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Evolução da Logística - resumo
Tipologia: Exercícios
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Fazer uma pesquisa em grupo sobre a História da Logística Empresarial de 1900 até os dias atuais. Passando cada fase empresarial e as características da Logística em cada uma delas. Quais as grandes revoluções/evoluções que a Logística permitiu surgir no mundo no século XX e XXI. O pensamento logístico teve sua introdução no início do século XX, uma época em que prevalecia a economia agrária, de forma que, as atividades logísticas desenvolvidas até então, limitavam-se ao transporte e à distribuição física da produção agrícola. De acordo com Novaes (2001), a evolução do processo logístico, que tem seu início no período pós-guerra, em meio ao qual a logística atuou de forma segmentada, passando a seguir por um processo de integração envolvendo três níveis: rígida, flexível e estratégica. Os diferentes níveis de integração caracterizam bem o grau de relacionamento que os vários elos da cadeia de suprimentos foram adquirindo, no decorrer dos anos.
FASE 1: Atuação Segmentada A partir da segunda guerra As indústrias voltavam-se para o atendimento de um mercado consumidor repleto de demandas, porém, com métodos de padronização inflexíveis. Os estoques eram controlados manualmente e demandava certo tempo para que a comunicação de reposição chegasse aos fabricantes Formação de lotes econômicos de transporte Economia pelo uso de modos de transporte com o menor custo e uso de veículos com grande capacidade e frete reduzido. O atendimento ao consumidor final ficava em segundo plano, pois o transporte visava a movimentação de grande quantidade e o controle de custos. Elemento-chave: ESTOQUE
FASE 3: Integração flexível – logística integrada: melhoria na cadeia de suprimentos O planejamento logístico conquistava seu espaço. O que na fase anterior se via inflexível, com planos desconexos, onde a manufatura não se entendia com vendas, agora havia uma comunicação melhor e bem mais flexível dentro da empresa e entre seus fornecedores e clientes. No Brasil, éramos apresentados à globalização e, após 1980, os processos ficavam mais velozes, repletos de informações e a comunicação era primordial, embora a internet ainda engatinhasse. O mundo inteiro seria apresentado às práticas do sistema Kaizen (melhoria contínua), desenvolvido pelos japoneses da Toyota na década de 1950 com o sistema Just in Time (no tempo certo), que tinham sua filosofia e seus métodos aplicados em muitos segmentos. Integração flexível dentro da empresa e nas inter-relações da empresa com fornecedores e clientes Preocupação com fornecedores, compradores e consumidor final Buscar do estoque zero Introdução do Sistema Toyota Preocupação com a satisfação do cliente Prazos mais curtos possíveis (Just in Time) Grande competitividade Integração total da logística Uso intensivo da informação e da informática. Uso do Intercâmbio Eletrônico de Dados. Introdução do código de barras Elemento-chave:
Fase 4: Integração estratégica – SCM É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que proporcionam os produtos, serviços e informações que agregam valor para o cliente. O Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos) continua com o fluxo de materiais, de dinheiro e de informações, mas passa a ser visto pelas empresas de uma forma estratégica para um importante ganho de competitividade no mercado globalizado. O e-commerce instala-se em um segmento e logo passa a ser um mercado cuja revolução alimenta todos os anseios do mundo consumidor. Tratamento da logística de forma estratégica, para aumento da competitividade de novos negócios SCM – Spply Chain Managament (gerenciamento da cadeia de suprimentos) Ênfase na satisfação do cliente Quebra de fronteira entre os agentes. POSTPONEMENT – redução de prazos e incertezas ao longo da cadeia de suprimentos Empresas virtuais – agiles enterprises Fábrica sem fumaça Logística Reversa (pós venda e pós consumo), surge em um segmento mais nobre, embora ainda muito voltada às atividades do pós-venda, abraçando as causas ambientais de pós-consumo com os imensos desafios de preservação do planeta. Ela mostra o que ainda se pode fazer para a melhoria dos processos em uma amplitude pouco explorada entre a escassez e a reutilização, entre o consumo e os recursos disponíveis, entre o lucro e a preservação, entre nós e o nosso futuro. Elemento-chave: