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Conheça o novo tipo de gestão: Gestão Quântica
Tipologia: Notas de estudo
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Gestão Quântica
Autora: Sandra Regina da Luz Inácio
Quando um ser humano muda, tudo muda ao seu redor e a transformação organizacional ocorre junto com a transformação individual.
Como criar uma mudança fundamental tanto em nós mesmos quanto em nossas organizações?
A partir do momento que mudamos nossas crenças, passamos a ver o mundo de forma diferente e começamos a viver de forma diferente, criando uma nova realidade.
Através do gerenciamento quântico, que engloba sete capacidades relacionadas a comportamentos e habilidades-chaves relacionadas ao local de trabalho, propõe-se a transformação das organizações.
As sete capacidades quânticas do ser humano:
Um dos pré-requisitos para o gerenciamento quântico é deixar que os subordinados assumam mais poder e responsabilidades. Para que sejam estimulados a sentirem-se completos, para isso será necessário:
O desenvolvimento das capacidades quânticas equilibra os hemisférios cerebrais, que passam a ser utilizados mais plenamente. À medida que dominamos estas capacidades, criamos vidas
equilibradas e organizações que usam o cérebro como um todo, ou seja, suas múltiplas inteligências, tornando-as gerenciadoras competentes de mudanças, transformando nossas organizações e principalmente, nós mesmos.
A competência técnica, decorrente da educação formal, do estudo e da tecnologia, possibilita a capacitação profissional, fundamental para o trabalho. Porém, esta sozinha não é suficiente para formar um bom funcionário, que necessita também de competência interpessoal, um conjunto de habilidades de relacionamento.
Neste novo século, com necessidades em constante mudança, verifica-se nas empresas esta grande lacuna da educação emocional, da competência interpessoal e da competência social, que devem ser desenvolvidas por meio do gerenciamento quântico, que promoverá o diferencial competitivo da empresa.
Para exercer habilidades como o planejamento, a organização, a direção e o controle, as pessoas exercitam a metade esquerda do cérebro. Essas habilidades são resultado de uma visão de mundo baseada nas leis da física de Isaac Newton, para a qual a realidade é inequivocamente objetiva, os efeitos são previsíveis e todo o conhecimento surge por intermédio de análises.
Uma visão de mundo baseada nessas suposições requer aptidões de pensamento lógicas e lineares. O foco total nessas habilidades não é essencial. Hoje, precisamos de uma visão “quântica” de mundo, isto é, ver o universo como um sistema dinâmico, imprevisível, subjetivo e auto-organizador e não como uma máquina previsível e objetiva. Nesta concepção, é preciso que cada um se deixe guiar por “habilidades quânticas”, capacidades trabalhadas pelo lado direito do cérebro, que deve trabalhar juntamente com o esquerdo para que se completem.
Estas aptidões são inatas e universais, mas acabam sufocadas por instituições como família e escola, dentre outras organizações sociais.
A premissa básica é de que a empresa espelha as crenças e valores coletivos e individuais dos seus funcionários. Logo, é possível que as pessoas aprendam a mudar seus ambientes de trabalho ao aprender a mudar a si mesmas.