
















































Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
um breve ententimento sobre DSTs
Tipologia: Notas de estudo
1 / 56
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!

















































MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria-Executiva Secretaria de Vigilância em Saúde
Série A. Normas e Manuais Técnicos
Brasília – DF 2006
© 2005 Ministério da Saúde.Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte e que não seja para vendaou qualquer fim comercial. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens destaobra é da área técnica. A coleção institucional do Ministério da Saúde pode ser acessada,na íntegra, na Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde: http://www.saude.gov.br/bvsO conteúdo desta e de outras obras da Editora do Ministério da Saúde pode ser acessado na página: http://www.saude.gov.br/editora Série A. Normas e Manuais Técnicos Tiragem: 1.ª edição – 2006 – 800 exemplares Elaboração, distribuição e informações: MINISTÉRIO DA SAUDE Secretaria-ExecutivaSubsecretaria de Assuntos Administrativos Coordenação-Geral de Documentação e InformaçãoCoordenação de Biblioteca Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da SaúdeEsplanada dos Ministérios, bloco G, Edifício Anexo, 4.70058-900 Brasília – DFo^ andar, sala 415-B Tels.: (61) 3315-3426 / 3315-3219Fax: (61) 3321- E-mail Home pages : [email protected]: http://www.saude.gov.br/bvs/publicacoes http://www.saude.gov.br/bvs/terminologia Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS)Programa Nacional de DST e Aids SEPN, Quadra 511, Bloco CCEP: 70750-543 Brasília – DF Tel.: (61) 3448-8000 E-mail : [email protected]. Home page : http://www.aids.gov.br
Coordenação geral do projeto BVS MS: Márcia Helena G. Rollemberg Coordenação executiva: Eliane Pereira dos Santos Líder do Projeto de Terminologia da Saúde: Marília de Souza Mello Assessoria técnica: Programa Nacional de DST e Aids Revisão terminológica e conceitual: Programa Nacional de DST e Aids Consultoria técnica: Celso José Roque – especialista em Saúde PúblicaEnilde Faulstich – doutora em Filologia e Língua Portuguesa Rogério da Silva Pacheco – revisor técnico Concepção do projeto gráfico: Danielle Paes Gouveia Márcia Luzia AlbertiniMarília de Souza Mello Rogério da Silva Pacheco Preparação do original: Rogério da Silva Pacheco
Impresso no Brasil / Printed in Brazil
Títulos para indexação: Em inglês: Thematic Glossary: STD and Aids Em espanhol: Glosario Temático: EST y Sida
EDITORA MS Documentação e Informação SIA, trecho 4, lotes 540 / 610 CEP: 71200-040, Brasília – DF Tels.: (61) 3233-1774 / 3233- Fax: (61) 3233- E-mail : [email protected] Home page : www.saude.gov.br/editora
Ficha Catalográfica Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria-Executiva. Secretaria de Vigilância em Saúde. Glossário temático : DST e aids / Ministério da Saúde, Secretaria-Executiva, Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2006. 56 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos) ISBN 85-334-1025-
Equipe editorial: Normalização: Gabriela Leitão e Maria Resende Revisão: Lilian Alves Assunção de Sousa Diagramação: Lelio Ricardo
Centro de testagem e aconselhamento em aids, mas Sin. CTA. Unidade da redbásica do SUS que dispõe d testagem e de orientaçõaos indivíduos sobre as DST o HIV e as aids. Nota: essaunidades visam aos seguin tes objetivos: i) estimulaa adoção de práticas sex uais seguras para evitar ainfecções; ii) incentiv que pessoas infectadas peHIV procurem os serviç de assistência especializad(SAE) e sejam devidamen acompanhadas. Doença sexualmente transmissível, fem
