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FISIOLOGIA GUYTON CAPITULO 83, Resumos de Fisiologia

RESUMO DE FISIOLOGIA DA GESTAÇÃO

Tipologia: Resumos

2019

Compartilhado em 21/08/2019

luana-soares-51
luana-soares-51 🇧🇷

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GRAVIDEZ E LACTAÇÃO
MATURAÇAO E FERTILIZAÇÃO DO ÓVULO
Quando ocorre a ovulação, o óvulo é expelido diretamente para a
cavidade peritoneal e entra numa das tubas uterinas.
A fertilização do óvulo ocorre normalmente logo depois que ele penetra
na tuba uterina. Em seguida, são normalmente necessários 3 a 4 dias
para que o ovo seja transportado ao longo da tuba até a cavidade do
útero. Esse demorado transporte pela tuba uterina permite que ele passe
por várias etapas de divisão, transformando-se em mórula e blastocisto
logo após a chegada ao útero.
Após chegar ao útero, a mórula e, depois, o blastocisto em
desenvolvimento permanecem na cavidade uterina por mais 2 a 5 dias
antes de ocorrer a implantação no endométrio, o que significa que a
implantação se dá normalmente no 7° ou 8° dia após a ovulação.
A implantação decorre da ação das células trofoblásticas que se
desenvolvem na superfície do blastocisto. Após ocorrer essa
implantação, as células trofoblásticas e as células blastocísticas
subjacentes proliferam rapidamente, juntamente com células do
endométrio materno, elas formam a placenta e as diversas membranas
próprias da gravidez.
NUTRIÇÃO INICIAL DO EMBRIÃO
Quando o concepto se implanta no endométrio, a secreção continua de
progesterona faz com que as células endometriais inchem armazenado
nutrientes, as quais passam a ser chamada de células decíduas.
A medida que as células trofoblasticas invadem a decídua, digerindo-a
e embebedando-a, os nutrientes armazenados na decídua são usados
pelo embrião para o crescimento e desenvolvimento.
Durante a primeira semana após a implantação, esse é o único meio
pelo qual o embrião consegue obter nutrientes.
Após a 16ª semana a placenta começa a prover nutrientes.
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GRAVIDEZ E LACTAÇÃO

MATURAÇAO E FERTILIZAÇÃO DO ÓVULO

  • Quando ocorre a ovulação, o óvulo é expelido diretamente para a cavidade peritoneal e entra numa das tubas uterinas.
  • A fertilização do óvulo ocorre normalmente logo depois que ele penetra na tuba uterina. Em seguida, são normalmente necessários 3 a 4 dias para que o ovo seja transportado ao longo da tuba até a cavidade do útero. Esse demorado transporte pela tuba uterina permite que ele passe por várias etapas de divisão, transformando-se em mórula e blastocisto logo após a chegada ao útero.
  • Após chegar ao útero, a mórula e, depois, o blastocisto em desenvolvimento permanecem na cavidade uterina por mais 2 a 5 dias antes de ocorrer a implantação no endométrio, o que significa que a implantação se dá normalmente no 7° ou 8° dia após a ovulação.
  • A implantação decorre da ação das células trofoblásticas que se desenvolvem na superfície do blastocisto. Após ocorrer essa implantação, as células trofoblásticas e as células blastocísticas subjacentes proliferam rapidamente, juntamente com células do endométrio materno, elas formam a placenta e as diversas membranas próprias da gravidez.

NUTRIÇÃO INICIAL DO EMBRIÃO

  • Quando o concepto se implanta no endométrio, a secreção continua de progesterona faz com que as células endometriais inchem armazenado nutrientes, as quais passam a ser chamada de células decíduas.
  • A medida que as células trofoblasticas invadem a decídua, digerindo-a e embebedando-a, os nutrientes armazenados na decídua são usados pelo embrião para o crescimento e desenvolvimento.
  • Durante a primeira semana após a implantação, esse é o único meio pelo qual o embrião consegue obter nutrientes.
  • Após a 16ª semana a placenta começa a prover nutrientes.
  • A principal função da placenta é a de possibilitar a difusão de substâncias alimentares do sangue da mãe para o do feto e a difusão dos produtos de excreção do feto para a mãe. Também realiza o transporte de oxigênio da mãe para o feto e de dióxido de carbono do feto para a mãe.

