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Estatística Parte2, Notas de estudo de Estatística

Apostilas de Matemática sobre o studo da Estatística, mediana, separatrizes, cálculo do quartil.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 11/04/2013

jacare84
jacare84 🇧🇷

4.5

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bg1
IFRJ – Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – Rio de Janeiro
Professora: Janaina Pereira
23
2)
XfiFi
12 1 1
14 2 3
15 1 4
16 2 6
17 1 7
20 1 8
Total 8
A mediana será a média entre o 4º e o 5º elemento da série => 5,15
2
1615
Md
Exercícios: Calcule a mediana. Resposta: 8
MEDIANA PARA DADOS AGRUPADOS COM INTERVALO DE CLASSE.
*
*
*2h
f
F
n
lMd
ant
Onde:
mediana a contém que classe de intervalo do amplitude a é h
mediana classe da simples freqüência a é f
mediana classe àanterior classe da acumulada freqüência a é F
série na mediana da posição a é
2
mediana classe dainferior limite o é
*
*
ant
*
n
l
Exemplo:
idade fi F
i
3 |--- 6 2 2
6 |--- 9 5 7
9 |--- 12 7 14
12 |--- 15 3 17
15 |--- 18 2 19
total 19
*
*
*2h
f
F
n
lMd
ant
=
3
7
75,9
9
=10,1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16

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Baixe Estatística Parte2 e outras Notas de estudo em PDF para Estatística, somente na Docsity!

Professora: Janaina Pereira

X fi Fi 12 1 1 14 2 3 15 1 4 16 2 6 17 1 7 20 1 8 Total 8

A mediana será a média entre o 4º e o 5º elemento da série => 15 , 5 2

Md

Exercícios: Calcule a mediana. Resposta: 8

MEDIANA PARA DADOS AGRUPADOS COM INTERVALO DE CLASSE.

  • (^2) h f

F

n

Md l

ant

Onde:

h éaamplitudedointervalodeclassequecontémamediana

f éafreqüênciasimplesdaclassemediana

F é afreqüênciaacumuladadaclasseanterioràclassemediana

éaposiçãodamediananasérie 2

éolimiteinferiordaclassemediana

ant

n

l

Exemplo: idade fi Fi 3 |--- 6 2 2 6 |--- 9 5 7 9 |--- 12 7 14 12 |--- 15 3 17 15 |--- 18 2 19 total 19

  • (^2) h f

F

n

Md l

ant

Professora: Janaina Pereira

Exercício: Calcule a mediana para o caso da distribuição de freqüência abaixo:

Salário f (^) i Fi 450 |--- 550 8 550 |--- 650 10 650 |--- 750 11 750 |--- 850 16 850 |--- 950 13 950 |--- 1.050 5 1.050 |-- 1.150 1 total 64

Observação:

No caso de existir uma freqüência acumulada exatamente igual a 2

n , a Mediana será o

limite superior da classe correspondente.

Por exemplo:

  • (^2) h f

F n Md l

ant

 

  

 (^)    =^

Nota:

  1. A mediana pode coincidir ou não com um elemento da série. Vimos que, quando tivermos um número de elementos ímpar na série de dados, há coincidência. Quanto o número de elementos de uma série é par, na há coincidência.
  2. A mediana depende da posição e não dos valores centrais na série ordenada.
  3. Usamos a mediana quando desejamos obter o ponto que divide a distribuição em partes iguais e quando há valores extremos afetando de uma maneira acentuada a média.

Classes f (^) i Fi 0 |---10 1 1 10 |---20 3 4 20 |--- 30 9 13 30 |---40 7 20 40 |---50 4 24 50 |---60 2 26 total 26

Professora: Janaina Pereira

Calcule o Q 1 e Q (^3)

ALTURA (cm) 150 I-- 154 4 154 I-- 158 9 158 I-- 162 11 162 I-- 166 8 166 I-- 170 5 170 I-- 174 3 Total 40 Fonte: MEC

ALTURA DOS ALUNOS f i

i   f k (classe 2) 30 4

i   f k (classe4)

 

Q  

 

Q  

Exercício: Para os dados agrupados em freqüência, encontre o primeiro e segundo quartil. Resposta: 4 e 6

QUINTIS: Quando dividimos uma série em 5 partes iguais, cada parte ficará com 20% dos elementos da série. Assim temos:

K 1 = 1º quintil – separa a seqüência ordenada deixando 20% dos valores a sua esquerda e

80% dos valores a sua direita.

