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exemplos nucleo e imagem, Notas de estudo de Geometria Analítica e Álgebra Linear

algebra linear nucleo e imagem

Tipologia: Notas de estudo

2019

Compartilhado em 06/08/2019

mpombo98
mpombo98 🇧🇷

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Exemplos - Núcleo e Imagem
Exemplo 1: Considere a transformação linear:
T:R2 R
(x, y)7− T(x, y)=3x+ 2y
Vamos determinar o núcleo da transformação linear T.
Um elemento de R2está no núcleo se a transformação To transforma no elemento neutro
de R, ou seja:
T(x, y)=3x+ 2y= 0 y=3
2x
Assim, a reta y=3
2x, subespaço vetorial, de R2, é o núcleo da transformação linear T.
Figura 1: A reta y=3
2xé o núcleo da transformação linear T.
Exemplo 2: Considere a transformação linear:
T:R3 R2
(x, y, z)7−→ T(x,y , z) = (xyz, 2zx)
Vamos determinar a imagem da transformação linear T.
Todo elemento do contra-domínio R2pertence a imagem de Tse for da forma:
(xyz, 2zx) = x(1,1) + y(1,0) + z(1,2)
Logo, temos que Im(T) = [(1,1),(1,0),(1,2)]. Escalonando esses geradores da imagem,
como linhas de uma matriz, para obtermos uma base, temos:
11
1 0
1 2
11
01
0 1
11
01
0 0
E, portanto, {(1,1),(0,1)}é uma base para Im(T)edim(Im(T)) = 2 = dim(R2). Como
Im(T)é um subespaço do R2e tem a mesma dimensão que R2, concluímos que Im(T) = R2.
Exemplo 3: Considere a transformação linear T:R2 R3tal que:
T(1,1) = (3,2,1), T (0,2) = (0,1,0)
Vamos determinar o núcleo e a imagem de T.
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Exemplos - Núcleo e Imagem

Exemplo 1: Considere a transformação linear:

T : R^2 −→ R (x, y) 7 −→ T (x, y) = 3x + 2y

Vamos determinar o núcleo da transformação linear T.

Um elemento de R^2 está no núcleo se a transformação T o transforma no elemento neutro de R, ou seja:

T (x, y) = 3x + 2y = 0 ⇒ y = −

x

Assim, a reta y = − 32 x, subespaço vetorial, de R^2 , é o núcleo da transformação linear T.

Figura 1: A reta y = − 32 x é o núcleo da transformação linear T.

Exemplo 2: Considere a transformação linear: T : R^3 −→ R^2 (x, y, z) 7 −→ T (x, y, z) = (x − y − z, 2 z − x)

Vamos determinar a imagem da transformação linear T.

Todo elemento do contra-domínio R^2 pertence a imagem de T se for da forma:

(x − y − z, 2 z − x) = x(1, −1) + y(− 1 , 0) + z(− 1 , 2)

Logo, temos que Im(T ) = [(1, −1), (− 1 , 0), (− 1 , 2)]. Escalonando esses geradores da imagem, como linhas de uma matriz, para obtermos uma base, temos:  

E, portanto, {(1, −1), (0, −1)} é uma base para Im(T ) e dim(Im(T )) = 2 = dim(R^2 ). Como Im(T ) é um subespaço do R^2 e tem a mesma dimensão que R^2 , concluímos que Im(T ) = R^2.

Exemplo 3: Considere a transformação linear T : R^2 −→ R^3 tal que:

T (1, 1) = (3, 2 , 1), T (0, −2) = (0, 1 , 0)

Vamos determinar o núcleo e a imagem de T.

Primeiro, determinamos explicitamente a transformação T. Podemos verificar que {(1, 1), (0, −2)} é uma base para R^2. Todo elemento do R^2 pode ser escrito de modo único como:

(x, y) = x(1, 1) +

−y + x 2

Assim, temos:

T (x, y) = T

x(1, 1) +

−y + x 2

= xT (1, 1) +

−y + x 2

T (0, −2) ⇒

⇒ T (x, y) = x(3, 2 , 1) +

−y + x 2

(0, 1 , 0) ⇒ T (x, y) =

3 x, −y + 5x 2

, x

Agora, um elemento do R^2 pertence ao núcleo de T se ele é transformado no elemento neutro do R^3 pela transformação T , ou seja:

T (x, y) =

3 x,

−y + 5x 2 , x

3 x = 0 −y+5x 2 = 0 x = 0

x = 0 y = 0

Logo, N (T ) = {(0, 0)}.

Figura 2: A origem (0, 0) é o núcleo da transformação linear T.

Vamos determinar o conjunto imagem de T. Um elemento do contra-domínio R^3 pertencerá a imagem de T se for da forma: ( 3 x,

−y + 5x 2 , x

= x

  • y

Assim, Im(T ) =

[(

)]

. Podemos ver facilmente que esse conjunto de geradores é L.I. e portanto,

é uma base para Im(T ).

Exemplo 4: Considere a transformação linear:

T : R^3 −→ R^4 (x, y, z) 7 −→ T (x, y, z) = (x − y − z, x + y + z, 2 x − y + z, −y)

Vamos determinar o núcleo e a imagem desta transformação linear.