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FÍSICAA ELÉTRICA - ELETRIZAÇÃO, Manuais, Projetos, Pesquisas de Física

ATIVIDADE PRÁTICA DE FÍSICA - ELETRIZAÇÃO - 2024

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

2024

Compartilhado em 04/05/2025

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sandro-ceccatto-12 🇧🇷

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RELATÓRIO ELETROSTÁTICA – ELETRIZAÇÃO - REPULSÃO
Resumo: O presente artigo tem como objetivo explorar os processos de
eletrização por atrito e indução eletrostática em corpos neutros,
destacando os princípios básicos e os fenômenos observados
experimentalmente. A análise inclui a redistribuição de cargas em materiais
condutores e isolantes, elucidando a interação entre cargas elétricas em
diferentes contextos experimentais.
Palavras-chaves: eletrização; atrito; indução eletrostática; cargas
elétricas; interação elétrica.
INTRODUÇÃO
Desde os tempos antigos, o estudo da eletricidade fascina a humanidade.
Experimentos rudimentares, como os realizados com âmbar e pele de animais pelos
gregos, demonstravam a capacidade de atrair partículas leves (ROCHA, 2002).
A eletrostática investiga fenômenos associados a cargas elétricas em repouso. As
interações elétricas, como forças atrativas e repulsivas, são explicadas pela
distribuição de cargas em materiais. A eletrização ocorre principalmente por atrito,
contato ou indução, sempre respeitando a conservação da carga elétrica(YOUNG;
FREEDMAN, 2015). Este artigo visa detalhar e analisar os processos de eletrização
com base em experimentos realizados.
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
A eletrização por atrito ocorre quando dois materiais neutros, ao serem friccionados,
transferem elétrons entre si, resultando em corpos com cargas opostas. Este
fenômeno é mais evidente em materiais isolantes, que os condutores dissipam
rapidamente as cargas (YOUNG; FREEDMAN, 2015).
a indução eletrostática redistribui cargas em condutores neutros pela
proximidade de um corpo eletrizado. O corpo indutor causa a polarização temporária
do corpo induzido, que pode ser carregado se colocado em contato com um terceiro
corpo neutro (NUSSENZVEIG, 2001).
Esses fenômenos estão descritos pelas leis de conservação de carga e pela lei de
Coulomb, que relaciona forças elétricas às cargas e à distância entre elas (YOUNG;
FREEDMAN, 2015).
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
No procedimento de eletrização por atrito pode ser demonstrada, conforme Figura
1, com a seguinte experiência. Primeiro, monte o tripé com a haste e coloque-o em pé,
adicionando o suporte horizontal. Em seguida, amarre uma bolinha de alumínio em
uma das extremidades do suporte e, na outra extremidade, fixe o suporte. Agora, a
preparação está completa para iniciar o experimento.
Aproxime um canudo de plástico da bolinha de alumínio sem que ocorra atrito.
Neste momento, a bolinha não sofre nenhuma reação, pois não há diferença de carga
elétrica entre o canudo e a bolinha, e, portanto, não há atração nem repulsão.
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RELATÓRIO ELETROSTÁTICA – ELETRIZAÇÃO - REPULSÃO