. O.Glossário.Temático:.DST.e.Aids.é.mais.um.produto.do. Projeto. de. Terminologia. da. Saúde,. que. se. estrutura. em. função. do. desenvolvimento. do. Vocabulário. Controlado. do. Ministério. da. Saúde. (VCMS).. Por. meio. do. desenvolvimento. do. VCMS,. a. terminologia. institucional. estará. também. representada. na. Categoria.de.Saúde.Pública.dos.Descritores.em.Ciências.da.Saúde. (DeCS). –. vocabulário. estruturado. e. trilíngüe,. desenvolvido. pelo. Centro.Latino-Americano.e.do.Caribe.de.Informação.em.Ciências. da.Saúde.(Bireme). . Gerenciado. pela. Coordenação-Geral. de. Documentação. e. Informação,.da.Secretaria-Executiva,.o.Projeto.de.Terminologia.da. Saúde.visa.à.padronização.e.ao.aperfeiçoamento.de.termos.e.siglas. utilizados para representar e recuperar a produção técnico-científica da saúde pública brasileira nas bases de dados bibliográficas e de legislação,. principalmente. no. âmbito. da. Biblioteca. Virtual. em. Saúde.do.Ministério.da.Saúde.(BVS.MS). . Em.2004,.foi.publicada.a.primeira.edição.do.Glossário.de. Termos e Siglas do Ministério da Saúde (http://www.saude.gov. br/bvs/publicacoes/glossario.pdf) como primeiro patamar para avaliação.das.áreas.técnicas.quanto.ao.vocabulário.veiculado.nas. fontes. de. informações. geradas. pela. instituição,. basicamente. nas. publicações.e.atos.normativos..A.elaboração.de.glossários.temáticos. é.uma.forma.de.colaboração.e.interação.das.áreas.técnicas.junto. ao.Projeto.de.Terminologia.da.Saúde.para.agilizar.o.processo.de. coleta.e.revisão.de.termos.e.conceitos. . Pretende-se.que.a.terminologia.apresentada.nos.glossários. temáticos.seja.uma.prática.de.Gestão.do.Conhecimento.de.maneira. que.favoreça.o.desempenho.dos.serviços.e.atividades.institucionais,. e.também.a.melhor.compreensão.do.Sistema.Único.de.Saúde..A.
Centro de testagem e aconselhamento em aids, mas Sin. CTA. Unidade da redbásica do SUS que dispõe d testagem e de orientaçõaos indivíduos sobre as DST o HIV e as aids. Nota: essaunidades visam aos seguin tes objetivos: i) estimulaa adoção de práticas sex uais seguras para evitar ainfecções; ii) incentiv que pessoas infectadas peHIV procurem os serviç de assistência especializad(SAE) e sejam devidamen acompanhadas. Doença sexualmente transmissível, fem
. Um. aspecto. central. da. política. de. saúde. do. governo. brasileiro,.desde.a.metade.da.década.de.80,.é.o.combate.ao.HIV,. à.aids.e.a.outras.DST..O.atual.governo.também.coloca.o.combate. à. epidemia. como. um. componente. importante. do. seu. plano. de. saúde..Tendo.tomado.posse.em.janeiro.2003,.o.governo.vem.dando. muita ênfase na garantia de custos menores e da auto-suficiência em.relação.aos.anti-retrovirais.e.a.outros.medicamentos.e.insumos. necessários. . As. políticas. de. descentralização. e. de. organização. e. financiamento do setor Saúde, introduzidas pelas administrações anteriores,. têm. sido. apoiadas.. O. processo. de. descentralização. foi. fortalecido. com. a. participação. da. sociedade. civil,. visando. a. assegurar.a.sua.responsabilização,.respeitando.as.pactuações.e.a. gestão.das.três.esferas.de.governo.como.prevê.o.SUS. . O. Programa. apóia. a. busca. por. uma. ação. governamental. mais. sustentável,. para. melhorar. a. efetividade. das. intervenções,.
fornecer. instrumentos. necessários. para. transformar. decisões. gerenciais.em.resultados,.facilitar.o.processo.de.descentralização. de atividades e financiamento do programa, e explorar tecnologias alternativas.para.reduzir.custos.e.melhorar.a.efetividade..
. Para. isso,. incentiva. o. desenvolvimento. e. a. transferência. de. tecnologia,. de. investimentos. em. pesquisa,. visando. ao. desenvolvimento.de.novas.tecnologias.que.serão.incorporadas.ao. combate. à. epidemia.. Outro. aspecto. dessa. estratégia. do. governo. é. a. necessidade. de. garantir. a. disponibilidade. de. medicamentos. e. de. outros. insumos. médicos. a. preços. acessíveis,. em. face. da. dependência. exclusiva. do. mercado. brasileiro. aos. fornecedores. internacionais.de.matérias-primas.e.de.alguns.bens.necessários.
