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Estes mapas mentais são para auxiliar no estudo tanto dos fenômenos psicológicos básicos como tambem em neuropsicológica. Ele possui conceitos importantes no desenvolvimento da matéria de forma pratica e com exemplos. Tópicos levantados: Introdução, resumo, atenção, memoria, sensação e percepção.
Tipologia: Esquemas
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Yuane Kallil Keli Coelho Nicoly Negrão Leticia Bertolo Everton Ventura
memória
RELAÇÕES
ENTRE FUNÇÕES
Capacidade de registrar, armazenar e recuperar informações. Diferentes tipos, cada um com funções específicas.
ETAPAS DO PROCESSO DE MEMÓRIA
“Bloco de notas” da mente. Armazena poucas informações por segundos/minutos. Exemplo: lembrar um número de telefone até discar.
“Mesa de trabalho mental”. Mantém e manipula informações ativas. Modelo de Baddeley: Executivo central (coordena) Alça fonológica (sons/palavras) Esboço visuoespacial (imagens/locais) Buffer episódico (integra informações) Exemplo: resolver cálculos mentais, seguir instruções.
MEMÓRIA DE LONGO
PRAZO (MLP)
“Arquivo permanente” da mente. Divide-se em: E xplícita (declarativa) Consciente. Semântica → fatos e conceitos (ex: “quem descobriu o Brasil”). Episódica → eventos pessoais (ex: lembrar um aniversário). I mplícita (não declarativa) Inconsciente/automática. Procedural → habilidades motoras (andar de bicicleta). Condicionamento → associações emocionais (amígdala). Priming → ativação prévia facilita resposta.
Mudar o foco entre atividades com demandas diferentes Ex.: digitar, atender telefone e voltar ao trabalho
ocorre sem esforço ou consciência Ex.: hábitos, sons de fundo que só percebemos quando param
Manter foco prolongado em tarefas Ex.: leitura por horas, vigiar câmeras de segurança
ATENÇÃO
foco em estímulos relevantes, ignorando distrações Ex.: ouvir um amigo em uma festa barulhenta
esforço consciente para manter o foco Ex.: estudar um conteúdo complexo, planejamento de ações
Memória de trabalho e curto prazo
Funções executivas: planejamento,
inibição
Percepção e linguagem
Hipoprosexia – diminuição global
Aprosexia – ausência total
TDAH, TOC, esquizofrenia
ALTERAÇÕES
ALTERNADA
SELETIVA
ATENÇÃO
SUSTENTADA
ATENÇÃO
ATENÇÃO
processar mais de uma informação ao mesmo tempo ex.: dirigir, ouvir GPS e conversar
ATENÇÃO
DIVIDIDA
Resposta rápida e precisa em tarefas simples Ex.: encaixar peça de quebra-cabeça ou cirurgia delicada
ATENÇÃO
VOLUNTARIA
ATENÇÃO
ATENÇÃO
ALTOMATICA
atenção ao ambiente ou aos próprios
pensamentos e processos mentai
ATENÇÃO
EXTERNA / INTERNA
CONEXÕES
COGNITIVAS
SRAA – Tronco cerebral, vigília e nível básico de consciência Tálamo – Filtra/regula informações, funciona como “comporta” para o córtex Corpo Estriado – Participa do controle atencional subcortical
TOC – Vigilância excessiva, alterações no controle executivo, memória de trabalho e seleção de respostas.
Esquizofrenia – Dificuldade para filtrar informações irrelevantes, distraibilidade, lentidão de reação, déficit na atenção sustentada.
TDAH – Problemas em manter atenção a estímulos internos/externos, dificuldade para organizar tarefas e controlar impulsos; atenção sustentada prejudicada (alterações no sistema frontal).
Áreas Dorsolaterais –
Seleção de resposta e
controle seletivo
ATENÇÃO E MEMORIA
Córtex Pré-frontal – Principal região da atenção
Áreas Orbitofrontais –
Modulação de impulsos e
humor
Áreas Orbitofrontais
impulsos e humor
Giro Cingulado
Anterior –
Intensidade do foco
atencional
Lobo Temporal
Medial –
Motivação e
interesse afetivo
ESSENCIAIS
ATENÇÃO SUBCORTICAIS
ESTRUTURAS
FUNÇÕES
Córtex Parietal Posterior Direito – Seleção sensorial, atenção seletiva visual
ATENÇÃO DIVIDIDA
QUADROS
Orientação para estímulos sensoriais - Direcionar
o foco para o que está acontecendo ao redor.
