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formatação de relatorios
Tipologia: Provas
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Estrutura e Apresentação de Relatório de Aula Prática ou Visita Técnica
Objetivo
Orientar o (a) aluno (a) quanto aos aspectos técnicos do Relatório de modo que ele possa compreendê-lo e formata-lo de acordo com as normas e regras aqui pré-estabelecidas.
Orientações Gerais
Modelo de Capa
Nome completo do aluno ou componentes do grupo (em ordem alfabética), número e turma (Arial – 12) Nome da Instituição (Arial – 12) Nome do Professor (Arial – 12)
Bimestre Município – ano (Arial – 12)
Tão importante quanto realizar o experimento proposto é a apresentação do Relatório Técnico-Científico. Portanto, entre os objetivos dessa disciplina está a introdução à redação do relatório científico. O relatório de atividades deve em primeiro lugar, retratar o que foi realmente realizado no experimento, sendo de fundamental importância a apresentação de um documento bem ordenado e de fácil manuseio. Além disso, deve ser o mais sucinto possível e descrever as atividades experimentais realizadas, a base teórica dessas atividades, os resultados obtidos e sua discussão, além da citação da bibliografia consultada. O relatório deve ser redigido de uma forma clara, precisa e lógica. Redija sempre de forma
impessoal, utilizando-se a voz passiva no tempo passado. Ex. a massa das amostras sólidas foi determinada utilizando-se uma balança.
Devem ser evitados expressões informais ou termos que não sejam estritamente técnicos ( Não utilize em hipótese alguma adjetivo possessivo, como por exemplo, minha reação, meu banho, meu qualquer coisa). É bastante recomendável, efetuar uma revisão do relatório para retirar termos redundantes, clarificar pontos obscuros e retificar erros no original. Uma atenção especial deve ser dada aos termos técnicos, resultados, fórmulas e expressões matemáticas. As ilustrações (tabelas, fórmulas, gráficos) deverão vir na seqüência mais adequada ao entendimento do texto e seus títulos e legendas devem constar imediatamente abaixo.
Tópicos de Composição:
Em textos científicos utilizam-se tabelas, gráficos e figuras como suporte para melhor esclarecer o leitor do que se pretende dizer.
Tabela: é composta de título, um cabeçalho, uma coluna indicadora, se necessário, e um corpo:
Título – deve conter breve descrição do conteúdo da tabela e as condições nas quais os dados foram
obtidos;
Cabeçalho – parte superior da tabela contendo as informações sobre o conteúdo da cada coluna;
Coluna indicadora – à esquerda da tabela, especifica o conteúdo das linhas;
Corpo – abaixo do cabeçalho e a direita da coluna indicadora, contém os dados ou informações que se
pretende relatar.
Exemplo
Tabela 1. Algumas características dos estados da matéria.
Estado da matéria
Compressibilidade Fluidez ou rigidez Densidade relativa
Gasoso Alta Fluido baixa Líquido Muito baixa Fluido alta Sólido Muito baixa Rígido alta
Gráfico: é a maneira de detectar visualmente como varia uma quantidade (y) a medida que uma segunda quantidade (x) também varia; é imprescindível o uso de papel milimetrado para construção de um gráfico.
Eixos: Horizontal (abscissa) - representa a variável independente; é aquela cujo valor é controlado pelo experimentador;
Vertical (ordenada) – representa a variável dependente; cujo valor é medido experimentalmente.
Escolha das escalas - suficientemente expandida de modo a ocupar a maior porção do papel (não é necessário começar a escala no zero, sim num valor um pouco abaixo do valor mínimo medido).
Símbolos das grandezas – devem-se indicar junto aos eixos os símbolos das grandezas correspondentes divididos por suas respectivas unidades;
Título ou legenda – indicam o que representa o gráfico;
Valores das escalas – devem-se marcar os valores da escala em cada eixo de forma clara;
Pontos – devem-se usar círculos, quadrados, etc. para indicar cada ponto de cada curva;
Traço – a curva deve ser traçada de modo a representar a tendência média dos pontos.
Neste item deverá ser feita uma avaliação global do experimento realizado, são apresentados os fatos extraídos do experimento, comentando-se sobre as adaptações ou não, apontando-se possíveis explicações e fontes de erro experimental. Não é uma síntese do que foi feito (isso já está no sumário) e também não é a repetição da discussão.
Referência bibliográfica é o conjunto de elementos que permitem a identificação de documentos impressos ou registrados em qualquer suporte físico, tais como: livros, periódicos e materiais audiovisuais, no todo ou em parte. Quando se faz uma referência bibliográfica deve-se levar em consideração a ordem convencional dos seus elementos, prevista pelas normas da ABNT (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS). Numa referência bibliográfica tem-se a seguinte ordem de elementos: autor, título, edição, local, editora, data, volume e páginas. Não se deve confundir referência bibliográfica com bibliografia. Referências bibliográficas é a relação das fontes utilizadas pelo autor ao fazer um trabalho. Todas as obras citadas no trabalho devem obrigatoriamente constar nas referências bibliográficas. Bibliografia é a relação dos documentos existentes sobre determinado assunto ou de determinado autor. A lista bibliográfica apresentada ao final de um trabalho pode ser feita de forma alfabética, sistemática (por assunto) ou cronológica, com referências numeradas consecutivamente em algarismos arábicos. Nesta lista não se repete a mesma entrada da referência (autor ou título), que é substituída por um travessão equivalente a cinco espaços e a segunda linha e subseqüentes iniciam sob o primeiro espaço da primeira palavra que inicia cada referência.
Capítulo, fragmento ou outras partes de uma obra: Livro, Folheto, Dicionário, Enciclopédia, Manual, Catálogo e Guia.
SOBRENOME, Prenome do Autor da parte e da obra. Título da parte consultada. In: Título da obra: subtítulo. n o. ed. Local: Editora, ano. v. n o^ , cap. nº, p. inicial-final.
SOBRENOME, Prenome do Autor da parte. Título da parte: subtítulo. In:
SOBRENOME, Prenome do Autor da obra. Título da obra: subtítulo. n º. ed. Local: Editora, ano. v. nº, cap. no^ , p. inicial-final.
Exemplos:
DUARTE JÚNIOR, João Francisco. A aprendizagem da realidade. In: O que é realidade. 3. ed. São Paulo: Brasiliense, 1984. p. 77-88.
DESCOBRIMENTO do Brasil. In: Enciclopédia delta universal. Rio de Janeiro: Delta, 1986. v. 5, p. 2.515-2.517.
Livro :
SOBRENOME, Nome. Título. Edição. Editora: Cidade, data de publicação.
Site :
WWW. Data de acesso: //______.