












Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Estagio currícular anos iniciais do ensino fundamental
Tipologia: Trabalhos
1 / 20
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!













Pedro II 2021
Pedro II 2021
Relatório apresentado à Universidade Norte do Paraná – UNOPAR, como requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de Estagio Curricular Obrigatório II: Anos Iniciais do Ensino Fundamental do Curso de Pedagogia.
No curso de pedagogia da Universidade Norte do Paraná- UNOPAR, o estágio curricular obrigatório nos anos iniciais do Ensino Fundamental, apresenta-se com uma atividade de suma importância, uma vez que, fornece ao acadêmico a chance de pôr em prática as habilidades e conhecimentos adquiridos através das disciplinas vistas no decorrer do curso de formação. Ou seja, é um momento no qual o estudante tem a chance de vivenciar na prática a realidade da sua profissão, e a partir disso, obtém subsídios que certamente o farão um profissional capacitado e apito a atender as demandas e necessidades dos alunos. Esse trabalho, apresenta em primeiro plano, a fundamentação teórica, a partir do artigo: “A interdisciplinaridade como movimento articulador no processo de ensino-aprendizagem”, em seguida, nos itens subsequentes analisa-se aspectos ligados: ao Projeto Político Pedagógico, aos Temas Transversais Contemporâneos, a atuação do professor e a inter-relação coma equipe administrativa e pedagógica, as metodologias ativas e os recursos digitais e ao final apresenta-se os planos de aula. Isso posto, vale mencionar também, que o estágio tem como finalidade relacionar teoria e prática em sala de aula, por meio da transição dos conteúdos teóricos adquiridos - através das disciplinas estudadas durante o curso – para prática do trabalho docente, permitindo que o acadêmico tenha oportunidades de resolver entraves inerentes à prática pedagógica, através dos conhecimentos, como metodologias e técnicas ensino, acumulados. Registra-se ademais, que estágio possui grande relevância, pois ao realizá-lo o estudante tem a oportunidade de aprender enquanto ensina, visto que, ao desenvolver o trabalho docente, o mesmo compreende as especificidades do processo de ensino e aprendizagem nos anos iniciais do ensino fundamental, e com isso passa a compreender as particularidades desse público, desde as habilidades a serem potencializadas, até as dificuldades a serem trabalhadas e por conseguinte, extenuadas.
No que se refere aos anos iniciais do ensino fundamental- período que corresponde do 1º ao 5º ano, a BNCC apregoa que “ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a necessária articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil” (BRASIL, 2018, p. 58). Nesse sentido, verifica-se o quão é importante valorizar aquilo que o aluno já adquiriu na educação infantil e, a partir dessa bagagem, desenvolver a transição educacional deste, para os anos inicias ensino fundamental de forma sistemática e progressiva, mantendo um viés de naturalidade nesse processo. Devidamente salientada a importância dessa transição de maneira articulada, vale ressaltar outrossim, que ao ingressar nos anos iniciais do ensino fundamental o aluno precisa alcançar objetivos relacionados ao entendimento enquanto sujeito integrante da sociedade no qual estar inserido. À luz dessa perspectiva, Matter (2012, p.14) afirma que:
Alguns objetivos como posicionar-se de maneira crítica, utilizando o diálogo como forma de mediar conflitos e tomar decisões, perceber- se integrante e agente transformador do ambiente, conhecer e cuidar do próprio corpo, valorizando e adotando hábitos saudáveis, utilizar diferentes linguagens (verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal), questionar a realidade e resolver os possíveis problemas do cotidiano, só acontecem de forma significativa ao educando se adotada uma prática interdisciplinar por parte do educador.
