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HALLIDAY CAP 26 RESPONDIDO, Exercícios de Física

FUNDAMENTOS DE FISICA HALLIDAY & RESNICK 10ª ED. VOLUME III, CAPITULO 26 RESPONDIDO

Tipologia: Exercícios

2022

Compartilhado em 08/05/2022

jojoaovitor
jojoaovitor 🇧🇷

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bg1
Capítulo 26
1. (a) A carga que passa por uma seção reta do fio é o produto da corrente pelo intervalo de tempo Dt de duração da corrente.
Assim, temos
q = iDt = (5,0 A)(240 s) = 1,2 × 103 C = 1,2 kC.
(b) O número N é dado por
N = q/e = (1200 C)/(1,60 × 10–19 C) = 7,5 × 1021.
2. Suponha que a carga da esfera aumenta de Dq em um intervalo de tempo Dt. Nesse intervalo de tempo, o potencial da esfera
aumenta de
0
,
4
q
Vr
πε
∆=
em que r é o raio da esfera. Isso significa que Dq = 4πε0rDV. Como Dq = (ientisai) Dt, em que ient é a corrente que entra na esfera e
isai é a corrente que sai da esfera, temos
0
9
ent ent
sai sai
3
4
(0,10 m)(1000 V)
(8,99 10 F/m) (1,0000020 A 1,0000000 A)
5,6 10 s.
rV
q
tii ii
πε
∆= = =
−−
×−
= ×
3. Se σ é a densidade superficial de carga e l é a largura da correia, a corrente associada ao movimento das cargas é i = σv, o que
nos dá
62
6
2
100 10 A 6,7 10 C m .
(30 m s)(50 10 m)
i
v
σ
×
= = = ×
×
4. Para expressar a densidade de corrente em unidades do SI, convertemos os diâmetros dos fios de mils para polegadas, dividindo
por 1000, e depois executamos a conversão de polegadas para metros, multiplicando por 0,0254. Feito isso, podemos usar a relação
22
,
4ii i
JARD
ππ
= = =
em que i é a corrente e D é o diâmetro do fio.
No caso de um fio calibre 14, por exemplo, D = 64 mils = 0,0016 m, e a densidade de corrente segura é J = 4(15 A)/π(0,00163 m)2 =
7,2 × 106 A/m2. Na verdade, este é o calibre para o qual o valor de J é máximo. O gráfico a seguir mostra a densidade de corrente
segura J, em A/m2, em função do diâmetro do fio em mils.
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14

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C apítulo 26

1. (a) A carga que passa por uma seção reta do fio é o produto da corrente pelo intervalo de tempo Dt de duração da corrente.

Assim, temos

q = iDt = (5,0 A)(240 s) = 1,2 × 103 C = 1,2 kC.

(b) O número N é dado por

N = q/e = (1200 C)/(1,60 × 10 –19^ C) = 7,5 × 1021.

2. Suponha que a carga da esfera aumenta de Dq em um intervalo de tempo Dt. Nesse intervalo de tempo, o potencial da esfera

aumenta de

0

q V πε r

em que r é o raio da esfera. Isso significa que Dq = 4 πε 0 rDV. Como Dq = (ient – isai) Dt, em que ient é a corrente que entra na esfera e

isai é a corrente que sai da esfera, temos

0 9 ent sai ent sai

3

(^4) (0,10 m)(1000 V)

(8,99 10 F/m)(1,0000020 A 1,0000000 A)

5,6 10 s.

q^ r^ V t i i i i

πε

− − × −
= ×

3. Se σ é a densidade superficial de carga e l é a largura da correia, a corrente associada ao movimento das cargas é i = σ v , o que

nos dá

6 6 2 2

100 10 A

6,7 10 C m. (30 m s)(50 10 m)

i

v

σ

− − −

×
= = = ×
 ×

4. Para expressar a densidade de corrente em unidades do SI, convertemos os diâmetros dos fios de mils para polegadas, dividindo

por 1000, e depois executamos a conversão de polegadas para metros, multiplicando por 0,0254. Feito isso, podemos usar a relação

2 2 ,

i i 4 i J A π R π D

em que i é a corrente e D é o diâmetro do fio.