Detecção de sinais para processamento
consciente - Perceber algo que é importante e
trazê-lo para a consciência.
Manutenção do estado de alerta ou vigilância
Ela é essencial para a memória de curto prazo e a memória operacional, que sustentam o pensamento e permitem a interface entre percepção, memória de longo prazo e ação.
LIMIAR SENSORIAL
A Psicologia da Gestalt propôs que percebemos o mundo em termos de totalidades organizadas, não como elementos isolados. Alguns princípios fundamentais incluem:
Elementos próximos tendem a ser percebidos como um grupo.
Tendemos a perceber linhas contínuas em vez de segmentos desconectados
Elementos semelhantes tendem a ser agrupados.
Completamos mentalmente figuras incompletas.
A organização perceptiva refere-se à forma como o cérebro organiza e interpreta as informações sensoriais para criar percepções coerentes
Consiste no processamento, na organização e na interpretação adicional da informação sensorial. A percepção resulta em nossa experiência consciente do mundo
SENSAÇÃO,
PERCEPÇÃO e comando motor
Os processos senso-perceptivos são fundamentais para nossa compreensão do mundo ao nosso redor. Eles formam a base de como interagimos com o ambiente e como processamos informações.
O processamento senso-perceptivo e cognitivo segue um modelo hierárquico em três níveis:
Nível Básico (Sensorial): Captura de informações pelos órgãos sensoriais (ex: visão).
Nível Intermediário: Processamento e filtragem inicial no cérebro (ex: tálamo).
Nível Superior (Perceptivo): Interpretação e integração complexa no córtex cerebral.
PROCESSAMENTO SENSORIAL O processamento sensorial envolve a transformação de estímulos físicos em sinais neurais que o cérebro pode interpretar
A sensação é o processo inicial de captação de estímulos pelos órgãos sensoriais, enquanto a percepção envolve a interpretação desses estímulos pelo cérebro.
A sensação é a captura de estímulos ambientais pelos órgãos sensoriais, transformando-os em impulsos nervosos para o cérebro. É o primeiro passo na percepção do mundo.
CONSTÂNCIAS PERCEPTIVAS As constâncias perceptivas nos permitem enxergar objetos como estáveis, mesmo quando as condições de observação mudam. Exemplos incluem:
Constância de tamanho: Objetos mantêm seu tamanho percebido, independentemente da distância.
Constância de forma: Reconhecemos a forma real de objetos, mesmo de ângulos diferentes.
Constância de cor: Cores parecem estáveis sob variações de iluminação
PERCEPÇÃO DE PROFUNDIDADE A percepção de profundidade nos permite interpretar o mundo em três dimensões, mesmo que as imagens na retina sejam bidimensionais.
ILUSÕES PERCEPTIVAS As ilusões perceptivas são fenômenos onde nossa percepção difere da realidade física dos estímulos.
A e figura distingue-se do fundo por características como: tamanho, forma, cor posição. O objeto como figura só é percebido em primeiro plano com o fundo devidamente separado da mesma.
SENSAÇÃO,
PERCEPÇÃO e comando motor
As ilusões ópticas mostram que nossa percepção visual é uma interpretação ativa do cérebro, não uma cópia fiel da realidade, revelando como ele processa informações e constrói o que vemos.
PROCESSAMENTO SENSORIAL O processamento sensorial envolve a transformação de estímulos físicos em sinais neurais que o cérebro pode interpretar
Elementos dispostos de maneira a formar um contorno fechado ou formas incompletas tendem a ganhar maior grau de regularidade ou estabilidade, podendo a vir ganhar unidade.
Elementos que parecem construir um padrão ou um fluxo na mesma direção tendem a ser percebidos seguido uma orientação espacial
A percepção multimodal refere-se à integração de informações de diferentes modalidades sensoriais para criar uma experiência perceptiva unificada. Exemplos incluem:
A percepção e a cognição estão intimamente relacionadas, com processos perceptivos influenciando o pensamento e vice-versa.
A percepção social refere-se a como percebemos e interpretamos outras pessoas e suas ações
Agnosia é a incapacidade de reconhecer e identificar objetos visualmente, mesmo que as funções visuais mais básicas (como a capacidade de enxergar) estejam preservadas
Cognitivo: Significa que sua mente está ativamente envolvida, não é um simples reflexo.