K (^) (^2) = 2º quintil – separa a seqüência ordenada deixando 40% dos valores a sua esquerda

e 60% dos valores a sua direita.

K (^) (^3) = 3º quintil – separa a seqüência ordenada deixando 60% dos valores a sua esquerda e

40% dos valores a sua direita.

K (^) (^4) = 4º quintil – separa a seqüência ordenada deixando 80% dos valores a sua esquerda e

20% dos valores a sua direita.

!---------!---------!---------!---------!---------! K 1 K (^) 2 K (^) 3 K 4

Professora: Janaina Pereira

Cálculo do QUINTIL

É o mesmo cálculo de mediana sendo que 2

n deve ser substituído por 5

fi k , onde k é o

número de ordem do quintil.

f

F h

k f

K l

ant

i

k

Exemplo: Considerando a tabela de distribuição de freqüência por intervalo de classe, calcule K 2.

ALTURA (cm) 150 I-- 154 4 154 I-- 158 9 158 I-- 162 11 162 I-- 166 8 166 I-- 170 5 170 I-- 174 3 Total 40 Fonte: MEC

ALTURA DOS ALUNOS f i

i   f k (classe 3)

 

k  

Exercício: A distribuição de freqüência abaixo representa o consumo por nota de 54 notas fiscais emitidas durante um dia em uma loja de departamentos. Calcule o quintil de ordem 2.

Resposta: 70,

Consumo por nota (R$) Nº de notas 0 |---- 50 10 50 |---- 100 28 100 |---- 150 12 150 |---- 200 2 200 |---- 250 1 250 |---- 300 1 Total 54

Professora: Janaina Pereira

Exercício: Uma empresa de aviação observou em seus registros recentes, o tempo de mão-de-obra gasto na revisão completa de um motor de jato. O seguinte quadro foi obtido. Calcule o decil de ordem 3. Resposta: 9,

Classe Tempo de mão-de-obra (horas) Nº de motores 1 0I------------4 1 2 4I------------8 5 3 8I-----------12 10 4 12I-----------16 12 5 16I-----------20 4

PERCENTIS ou CENTIL: São valores de uma série que a dividem em 100 partes iguais. Cada parte ficará com 1% dos elementos da série. Assim temos:

P 1 (^) = 1º percentil: separa a seqüência ordenada deixando 1% dos valores a sua esquerda e

99% dos valores a sua direita.

P 2 (^) = 2º percentil: separa a seqüência ordenada deixando 2% dos valores a sua esquerda e

98% dos valores a sua direita.

P 3 (^) = 3º percentil: separa a seqüência ordenada deixando 3% dos valores a sua esquerda e

97% dos valores a sua direita. . . P 98 (^) = 98º percentil: separa a seqüência ordenada deixando 98% dos valores a sua

esquerda e 2% dos valores a sua direita. P 99 (^) = 99º percentil: separa a seqüência ordenada deixando 99% dos valores a sua

esquerda e 1% dos valores a sua direita.

!---!---!---!---!---!---!---!---!---!---! P10 P20 P30 P40 P50 P60 P70 P80 P

Cálculo do PERCENTIL

É o mesmo cálculo de mediana sendo que 2

n deve ser substituído por 100

k^ ^ fi , onde k é o

número de ordem do percentil.

f

F h

k f

P l

ant

i

k

Professora: Janaina Pereira

Exemplo: Considerando a tabela de distribuição de freqüência por intervalo de classe, calcule P 8.

ALTURA (cm) 150 I-- 154 4 154 I-- 158 9 158 I-- 162 11 162 I-- 166 8 166 I-- 170 5 170 I-- 174 3 Total 40 Fonte: MEC

ALTURA DOS ALUNOS f i

i   f k (classe 1)

 

P  

Podemos notar que os quartis, quintis e decis podem ser expressos em termos dos precentis.