FATORES HORMONAIS NA GRAVIDEZ

  • Na gravidez a placenta forma quantidade especialmente grande de HCG, estrogênios, progesterona e somatomamotropina coriônica humana.
  • HCG
    • Provoca a persistência do corpo lúteo e o impedimento da menstruação.
    • Evita a involução do corpo lúteo, ao final do ciclo sexual feminino mensal. Fazendo com que o corpo lúteo secrete quantidades ainda maiores de seus hormônios sexuais.
    • O seu efeito nos testículos fetais é estimular as células intersticial sobre os testículos do feto masculino, resultando na produção de testosterona nos fetos masculinos, até o nascimento.
  • ESTROGÊNIO
    • Esse hormônio exerce basicamente a função proliferativa na maioria dos órgãos reprodutores e anexos da mulher.
    • Durante a gravidez as quantidades extremas causam: •.1. Aumento do útero materno. •.2. Aumento das mamas maternas e crescimento da estrutura dos ductos das mamas. •.3. Aumento da genitália externa feminina da mãe.
  • Relaxam os ligamentos pélvicos da mãe, assim as articulações sacrilíacas e a sínfise pubiana ficam relativamente maleáveis.
  • PROGESTERONA
    • Faz com que as células deciduais se desenvolvam no endométrio uterino, e essas células tem papel importante na nutrição do embrião.
  • A presença no útero de um feto em crescimento significa para a mãe uma carga fisiológica extra, e grande parte da resposta materna à gravidez, como: - Aumento do peso corporal. - Aumento do metabolismo basal. - Aumento do débito cardíaco devido ao aumento do fluxo sanguíneo através da placenta. - Aumento do fluxo sanguíneo da mãe e a presença do liquido amniótico. - Função renal alterada

PRÉ-ECLÂMPSIA E ECLÂMPSIA

  • A pré-eclâmpsia ocorre nos últimos quatro meses da gravidez e está associada à hipertensão, proteinúria e edema.
  • A eclâmpsia é bem mais grave que a pré-eclâmpsia, caracterizando-se por extrema espasticidade vascular em todo o corpo, convulsões clônicas seguidas de coma, grande diminuição do débito renal, mau funcionamento do fígado, frequentemente hipertensão extrema e um estado tóxico generalizado do corpo. Ocorre em geral pouco antes do parto.

PARTO

  • O aumento da contratilidade uterina próximo ao termo pode ser explicado por alterações mais progressivas que causam maior excitabilidade da musculatura uterina e, segundo, alterações mecânicas progressivas causadas pelo aumento do bebê.
  • O principal hormônio responsável pelo aumento das contrações uterinas é a ocitocina, produzida pela hipófise posterior. Provocando um feedback positivo.
  • Durante a maior parte da gravidez, o útero apresenta episódios periódicos de contrações rítmicas fracas e lentas, denominadas contrações de Braxton Hicks. Essas contrações tornam-se cada vez mais fortes no período que antecede o parto e durante o parto.
  • O trabalho de parto é dividido em três períodos:
  • Período de dilatação,
  • Período expulsivo
  • Período de dequitação ou secundamento: saída da placenta
  • Trabalho de contrações durante o parto:
  1. A cabeça do bebê distende o colo do útero
  2. A distensão cervical excita a contração fúndica
  3. A contração fúndica empurra o bebê para baixo e distende ainda mais o colo.
  4. O ciclo se repete várias vezes
  • Durante as primeiras 4 a 5 semanas que se seguem ao parto, o útero involui. Nesse período de involução são produzidos os lóquios, corrimento vaginal inicialmente sanguinolento e depois seroso, que persiste por cerca de uma semana e meia.
  • O hormônio prolactina estimula o início da lactação.
  • A prolactina promove a lactação
  • A ocitocina estimula a descida do leite através de estímulos neurogênicos que terminam por provocar a contração das células mioepiteliais que circundam as paredes externas dos alvéolos.