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Estatica - 227 - Impressão, Notas de estudo de Engenharia Mecânica

Estática Kavamura

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 08/03/2013

carol-luhm-7
carol-luhm-7 🇧🇷

2 documentos

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Requisitos
Requisitos para acompanhar a aula
IProdutos de vetores
IEscalar;
IVetorial;
IMisto.
IResultante de forças
ISistemas equivalentes de forças
[email protected] (UFPR) Estática 2012 1 / 177
Equilíbrio em três dimensões
TÓPICOS
Equilíbrio em três dimensões
Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais
Reações em vínculos tridimensionais
Tarefa mínima
[email protected] (UFPR) Estática 2012 2 / 177
Equilíbrio em três dimensões Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais
Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais
Para o equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais deve-se fazer
X~
Fx=0P~
Fy=0X~
Fz=0
X~
Mx=0P~
My=0X~
Mz=0
ou, na forma vetorial,
X~
F=0
X~
MO=X~
r×~
F=0
[email protected] (UFPR) Estática 2012 3 / 177
Equilíbrio em três dimensões Reações em vínculos tridimensionais
Reações em vínculos tridimensionais
[email protected] (UFPR) Estática 2012 4 / 177
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Requisitos

Requisitos para acompanhar a aula

I (^) Produtos de vetores I (^) Escalar; I (^) Vetorial; I (^) Misto. I (^) Resultante de forças I (^) Sistemas equivalentes de forças

[email protected] (UFPR) Estática 2012 1 / 177

Equilíbrio em três dimensões TÓPICOS

Equilíbrio em três dimensões Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais Reações em vínculos tridimensionais Tarefa mínima

[email protected] (UFPR) Estática 2012 2 / 177

Equilíbrio em três dimensões Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais

Equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais

Para o equilíbrio de corpos rígidos tridimensionais deve-se fazer

~Fx = 0 ∑^ ~Fy = 0

~Fz = 0

M~x = 0 ∑^ M~y = 0

M~z = 0

ou, na forma vetorial,

F~ = 0

M~O =

~r × F~ = 0

Equilíbrio em três dimensões Reações em vínculos tridimensionais Reações em vínculos tridimensionais

Equilíbrio em três dimensões Reações em vínculos tridimensionais

Reações em vínculos tridimensionais

[email protected] (UFPR) Estática 2012 5 / 177

Equilíbrio em três dimensões Reações em vínculos tridimensionais Reações em vínculos tridimensionais

[email protected] (UFPR) Estática 2012 6 / 177

Equilíbrio em três dimensões Reações em vínculos tridimensionais

Reações em vínculos tridimensionais

Exercícos sobre Equilíbrio em três Dimensões Exercícos sobre Equilíbrio em 3 D

Um sarrilho é utilizado para erguer uma carga de 750 N. Determine:

a) o módulo da força horizontal P que deve ser aplicada a C para manter o equilíbrio e

b) as reações em A e B, supondo que o mancal em B não exerça empuxo axial.

Projeção de um vetor

λ - versor da direção de projeção

e seu vetor unitário λ

λ = cosθxˆi + cosθyˆj + cosθz kˆ

(cosθx , cosθy , cosθz )

seus cossenos diretores

[email protected] (UFPR) Estática 2012 11 / 177

Projeção de um vetor λ - versor da direção de projeção

e seu vetor unitário λ

λ = cosθxˆi + cosθyˆj + cosθz kˆ

(cosθx , cosθy , cosθz )

seus cossenos diretores

[email protected] (UFPR) Estática 2012 11 / 177

Projeção de um vetor

Projeção de um vetor

A projeção de um vetor P sobre OL:

P · λ = (Px , Py , Pz )(cosθx , cosθy , cosθz )

= Px cosθx + Py cosθy + Pz cosθz

= P OL

Produto Misto

O produto misto de S , P e Q é:

S · ( P × Q ) =

Sx Sy Sz

Px Py Pz

Qx Qy Qz

Os elementos do determinante, são as componentes cartesianas dos três vetores.

