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Monografia apresentando os conceitos necessários para compreensão dos tipos de fundações, aplicação em obra, além dos cuidados necessários para uma boa execução.
Tipologia: Resumos
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Não perca as partes importantes!
















































Universidade Paulista - UNIP
Carmine D’Amore - RA: A7404J- Carolina Biella - RA: B668CG Hanna Gabrielle - RA: B82EIG- Laísa Dias - RA: B09321- 2016 Universidade Paulista - UNIP
Figura 1 Fundação superficial (a) e profunda (b) (VELLOSO et al., 2013b), ...... 9 Figura 2 Principais tipos de fundações superficiais (VELLOSO et al., 2013b), 10 Figura 3 Principais tipos de fundações profundas: (a) estaca, (b) tubulão, (c) caixão (VELLOSO et al., 2013b), ..................................................................... 11 Figura 4 Esquema da fundação rasa - Fonte: www.construfacil.com.br .......... 12 Figura 5 Fluxograma fundações diretas rasas Fonte: www.construfacil.com.br ......................................................................................................................... 13 Figura 6 Tipos de alicerce Fonte: blog.construir.arq.br .................................... 13 Figura 7 Funcionamento da fundação de Bloco - Fonte: BARROS 2011......... 14 Figura 8 Sapata isolada - Fonte: BARROS 2011 ............................................. 16 Figura 9 Sapata Corrida - Fonte - BARROS 2011............................................ 17 Figura 10 Sapata Associada - Fonte:blogconstruir.arq.com.br......................... 19 Figura 11 Sapata Alavancada - Fonte:www.ebah.com.br ................................ 20 Figura 12 Radier - Fonte: www.fkcomercio.com.br .......................................... 22 Figura 13 Esquema geral para um tubulão a ar comprimido (fonte: Construção Civil, 2012) ....................................................................................................... 26 Figura 14 Etapas de Execução de uma Broca Manual (Fonte: Carlos Alberto,
Figura 25- Ferramenta de perfuração .............................................................. 50 Figura 26-Perfuração em presença de lama bentoníta- Fonte:construçãociviltips ......................................................................................................................... 51 Figura 27-Concretagem submersa- Fonte: construçãociviltips......................... 52
Objetivos Esta monografia tem como escopo apresentar os conceitos necessários para compreensão dos tipos de fundações, aplicação em obra, além dos cuidados necessários para uma boa execução. Através das leituras, e levantamentos de dados feitos para essa pesquisa, entende-se que é preciso um estudo atendo e disciplinado, objetivando concluir um projeto de fundação com êxito. Além disso, segundo Velloso e Lopes (VELLOSO et al., 2004a), a presença de engenheiros de fundações e estrutural, são de importância fundamental na execução do trabalho. Para o profissional arquiteto responsável por uma obra, por exemplo, o conhecimento da interação entre o solo e a obra, os meçanismos de correção e coereência entre si é imprescindível, para segurança, consciência técnica, além de mais liberdade no processo criativo. Organização dos Trabalhos Na referência (VELLOSO et al., 2004a), os autores enfatizam dois aspectos importantes das fundações onde : o engenheiro estrutural deve solicitar ao engenheiro de fundações “um requisito de recalque zero” (VELLOSO et al., 2004a), a quaisquer fundações e tipos de terreno, pois mesmo sendo rocha, há ocorrencia de recalque; o segundo aspecto, é que cada Fundação tem caraterísticas próprias e, portanto, não se pode generalizar as soluções. Como exemplo da particularidade de cada situação em relação ao solo, é a orla de Santos, onde o efeito do recalque é quase uma atração “turística” ¹. No primeiro capítulo, Generalidade, há uma breve apresentação dos tipos de fundações existentes além, de critérios para a definição do tipo de fundação mais adequados às caraterísticas do solo que irá recebê-la. No segundo capítulo Fundações diretas e rasas as caraterísticas deste tipo de fundações serão abordadas de forma mais abrangente permitindo o entendimento das mesmas. O mesmo conceito no terceiro capitulo Fundações
diretas profundas com ênfase nas Tubulões, Céu aberto, Ar comprimido e sobre o controle de execução. Na sequência Fundações indiretas, quarto capitulo, as estacas e os vários tipos existentes são explicados didaticamente. Boa leitura. ¹ Ver Link https://www.youtube.com/watch?v=damUucIQpC4&wide
SAPATA ASSOCIADA – Sapata com mais de um pilar descarregando a carga. RADIER – Elemento de concreto armado que recebe quase todos os pilares ou todos os pilares de uma estrutura. (Fig.02) Fig. 2 Principais tipos de fundações superficiais (VELLOSO et al., 2013b), As fundações profundas são divididas em 3 grupos: ESTACA – Elemento executado com ferramentas ou equipamentos com método de cravação ou escavação ou ambos. TUBULÃO – Elemento cilíndrico conceitualmente idêntico à estaca, mas com técnico operando dentro da abertura do solo. CAIXÃO – Este tipo de fundação profunda com forma prismática é concretado na superfície e depois levado no local com escavação previa. Também não é citado na norma NBR 6122/2010 (VELLOSO et al., 2013b), (Fig.03).