De acordo o exposto, verifica-se alguns objetivos a serem alcançados pelo aluno nos anos iniciais do ensino fundamental, bem como, a necessidade de uma pratica docente interdisciplinar como a meio de viabilizar tais objetivos. Dessa feita, urge entender os aspectos ligados a interdisciplinaridade, bem como sua importância para o processo educacional hodierno. Segundo Paulo Freire (1987 apud THIESEN, 2008, p. 551) “a interdisciplinaridade é o processo metodológico de construção do conhecimento pelo sujeito com base em sua relação com o contexto, com a realidade, com sua cultura”. Sob tal prisma, é licito apontar que a interdisciplinaridade possibilita a realização de uma prática pedagógica verdadeiramente significativa. Apesar disso,
Em primeiro plano, é fulcral encontrar soluções para as seguintes indagações: o que é PPP (Projeto Político Pedagógico)? e qual a importância desse documento para o ambiente escolar? Sobre isso tem-se que, o PPP é um instrumento político e pedagógico, no qual as instituições de ensino, organizam e traçam suas metas que serão desenvolvidas no decorrer do ano letivo, sendo organizado com o auxílio dos alunos e seus familiares e, que possui como principal objetivo, as melhorias na qualidade de ensino. Portanto trata-se de um documento orientador do trabalho pedagógico durante ano letivo, sendo um instrumento formal e ao mesmo tempo acessível à comunidade escolar. Desse modo, esse documento possui extrema relevância para o ambiente escolar, uma vez que este serve de embasamento para as atividades desenvolvidas na escola, de modo que beneficia não somente os alunos mas também todo o corpo pedagógico, pois mediante o diagnóstico alcançado através do mesmo, a equipe pedagógica pode se situar e ao mesmo tempo planejar um trabalho viável, e condizente com as especificidades do corpo estudantil e da realidade que o circunda. Sob outro ângulo, é fundamental, responder, outrossim, a seguinte interrogação: Como as competências gerais da Educação Básica se inter-relacionam com o Projeto Político Pedagógico? Acerca disso, é fulcral pontuar que, por se tratar de documento que funciona como um guia para que a instituição de ensino alcance os objetivos e metas esperadas para o ano letivo, adequando-se ao contexto no qual está inserido e contribuindo para o crescimento e o desenvolvimento dos alunos, o projeto político pedagógico, possui relação direta com a BNCC, que é o documento que prevê as competências gerais da a educação básica. Portanto, é através dos princípios traçados no PPP, que as escolas conseguem situar-se para conseguir alcançar os objetivos educacionais relacionados as competências gerais da educação básica. Logo, trata-se uma relação indispensável para a viabilidade do processo educacional, pois se existir qualquer tipo de desarticulação entre o PPP das instituições de ensino e as
competências gerais, a atividade pedagógica corre sério risco de ser inviável e por conseguinte, fadada ao fracasso. Ademais, vale registrar que a avaliação da aprendizagem é um item essencial no processo educacional, visto que oportuniza indícios de avanços escolares e dos pontos que necessitam ser aperfeiçoados. Posto isso, é irrefutável a importância de responder o seguinte questionamento: Como se apresenta o processo avaliativo na escola referida no material de leitura em questão? Com relação a esse questionamento, é licito pontuar os seguintes aspectos acerca de como se dá processo de avaliação nessa escola: cada criança da Educação Infantil ao 1º Ano do Ensino Fundamental- Anos Iniciais terá ao final de cada Etapa Letiva uma Ficha de Avaliação e do Direito de Aprendizagem e Desenvolvimento, na qual contarão Conceitos/Habilidades referentes aos Campos de Experiência e Componentes Curriculares propostos pela BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Outro aspecto importante a ser citado é com relação ao processo avaliativo para o(a) aluno(a) do 2º Ano do Ensino Fundamental - Anos Iniciais ao Ensino Médio, que pautar-se-á em: Observação, registro e reflexão acerca do pensamento e da ação do educando; Uso de vários instrumentos de avaliação sintonizados com os objetivos do grupo e com as necessidades dos estágios subsequentes; e, Consideração do processo de aprendizagem e dos aspectos atitudinais demonstrados pelo(a) aluno(a), mantendo um caráter contínuo e cumulativo.
A esse respeito destaca-se que esses pilares são: Problematização da realidade e das situações de aprendizagem, Superação da concepção fragmentada do conhecimento para uma visão sistêmica, Promoção de um processo educativo continuado e do conhecimento como uma construção coletiva e Integração das habilidade e competências curriculares à resolução de problemas. No que diz respeito a essa metodologia pode se ressaltar que a mesma possui extrema relevância quanto à introdução dos TCTs no trabalho pedagógico bem como estes se relacionam com os componentes curriculares obrigatórios, e com isso proporciona a assimilação por parte dos estudantes de diferentes saberes, tanto disciplinares quanto transversais, e com isso abre-se para estes um campo social amplo. Portanto essa metodologia, que por sua vez é baseada em pilares condizentes com as necessidades e realidade dos discentes, possui enorme relevância tanto em aspectos educacionais, quanto sócias, isso porque, ao dado momento que os alunos passam a ter contato com os TCTs no contexto educacional e assimilam-nos aos conteúdos curriculares, estes passam a contar com um leque de aprendizagens e conhecimentos que serão muito uteis em sua vida tanto no aspecto pessoal, quanto profissional.
