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esquema de dentistica, Esquemas de Anatomia Dentária

baseado no livro baratieri, uma mapa mental

Tipologia: Esquemas

2018

Compartilhado em 13/06/2023

maria-teresa-dias
maria-teresa-dias 🇧🇷

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Dentística 2
Livro: Dentística Saúde E Estética - Ewerton N. Conceição
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Dentística 2

Livro: Dentística Saúde E Estética - Ewerton N. Conceição

Diagnóstico da Doença Cárie Diagnostico Visível e Tátil  (^) Lesão de cárie ativa (mancha branca): apresenta-se clinicamente opaca, rugosa, encontradas presencialmente em locais de maior dificuldade de limpeza, podendo estar associada à gengivite.  (^) Lesão de cárie inativa (mancha branca): pode apresentar-se pigmentada ou com coloração clara, superficial de esmalte brilhante, lisa ou polida.  (^) Lesão de cárie ativa com cavitação: coloração clara, fundo amolecido e apresentando mancha branca ativa nos bordos.  (^) Lesão de cárie inativa com cavitação: coloração escurecida, fundo endurecido à sondagem, margens definidas e sem o halo de mancha branca ativa nos bordos da cavidade. Imagem radiográfica Esse é um método bastante utilizado entre os profissionais para detectar ou não presença da cárie dental, constituindo- se em um bom auxiliar de diagnóstico.  (^) Método não invasivo  (^) Avaliar a profundidade da lesão em relação a câmera pulpar  (^) Permite proservar o desenvolvimento ou não da lesão cárie No entanto, é incapaz de detectar uma lesão em estágio precoce de desenvolvimento, principalmente pela sobreposição das estruturas mineralizadas sobre a área de desmineralização incipiente. Flúor O flúor tem papel decisivo no processo de reduzir a progressão das lesões de cárie ou a dissolução do esmalte, atuando como um elemento cariostático, interferindo no equilíbrio dinâmico da interface entre a superfície mineral e os fluidos orais, diminuindo a tensão superficial da superfície dentária e, consequente adesão dos microrganismos mesma. Ainda, possui efeito antienzimático e antimicrobiano e, em alta concentração, efeito bactericida. Resultado de um processo dinâmico em que a presença de microrganismo, na placa dental, que cobre a superfície dos dentes gera um desequilíbrio entre a fase mineral e o meio bucal  (^) Hospedeiro  (^) Biofilme  (^) Dieta  (^) Tempo Fatores determinantes:  (^) Composição de biofilme  (^) Composição e capacidade tampão da saliva  (^) Velocidade da secreção salivar  (^) Composição e frequência da dieta Quanto a evolução do processo:  (^) Cárie aguda: desenvolvimento rápido, dor, coloração clara  (^) Cárie Crônica: Desenvolvimento lento, sem dor, consistência dura Quando à posição do dente:  (^) Fóssulas e Fissuras  (^) Superfícies lisas  (^) Superfícies proximais Quanto ao tipo de processo cariosa:  (^) Cárie Primária: Superfície que era hígida e nunca teve a cárie  (^) Cárie Primária Oculta  (^) Cárie Segundaria: Necessariamente, precisa de uma restauração prévia Diagnósticos diferenciados:  (^) Fluorose  (^) Amelogênese Imperfeita  (^) Lesões Cervicais não cariosas  (^) Hipoplasia de esmalte  (^) Selamento Biológico

Clareamento Dental O crescente interesse dos pacientes por uma melhor aparência estética do sorriso, associado ao desenvolvimento significativo de novos materiais e técnicas, incentivos por uma divulgação na mídia desse conceito de beleza, propiciou uma evolução importante da odontologia estética. As técnicas de clareamento podem ser empregadas tanto em dentes vitais quanto em não-vitais e baseiam-se na aplicação de agentes químicos que, por uma reação de oxidação, removem pigmentos orgânicos dos dentes. Classificação: Quanto à condição do dente  (^) Dentes vitais  (^) Dentes não-vitais Quanto à técnica  (^) Clareamento caseiro com moldeira individual Essa técnica inclui o uso de moldeira plástica transparente confeccionada pelo dentista, o que possibilita a aplicação do agente clareador pelo paciente em casa. O agente clareador mais comumente empregado nessa técnica é o peróxido de carbamida em concentrações de 10% a 17%. É comumente empregada para clareamento de dentes vitais, mas também pode ser indicada para dentes não-viatis. Outra opção é o emprego do peróxido de hidrogênio em concentração de 3% a 9% durante 30min, de uma a duas vezes por dia  (^) Clareamento em consultório Essa técnica emprega mais comumente o preóxido de hidrogênio de 35% com agente clareador. Como a aplicação é realizada em consultório, exige mais empo de atendimento clínico e, com consequência, apresenta maior custo. É preferencialmente indicada para um ou pequenos grupos de dentes ou quando o paciente deseja reduzir o tempo de tratamento e não tem perfil ou disciplina para utilizar a moldeira individual com gel clareador diariamente, como é necessário na técnica de clareamento caseiro. Essa técnica pode ser indicada para dentes vitais e não-vitais. Para os dentes desvitalizados, utiliza peróxido de hidrogênio a 35% em forma de pó que é posicionado pelo profissional na câmera pulpar seguido da confecção de curativo de demora. O paciente é liberado, e novas trocas do agente clareador podem ser realizadas em outras sessões clínicas. Pare esses casos, outra sugestão é a de empregar uma técnica imediata com peróxido de carbamida de 35% ou 38% diretamente na dentina escurecido após abertura do acesso endodôntico utilizado a câmera pulpar.  (^) Associação de clareamento caseiro/consultório Essas associação é interessante nos casos maus resistentes ao clareamento ou quando se deseja encurtar ou tempo de tratamento. Quanto à composição  (^) Peróxido de carbamida É comumente apresentado em concentração de 10% a 22% para técnica caseira de dentes vitais. A concentração de 35% é utilizada para clareamento em consultório, tanto em dentes vitais como em não vitais.  (^) Peróxido de hidrogênio, Apresentado em concentrações de 1,5% a 9% para uso em dentes vitais na técnica de clareamento caseiro de 35% a 38% para dentes vitais na técnicas em consultório e para dentes não-vitais. Indicação:  (^) Dentes que apresentam uma coloração amarelada ou escurecida  (^) Dentes Manchados ou escurecidos pela deposição de corantes provenientes de dieta, fumo, entre outros fatores  (^) Dentes com alteração de cor original por traumatismo  (^) Dentes manchados por fluorose Seleção de material e técnica  (^) Causa da alteração de cor O diagnóstico da causa de cor vai influir diretamente na seleção do agente clareador e da técnica a ser empregadas  (^) Condição do(s) dente(s) a ser(em) clareado(s) As técnicas utilizadas para os dentes vitais são igualmente utilizadas nos dentes não-vitais. Existe também a possibilidade de se fazer a abertura do acesso endodôntico e utilizar a câmera pulpar para colocar peróxido de hidrogênio (35% a 38%) diretamente e, contato com a dentina escurecida, chamada de técnica imediata.  (^) Expectativa do paciente à velocidade do tratamento clareador As técnicas de clareamento dental em consultório geralmente permitem ao profissional um melhor controle sobre a resposta do tratamento, além do fato de que os dentes reagem mais rapidamente ao tratamento em função do uso de agentes clareadores em concentração maior se comparados à técnica de clareamento caseiro. Outra opção para acelerar ainda mais o processo de clareamento dental é associar as técnicas de clareamento caseiro com a de consultório. Clareamento caseiro com moldeira individual Vantagens  (^) Técnica simples e de fácil aplicação  (^) Tratamento estético altamente conservador  (^) Baixo custo  (^) Utiliza agentes clareadores com baixa concentração  (^) Não promove efeito deletérios nos dentes e tecidos moles  (^) Fácil reaplicação nos casos de recidiva da cor  (^) Maior tempo de evidência cientifica