Momento de uma força

TÓPICOS

Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima Exercícios Tarefa mínima INTRODUÇÃO MODELAGEM-GEOMETRIA MODELAGEM-RESTRIÇÕES MODELAGEM-FORÇAS RESULTADOS EXEMPLO-I EXEMPLO-II

[email protected] (UFPR) Estática 2012 14 / 177

Momento de uma força Definição e Cálculo Momento de uma força em relação a um eixo

O momento de uma força F em relação a um eixo OL, é.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 15 / 177

Momento de uma força Definição e Cálculo

Momento de uma força em relação a um eixo

O momento de uma força F em relação a um eixo OL, é o momento

MO da força F em relação ao ponto O.

Momento de uma força Definição e Cálculo Momento de uma força em relação a um eixo

O momento de uma força F em relação a um eixo OL, é o momento

MO da força F em relação ao ponto O projetado sobre OL.

Momento de uma força Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto

P3-42 O suporte ACD está articulado em A e D e é sustentado por um cabo que passa através do anel em B e que está preso nos ganchos em G e H.

Sabendo que a tração no cabo é de 450 N, de- termine o momento, em relação a diagonal AD, da força aplicada no su- porte pelo segmento BH do cabo.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 19 / 177

Binário de uma força TÓPICOS Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima Exercícios Tarefa mínima INTRODUÇÃO MODELAGEM-GEOMETRIA MODELAGEM-RESTRIÇÕES MODELAGEM-FORÇAS RESULTADOS EXEMPLO-I EXEMPLO-II

[email protected] (UFPR) Estática 2012 20 / 177

Binário de uma força Definição e Cálculo

Binário de uma força

Duas forças F e − F de mesma intensidade, retas de ação paralelas e

sentidos opostos, formam um binário.

O momento de um binário é independente do ponto de aplicação

(escolha da origem) vetor livre M.

Binário de uma força Definição e Cálculo Binário de uma força

Este vetor M é perpendicular ao plano formado pelas duas forças F e

− F e sua intensidade é igual ao produto Fd.

Binário de uma força Binários equivalentes

Representação vetorial de um binário

Dois binários que têm o mesmo momento M , são equivalentes (ele

provocam o mesmo efeito sobre um corpo rígido dado).

[email protected] (UFPR) Estática 2012 23 / 177

Binário de uma força Binários equivalentes Representação vetorial de um binário

Dois binários que têm o mesmo momento M , são equivalentes (ele

provocam o mesmo efeito sobre um corpo rígido dado).

[email protected] (UFPR) Estática 2012 23 / 177

Binário de uma força Binários equivalentes

Representação vetorial de um binário

Dois binários que têm o mesmo [email protected] (UFPR)^ Estática^ M , são equivalentes (ele^2012 23 / 177

Binário de uma força Sistema força-binário Sistema força-binário

Qualquer força F que age em um ponto A de um corpo rígi- do, pode ser substituída por um sistema força-binário em

um ponto arbitrário O.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 24 / 177

Binário de uma força Sistema força-binário

Sistema força-binário de um sistema de forças

Primeiro, cada uma das forças é substituída por um sistema equivalente força-binário em O;

M i = OAi × F i

[email protected] (UFPR) Estática 2012 26 / 177

Binário de uma força Sistema força-binário Sistema força-binário de um sistema de forças

Então,

R =

F i M RO =

M i

[email protected] (UFPR) Estática 2012 27 / 177

Binário de uma força Sistema força-binário

Sistema força-binário de um sistema de forças

Em geral, os vetores da força resultante R e do binário resultante M RO

não são perpendiculares entre si.

