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exemplos cap 4 inferencia, Resumos de Estatística

resumo capitulo 4 inferencia

Tipologia: Resumos

2012

Compartilhado em 17/03/2012

berenyce-brandao-12
berenyce-brandao-12 🇧🇷

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bg1
Resumo Exemplos Inferência Estatística
Ence
4. Estimação Pontual.
Exemplo 4.1
Suponha que
( )
1 2 n
X , X ,..., X
seja uma amostra aleatória de uma variável aleatória X
com distribuição exponencial de parâmetro λ. Sabemos que o primeiro momento de X é
igual a
( ) ( )
1
1
E X X
= α = λ
e o primeiro momento da amostra é
n
1 i
i 1
1
M X
n
=
=
. O
método dos momentos consiste em resolver a equação
1
1 1
M ou X=
=λ Λ
De forma que
n
i
i 1
1 n
XX
=
Λ = =
. Se uma amostra de tamanho n = 6 da variável X
apresenta os valores 45.7 , 38.6 , 58.8 , 21.3 , 39.0 e 45.2 então
248,60
x 41, 43
6
= =
e
a estimativa para λ é igual a
10,024
41, 43
λ = =
.
Exemplo 4.2
Se X é uma variável aleatória cuja função de densidade depende de sua média
µ
de sua
variância
, então obtemos os estimadores dos parâmetros obtidos pelo método dos
momentos conforme segue,
( )
( )
1
2 2
2
X
X
α = µ
α = σ + µ
Daí, resolvemos a sistema
2 2
2
X
M X
µ =
σ =
ou
( )
n
i
i 1
2
n n n 2
2 2 2
i i i
i 1 i 1 i 1
1X
n
1 1 1
X X X X
n n n
=
= = =
µ =
σ = σ =
Obs: Se o s-ésimo momento de X independe do parâmetro θ, toma-se o momento
de ordem imediatamente superior, para estabelecer o estimador correspondente. O
exemplo 4.3 que segue, esclarece esta questão.
Frederico Cavalcanti INF004
23
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pf9
pfa

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Ence

4. Estimação Pontual.

Exemplo 4.

Suponha que (^1 2 n)

X , X ,..., X

seja uma amostra aleatória de uma variável aleatória X

com distribuição exponencial de parâmetro λ. Sabemos que o primeiro momento de X é

igual a (^) ( ) ( ) 1

E X = α X =

λ

e o primeiro momento da amostra é

n

1 i

i 1

M X

n

. O

método dos momentos consiste em resolver a equação

1

M = ou X=

λ Λ

De forma que

n

i

i 1

1 n

X

X

=

. Se uma amostra de tamanho n = 6 da variável X

apresenta os valores 45.7 , 38.6 , 58.8 , 21.3 , 39.0 e 45.2 então

x 41, 43

= = (^) e

a estimativa para λ é igual a

λ = =

Exemplo 4.

Se X é uma variável aleatória cuja função de densidade depende de sua média

μ de sua

variância

2

σ , então obtemos os estimadores dos parâmetros obtidos pelo método dos

momentos conforme segue,

( )

( )

1

2 2

2

X

X

α = μ

α = σ + μ

Daí, resolvemos a sistema

2 2

2

X

M X

μ =

σ = −

ou

( )

n

i

i 1

2 n n n 2 2 2 2

i i i

i 1 i 1 i 1

X

n

X X X X

n n n

=

= = =

μ =

σ = − ∴ σ = −  

∑ ∑ ∑

Obs: Se o s-ésimo momento de X independe do parâmetro θ , toma-se o momento

de ordem imediatamente superior, para estabelecer o estimador correspondente. O

exemplo 4.3 que segue, esclarece esta questão.

Ence

Exemplo 4.

Suponha X uniformemente distribuída no intervalo (^ − θ^ ;θ^ ). Como E(X) = 0, ou seja,

independente de θ, calcularemos o segundo momento de X e o igualaremos ao

momento de segunda ordem da amostra:

( )

2 2

2

x

X dx

θ

− θ

θ

α = =

θ

Assim, o estimador de θ pelo método dos momentos é

2

2 2

M 3M

4.2 Estimação pelo Método de Máxima Verossimilhança.

Exemplo 4.

O Diretor de uma Escola, no início de um certo dia, inquiriu sua bibliotecária sobre o

número médio de retiradas de publicações para consulta, por dia. Alertou-a que

precisava da informação no início do dia seguinte. Não dispondo de dados históricos, ela

resolveu registrar o valor observado naquele dia, e a partir desta única observação,

inferir o número desejado pelo Diretor. Ao final do dia a bibliotecária registrou x = 5

“retiradas para consulta”, e, com base em sua experiência, decidiu informar este próprio

valor como sendo o número médio desejado.