Limitação  (^) Paciente não colabora, pois o sucesso do tratamento depende diretamente da correta aplicação do gel clareador.  (^) Dentes com manchas brancas ou opacas  (^) Manchas extremamente escuras, em especial aquelas provocadas por tetraciclina  (^) Pacientes com alergia à substância clareadora Clareamento em consultório Vantagens  (^) Maior controle da técnica, não dependendo da colaboração do paciente  (^) Maior controle dos locais de aplicação  (^) Maior tempo de trabalho comparativamente à técnica caseira  (^) Tratamento estético altamente conservador Limitação  (^) Necessita de um tempo mais longo de atendimento clínico  (^) É indispensável o uso de barreira com resina específica  (^) Manchas extremamente escuras, em especial aquelas provocadas por tetraciclina  (^) Maior custo comparativos à técnica caseira Associação de clareamento em consultório com caseiro Vantagem  (^) Possibilita de efeito sinérgico graças à associação das duas técnicas  (^) Possibilidade de diminuição do tempo total de tratamento, comparativos à indicação das técnicas caseiras ou em consultório isoladamente Limitação  (^) São as mesmas descritas anteriormente paras as duas técnicas de clareamento

Restauração em Amálgama Quanto ao tipo de preparo cavitário Tipo I: envolve a porção oclusal de molares e pré-molares, pode abranger parcialmente uma ou mais cúspides Tipo II: envolve a porção proximal de molares e pré-molares, podem ser associadas a uma situações listadas a seguir:  (^) Sem envolvimento de crista marginal:

  • Slot horizontal e acesso direto: utilizam as faces livres para realizar o acesso sem envolvimento das superfícies oclusal ou crista marginal
  • (^) Túnel: utiliza o acesso à lesão proximal por oclusal, evitando assim envolver crista marginal  (^) Com envolvimento de crista marginal
  • (^) Slot vertical: quando houver menos de 2mm de crista marginal remanescente estará indicada a sua remoção; porém, o preparo é restrito à proximal  (^) Com envolvimento de superfície oclusal
  • (^) Composta: envolver a oclusal e apenas uma superfície proximal
  • Complexa: envolve a oclusal e ambas as superfícies proximais e/ou uma ou mais cúspides Tipo V: envolve a porção vestibular ou lingual de molares e pré-molares Quanto ao tipo de retenção empregada Indiretas
  • Pinos para ancoragem radicular: em dentes tratados endodonticamente
  • (^) Pinos para ancoragem na dentina: esses pinos podem ser cimentados, friccionados ou rosqueados à dentina Direta Caixa: paredes circundantes convergentes para oclusal ou cavidades com profundidade maior que a largura tornam estes preparos auto-retentivos Canaletas, sulcos: a confecção de canaletas e sulcos na estruturas dental remanescente representa uma excelente alternativa para conferir retenção e resistência em restaurações de amálgama Indicações:  (^) Restaurações de cavidade tipo I  (^) Rest. de cavidade tipo II  (^) Rest. de cavidade tipo V em situações especiais  (^) Rest. De dentes posteriores amplamente destruídos  (^) Substituição de restaurações antigas deficientes em dentes posteriores Vantagens  (^) Resistência desgaste  (^) Experiência clínica  (^) Facilidade de manipulação  (^) Custo Limitação  (^) Estética  (^) Presença do Mercúrio  (^) Ausência de união à estruturas dental

Isolamento do Campo Operatório A realização de adequado isolamento do campo operatório é essencial para favorecer a obtenção de melhores resultados durante as etapas de preparo cavitário e principalmente de confecção da restauração. Três fatores estão diretamente envolvidos na realização do isolamento do campo operatório:  (^) Controle de umidade  (^) Acesso ao campo operatório  (^) Preservação de acidente Indicações:  (^) Durante o preparo cavitário com alta rotação  (^) Durante a remoção de dentina cariada  (^) Durante a realização da restauração  (^) Durante execução da técnica de clareamento Limitações:  (^) Dente que ainda não erupcionaram suficientemente  (^) Alguns dentes terceiros molares  (^) Dentes extremamente mal posicionados  (^) Pacientes com asma ou dificuldade respiratória  (^) Resistência por parte de alguns pacientes Vantagens  (^) Proteção para o paciente  (^) Proteção para o profissional  (^) Campo operatório limpo e seco  (^) Melhor acesso e visibilidade  (^) Melhor desempenho dos materiais restauradores  (^) Aumento de produtividade Instrumental:  (^) Perfurador de borracha  (^) Grampo  (^) Arco de Young  (^) Pinça porta grampo  (^) Dique de Borracha  (^) Fio dental  (^) Instrumento rombo  (^) Tesoura  (^) Tira de lixa metálica  (^) Protetor labial ou vaselina