No caso de um fio calibre 14, por exemplo, D = 64 mils = 0,0016 m, e a densidade de corrente segura é J = 4(15 A)/ π (0,00163 m)

2

7,2 × 10

6 A/m

2

. Na verdade, este é o calibre para o qual o valor de J é máximo. O gráfico a seguir mostra a densidade de corrente

segura J, em A/m

2 , em função do diâmetro do fio em mils.

5. PENSE O módulo da densidade de corrente é dado por J = nqvd, em que n é a concentração de partículas, q é a carga das par-

tículas e vd é a velocidade de deriva das partículas.

FORMULE De acordo com a Eq. 26-7, J = nqvd.

De acordo com a Eq. 26-4, i^ =^ J d A ⋅.

ANALISE (a) A concentração de partículas é n = 2,0 × 10

8 /cm

3 = 2,0 × 10

14 m

  • , a carga é

e a velocidade de deriva é 1,0 × 10

5 m/s. Assim, a densidade de corrente é

(b) Como a carga das partículas é positiva, a densidade de corrente aponta na mesma direção que a velocidade das partículas, ou

seja, para o norte.

(c) Para calcular a corrente total, seria necessário conhecer a área da seção reta do feixe de partículas.

APRENDA A densidade de corrente aponta na mesma direção que a velocidade das partículas, se as partículas forem positivas, e

na direção oposta, se as partículas forem negativas.

6. (a) Como a área de um círculo é proporcional a r^2 , o eixo horizontal do gráfico da Fig. 26-24b representa (com exceção de um

fator constante π ) a área do fio. O fato de que o gráfico é uma linha reta indica que a densidade de corrente J = i/A é constante. Por

isso, a resposta é “sim; a densidade de corrente é uniforme”.

(b) Como, de acordo com o gráfico da Fig. 26-23b, a corrente é 5,0 mA quando o raio é 4,00 mm^2 , temos

2 2 2 6 2

0,005 A

398 4,0 10 A/m. (4 10 m )

i J π r π

= = − = ≈ ×
×

7. A área da seção reta do fio é dada por A = π r^2 , em que r é o raio (metade do diâmetro) do fio. Como o módulo do vetor den-

sidade de corrente é

2

i i J A π r

temos

4 4 2

0,50 A

1,9 10 m. (440 10 A/m )

i r π J π

− = = = × ×

O diâmetro do fio é, portanto, d = 2r = 2(1,9 × 10 –4^ m) = 3,8 × 10 –4^ m = 0,38 mm.

8. (a) O módulo da densidade de corrente é

10 5 2 2 3 2

4(1,2 10 A)

2,4 10 A/m. /4 (2,5 10 m)

i i J A (^) π d π

− − −

×
= = = = ×
×

(b) A velocidade de deriva dos elétrons é

5 2 15 28 3 19

2,4 10 A/m 1,8 10 m/s. (8,47 10 /m )(1,60 10 C)

d

J

v ne

− − −

×
= = = ×
× ×

9. A largura da região considerada, Dr = 10 μ m, é tão pequena em comparação com a distância da região ao centro do fio, r = 1,

mm, que podemos usar a aproximação

15. PENSE A resistência da bobina é dada por R = ρ L/A, em que L é o comprimento do fio, ρ é a resistividade do cobre e A é a

área da seção reta do fio.

FORMULE Como cada espira do fio tem um comprimento de 2 π r, em que r é o raio da bobina, o comprimento do fio é

Se rf é o raio do fio, a área da seção reta do fio é

De acordo com a Tabela 26-1, a resistividade do cobre é ρ = 1,69 × 10 -^8 W · m.