Suponhamos que o número de retiradas X, tenha distribuição de Poisson (λ), cuja função

de probabilidade é

k

e

P(X k) ,

k!

− λ

λ

= = k = 0,1,2,.....

Recordemos que E(X) = λ, isto é, o próprio parâmetro de

P(X = k) .

Segue abaixo um extrato da tabela de Probabilidades da Poisson, contida no Apêndice

A3.6.

k\λ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10

P(X=5) 0.0031 0.0361 .1008 .1563 .1755 .1606 .1277 .0916 .0607.

O quadro mostra na realidade, uma função f (5,^ λ^ ), do parâmetro λ, assumindo valores

no intervalo (0,1). Esta função assume seu valor máximo no ponto λ = 5.

A solução proposta pela bibliotecária, embora rápida, simples e baseada numa única

observação do fenômeno, tem seu valor, na medida que o valor k = 5 é mais provável de

ocorrer se o parâmetro da população é igual a λ = 5.

Exemplo 4.

Suponha que uma urna contenha bolas brancas e pretas na proporção de 3 para 1, mas a

cor mais freqüente é desconhecida. Sendo assim a probabilidade de seleção aleatória de

uma bola preta é igual a 0.25 ou 0.75. Se n bolas são extraídas aleatoriamente da urna,

com reposição, a distribuição de X, número de bolas pretas observadas, é Binomial (n,¼)

ou Binomial (n,¾), ou seja

Ence

( ) ( )

( )

( ) ( )

( )

n

i

i i 1

X

n X

-n

n

i 1 (^) i

i

i 1

n n

i i

i 1 i 1

n

i

i 1

e

L L =e

x!

x!

ln L n ln x ln x!

dL (^1)

n x

d

=

− λ

λ

=

=

= =

=

λ λ

λ = ⇒ λ

λ = − λ + λ −

λ

λ λ

∑ ∏

Finalmente, obtemos o EMV do parâmetro λ, igualando a zero a equação e calculando o

valor de λ

De forma que o EMV do parâmetro λ, de uma distribuição de Poisson, é a média da

amostra

n

i

i 1

X X

n

Exemplo 4.

Suponha que uma amostra de tamanho n seja obtida a partir de uma variável aleatória de

Bernoulli de parâmetro p, ou seja

x 1 x

P(X x) p q

= = (^) , x = 0,1 0 ≤^ p^ ≤^1

A função de verossimilhança é

( )

n n

i i

i 1 i 1

x n x

L p p (1 p)

= =

− ∑ ∑

Façamos

n

i

i 1

y x

=

→ ln  L p( )= y ln p + (n − y) ln(1 −p)  

d ln L(p) y n y

dp p 1 p

y n y

0 y yp np yp y np

p 1 p

De forma que a estimativa de máxima verossimilhança de p é

n

i

i 1

p ˆ x

n

Conclui-se daí que o EMV de p é a média da amostra

n

i

i 1

X X

n

Ence

Exemplo 4.

Seja (^ ) 1 2 n

X , X ,..., X (^) uma amostra aleatória de uma variável normalmente distribuída

com parâmetros

2

μ e σ. A função de verossimilhança da amostra é dada por

( )

( )

( )

( )

2 n

2 i

2

i 1

n

2

i

i 1

n 2 (^2) 2

1 x

L , exp

x

= exp

=

=

 −^ μ 

μ σ = −  

σ π σ  

− μ  

 

σ π σ (^)  

( ) ( ) (^ )

n

2 2 2

2 i

i 1

n 1

ln L , ln 2 x

=

μ σ = − π σ − − μ

  σ

Daí, temos

( )

( )

( )

( )

2 n

2 i

i 1

2 n

2

2 2 4 i

i 1

d ln L , 1

x 0

d

d ln L , n 1

x 0

d 2 2

=

=

μ σ

= − μ =

μ σ

μ σ

= − + − μ =

σ σ σ

As soluções das equações acima fornecem os EMV dos parâmetros, quais sejam

( )

n n 2 2

i i

i 1 i 1

ˆ (^) X X e ˆ X X

n n = =

μ = = σ = − ∑ ∑

O método de estimação por máxima verossimilhança permanece válido para funções do

parâmetro, ou seja os EMV’s são invariantes em relação a transformações do parâmetro.

Suponha que ˆ Β

seja o EMV de um parâmetro β e seja uma função θ^ =^ g(^ β^ ). Nós

podemos escrever L(β) em função de θ fazendo-se (^ )

1

g

β = θ (^) em L(β). A estimativa de

MV do parâmetro θ será obtida substituindo-se

β por β , na função, isto é (^) ( )

θ =g β (^).