Convém ressaltar, também, que a oferta de financiamento para. projetos. está. mudando. com. a. política. de. descentralização.. Cada.vez.mais,.será.necessário.que.o.Programa.Nacional.assuma. o. papel. de. regulação,. monitoramento. e. avaliação. dos. processos. relacionados. à. gestão. de. projetos. em. parceria. com. estados. e. municípios. No nível central, a prioridade para o financiamento de.projetos.deverá.estar.orientada.para.questões.estratégicas.e.de. interesse.do.gestor.federal.para.fortalecimento.de.políticas.públicas. específicas, seja mediante indução de demanda espontânea, por edital.de.seleção,.ou.pelo.apoio.direto,.articulando.redes.e.setores. relevantes.para.a.resposta.nacional.de.controle.da.epidemia.
. A.integração.com.outras.áreas.da.Saúde,.destacando-se.os. programas.de.Atenção.Básica,.de.Saúde.da.Mulher,.Saúde.Mental,. Saúde. da. Família,. Hepatites. e. o. de. Controle. da. Tuberculose,. propicia. uma. redução. de. custos. e. de. pessoal,. e. uma. maior. cobertura. e. acesso..A. abordagem. sustentável. deve. estar. baseada. na.visão.multissetorial.e.sinérgica,.que.enfatiza.a.ação.com.outras. áreas.do.setor.público.e.privado. . Os. objetivos. gerais. do. Programa. são:. a). fortalecer. a. efetividade e eficiência do programa brasileiro de DST e HIV/ aids.e.garantir.sua.sustentabilidade.em.médio.e.longo.prazos;.b). reduzir. a. incidência. de. DST. e. HIV;. c). melhorar. a. qualidade. de. vida das pessoas que estão vivendo com HIV/aids. Os objetivos específicos são: a) expandir a qualidade e o acesso às ações de atenção.e.prevenção;. b). reduzir.a.discriminação.e. o.preconceito;. c) fortalecer os direitos humanos relacionados à epidemia de HIV/ aids.e.outras.DST;.d).aumentar.a.efetividade.das.ações.por.meio.do. desenvolvimento.e.da.incorporação.de.tecnologias.estratégicas.
10
Definição:
Sistema. de. distinções. recíprocas. que. servem. para. descrever. conceitos.pertinentes.aos.termos.
Seta [ ⇒ ]:
Indicativo.da.forma.lingüística.expandida,.equivalente.à.sigla..No. glossário, significa “lê-se como” e “vá ao termo para conhecer a definição”.
Remissiva [ver]:
Sistema.de.relação.de.complementaridade.entre.termos..Os.termos. remissivos. se. relacionam. de. maneiras. diversas,. dependendo. da. contigüidade. de. sentido.. Podem. ser. termos. sinônimos,. termos. hiperônimos. e. termos. conexos.. Neste. glossário,. fazem-se. as. remissões.por.meio.da.expressão.“Ver”,.sem,.contudo,.nomeá-las. como.hiperônimos,.hipônimos.e.conceitos.conexos.
Nota(s):
Comentário.prático,.lingüístico.ou.enciclopédico,.que.serve.para. complementar as informações da definição.
Exemplos de Verbetes
Análogos de nucleosídeos, masc..pl..Classe.de.medicamentos. anti-retrovirais. que. são. usados. no. tratamento. da. infecção. causada.pelo.HIV..Notas:.1..Essa.classe.engloba.os.seguintes. agentes:.o.ddI,.o.ddC,.o.3TC.e.o.AZT..2..Todos.esses.agentes. inibem. a. enzima. transcriptase. reversa. por. meio. de. um. mecanismo.de.criação.de.cópias.virais.com.estrutura.alterada. e.não-funcionais..Ver. AZT,.ddI,.ddC,.3TC..
Entrada
Gênero Número
Nota Remissiva
Definição
11
Camisinha ,.fem..Ver.sin.. Preservativo.masculino.
Entrada
Gênero
Remissiva para o sinônimo
SIHIV ,. masc.. ⇒ Sistema. de. Informação. de. HIV. Soropositivo. Assintomático. (^) Gênero
Lê-se como e vá ao termo para conhecer a definição
Sinônimo
Forma expandida da sigla
Entrada
Centro de testagem e aconselhamento em aids, mas Sin. CTA. Unidade da redbásica do SUS que dispõe d testagem e de orientaçõaos indivíduos sobre as DST o HIV e as aids. Nota: essaunidades visam aos seguin tes objetivos: i) estimulaa adoção de práticas sex uais seguras para evitar ainfecções; ii) incentiv que pessoas infectadas peHIV procurem os serviç de assistência especializad(SAE) e sejam devidamen acompanhadas. Doença sexualmente transmissível, fem
Terminde info de mangestão efetivae devid
1
Termin^ de info de mangestão efetivae devid
iii).pelo.sangue,.em.transfusões.de.sangue.e.hemoderivados;.iv). uso.compartilhado.de.drogas.injetáveis..3..O.HIV.tipo. 2 .não.tem. relevância.epidemiológica.no.Brasil..Ver. Aids.pediátrica.
Aids pediátrica ,.fem..Síndrome.clínica.decorrente.da.infecção,.que. é.causada.pelo.HIV,.na.criança..Nota:.a.síndrome.caracteriza-se. pela.supressão.profunda.da.imunidade.mediada,.principalmente. por.células.T,.resultando.em.infecções.oportunistas,.neoplasias. secundárias.e.doenças.neurológicas..Ver. Aids.
Análogos de nucleosídeos ,.masc..pl..Classe.de.medicamentos.anti- retrovirais. que. são. usados. no. tratamento. da. infecção. causada. pelo. HIV.. Notas:. 1.. Essa. classe. engloba. os. seguintes. agentes:. o. ddI,. o. ddC,. o. 3TC. e. o.AZT.. 2.. Todos. esses. agentes. inibem. a. enzima. transcriptase. reversa. por. meio. de. um. mecanismo. de. criação.de.cópias.virais.com.estrutura.alterada.e.não-funcionais.. Ver. AZT,.ddI,.ddC,.3TC.
ARC ,.masc..⇒. Complexo.relacionado.à.aids.
AZT ,.masc..⇒ Azidotimidina.
Azidotimidina ,.fem..Sin.. Zidovudina;.AZT ..Composto.farmacológico. que. funciona. como. uma. droga. anti-retroviral,. utilizada. no. tratamento.da.infecção.causada.pelo.HIV..Notas:.1..O.composto. pertence. ao. grupo. dos. inibidores. da. transcriptase. reversa.. 2.. A. azitotimidina. foi. o. primeiro. medicamento. a. ser. utilizado. no. tratamento de pacientes com infecção causada pelo HIV/aids.
Terminologia da Saúde para agilizar o processo de coleta e revisão de termos e conceitos. Pretende-se que a terminologia apresentada nos glossários temáticos seja uma prática de Gestão do Conhecimentode informações geradas pela instituição, basicamente nas publicações e atos normativos. A elaboração de glossários temáticos é uma forma de colaboração e interação das áreas técnicas junto ao Projeto de de maneira que favoreça o desempenho dos serviços e atividades institucionais, e também a melhor compreensão do Sistema Único de Saúde. A meta é consolidar, de forma permanente, o processo degestão do vocabulário institucional em face do caráter normativo da ação federal e do patamar técnico e científico necessário às ações do Estado. Para a elaboração deste glossário temático, houve uma efetiva contribuição de diversos técnicos do Programa Nacional de DST e Aids. Todas as siglas, termos e definições foram analisadas a partir de documentos técnicos do MS e de publicações especializadase devidamente examinadas e/ou adequadas e validadas.Em função da dinâmica dessa linguagem, a colaboração dos profissionais do setor Saúde para sugerir, excluir e indicar adequações de termos e/ou
1
Bofe ,.masc..Indivíduo.do.sexo.masculino,.de.aparência.máscula,. que, embora não se identifique como um gay ,.mantém.relações. sexuais,.ocasionais.ou.freqüentes,.com. gays .ou.travestis.
dadesizada
orremocor- uáriosfeitos
1
Carga viral ,. fem.. Metodologia. que. permite,. por. meio. de. teste. de quantificação, determinar a quantidade de HIV presente em um determinado fluido, geralmente no sangue. Nota: é possível.determinar.a.carga.viral.no.sêmen.e.no.líquido.vaginal. no.organismo.de.uma.pessoa.infectada.
Caso de aids ,. masc.. Condição. diagnosticada,. com. base. no. comprometimento.do.sistema.imunológico.em.que.se.encontra. um.indivíduo.em.relação.ao.estágio.avançado.de.infecção..
Categoria de exposição ,.fem..Categoria.que.traduz.a.forma.provável. como.cada.indivíduo.ou.grupo.se.expôs.ao.HIV,.dando.lugar.à. infecção..Nota:.a.categoria.de.exposição.substitui.a.denominação. grupo.de.risco.
CD4 ,. masc.. Partícula. receptora,. localizada. na. membrana,. principalmente,. das. células. linfócitos. T-auxiliares,. à. qual. o. HIV. se. liga. para. iniciar. a. infecção. dessas. células.. Nota:. outras. moléculas.presentes.na.membrana.dos.linfócitos.T.desempenham. papel.auxiliar.e,.por.isso,.essas.moléculas.são.denominadas.co- receptores..
Célula T-auxiliar ,.fem..Ver.sin.. Célula.T4.
Célula T4 ,.fem..Sin.. Célula.T-auxiliar ..Célula.linfócito.auxiliar.que. possui.em.sua.membrana.a.partícula.CD4,.por.meio.da.qual.o. HIV.se.liga.à.célula.linfócito..Ver. Célula. T8 ;.CD.
Centro de testagem e aconselhamento em aids ,.masc..Sin.. CTA.. Unidade. da. rede. básica. do. SUS. que. dispõe. de. testagem. e. de. orientações.aos.indivíduos.sobre.as.DST,.o.HIV.e.as.aids..Nota:. essas. unidades. visam. aos. seguintes. objetivos:. i). estimular. a. adoção. de. práticas. sexuais. seguras. para. evitar. as. infecções;. ii). incentivar. que. pessoas. infectadas. pelo. HIV. procurem. os. serviços.de.assistência.especializada.(SAE).e.sejam.devidamente. acompanhadas.
20
Centro de orientação e apoio sorológico ,.masc..Ver.sin.. Centro.de. testagem.e.aconselhamento.em.aids ..
Cervicite mucopurulenta , fem. Inflamação da mucosa endocervical (epitélio. colunar. do. colo. uterino).. Notas:. 1.. As. cervicites. são. classificadas, conforme o seu agente etiológico, como gonocócicas ou. não-gonocócicas.. 2.. Novos. estudos. têm. demonstrado. que. a. etiologia. das. cervicites. está. relacionada. principalmente. com. Neisseria. gonorrhoeae. e. Chlamydia. trachomatis,. além. de. bactérias. aeróbicas e anaeróbicas da própria flora cérvico-vaginal. 3. Outros agentes. também. relacionados. às. cervicites. são:. Trichomonas. vaginalis,. Mycoplasma. hominis,. Ureaplasma. urealiticum. e_. Herpes. simplex.virus.._ Ver. Chlamydia.trachomatis.
Chlamydia trachomatis ,. fem.. Bactéria. que. é. responsável. pela. transmissão. de. diferentes. doenças. sexuais.. Nota:. essa. bactéria,. além.de.transmitir.o.linfogranuloma.venéreo.e.as.uretrites.não- gonocócicas,. pode. ainda. causar. outras. doenças. graves. como. salpingite,. tracoma,. conjuntivite. do. recém-nascido,. proctite. e. esterilidade.permanente..Ver. Clamidiose;.Cervicite.mucopurulenta.
Citomegalovírus ,.masc..Vírus.do.grupo.dos.herpes.vírus.que.pode. atacar.vários.órgãos.humanos,.provocando.infecção.de.diversos. tipos.. Nota:. esse. vírus. causa,. muitas. vezes,. infecção,. por. meio. de. relações. sexuais,. nos. seguintes. tipos. de. indivíduos:. i). em. pessoas sem.transtornos.imunitários,.cuja.infecção.é.geralmente. assintomática,. mas. pode. provocar. aumento. de. volume. do. fígado e/ou do baço, erupções, irritação na garganta, dores e mal-estar.generalizado,.de.evolução.normalmente.autolimitada;. ii). em. indivíduos. imunocomprometidos,. cuja. infecção. pode. provocar.doenças.graves,.podendo.levar.à.cegueira.e.até.mesmo. à. morte;. iii). em. pacientes. com. aids,. cuja. infecção. ocasiona. o. aparecimento,. relativamente. freqüente,. de. problemas. como,. o. comprometimento. da. retina,. do. trato. digestivo. e. do. sistema. nervoso.central;.iv).em.bebês.cuja.infecção.se.dá.ainda.no.útero. materno,. com. conseqüências. que. podem. ser. graves,. como. retardamento mental, cegueira, surdez e/ou paralisia cerebral.