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FISIOLOGIA DO PARTO., Esquemas de Obstetrícia

DESCREVER A FISIOLOGIA DO TRABALHO DE PARTO

Tipologia: Esquemas

2020

Compartilhado em 25/10/2024

maria-eduarda-cunha-27
maria-eduarda-cunha-27 🇧🇷

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1. Descrever a fisiologia do trabalho de parto e parto:
O parto consiste em um processo global no qual o feto, a placenta e as
membranas fetais são expulsas do trato reprodutor materno. Já o
trabalho de parto refere-se as subsequentes contrações uterinas que
dilatam o colo uterino, de modo a facilitar a saída do feto e das
membranas fetais.
Os fatores preparatórios começam atuar na 34º a 38º semana
gestacional. Um dos fatores responsáveis pelas contrações uterinas é a
cadeia de produção de hormônios fetais, representada a baixo.
O hormônio liberador da corticotrofina (CRH placentário) é secretado pelo
hipotálamo do feto. Em seguida esse hormônio ativa a produção de ACTH
(adrenocorticotrofima), por sua vez, o ACTH estimula a secreção de
cortisol pelo córtex suprarrenal e o cortisol participa da síntese de
estrógenos que promovem contrações. Além disso a hipófise posterior do
feto secreta ocitocina que estimula as contrações.
O trabalho de parto é divido em 4 fases:
Dilatação – apagamento do colo de útero;
Expulsão ou parto do feto;
Dequitação ou secundamento;
Período de Greenberg.
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  1. Descrever a fisiologia do trabalho de parto e parto: O parto consiste em um processo global no qual o feto, a placenta e as membranas fetais são expulsas do trato reprodutor materno. Já o trabalho de parto refere-se as subsequentes contrações uterinas que dilatam o colo uterino, de modo a facilitar a saída do feto e das membranas fetais. Os fatores preparatórios começam atuar na 34º a 38º semana gestacional. Um dos fatores responsáveis pelas contrações uterinas é a cadeia de produção de hormônios fetais, representada a baixo. O hormônio liberador da corticotrofina (CRH placentário) é secretado pelo hipotálamo do feto. Em seguida esse hormônio ativa a produção de ACTH (adrenocorticotrofima), por sua vez, o ACTH estimula a secreção de cortisol pelo córtex suprarrenal e o cortisol participa da síntese de estrógenos que promovem contrações. Além disso a hipófise posterior do feto secreta ocitocina que estimula as contrações. O trabalho de parto é divido em 4 fases:  Dilatação – apagamento do colo de útero;  Expulsão ou parto do feto;  Dequitação ou secundamento;  Período de Greenberg.

Fase 1- dilatação: A mulher sente dolorosas contrações rítmicas que vêm, primeiramente, a cada 30 minutos e depois a cada 10 minutos. Tem a finalidade de promover modificações do cérvix uterino até atingir uma dilatação de 10cm. Essas modificações abrangem dois fenômenos o Esvaecimento cervical: incorporação do colo à cavidade uterina o Dilatação propriamente dita: ampliação do canal de parto O padrão e dilatação pode ser separado em duas fases, latente e a ativa. A fase latente normalmente dura 8 horas e apresenta contrações regulares e perceptíveis, mas pouco dolorosas, responsáveis pela dilatação de 3 a 5cm. Caso essa fase estenda-se por mais de 20 horas (primíparas) ou 14 horas (multíparas) diz-se que houve prolongamento anormal das contrações. A fase ativa possui contrações mais dolorosas, pois a frequência e intensidade aumentam progressivamente, inicia com 4 cm e dura em média 6 horas. Essa fase é subdividida em 3: o Aceleração: maior velocidade da dilatação; o Aceleração máxima: dilatação passa de 2 a 3 cm para 8 a 9. o Desaceleração: precede a dilatação completa. Fase 2 - Expulsão do feto: ocorre após a dilatação completa (10cm) o útero se mantém imobilizado pela ação dos ligamentos largos e redondo. Assim a força que expulsa o feto vem do músculo abdominal e do diafragma. A descida do polo cefálico e classificada em:

Eventos importantes na primeira hora do parto: A primeira hora do parto ou do puerpério, é denominado período de Greenberg, que se inicia após a dequitação. Esse momento é de extrema importância porque há fenômenos de estabilização materna: o Miotamponamento: primeira linha de defesa contra a hemorragia, em que a contração do útero causa oclusão dos vasos miometriais; o Trombotamponamento: é a segunda linha de defesa contra a hemorragia, quando o estágio de contração fixa do útero ainda não foi alcançado. Caracteriza-se pela formação de trombos nos grandes vasos uteroplacentários; o Indiferença uterina: é caracterizada por contração e relaxamento das fibras miometriais; o Contração fixa: o útero adquire maior tônus e assim se mantém auxiliando no retomo do útero ao estado pré- gravídico.