Binário de uma força Sistema força-binário Equivalência de sistema de forças

Dois sistemas de forças, F 1 , F 2 , F 3 ... , e F ′ 1 , F ′ 2 , F ′ 3 ... são equivalentes,

se e somente se:

F =

F ′^ e

M O =

M ′ O

Binário de uma força Sistema força-binário

Sistema de forças reduzida a uma única força

Se os vetores R e M O forem perpendiculares entre si, o sistema

força-binário em O pode também ser reduzido a uma única força resultante. Dentre estes casos tem-se: a) Forças concorrentes, b) Forças coplanares, ou c) Forças paralelas.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 29 / 177

Binário de uma força Exercícios sobre Sistema Equivalentes Força-Binário

P3-53 Duas forças de 60 N são aplicadas, como ilustrado, aos vértices A e C de uma placa quadrada de 200 mm de lado. Determine o momento do binário formado pelas duas forças: a) multiplicando o módulo das forças pela distância entre suas linhas de ação; e b) decompondo cada força segundo as direções horizontal e vertical e somando os momentos dos dois binários resultantes.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 30 / 177

Binário de uma força Exercícios sobre Sistema Equivalentes Força-Binário

P3-63 A força P tem intensidade de 250 N e está aplicada à extremidade C da haste AC de 500 mm que está presa a um suporte em A e B.

Supondo α = 30 ◦^ e β = 60 ◦,

substitua P por: a) um sistema força-binário, equivalente, em B; e b) um sistema equivalente formado por duas forças paralelas aplicadas em A e em B.

Binário de uma força Exercícios sobre Sistema Equivalentes Força-Binário

P3-71 Uma força de 11,6 kN é aplicada ao ponto D do suporte de ferro fundido da figura. Substitua a força por um sistema força-binário equivalente no centro A da seção da base.

Treliça Plana Treliças simples

Uma treliça é dita ser rígida se for projetada de tal maneira que não sofrerá grandes deformações e nem se desmoronará sob uma carga pequena.

Um treliça triangular que consiste em três membros conectados em três junções é claramente uma treliça rígida.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 37 / 177

Treliça Plana Treliças simples

Uma treliça obtida adicionando dois membros novos ao primeiro e conectando-os a uma nova junção será também rígida. As treliças obtidas repetindo este procedimento são chamadas de treliças simples. Pode-se se certificar de que uma treliça é simples se o número total dos barras é m = 2 n − 3, onde n é o número total das junções.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 38 / 177

Treliça Plana Método dos Nós

As forças nos vários membros de uma treliça podem ser determinadas pelo método dos nós:

  1. as reações nas sustentações são obtidas considerando a treliça inteira como um corpo livre;
  2. O diagrama do corpo livre de cada pino é extraído, então, mostrando as forças exercidas no pino pelos membros ou sustentações que conecta.

Treliça Plana Método dos Nós

  1. as reações nas sustentações são obtidas considerando a treliça inteira como um corpo livre;
  2. O diagrama do corpo livre de cada pino é extraído, então, mostrando as forças exercidas no pino pelos membros ou sustentações que conecta.

Treliça Plana Método dos Nós

Como

I (^) os membros são membros retos com duas-forças, I (^) a força exercida por um membro no pino é dirigida ao longo desse membro, e I (^) somente o valor da força é desconhecido

É sempre possível no exemplo de uma treliça simples extrair os diagramas do livre-corpo dos pinos em tal ordem que somente duas forças desconhecidas estão incluídas em cada diagrama.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 40 / 177

Treliça Plana Método dos Nós Membros em tração/compressão

o membro está em compressão: Se a força exercida por um membro em um pino for dirigida para esse pino; o membro está em tração: se a força exercida dirigir para fora do pino.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 41 / 177

Treliça Plana Método dos Nós

A análise de uma treliça é obtida às vezes por primeiras junções reconhecendo sob as circunstâncias de carregamento especiais (que envolvem membros da força-zero, por exemplo). O método dos nós

pode também ser estendido à análise do treliças tridimensional ou do espaço.