ANALISE A resistência da bobina de cobre é, portanto,

APRENDA A resistência R é uma propriedade de um objeto, enquanto a resistividade ρ é uma propriedade de um material.

16. A resistência por unidade de comprimento ρ L e a resistividade ρ estão relacionadas pela equação ρ L = ρ /A, em que A é a área

da seção reta do fio; a massa por unidade de comprimento μ L e a massa específica μ estão relacionadas pela equação μ L = μ /A.

(a) No caso do cobre,

J = i/A = i ρ L/ ρ = (60,0 A)(0,150 Ω/km)/(1,69 × 10 –8^ Ω · m) = 5,32 × 105 A/m^2.

(b) No caso do cobre,

μ L = μ /A = μρ / ρ L = (8960 kg/m^3 )(1,69 × 10 –8^ W · m)/(0,150 W/km) = 1,01 kg/m.

(c) No caso do alumínio,

J = i ρ L/ ρ = (60,0 A)(0,150 W/km)/(2,75 × 10 –8^ W · m) = 3,27 × 105 A/m^2.

(d) No caso do alumínio,

μ L = μρ / ρ L = (2700 kg/m^3 )(2,75 × 10 –8^ W · m)/(0,150 W/km) = 0,495 kg/m.

17. Como a condutividade σ é o recíproco da resistividade, temos

( )

6 1 1 6 2

1 (1,0 m)(4,0 A) 2,0 10 m. / (2,0 V)(1,0 10 m )

L L Li

RA V i A VA

σ ρ

− − = = = = = (^) − = × Ω ⋅ ×

18. (a) i = V/R = 23,0 V/(15,0 × 10 –3^ W) = 1,53 × 103 A = 1,63 kA.

(b) Como a área da seção reta do fio é A = π r^2 = π D^2 /4, temos

3 7 2 2 2 3 2

4 4(1,53 10 A)

5,41 10 A/m 54,1MA/m. (6,00 10 m)

i i J A (^) π D π

×
= = = = × =
×

(c) A resistividade é

3 3 2 (15,0 10 ) (6,00 10 m) (^8) 10,6 10 m. 4(4,00 m)

RA
L

π ρ

− − × Ω × − = = = × Ω⋅

(d) O material é a platina.

19. PENSE A resistência do fio é dada por R = ρ L/A, em que ρ é a resistividade do material, L é o comprimento do fio e A é a área

da seção reta do fio.

FORMULE Neste caso, a área da seção reta é

ANALISE Assim, a resistividade do fio é

APRENDA De acordo com a equação R = ρ L/A, quanto maior a área da seção reta A, menor a resistência R.

20. Vamos chamar de D o diâmetro do fio. Como R ∞ L/A (Eq. 26-16) e A = π D

2 /4 ∞ D

2 , a resistência do segundo fio é

( )

2 1 2 1 2 2 2 2 1 2 1

A L D L
R R R R R
A L D L
       ^ 

21. A resistência quando a lâmpada está acesa é R = V/i = (2,9 V)/(0,30 A) = 9,67 W. Como R – R 0 = R 0 α (T – T 0 ), temos

3 0 3 0

1 20 C 1 1,8 10 C
4,5 10 K 1,
R
T T

α R

       (^)      ^     ^ 

= + − = ° + − = × °
× Ω

Como uma variação de temperatura em graus Celsius é igual a uma variação de temperatura em kelvins, o valor de α usado nos

cálculos é compatível com as outras unidades envolvidas. O valor de α para o tungstênio foi obtido na Tabela 26-1.

