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As energias corporais
Tipologia: Exercícios
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Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Portanto, para que haja trabalho necessitamos:
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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O trabalho é sempre em
função do equilíbrio
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Térmica
Química
Mecânica
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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A manutenção da intensidade é dependente de:
Ritmo de extração energética das células
Conservação energética das células
Transferência energética das células
Quanto mais intenso, maior será o
ritmo
e a
transferência
energética. Quanto menor a intensidade, maior será a
conservação
energética.
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Quanto mais energia estocada maior as possibilidades de realizar trabalho
A realização de Trabalho diminui os estoques de energia química
Quanto mais intenso o trabalho, mais energia será gasta na recuperação.
Quanto mais intenso o trabalho, maior será a conversão em energia mecânica
e térmica
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Foi proposta inicialmente pelo químico Emil Fischer em 1890.
Substratos Enzimas
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Macronutrientes
Carboidratos
Lipídios
Proteínas
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Macronutrientes
Carboidratos
Lipídios
Proteínas
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Macronutrientes
2
Fórmula:
Classificação:
Representa a unidade
básica dos carboidratos
Formados por dois
monossacarídios
Formados por 3 a
milhares açucares
Vegetais:
Animais:
Fisiologia do Exerc Fisiologia do Exerc
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Macronutrientes
2
Fórmula:
Função: