, filha de don Paai Moniz, e ben vos semelha d'haver eu por vós guarvaia, Pois eu, mia senhor, d'alfaia nunca de vós houve nem hei valia d'ua correa.
Principais Cancioneiros
- (^) O Cancioneiro da Ajuda , possivelmente do século XIII ou do início do século XIV, contendo, na sua maioria, cantigas de amor, em 88 folhas de papel-pergaminho;
- (^) O Cancioneiro da Vaticana , descoberto na Biblioteca do Vaticano, contendo 1205 cantigas, sendo cópia de um original extraviado;
- (^) O Cancioneiro da Biblioteca Nacional de Lisboa , também conhecido por “Colocci-Brancutti”, nome dos seus primeiros proprietários, contendo 1647 composições; pertence ao governo português;
- (^) As Cantigas de Santa Maria , reunindo 426 composições acompanhadas da respectiva música.
Poesias
- (^) Cantigas Líricas: ▫De amor; ▫De amigo.
- (^) Cantigas Satíricas: ▫De escárnio; ▫De maldizer.
Cantigas de Amigo
- (^) Eu lírico feminino que fala à família ou à natureza, saudade do amigo (amado), dor da solidão. Exemplo: Ondas do mar de Vigo, Se vires meu namorado! Por Deus, (digam) se virá cedo! Ondas do mar revolto, Se vires meu amado! Por Deus, (digam) se virá cedo! Se vires meu amado Por quem tenho grande temor! Por Deus, (digam) se virá cedo! Martim Codax
Cantigas de Escárnio
- Ambiguidade, ironia, linguagem sutil, críticas por meio de brincadeiras. Exemplo: Ai! dona feia! Fostes vos queixar Porque nunca vos louvei em meu trovar Mas, agora quero fazer um cantar Em que vos louvarei, todavia, E vide como vos quero louvar: Dona feia, velha e louca! Ai! dona feia! Que Deus me perdoe! Pois vós tendes tão bom coração Que eu vos louvarei por esta razão, Eu vos louvarei, todavia; E veja qual será a louvação: Dona feia, velha e louca! Dona feia, eu nunca vos louvei Em meu trovar, mas muito já trovei; Entretanto, farei agora um bom cantar em que vos louvarei todavia: e vos direi como louvarei: dona feia, velha e louca! Joan Garcia de Guilhade (CBN 1485/CV 1097)
Novelas de Cavalaria
- (^) Surgiram no século XIII abordando no início temas guerreiros, as chamadas canções de gesta(poesias com temas guerreiros) que depois passaram a ser produzidas em prosa deixaram de serem cantadas para serem lidas dando origem as novelas de cavalaria que circulavam em meio a fidalguia e a realeza.
- (^) As novelas de cavalaria foram divididas em três ciclos:
Ciclo Arturiano
- (^) Contam as histórias do rei Artur e dos Cavaleiros da Távola redonda.
Ciclo Carolíngio
- (^) Contam histórias a respeito de Carlos Magno e os doze pares da França.
Ciclo Clássico
- (^) Contam histórias relativas aos temas Greco- latinos, narram a guerra de Tróia e as aventuras de Alexandre, o grande.