Em primeiro plano, urge salientar os principais desafios da atuação docente nos anos inicias do Ensino Fundamental a partir das regulamentações apresentadas na Base Nacional Comum Curricular. Diante de tal interrogativa, pode-se destacar que muitos são os desafios nesse sentido, pois os anos inicias do Ensino Fundamental, é uma etapa de ensino em que os alunos passam por grandes mudanças e transições com relação a aspectos de diversas ordens, à saber: cognitivos, físicos, afetivos, sociais, emocionais e outros. Nesse sentido, o docente, em meio à tais mudanças, precisa - atendendo aos requisitos propostos pela na Base Nacional Comum Curricular para essa etapa de ensino– desenvolver um trabalho pedagógico que atenda as necessidades de aprendizagens desses alunos e que seja condizente com a nova realidade de ensino atual, onde mudanças como, o uso da tecnologias digitais por exemplo, apresenta- se como plano de fundo do processo educacional, o que impõe a maioria dos professores dificuldades de lidar com esse novo panorama. Além disso, vale ressaltar que outro grande desafio do professor do Ensino Fundamental I, é desenvolver uma prática docente que fuja da mecanicidade na transmissão dos conhecimentos, isto é das práticas tradicionais ensino, que coloca o aluno como mero receptáculo dos conteúdos, pois a BNCC apregoa que o ensino seja significativo e oposto portanto das práticas da mera memorização e reprodução de conceitos e, ou seja, a finalidade do ensino nessa etapa da educação básica, é formação integral do aluno, considerando portanto, os parâmetros social, cognitivo, físico e emocional. Sobre outra vertente, é substancial exemplificar de que maneira a equipe pedagógica poderá orientar o professor tendo como referência a utilização do Projeto Político Pedagógico e da Proposta Curricular. A esse respeito, tem-se que a equipe pedagógica, com base no PPP e na proposta curricular, deve orientar o docente a desenvolver uma metodologia que possibilite o alcances das competências e objetivos educacionais traçados. Por isso, é encargo do educador buscar uma articulação com equipe pedagógica para o
De início, tenho que ressaltar que a escola na qual realizarei o estágio, possui, assim como a maioria das instituições de ensino no Brasil, uma realidade de dificuldades no que tange, sobretudo, a ínfima disponibilidade de recursos financeiros e tecnológicos e, em razão de disso, depara-se constantemente com entraves para o alcance de um processo educacional viável e condizente com as necessidades de ensino dos seus alunos. Assim, perante à tal conjuntura, cabe a mim, enquanto estagiário dos anos iniciais do fundamental nessa complexa instituição, desenvolver estratégias e ao mesmo tempo aplicar metodologias ativas capazes de superar os obstáculos envoltos no processo educacional dessa escola, afim de desenvolver um trabalho docente viável e condizente com as necessidades de aprendizagem dos estudantes dessa escola. Posto isso, é substancial atentar-se para um dos principais aspectos dessa escola, que é o uso ilimitado dos aparelhos celulares em sala de aula e com isso, os alunos acabam se distraindo durante a aula, ou seja, é de suma importância trabalhar essa questão e, por conseguinte em revertê-la em favor do desenvolvimento educacional. Desse modo, dado o cenário em que o processo de ensino é realizado, durante o estágio nessa instituição utilizarei nas minhas aulas algumas metodologias ativas ancoradas em tecnologias digitais afim de solucionar e extenuar os entraves educacionais presentes. Nesse contexto, por se tratar do estágio de regência nos anos iniciais do ensino fundamental, em uma escola onde: há poucos recursos tecnológicos, há uma nítida desmotivação dos alunos, os discentes tem acesso ilimitado ao uso de aparelhos celulares, posso destacar no mínimo três dessas metodologias que utilizarei na minha prática docente: webquest, sequência didática e as aulas gamificadas. A utilização dessas três metodologias justificam-se, precipuamente, pelos seguintes aspectos: o desinteresse das crianças e o uso ilimitado dos aparelhos celulares na sala de aula. Destarte, justifico o uso webquest da seguinte maneira: é uma metodologia, que por promover uma tarefa de investigação estruturada, engaja a criança no processo educacional pois ao dado momento que a mesma é incitada a
