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Esterobíase completo e detalhado, Resumos de Parasitologia

Informações sobre a enterobíase, uma infecção causada pelo Enterobius vermiculares, incluindo seu ciclo de vida, sintomatologia e transmissão. São descritos os diferentes estágios do ciclo de vida do parasita, bem como as diferentes formas de transmissão e os sintomas associados à infecção. útil para estudantes de biologia, medicina e áreas relacionadas.

Tipologia: Resumos

2022

À venda por 21/11/2022

emilyfarma
emilyfarma 🇧🇷

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Ciclo de vida diferente dos outros
helmintos intestinais
Reprodução sexuada
Depois da cópula, os machos são
eliminados com as fezes e morrem.
Hábitat natural – apêndice cecal
Ovos liberados pela ruptura
mecânica da fêmea
Média de 11 mil ovos/fêmea
Ovos embrionados na mucosa e/ou
pele
Infectantes em até 6h (2 mudas
larvais)
Larvas rabditoide eclodem no
duodeno, passam pelo jejuno,íleo,
alcançando o ceco.
Duas novas mudas até verme adulto.
As fêmeas são encontradasno ânus e
na região periana entre 45 e 60 dias
após a infecção.
Heteroinfecção: Ingestão de alimentos ou água
contaminados com ovos eliminados por outro
indivíduo contaminado;
Indireta;
Autoinfecção externa ou direta: Do ânus para a
cavidade oral, por meio dos dedos;
Autoinfecção interna: Processo raro no qual as
larvas eclodem ainda dentro do reto e depois
migram até o ceco, transformando-se em vermes
adultos;
Retroinfecção: Migração das larvas da região anal
para as regiões superiores do intestino grosso,
chegando até o ceco, onde se tornam adultas.
SINTOMATOLOGIA
Baixa carga parasitária:
Usualmente baixa, ausência de
sintomatologia ou manifestações
clínicas leves na maior parte das
pessoas infectadas, sendo elas:
Alterações causadas pelos vermes
dentro do intestino;Lesões anais e
perianais resultantes da presença
de fêmeas grávidas e da deposição
de ovos no local; Lesões
decorrentes de parasitismo
ectópico; Eventos secundários.
Alta parasitemia: Inflamação
catarral na região ileocecal;
Manifestações gastrointestinais
(náusea, vômito, dores, abdominais
pouco características, alterações na
frequência evacuatória e nas
características das fezes); Prurido
anal–manifestação mais prevalente
da enterobíase; Ato de coçar
agravar a irritação anal, ferimentos
(escoriações e sangramentos);
Infecção bacteriana secundária;
Alterações
neurocomportamentais:insônia,brux
ismo,irritabilidade, vertigem,
aumento da frequência de crises
convulsivas; Localização ectópica
fígado, baço e pulmões (infiltrado
inflamatório rico em linfócitos e
formação de granulomas);
Possibilidade de estar
positivamente associado à
ocorrência de apendicite.
ESTEROBÍASE
Enterobius vermiculares
única espécie de interesse na
parasitologia humana.
Popularmente conhecido como
“oxiúros”
CiCLO BIOLÓGICO - monoxênico
TRANSMISSÃO
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Ciclo de vida diferente dos outros helmintos intestinais Reprodução sexuada Depois da cópula, os machos são eliminados com as fezes e morrem. Hábitat natural – apêndice cecal Ovos liberados pela ruptura mecânica da fêmea Média de 11 mil ovos/fêmea Ovos embrionados na mucosa e/ou pele Infectantes em até 6h (2 mudas larvais) Larvas rabditoide eclodem no duodeno, passam pelo jejuno,íleo, alcançando o ceco. Duas novas mudas até verme adulto. As fêmeas são encontradasno ânus e na região periana entre 45 e 60 dias após a infecção. Heteroinfecção: Ingestão de alimentos ou água contaminados com ovos eliminados por outro indivíduo contaminado; Indireta; Autoinfecção externa ou direta: Do ânus para a cavidade oral, por meio dos dedos; Autoinfecção interna: Processo raro no qual as larvas eclodem ainda dentro do reto e depois migram até o ceco, transformando-se em vermes adultos; Retroinfecção: Migração das larvas da região anal para as regiões superiores do intestino grosso, chegando até o ceco, onde se tornam adultas.

SINTOMATOLOGIA

Baixa carga parasitária: Usualmente baixa, ausência de sintomatologia ou manifestações clínicas leves na maior parte das pessoas infectadas, sendo elas: Alterações causadas pelos vermes dentro do intestino;Lesões anais e perianais resultantes da presença de fêmeas grávidas e da deposição de ovos no local; Lesões decorrentes de parasitismo ectópico; Eventos secundários. Alta parasitemia: Inflamação catarral na região ileocecal; Manifestações gastrointestinais (náusea, vômito, dores, abdominais pouco características, alterações na frequência evacuatória e nas características das fezes); Prurido anal–manifestação mais prevalente da enterobíase; Ato de coçar – agravar a irritação anal, ferimentos (escoriações e sangramentos); Infecção bacteriana secundária; Alterações neurocomportamentais:insônia,brux ismo,irritabilidade, vertigem, aumento da frequência de crises convulsivas; Localização ectópica – fígado, baço e pulmões (infiltrado inflamatório rico em linfócitos e formação de granulomas); Possibilidade de estar positivamente associado à ocorrência de apendicite.

ESTEROBÍASE

Enterobius vermiculares

única espécie de interesse na parasitologia humana. Popularmente conhecido como “oxiúros”

CiCLO BIOLÓGICO - monoxênico

TRANSMISSÃO

Albendazol: 100 mg em dose única. Pamoato de pirantel: 10mg/kg em dose única

DIAGNÓSTICO

Caracterizado quando há o prurido anal Confirmação pela observação de ovos ou espécimes adultos do nematódeo

. Método de Graham ou da fita gomada

  • Deve ser executada preferencialmente ao amanhecer;
  • Antes da pessoa banhar-se;
  • Repetida em dias sucessivos.

TRATAMENTO

Ivermectina: 6mg em dose única.

PROFILAXIA

Manejo adequado dos fômites do individuo infectado; Corte das unhas, lavagem frequente das mãos (principalmente após o banheiro e antes das refeições); Banho diário ao se levantar; Desestímulo ao ato de coçar a região perianal; Limpeza doméstica; Tratamento de todas as pessoas parasitadas da família;

MORFOLOGIA

Método de Graham ovos espécimes adultos VERMES ADULTOS – nítido dimorfismo sexual C aracterísticas comuns: Cor branca, Corpo filiforme, Cutícula finamente estriada em sentido transversal, “Asas cefálicas”, Esôfago claviforme, bulbo cardíaco Fêmea

  • 1 cm de comprimento/0,4 mm de diâmetro
  • Extremidade posterior afilada
  • Cauda longa e pontiaguda
  • Corpo distende-se à medida que o no de ovos aumenta (16 mil) Macho
  • Significativamente menor que a fêmea
  • Cauda fortemente recurvada em sentindo ventral
  • Espículo para cópula Ovo
  • 50-60μm de comprimento
  • 20μm de largura
  • Aspecto de letra “D”
  • Um lado achatado e outro convexo
  • Dupla camada
  • Liso e translucido
  • No interior apresenta larva formada
  • Superfície – substância viscosa de natureza albuminosa (aderência). Emily Lima