Q 1 =P25 K 1 =P20 D 1 =P 10 Q 2 =P50 K 2 =P40 D 2 =P 20 Q 3 =P75 K 3 =P60 D 3 =P 30 K 4 =P80 D 4 =P 40 D 5 =P 50 D 6 =P 60 D 7 =P 70 D 8 =P 80 D 9 =P 90

Professora: Janaina Pereira

Sendo a variância calculada a partir dos quadrados dos desvios, ela é um número em

unidade quadrada em relação à variável em questão, o que, sob o ponto de vista prático, é

um inconveniente.

Por isso mesmo, imaginou-se uma nova medida que tem a interpretação prática,

denominada desvio padrão, definida como a raiz quadrada da variância.

Desvio Padrão: 2  (^) ( x )  x

Observação:

(1) O desvio padrão sempre será positivo!

(2) O desvio padrão de uma série indica o quanto os dados estão afastados da média e,

que se os dados são iguais, o valor da medida é zero.

Exemplo 7: Em uma turma de aluno, verificaram-se através da análise das notas de 15 alunos (amostra), os seguintes desempenhos:

Alunos Conceito na Prova 1 4,3 9, 2 4,5 7, 3 9 2, 4 6 1, 5 8 0, 6 6,7 0, 7 7,5 0, 8 10 7, 9 7,5 0, 10 6,3 1, 11 8 0, 12 5,5 3, 13 9,7 5, 14 9,3 3, 15 7,5 0, Total 109,8 44, Média 7,32 3,155 Variância Desvio Padrão 1,

  2 Xi X

n^2 i 1  Xi X 

Professora: Janaina Pereira

Observamos no exemplo, que a média das provas, foi estimada em 7,32 com desvio padrão em 1,77. Concluímos que a maioria das notas concentrou-se em 9,09 e 5,55.

Exercício: Calcular a média aritmética e o desvio padrão dos seguintes dados relativos à

dosagem de hemoglobina verificada numa amostra de 12 animais bovinos (mg).

15 14 13 11 13 14 13,5 12 16 14,5 12 9

Resp.: Média = 13,083mg Variância = 3,583mg^2 Desvio padrão = 1,892mg

(2) MEDIDAS DE VARIAÇÃO RELATIVA

O coeficiente de variação : x

x CV x

. É a razão entre o desvio padrão e a média

aritmética da série dos dados. Pode ser expresso em percentual. Usado

para comparar a variabilidade de diferentes grupos de dados.

Exercício: Os dados abaixo referem-se as medidas da altura de parafusos e do diâmetro de rolamentos. Determine o coeficiente de variação, para verificar em relação a qual medida (parafuso ou rolamento) a variabilidade é maior, sabendo-se que o desvio padrão dos parafusos é de 0,46 cm e dos rolamentos é de 0,27 cm?

Parafusos (cm) 10,2 10,6 9,8 10,0 9,8 10,4 9, Rolamentos (cm) 2,2 2,5 1,8 1,9 2,0 1,7 1,

Resposta: CVp = 4,6 e CVr = 13,5. Os rolamentos apresentam maior variabilidade.

Professora: Janaina Pereira

Seja S o seu espaço amostral. Se todos os elementos de S tem a mesma chance de

acontecer, então, chamamos de PROBABILIDADE DE UM EVENTO A, AS , o

número real P(A), tal que:

( )

( ) ( ) nS

nA P A  , onde n(A) é o número de elementos de A e n(S) é o número de elementos

de S.

Exemplos: Considere o lançamento de uma moeda e o evento A “obter cara”.

S= {Ca, Co} n(S) = 2 A = {Ca} n(A) = 1 P(A) = 2

EVENTOS COMPLEMENTARES

Exemplo: Pesquisa afirma que de um grupo de 100 pacientes fumantes aparecem as

seguintes evidências^1.