buscar uma solução para determinada indagação, a criança tema chance de relacionar conteúdos de seu próprio interesse ao trabalho de investigação. Outra excelente alternativa nesse sentido, é o uso da sequência didática, que por sua vez, apresenta-se como uma maneira viável de ensinar os conteúdos de forma planejada, utilizando-se do passo a passo para se chegar ao objetivo proposto e é esse o motivo da sua utilização nas minhas aulas, pois esta desperta nos alunos o interesse e o engajamento pelo processo educativo. A outra metodologia, que utilizarei nas minhas aulas nesse instituição são as aulas gamificadas. O uso dessa metodologia deve-se ao fato que a gamificação, por ser uma metodologia de ensino que consiste no uso de elementos dos jogos para a o engajamento do educando no processo educativo, apresenta-se uma atividade viável no contexto dessa instituição, pois é perfeitamente possível usar dos jogos instalados nos aparelhos celulares das crianças para a realização de atividades lúdicas que despertem o interesse dos pequenos, por se inter-relacionar com o uso diário do recurso tecnológico em questão – o celular. Ademais, deixo nítido o enorme potencial educacional das atividades gamificadas, pois é algo substancial e que merece estar cada vez mais presente nas práticas pedagógicas desenvolvidas hodiernamente, uma vez que, como pode se verificar, os interesses lúdicos fazem parte das novas dinâmicas de ensino, e é justamente por isso, que os professores e demais profissionais pedagógicos devem ter a sagacidade de usar essa excelente alternativa que pode contribuir exponencialmente no ato educacional e é justamente por isso que na elaboração dos meus planos utilizei, em alguns momentos, elementos da gamificação.
3º Momento : Após essas explicações, o professor orienta aos alunos para associarem as formas geométricas desenhadas a pelo menos um objeto ou elemento do dia a dia, nesse momento, o docente aproveita para incentivar a troca de ideias entre os alunos, provendo a o desenvolvimento da oralidade e interação. 4º Momento : O professor, de maneira bem simples faz alguns questionamentos sobre o tema abordado na aula, para ratificar a aprendizagem e também sanar eventuais dúvidas dos alunos. 5º Momento : Ao final, o professor pergunta se os alunos gostaram da atividade e se desejam repeti-la posteriormente, o professor na sequência propõe a construção de um mural para que os desenhos feitos na aula fiquem expostos para a turma.
Recursos
Os recursos usados foram: celular, papel, lápis de cor, giz de cera, tesoura (sem ponta), cola e E.V.A (para a confecção do mural)
Avaliação
Por ser processual e continua a avaliação se dará por meio da observação e registro da criança na realização das atividades propostas, considerando os critérios de: engajamento e completude nas atividades, e interação com os colegas e com o professor.
Referências
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasil: MEC, 2018. Disponível em: < https://basenacinalcomum.mec.gov.br/BNCC_EF_EF/110518.pdf
Acesso em: 13 mar. 2021. BRINQUEDOTECA Virtual_ Jogosonline. Disponível em: < http://www.brinquedoteca.grupofavine.com.br > Acesso em: 12 mar. 2021. FARDO, M. L. A gamificação aplicada em ambientes de aprendizagem. Revista Novas Tecnologias na Educação , v. 11, n. 1, jul. 2013. Disponível em: < http://seer.ufrgs.br/renote/article/view/41629 >. Acesso em: 12 mar. 2021. TOBASE, L.; ALMEIDA, D. M.; VAZ, D. R. Plano de aula: fundamentos e prática. Disponível em: < http://www.unirio.elaboraçãodoplanodeaula.pdf.com.br >. Acesso em: 11 mar. 2021. VILLAS BOAS, B. M. F. Avaliação formativa e formação de professores - ainda um desafio. Linhas Críticas , Brasília, v. 12, n. 22, p. 75-90, jan./jun. 2006. Disponível em: < http://periodicos.unb.br/index.php/linhascriticas/article/view/1684/ 1308 >. Acesso em: 11 mar. 2021.