22. Seja r o raio da linha da pipa e seja e a espessura da camada de água. A área da seção reta da camada de água é

A π(^ r t ) 2 r^2  π [(2,50 10 −^3 m)^2 (2,00 10 −^3 m) ]^2 7,07 10 −^6 m.^2  

= + − = × − × = ×

De acordo com a Eq. 26-16, a resistência do fio molhado é

10 6 2

(150 m)(800 m) 1,698 10 7,07 10 m

L
R
A

ρ −

= = = × Ω
×

e a corrente é

8 3 10

1,60 10 V

9,42 10 A 9,42 mA. 1,698 10

V

i R

× −
= = = × =
× Ω

23. De acordo com a Eq. 26-10, J = E/ ρ , em que J é a densidade de corrente, E é o campo elétrico (uniforme) no interior do fio

e ρ é a resistividade do material do fio. Como o campo elétrico é dado por E = V/L, em que V é a diferença de potencial entre as

extremidades do fio e L é o comprimento do fio, J = V/L ρ e

4 4 2

115 V

8,2 10 m. (10 m)(1,4 10 A m )

V
LJ

ρ

− = = = × Ω ⋅ ×

24. (a) Como o material é o mesmo, a resistividade ρ é a mesma; isso significa, de acordo com a Eq. 26-11, que os campos elétricos

nos diferentes trechos são diretamente proporcionais às densidades de corrente. Assim, de acordo com o gráfico da Fig. 26-24a,

J 1 /2,5 = J 2 /4 = J 3 /1,5. Como as barras estão ligadas em série, a corrente é a mesma nas três barras e, portanto, J 1 A 1 = J 2 A 2 = J 3 A 3.

Como A ∞ r^2 , temos

2 2 2 2,5 r 1 (^) = 4 r 2 (^) =1,5 r 3.

APRENDA A resistência R de um objeto depende do modo como o potencial elétrico é aplicado ao objeto e também da razão L/A

entre o comprimento e a área da seção reta do objeto, de acordo com a equação R = ρ L/A.

28. Conforme as Eqs. 26-8 e 26-16, V = iR = i ρ L/A. De acordo com a Tabela 26-1, a resistividade do cobre é 1,69 × 10 - 8 W · m. De

acordo com o gráfico da Fig. 26-26, para L = xs, a queda de tensão é V = Vs, o que nos dá

2 2 6

8

(0,002 m) (12 10 V) 0,0029 A 3,0 mA. (1,69 10 m)(3,0 m)

s s

s s

AV r V i x x

π π

ρ ρ

×
× Ω ⋅

29. A resistência do fio de cobre é

8 5 3 2

(1,69 10 m)(0,020 m) 2,69 10. (2,0 10 m)

L
R
A

ρ

π

− − −

× Ω⋅
= = = × Ω
×

Para uma diferença de potencial V = 3,00 nV, a corrente que atravessa o fio é

9 4 5

3,00 10 V
1,115 10 A.
V

i R

− − −

×
= = = ×
× Ω

A carga que passa por uma seção reta do fio em 3,00 ms é

4 3 7 Q i t (1,115 10 A)(3,00 10 s) 3,35 10 C

− − − ∆ = ∆ = × × = ×.

30. De acordo com as informações do enunciado, o diâmetro de um fio calibre 22 é 1/4 do diâmetro de um fio calibre 10. Assim,

como R = ρ L/A, a resistência de 25 pés de um fio calibre 22 é

R = (1,00 W)(25 pés/1000 pés)(4)^2 = 0,40 W.

31. (a) A corrente em cada fio é

i = 0,750 A/125 = 6,00 × 10 –3^ A.

(b) A diferença de potencial é

V = iR = (6,00 × 10 –3^ A)(2,65 × 10 –6^ W) = 1,59 × 10 –8^ V.

(c) A resistência é

Rtotal = 2,65 × 10 –6^ W/125 = 2,12 × 10 –8^ W.

32. De acordo com as Eqs. 26-7 e 26-13, J = σ E = (n+ + n–)evd.

(a) O módulo da densidade de corrente é

J = σ E = [2,70 × 10 –14^ (W · m)-^1 ](120 V/m) = 3,24 × 10 –12^ A/m^2 = 3,24 pA/m^2.