Fig.3 Principais tipos de fundações profundas: (a) estaca, (b) tubulão, (c) caixão (VELLOSO et al., 2013b) 1.2. ELEMENTOS NECESSÁRIOS AO PROJETO DE FUNDAÇÕES. Para desenvolver um bom projeto de fundações, é importante conhecer (VELLOSO et al., 2004a):
associadas e alavancadas que são fundações geralmente destinadas para obras de pequeno porte (Fig.5). Fig. 5 Fluxograma fundações diretas rasas - Fonte: www.construfacil.com.br 2.1. BLOCOS E ALICERCES "Alicerces são estruturas executadas pelo assentamento de pedras ou tijolos maciços recozidos, em valas de pouca profundidade (entre 0,50 a 1,20 m), e largura variando conforme a carga das paredes." (BRITO 1987). Também recebe o nome de Blocos corridos usado em construções de pequeno porte, de uso residencial recebendo cargas de paredes resistentes em concreto alvenaria ou pedra (Fig. 6). A fundação Bloco é utilizado quando as cargas atuantes são pequenas e é caracterizada pela "distribuição de cargas do pilar para o solo seja aproximadamente pontual"(BARROS, 2011), de maneira que " onde houver pilar, existirá um bloco de fundação distribuindo a carga do pilar para o solo"(BARROS, 2011). São "elementos estruturais de grande rigidez, ligados por vigas denominadas “baldrames”, que suportam predominantemente esforços de compressão simples provenientes das cargas dos pilares"(Fig. 7). Fig. 6 Tipos de alicerce - Fonte: blog.construir.arq.br
Fig. 7 Funcionamento da fundação de Bloco - Fonte: BARROS 2011 O material utilizado pode ser em concreto simples (preparado com cimento, agregado graúdo, agregado miúdo e água) ou concreto armado (cimento, agregado graúdo, agregado miúdo e água, como o simples, porém recebe ferragens), recebendo o nome, nesse caso, de sapata de fundação. Assim como nos alicerces "a profundidade da camada resistente do solo está entre 0,5 e 1,0m de profundidade (BRITO,1987) O formato é de "bloco escalonado, ou pedestal, ou de um tronco de cone. Alturas relativamente grandes e resistem principalmente a compressão”. (BARROS, 2011) Para a execução do alicerce deve-se: ● Executar a abertura da vala; ● Compactar a camada do solo resistente, apiloando o fundo; ● Colocar um lastro de concreto magro (90kgf/cm2) de 5 a 10cm de espessura; ● Executar o embasamento que pode ser de concreto, alvenaria ou pedra. ● Construir uma cinta de amarração que tem a finalidade de absorver os esforços não previstos, suportar pequenos recalques, distribuir o carregamento e combater esforços horizontais;
de apenas "isolar o fundo da sapata para que o solo não absorva a água do concreto na fundação" (BARROS 2011). Fig. 8 Sapata isolada - Fonte: BARROS 2011 Para a execução da sapata isolada deve-se:
"Para condições de carregamento uniformes e simétricas, as sapatas associadas resultam em uma sapata corrida simples, de base retangular. Entretanto, quando as cargas dos pilares apresentam diferenças relevantes, a imposição de coincidir o centroide da sapata com o centro das cargas dos pilares conduz ou a uma sapata de base trapezoidal ou a sapatas retangulares com balanços livres diferentes"(BARROS 2011). Fig. 10 Sapata Associada - Fonte: blogconstruir.arq.com.br Para e execução das sapatas associadas deve-se:
Pode também receber o nome de Viga de equilíbrio, viga de divisa e pode ser utilizada, "no caso de sapatas de pilares de divisa ou próximos a obstáculos onde não seja possível fazer com que o centro de gravidade da sapata coincida com o centro de carga do pilar, cria-se uma viga alavanca ligada entre duas sapatas, de modo que um pilar absorva o momento resultante da excentricidade da posição do outro pilar."(BRITO, 1987) (Fig. 11) Fig. 11 Sapata Alavancada - Fonte: www.ebah.com.br Para e execução das sapatas associadas deve-se: