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fratura de tornozelo , Notas de estudo de Cultura

fratura de tornozelo e suas classificação conforme associação de ortopedia

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 29/11/2010

adriano-cardoso-campos-5
adriano-cardoso-campos-5 🇧🇷

4.8

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Fraturas do
Fraturas do
tornozelo
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Fraturas doFraturas do

tornozelo tornozelo

Maira Melisse

IntroduçãoIntrodução

  • (^) O tornozelo é uma estrutura formada pela união de três ossos: tíbia, fíbula e tálus.
  • (^) Sabemos também que existem inúmeras articulações e apenas três apresentam um papel importante na função biomecânica, que são: talocrural, subtalar e tibiofibular.

IntroduçãoIntrodução

  • (^) O talus é o osso central do tornozelo, visto que se apresenta em intimo contato articular com a tíbia e a fíbula em todo o movimento de dorsiflexão e flexão plantar.
  • (^) A fíbula também é um importante estabilizador da pinça do tornozelo.

Mecanismo de lesãoMecanismo de lesão

  • (^) As fraturas do tornozelo, são geralmente provocadas pelo deslocamento do tálus, e é ele que se inclina e desenvolve as fraturas dos maléolos e lesões ligamentares, assim como o deslocamento da fíbula, dando instabilidade a articulação.

Fraturas maleolaresFraturas maleolares

  • (^) Podem ocorrer por trauma direto, porém à maioria das fraturas e lesões ligamentares do tornozelo são causadas por forças indiretas que luxam ou subluxam o tálus de sua posição normal na pinça articular tíbio-fibular distal.
  • (^) As fraturas do tornozelo, são provocadas por forças de adução e abdução da articulação, essas fraturas podem ser estáveis ou instáveis, ou seja pode se necessitar a fixação das fraturas, ou pode- se tratar conservadoramente o segmento.

Fraturas em adução e abdução do tornozelo, que determina fratura maleolar

ClassificaçãoClassificação

  • (^) As fraturas do tornozelo, foram classificadas por Weber em tipo A , tipo B e tipo C, e atualmente são classificadas pela AO de acordo com a fixação cirúrgica.
  • (^) As fraturas do tipo B , já são fraturas trans-sindesmal, ou seja, existe lesão na altura da sindesmose, sendo que pode ter ou não lesão da sindesmose. Tem as mesmas características da tipo A, fratura da fíbula com fratura do maléolo tibial ou lesão do ligamento deltóide, sendo que pode ser tratada cirurgicamente ou não, depende do critério médico, se observar instabilidade na articulação. Pela classificação da AO:
  • (^) B1 – Fratura isolada da fíbula;
  • (^) B2 – Com lesão do ligamento deltóide;
  • (^) B3 – Com lesão medial e fratura póstero-lateral da tíbia.
  • (^) Fixação da fíbula numa fratura de Weber tipo B

TratamentoTratamento

  • (^) Cirúrgico ( quando as fraturas são instáveis pela configuração dos fragmentos e pelas lesões capsulo ligamentares associadas.
  • (^) Não cirúrgico

Mecanismo de lesãoMecanismo de lesão

  • (^) É compressão longitudinal contra a superfície distal da tíbia.
  • (^) Pode ser também associado a movimento de rotação.
  • (^) O tipo da fratura que se provocará depende da rotação imprimida e da posição do pé no momento do trauma.
  • (^) Podem estar associadas a fraturas do, calcâneo, planalto tibial, bacia, acetábulo e coluna.