(b) A velocidade de deriva é

( )

14 1

3 19

2,70 10 ( m) 120 V m 1,73 cm s. ( ) (^620) 550 íons cm 1,60 10 C

d

E

v n n e

σ

− −

       

× Ω⋅
+ + ×

33. (a) i = V/R = 35,8 V/935 W = 3,83 × 10 - A.

(b) J = i/A = (3,83 × 10

  • A)/(3,50 × 10 - m

2 ) = 109 A/m

2 .

(c) vd = J/ne = (109 A/m^2 )/[(5,33 × 1022 /m^3 ) (1,60 × 10 –19^ C)] = 1,28 × 10 –2^ m/s.

(d) E = V/L = 35,8 V/0,158 m = 227 V/m.

34. A concentração de elétrons de condução no cobre é n = 8,49 × 1028 /m^3. O campo elétrico no fio 2 é (10,0 μ V)/(2,00 m) = 5,

μ V/m. Como ρ = 1,69 × 10-^8 W · m para o cobre (veja a Tabela 26-1), a Eq. 26-10 nos dá uma densidade de corrente J 2 = (5,00 μ V/m)/

(1,69 × 10 -^8 W · m) = 296 A/m^2. Como a corrente é a mesma nos fios 1 e 2, temos, de acordo com a Eq. 26-5,

2 2 J A 1 1 (^) = J A 2 2 (^) ⇒ J 1 (^) (4 π R ) = J 2 (π R ),

o que nos dá J 1 = 74 A/m^2. Assim, de acordo com a Eq. 26-20,

1 9 d 5,44^10 m/s.

J

v ne

− = = ×

35. (a) A Fig. 26-30 mostra a corrente i entrando no tronco de cone pela base menor e saindo pela base maior; vamos escolher este

sentido como sentido positivo do eixo x. Como a densidade de corrente J é uniforme, J(x) = i/A, em que A = π r^2 é a área da seção

reta do cone. Como, de acordo com a Eq. 26-11, E = ρ J, temos

i E x r

ρ

π

Integrando E(x), podemos determinar a diferença de potencial V entre as bases do tronco de cone e calcular a resistência usando

a relação R = V/i (Eq. 26-8). Para isso, porém, é preciso conhecer como r varia com x.

Como o raio do tronco de cone varia linearmente com x, sabemos que r = c 1 + c 2 x, na qual c 1 e c 2 são constantes. Tomando como

origem o centro da base menor do tronco de cone, r = a para x = 0 e, portanto, c 1 = a. Como r = b para x = L, b = a + c 2 L, o que

nos dá c 2 = (b - a)L. Assim, temos

b a r a x L

Substituindo r por este valor na expressão de E(x), obtemos

2

( ).

i b a E x a x L

ρ

π

−      

A diferença de potencial entre as bases do tronco de cone é

0

1

0 0

2

L L L dx

i b a i L b a V E dx a x a x L b a L

i L i L b a i L

b a a b b a ab ab

ρ ρ

π π

ρ ρ ρ

π π π

− −            

     

⌠  ⌡

e a resistência é

2 5 3 3

(731 m)(1,94 10 m) 9,81 10 981k. (2,00 10 m)(2,30 10 m)

V L
R

i ab

ρ

π π

− −

Ω⋅ ×
= = = = × Ω = Ω
× ×

Note que, se b = a, então R = ρ L/ π a

2 = ρ L/A, em que A = π a

2 é a área da seção reta do cilindro.

36. Supondo que a corrente se espalha uniformemente no hemisfério, a densidade de corrente a uma distância r do local onde caiu

o raio é J = I/2 π r

2

. De acordo com a Eq. 26-10, o campo elétrico a essa distância é

(b) De acordo com a Eq. 24-6, W = - qV = eV = 12 eV (ou, em joules, W = 12 × 1,6 × 10

  • 19 C = 1,9 × 10

‒ 18 J).

(c) Como quase toda a energia dos elétrons é dissipada em forma de calor, a resposta é a mesma do item (b): 12 eV.