Eventos (evidências): e 1 = Normal; e 2 = Bronquite; e 3 = Câncer no Pulmão; e 4 = Tuberculose Espaço Amostral: = {Normal; Bronquite; Câncer no Pulmão; Tuberculose}

Evidências Normal Bronquite Câncer no Pulmão Tuberculose Nº de Pacientes 25 60 10 5

Se a probabilidade de um paciente apresentar tuberculose é de 0,05. Então se abordarmos

um paciente, ao acaso, qual a probabilidade de que ele tenha tuberculose ausente.

Resolução:

“e 4 ”: paciente tem tuberculose: 0 , 05 100

P ( e 4 ) 

Como: P ( e 4 ) P ( e 4 ) 1 Então, P ( e 4 ) 1  P ( e 4 ) 1  0 , 05  0 , 95 onde e 4 significa:

paciente tem tuberculose ausente.

Assim, a chance de abordarmos um paciente que tem tuberculose ausente é 95%.

(^1) Considere estas evidências as mais comuns entre pacientes. Suponha também que as evidências acima

sejam exclusivas.

Professora: Janaina Pereira

EVENTOS MUTUAMENTE EXCLUSIVOS

Se os mesmos elementos não podem ocorrer simultaneamente.

P(AB) = P(A) + P(B), a probabilidade de que um ou outro se realize é igual a soma das

probabilidades.

Exemplo: Considerando os dados do exemplo (1).

Evidências Normal Bronquite Câncer no Pulmão Tuberculose Nº de Pacientes 25 60 10 5

Se abordarmos um paciente, ao acaso, qual é a probabilidade de que ele tenha câncer de pulmão ou tuberculose?

Resolução: 0 , 15 100

P ( e 3  e 4 ) P ( e 3 ) P ( e 4 )   

EVENTOS QUE NÃO SÃO MUTUAMENTE EXCLUSIVOS

P(AB) = P(A) + P(B) - P(AB)

De um grupo de 80 pessoas considere:

SITUAÇÃO

EMPREGATÍCIA

SITUAÇÃO ESCOLAR

Total Até o Nível Médio Nível Superior Empregada 10 35 45 Desempregada 15 20 35 Total 25 55 80

A probabilidade de uma pessoa estar desempregada ou ter nível superior. Resolução:

0 , 8750 80

P ( D  S ) P ( D ) P ( S ) P ( D  S )    

EVENTOS INDEPENDENTES

Dois eventos são independentes quando a ocorrência ou a não ocorrência de um evento

não tem efeito algum na probabilidade de ocorrência do outro evento. Quando lançamos

dois dados, o resultado obtido em um deles independe do resultado obtido no outro.

P(A e B) = P(AB) = P(A)P(B)

Professora: Janaina Pereira

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

  1. Qual a probabilidade de sair ás de ouros quanto retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas?

  2. Qual a probabilidade de sair um rei quanto retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas?

  3. Um lote de 12 peças, 4 são defeituosas. Sendo retirada uma peça, calcule?

a- A probabilidade de essa peça ser defeituosa:

b- A probabilidade de essa peça não ser defeituosa:

  1. No lançamento de dois dados, calcule a probabilidade de se obter soma igual a 5.

  2. De dois baralhos de 52 cartas retiram-se, simultaneamente, uma carta do primeiro baralho e uma carta do segundo baralho. Qual a probabilidade de a carta do primeiro baralho ser um rei e a do segundo baralho ser o 5 de paus?

  3. Uma urna A contém: 3 bolas brancas, 4 pretas, 2 verdes; Uma urna B contém: 5 bolas brancas, 2 pretas, 1 verde; Uma urna C contém: 2 bolas brancas, 3 pretas e 4 verdes. Uma bola é retirada de cada urna. Qual a probabilidade de as 3 bolas retiradas da primeira, segunda e terceira urnas serem, respectivamente, branca, preta e verde?

  4. De um baralho de 52 cartas retiram-se, ao acaso, duas cartas sem reposição. Qual a probabilidade de a primeira carta ser o ás de paus e a segunda ser o rei de paus?