Plano de Aula 02
Identificação
Componente Curricular Ciências Série 2º ano do Ensino Fundamental I Turma Única Período (^) Matutino
Conteúdo
Vida e evolução As plantas
Objetivos
Objetivo geral (EF02CI06) Identificar as principais partes de uma planta (raiz, caule, folhas, flores e frutos) e a função desempenhada por cada uma delas, e analisar as relações entre as plantas, o ambiente e os demais seres vivos. Objetivos específicos Reconhecer as plantas como seres vivos (com partes e funções) e dependentes de outros elementos - como água, luz e outros- para sobreviver. Constatar a importância das plantas para os seres vivos (sobretudo, nós humanos) e o meio ambiente. Desenvolver a oralidade, o potencial artístico e a interação, ao realizar às atividades.
Metodologia
1º Momento: O professor recepciona os alunos com música de bom dia, e propõe que os alunos formem um círculo, para que todos possam interagir e possibilitar a dinâmica da aula. Na sequência, o professor faz uma breve explicação do assunto que será trabalhado na aula, neste caso, serão as plantas (partes e funções) e sua relação com o meio ambiente em geral. Após isso, em sentido diagnostico, o professor propõe o jogo digital (no celular) “Caça Palavras” utilizando a temática: partes da planta, para trazer ludicidade ao assunto. 2º Momento: Finalizado o jogo, o professor, distribui para os alunos folhas brancas, giz de cera e lápis de cor, e orienta-os a desenharem plantas de acordo com suas imaginações, despertando assim os dotes artísticos e, na sequência - com o intuito de promover a participação e oralidade dos alunos- lista oralmente o nome das partes da planta e pede aos alunos que identifiquem no desenho realizado, onde se localiza cada parte mencionada. 3 º Momento: O professor explica as funções de cada uma das partes da planta, por exemplo: as raízes buscam água e nutrientes no solo além de auxiliar na sustentação da planta. O professor aproveita o momento e explica também que as plantas
É indiscutível que a principal finalidade do estágio é colocar o acadêmico diante da prática da sua profissão, ou seja, é primordial o contato do futuro professor com a realidade em sala de aula. No entanto, devido ao cenário de pandemia no qual se deu a realização desse momento de formação, esse contato com a prática em sala de aula, infelizmente ainda não foi possível. Contudo, apesar dessa adversidade, esse projeto, mesmo com um caráter substancialmente teórico, mim proporcionou um vasto leque de conhecimentos acerca de importantes aspectos relacionados a prática docente nos anos iniciais do ensino fundamental. Assim, ao realizar as atividades requeridas por este projeto, eu tive a oportunidade de ter acesso à materiais ricos e diversificados que contem subsídios que certamente serviram de auxílio ao longo da minha carreira enquanto docente. Desse modo, ressalto que a construção dos planos de aula a partir dos interesses lúdicos da criança, o estudo acerca das metodologias ativas e tecnologias digitais, do Projeto Político Pedagógico, dos Temas Contemporâneas Transversais, assim como a atuação do professor nos anos iniciais do ensino fundamental de modo geral, foram experiências muito relevantes para a minha formação tanto profissional, quanto pessoal, visto que, através das atividades propostas aqui, foi possível repensar alguns valores a respeito do acadêmico que eu sou hoje, com futuro profissional que serei futuramente. Portanto, apesar da lacuna supracitada nesse processo, devido à ausência da experiência da prática na realidade de sala de aula, que é algo insubstituível no processo de formação, essa atividade mim proporcionou uma experiência muito significativa pois fez com que conhecesse mais sobre anos iniciais do ensino fundamental, o trabalho docente e os fatores que influenciam nessa prática de maneira geral.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: < https://www.basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofi nal_site.pdf.>. Acesso em: 13 mar. 2021.
DEMO, P. Educação & conhecimento – relação necessária, insuficiente e controv ersa. Petrópolis: Vozes, 2001. Disponível em:< http:// www.estantevirtual. com. br/ livros/pedro-demo/educacao-e-desenvolvimento/4255241136 >. Acesso em: 13 mar.2021.
MATTER, J. A. A interdisciplinaridade nos anos iniciais do ensino fundamental.
THIESEN, J. S. A interdisciplinaridade como um movimento articulador no processo ensino-aprendizagem. Revista Brasileira de Educação , v. 13, n. 39, set./dez. 2008. Disponível em: < http://researchgate.net/publication/40440886/A-interdiciplinaridade- como-um-moviemnto-articulador-no-processo-ensino-aprendizagem > Acesso em: 12 mar. 2021.