Treliça Plana Exercícios - Método dos Nós Exercícios

Usando o método dos nós, determine a força em cada barra da treliça. Indique se cada barra está tracionada ou comprimida.

Treliça Plana Método das Seções

Escrevendo

ME = 0 , nós determinamos o valor de FBD , que

representa a força no membro BD. I (^) Um sinal positivo indica que o membro está em tração; I (^) um sinal negativo indica que está em compressão.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 45 / 177

Treliça Plana Exercícios - Método das Seções Exercícios

Determine as forças nas barras CD e DF da treliça.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 46 / 177

Treliça Plana Exercícios - Método das Seções

Exercícios

Determine as forças nas barras DE e EF da treliça.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 46 / 177

Treliça Espacial TÓPICOS Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima

[email protected] (UFPR) Estática 2012 47 / 177

Treliça Espacial

Quando várias barras retas são unidas por suas extremidades para formar uma configuração tridimensional, a estrutura obtida é chamada de treliça espacial.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 48 / 177

Tarefa Mínima TÓPICOS Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima Exercícios Tarefa mínima INTRODUÇÃO MODELAGEM-GEOMETRIA MODELAGEM-RESTRIÇÕES MODELAGEM-FORÇAS RESULTADOS EXEMPLO-I EXEMPLO-II

[email protected] (UFPR) Estática 2012 49 / 177

Tarefa Mínima

Tarefa mínima

I (^) Ler e entender os exercícios resolvidos 6.1 a 6.8. I (^) Fazer os exercícios propostos: I (^) 6.4; I (^) 6.8; I (^) 6.10; I (^) 6.20; I (^) 6.30; I (^) 6.34; I (^) 6.39; I (^) 6.49; I (^) 6.57 e 59; para entrega.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 50 / 177

Exercícios TÓPICOS Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima

[email protected] (UFPR) Estática 2012 51 / 177

Exercícios

Quatro forças estão aplica- das à placa da figura. (a) Determine a resultante des- sas forças. (b) Determine os dois pontos onde a linha de ação da resultante inter- cepta os lados da placa. Fonte: P3-82 Beer & Johnston

[email protected] (UFPR) Estática 2012 56 / 177

Exercícios Encaminhamento:

[email protected] (UFPR) Estática 2012 57 / 177

Exercícios

Quatro forças são aplicadas à peça ABDE. Substitua as forças por um sistema força- binário equivalente em A. Fonte: P3-89 Beer & Johnston

Exercícios Encaminhamento:

Exercícios

Uma laje retangular de con- creto suporta a carga de quatro colunas. Determine o módulo, a direção e o ponto de aplicação da resultante das quatro cargas. Fonte: P3-93 Beer & Johnston

[email protected] (UFPR) Estática 2012 60 / 177

Exercícios

Determine os módulos das cargas adicionais a serem aplicadas em B e F a fim de que a resultante das seis cargas passe pelo centro da laje. Fonte: P3-95 Beer & Johnston

[email protected] (UFPR) Estática 2012 61 / 177

Tarefa mínima

TÓPICOS

Projeção de um vetor Produto Misto Momento de uma força Definição e Cálculo Exercícios sobre Produto Escalar e Produto Misto Binário de uma força Definição e Cálculo Binários equivalentes Sistema força-binário Requisitos Treliça Plana Treliças simples Método dos Nós Exercícios - Método dos Nós Método das Seções Exercícios - Método das Seções Treliça Espacial Tarefa Mínima

[email protected] (UFPR) Estática 2012 62 / 177

Tarefa mínima Tarefa mínima

I (^) Ler e entender os exercícios resolvidos do capítulo 3;

I (^) 3.58; I (^) 3.59; I (^) 3.64;

I 3.68;

I 3.80;

I 3.84;

I 3.88;

I 3.94;

I 3.96.

[email protected] (UFPR) Estática 2012 63 / 177