Exemplo 4.

Obter o EMV do parâmetro p da variável aleatória Geométrica e a seguir da função

θ = g p ( ) =1-p=q.

Solução:

Se X é geométrica(p)

x 1

P(x) pq

⇒ = (^) x=1,2,3,.... e a função de verossimilhança é

n

i

i 1

n n

n

i

i 1

x

L(p) p q ln L(p) n ln p n x ln(1 p)

=

=

Derivando-se em relação a p , temos

n

i

i 1

d ln L(p) n 1

n x

dp p 1 p

n

i

i 1

n np np p x p

x

p=^ ˆ

X

Ence

( )

( ) ( )

n n 2 2 2 2

2 i i

i 1 i 1

n n

2 2 2 2

2 i i

i 1 i 1

E(M ) E X X E X 2nX nX

n n

E(M ) E X nX E X E X

n n

= =

= =

∑ ∑

∑ ∑

( ) ( )

2 2

2 i

E(M )′ = E X −E X

Recordemos que,

( )

2 2 2

i

E X = σ + μ e (^) ( )

2

2 2

E X

n

σ

= + μ

De forma que,

( )

( )

2

2 2 2

2

2

2 2

2

E M

n

n 1

E M

n n

 (^) σ 

′ = σ + μ − + μ  

 −^  σ

′ (^) = σ = σ −  

Registramos portanto que o momento central de segunda ordem da amostra é um

estimador viciado da variância

2

σ da população, com tendenciosidade (vício)^ igual

[ ]

2

2

B M

n

σ

Exemplo 4.

Suponhamos que X tenha distribuição de Poisson (λ). Além das

n

2 − 1 médias possíveis

que definem estimadores não tendenciosos para λ, outras opções são disponíveis. Por

exemplo, como E(X) = VAR(X) = λ, então

2

S é também um estimador não tendencioso

para o parâmetro λ. Ainda mais: as estatísticas ( ) i i j

X X − X , i ≠ j = 1,2,3,...,n são

também estimadores não tendenciosos de λ, conforme constatamos abaixo,

( ) ( ) ( ) (^ )^ ( )

( )

2 2

i i j i i j i i j

2 2

i

E X X X E X X X E X E X E X

Var X

= + λ − λ = λ

Exemplo 4.

Segundo o teorema 3.2 a variável (^ )^

2 2

n − 1 S σ tem distribuição qui-quadrado com (n-

  1. graus de liberdade, e, em conseqüência (^ )^ (^ )

2 2

Var  n − 1 S σ = 2 n − 1

 

(1) A sucessão ( ) n 1 2 n

Θ = g X , X ,..., X converge em probabilidade para a constante θ.

Daí segue que

( )

( ) ( ) ( )

( )

2 4

2 2

4

n (^1 )

Var S 2 n 1 Var S

n 1

− (^) σ

σ −

Ence

Como

2

S é um estimador não tendencioso de

2

σ , então

2 2

E(S ) = σ (^).

Aplicando-se a desigualdade de Chebyshev, temos:

{ }

( )

4

2 2

2 n n

lim P S lim 0

n 1

→ ∞ → ∞

σ

− σ ≥ ε ≤ =

− ε

{ }

2 2 2

n

lim P S 0 S

→ ∞

− σ > ε = ⇒ (^) é um estimador consistente de

2

σ.

Exemplo 4.

Seja ( ) 1 2 n

X , X ,..., X (^) uma amostra aleatória de uma variável aleatória X com média μ e

desvio padrão

σ

. Então (^) X é um estimador consistente do parâmetro μ.

Prova: { }

2

2 n n

lim P X lim 0 X é consistente

n

→ ∞ → ∞

σ

− μ ≥ ε ≤ = ⇒

ε

Exemplo 4.

Se X é uma variável aleatória de Bernoulli (p), então X

é um estimador não tendencioso

de p. Verifique se X

é eficiente.

Recordemos que (^) ( ) ( )

pq

E X =p e Var X

n

= e que a função de probabilidade de X é

( ) ( )

1 x x

P X x p 1 p ,

= = − x = 0,.

( ) ( )

( )

ln P(X) X ln p (1 X) ln(1 p)

ln P X (^) X 1 X X Xp p Xp X p

p p 1 p pq pq

Calculemos agora o denominador da variância mínima, conforme Cramér-Rao,

( )

2

2 2 2 2

X p n n n

nE Var X pq

pq p q p q pq

= × = × =

Aplicando-se a desigualdade, obtemos

( )

1 pq ˆ Var

n n

pq

Portanto, se

Θ é um estimador não tendencioso do parâmetro p da variável aleatória de

Bernoulli, então a sua variância mínima é igual a pq/n. Nestas condições, como Var( (^) X

)=pq/n, então (^) X tem a menor variância possível dentre todos os estimadores não

tendenciosos de p, e, portanto (^) X é um estimador eficiente de p.