  5. Qual a probabilidade de sair uma figura quando retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas?

  6. Qual a probabilidade de sair uma carta de copas ou de ouros quando retiramos uma carta de um baralho de 52 cartas?

  7. No lançamento de um dado, qual a probabilidade de se obter um número não inferior a 5?

Professora: Janaina Pereira

GABARITO

  1. A = sair ás de ouros P(A)=1/

  2. A = sair rei P(A)=4/

a) A= a peça ser defeituosa P(A)=4/

b) B=a peça ser perfeita P(B)=8/

  1. A= a soma ser 5 A={(1,4), (2,3), (3,2), (4,1)} P(A) = 4/
  2. A= sair rei

B= sair 5 de paus P(A E B) = P(A)x P(B) = 4/52 x 1/52 = 4/

A= 3 bolas retiradas da primeira, segunda e terceira urnas serem, respectivamente, branca, preta e verde

P(A)= 3/9 x 2/8 x 4/9 = 24/

  1. C= sair ás de paus e reis de paus

P(C1 e C2)= P(C1). P(C2/C1) = 1/52 x 1/51 = 1/

Figuras = valete, dama e rei A= sair uma figura P(A) = 12/

  1. A= sair copas ou ouros P(A)=13/52 + 13/52 = 26/
  2. A= número maior que 5 P(A)=1/

Professora: Janaina Pereira

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

  1. Determine se é dada uma distribuição de probabilidade. Nos casos em que não é descrita uma distribuição de probabilidade, identifique a condição que não é satisfeita. E quando for descrita uma distribuição de probabilidade, determine sua média e desvio padrão. a) Se sua faculdade contrata os 4 próximos funcionários sem distinção de sexo e o conjunto de candidatos é grande, com números iguais de homens e mulheres, a tabela a seguir dá a distribuição de probabilidade do número x de mulheres contratadas. X p(x) 0 0, 1 0, 2 0, 3 0, 4 0,0625 (^) Resposta: 2 e 1

b) Ao avaliar riscos de crédito, Jefferson investiga o número de cartões de crédito que a pessoa tem. Com x sendo o número de cartões de crédito que os adultos possuem a tabela a seguir dá a distribuição de probabilidade para um conjunto de solicitantes. X p(x) 0 0, 1 0, 2 0, 3 0, 4 0, 5 0, 6 0, 7 0,14 (^) Resposta: 2,8 e 2,

2)Seja X uma variável aleatória discreta assumido valores no conjunto {1, 2, 3} e com distribuição de probabilidade dada por:

x 1 2 3 P(X=x) 1/3 1/6 1/

a. Calcule a média de X. (resposta: 2,165)

b. Calcule a ( P  x  2 (resposta: 0,666)

c. Calcule a ( P  x  2 (resposta: 0,5)

3)O tempo T, em minutos, necessário para um operário processar certa peça é uma variável aleatória com a seguinte distribuição de probabilidade:

T 2 3 4 5 6 7 P(T=t) 0,1 0,1 0,3 0,2 0,2 0, Calcule o tempo médio de processamento. Resposta: 4,6 minutos

Professora: Janaina Pereira

DISTRIBUIÇÕES ESTATÍSTICAS: DISCRETA E CONTÍNUA

(1) DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL (discreta)

Vimos que uma variável aleatória associa um valor numérico a cada resultado de um

experimento aleatório e uma distribuição de probabilidade associa uma probabilidade a

cada valor de uma variável aleatória.

Veremos agora como determinar as probabilidades para uma categoria importante de

distribuição de probabilidades: OS EXPERIMENTOS BINOMIAIS.

Os experimentos binomiais têm a característica de apresentarem exatamente dois

resultados complementares: SUCESSO E FRACASSO.

Exemplo: Em processos industriais: as peças falham ou não falham. Na medicina: um paciente sobrevive ou morre. Em propaganda, um consumidor reconhece um produto ou não.

Definição:

Um experimento binomial é um experimento que satisfaz as seguintes condições:

  1. O experimento deve comportar um número fixo de provas (n).
  2. As provas devem ser independentes (o resultado de qualquer prova não afeta as probabilidades das outras provas.)
  3. Cada prova deve ter todos os resultados classificados em duas categorias (sucesso e fracasso).
  4. As probabilidades devem permanecer constantes para cada prova.

Quando fazemos um experimento binomial, a distribuição da variável aleatória x é

chamada uma DISTRIBUIÇÃO BINOMIAL.