Resumo: O presente artigo tem como objetivo explorar os processos de eletrização por atrito e indução eletrostática em corpos neutros, destacando os princípios básicos e os fenômenos observados experimentalmente. A análise inclui a redistribuição de cargas em materiais condutores e isolantes, elucidando a interação entre cargas elétricas em diferentes contextos experimentais. Palavras-chaves : eletrização; atrito; indução eletrostática; cargas elétricas; interação elétrica. INTRODUÇÃO Desde os tempos antigos, o estudo da eletricidade fascina a humanidade. Experimentos rudimentares, como os realizados com âmbar e pele de animais pelos gregos, demonstravam a capacidade de atrair partículas leves (ROCHA, 2002). A eletrostática investiga fenômenos associados a cargas elétricas em repouso. As interações elétricas, como forças atrativas e repulsivas, são explicadas pela distribuição de cargas em materiais. A eletrização ocorre principalmente por atrito, contato ou indução, sempre respeitando a conservação da carga elétrica(YOUNG; FREEDMAN, 2015). Este artigo visa detalhar e analisar os processos de eletrização com base em experimentos realizados. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A eletrização por atrito ocorre quando dois materiais neutros, ao serem friccionados, transferem elétrons entre si, resultando em corpos com cargas opostas. Este fenômeno é mais evidente em materiais isolantes, já que os condutores dissipam rapidamente as cargas (YOUNG; FREEDMAN, 2015). Já a indução eletrostática redistribui cargas em condutores neutros pela proximidade de um corpo eletrizado. O corpo indutor causa a polarização temporária do corpo induzido, que pode ser carregado se colocado em contato com um terceiro corpo neutro (NUSSENZVEIG, 2001). Esses fenômenos estão descritos pelas leis de conservação de carga e pela lei de Coulomb, que relaciona forças elétricas às cargas e à distância entre elas (YOUNG; FREEDMAN, 2015). PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL No procedimento de eletrização por atrito pode ser demonstrada, conforme Figura 1, com a seguinte experiência. Primeiro, monte o tripé com a haste e coloque-o em pé, adicionando o suporte horizontal. Em seguida, amarre uma bolinha de alumínio em uma das extremidades do suporte e, na outra extremidade, fixe o suporte. Agora, a preparação está completa para iniciar o experimento. Aproxime um canudo de plástico da bolinha de alumínio sem que ocorra atrito. Neste momento, a bolinha não sofre nenhuma reação, pois não há diferença de carga elétrica entre o canudo e a bolinha, e, portanto, não há atração nem repulsão.

Porém, ao atritar o canudo contra um pedaço de papel toalha, ele perde elétrons e adquire uma carga positiva. Ao aproximá-lo da bolinha de alumínio, que inicialmente possui carga neutra, ocorre um fenômeno de indução eletrostática. A bolinha atrai os elétrons do lado mais próximo do canudo, o que cria dois polos de carga na bolinha, mas sem que ela adquira uma carga líquida. Isso significa que a bolinha ainda possui a mesma quantidade de cargas positivas e negativas, portanto sua carga total continua sendo nula, mas ela é atraída pelo canudo. Se o canudo tocar a bolinha de alumínio, os elétrons serão transferidos do canudo para a bolinha até que ambas as esferas adquiram a mesma carga. Nesse ponto, como o canudo e a bolinha possuem cargas iguais, eles sofrerão uma repulsão. No procedimento de ensaio de repulsão, entre corpos com cargas iguais, pode ser observado na Figura 1, primeiramente suspenda pelo fio dois canudos paralelos, separados a uma distância de 1 cm, e assegure-se de que estejam eletricamente neutros. Em seguida, atrite um terceiro canudo com o papel toalha e aproxime-o dos dois canudos descarregados, observando o que acontece. Depois, atrite os dois canudos suspensos com o papel toalha e observe o que ocorre. Aproximando o seu dedo dos canudos carregados, observe também o que acontece. Por fim, atrite novamente o terceiro canudo e aproxime-o dos canudos suspensos carregados, observando o resultado. Figura 1 – Ensaio de eletrização por atrito e por repulsão. ANÁLISE E RESULTADOS Os experimentos realizados demonstraram de forma prática os fundamentos da eletrostática e os efeitos das interações entre cargas elétricas. No primeiro experimento, eletrização por atrito, ao atritar o canudo com papel toalha, verificou-se que elétrons foram transferidos do papel para o canudo, resultando em uma carga líquida negativa no canudo. Esse processo confirmou a existência de transferência de cargas entre dois corpos inicialmente neutros, em de acordo com a teoria (YOUNG; FREEDMAN, 2015).

NUSSENZVEIG, H. M. Curso de Física Básica: Eletromagnetismo. 2. ed. São Paulo: Edusp, 2001. YOUNG, H. D.; FREEDMAN, R. A. Física III, Sears e Zemansky : eletromagnetismo.

  1. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2015.