Exemplo 4.

Obtenha a variância mínima de um estimador

Θ , não tendencioso,^ do parâmetro^ μ^ da

variável aleatória X, N( ,μ^ σ^ ).

Ence

Exemplo 4.

Consideremos uma amostra aleatória de uma variável aleatória X normalmente

distribuída com média μ desconhecida e variância

2

0

σ (^) conhecida.

A função de verossimilhança da amostra é:

( )

( )

( )

n

2

n 2 2 i n

0 i 1 0

L exp x

μ = − − μ  

σ σ π (^)  

Verificamos que,

( )

n n

2 2 2

i i

i 1 i 1

x x 2 nx n

= =

− μ = − μ + μ ∑ ∑

De forma que,

( )

( )

( )

( )

n

2 2

n 2 2 i n

0 i 1 0

n

2

2 i 2

0 i 1

n n 2^2

0 0 0

L exp x 2 nx n

exp x

(^2) n n

L exp x exp

=

=

μ = − − μ + μ  (^)  

σ σ π (^)   

σ  (^) μ   (^) − μ   

μ = × × ×    

σ σ σ π (^)    

Façamos,

( )

n

2

2 i 2

0 i 1

(^1) n 2 1 2 0 2 2 n

0 0 0

exp x

(^2) n n

ˆ L , , x e

=

σ (^) μ − μ  

= θ = Θ = θ =

σ σ σ π

Finalmente podemos afirmar que (^) X é um estimador eficiente de μ, pois escrevemos

L (^) ( μ (^) ) como segue,

1 {^0 1 2 }

L = L × exp Θ .θ + θ

Exemplo 4.

Como vimos no exemplo 4.7, o EMV do parâmetro λ de uma distribuição de Poisson é

X

e E X( )=^ λ^ e Var X( ).

n

λ

Calculemos a variância mínima de um estimador não tendencioso para λ, dada pela

desigualdade de Cramér-Rao:

( )

( ) (^) ( )

2

2

2

ln P(X) X ln ln(X!)

ln P X (^) X

X n n ˆ nE E X Var

n

= − λ + λ −

∂ λ λ

 −^ λ^  λ

= − λ = ⇒ Θ =  

 λ^  λ^ λ

De forma que (^) X é um estimador eficiente de λ, e, para n suficientemente grande, (^) X é

assintoticamente N( ;λ^ λ^ n), de acordo com o Teorema 4.5.

Ence

Exemplo 4.

O estimador de máxima verossimilhança do parâmetro λ de uma população X com

distribuição exponencial é

X

(vide exercício 4.2.2).

Se X é exponencial (λ), então

n

i

i 1

X

=

∑ tem distribuição Gama (λ,n) e por sua vez^ X tem

distribuição Gama(nλ,n), cuja função de densidade é

( )

( )

( )

n

n 1 n y

X

n

f y y e y>

n

− − λ

λ

De maneira que a média de

X

é calculada como segue,

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

n

n 1 n y

0

n

n 1

n (^1)

ˆ E y e dy

n y

n n (^1) n

ˆ ˆ E E

n n 1 n

− − λ

λ

λ Γ − (^) λ

λ

Calculemos agora o segundo momento de ˆ Λ

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( )

( ) ( )

n

2 n 1 n y

2

0

n 2 2

2 2

n 2

n (^1)

ˆ E y e dy

n y

n n (^2) n

ˆ ˆ E E

n n 1 n 2 n

− − λ

λ

λ Γ − (^) λ

λ

De forma que a variância de ˆ Λ

é dada por:

( )

( ) ( ) ( )

( )

( ) ( )

2 2 2 2 2

2

2 2

n n n ˆ ˆ Var Var

n 1 n (^2) n 1 n 1 n 2

λ λ  

Λ = − ⇒ Λ = λ  

Notemos que o estimador ˆ Λ

é tendencioso na estimação de λ, isto é

( ) ( )

n ˆ ˆ ˆ ˆ E E B B

n 1 n 1

λ λ

Λ = ⇒ Λ = λ + ^ Λ ^ ⇒ ^ Λ =

    − −

Temos ainda que

é assintoticamente não tendencioso visto que para n suficientemente

grande,

B 0

e consequentemente

E.

Λ = λ

 

Analisemos a variância quando n cresce indefinidamente,

( )

( ) ( )

( )

2

2 2

2 2 n n n

n 1

ˆ lim Var lim lim

n 1 n 2 1

1 n 2

n

→ ∞ → ∞ → ∞

Λ = λ = λ    

 ^  