43. Como, de acordo com a Eq. 26-28, P = V

2 /R, então P ∞ V

2

. Assim, a potência dissipada no segundo caso é

2 1,50 V (0,540 W) 0,135 W. 3,00 V

P

44. Como, de acordo com a Eq. 26-26, P = iV, a carga é

q = it = Pt/V = (7,0 W) (5,0 h) (3600 s/h)/9,0 V = 1,4 × 10^4 C = 14 kC.

45. PENSE Este problema envolve a conversão de energia elétrica em energia térmica.

FORMULE Vamos chamar de R a resistência do aquecedor de ambiente. Combinando a lei de Ohm, V = iR, com a Eq. 26-26,

P = iV, obtemos

ANALISE (a) Substituindo os valores conhecidos na Eq. 26-26, obtemos

1250 W 10,9 A 115 V

P i V

(b) Substituindo os valores conhecidos na expressão de R, obtemos

(c) A energia térmica E produzida pelo aquecedor de ambiente em um intervalo de tempo t = 1,0 h = 3600 s é

APRENDA A taxa de transferência de energia elétrica em energia térmica em um resistor é dada por P = iV = V^2 /R.

46. (a) De acordo com a Tabela 26-1 e a Eq. 26-10, temos

8 2 6 2

2,00 A

(1,69 10 m) 1,69 10 V/m 16,9 mV/m. 2,00 10 m

E ρ J −^ − −

       

= = × Ω⋅ = × =
×

6 2

2,00 A

(1,69 10 m) 1,69 10 V/m 16,9 mV/m. 2,00 10 m

E ρ J −^ − −

       

= = × Ω⋅ = × =
×

(b) De acordo com a Tabela 26-1 e a Eq. 26-16,

8 6 2

4,00 m (1,69 10 m) 0,. 2,00 10 m

L
R
A

ρ

− = = × Ω ⋅ (^) − = Ω ×

A taxa de geração de energia térmica é dada pela Eq. 26-27:

P = i^2 R = (2,00 A)^2 (0,0338 W) = 0,135 W.

A energia térmica gerada em 30 minutos é dada por

E = (0,135 J/s)(180 s) = 243 J.

47. (a) Como, de acordo com as Eqs. 26-28 e 26-16, P = V^2 /R = AV 2 / ρ L, temos

2 6 2 2

7

(2,60 10 m )(75,0 V) 5,85 m. (5,00 10 m)(500 W)

AV
L

ρ P

×
× Ω ⋅

(b) Como L ∞ V 2 , o novo comprimento é

2 2 100 V (5,85 m) 10,4 m. 75,0 V

V
L L
V
 ′^  ^ 

48. A massa de água envolvida é

3 5 2 m ρ AL (1000 kg/m )(15 10 m )(0,12 m) 0,018 kg

− = = × =

e a energia necessária para vaporizar a água é

4 Q = Lm = (2256 kJ / kg)(0,018 kg) = 4,06 × 10 J.

A energia térmica produzida pela passagem da corrente elétrica através da água é dada por

2 Q = P ∆ = t I Rt.

Como a resistência da massa de água envolvida é

( )( ) (^5) 5 2

150 m 0,120 m 1,2 10 , 15 10 m

R a^ L A

ρ −

= = = × Ω
×

a corrente necessária para vaporizar a água é

4

5 3

4,06 10 J
13,0 A.

(1,2 10 )(2,0 10 s)

Q
I

R t

×
∆ × Ω ×

49. (a) O custo pedido é

(100 W)(24 h/dia)(31dias/mês)($ 0,06/kW · h) = $ 4,46.

(b) R = V 2 /P = (120 V)^2 /100 W = 144 W.

(c) i = P/V = 100 W/120 V = 0,833 A.

50. As inclinações das retas da Fig. 26-33b nos fornecem P 1 = (40 mJ)/(5 s) = 8 mW e P 2 = (20 mJ)/(5 s) = 4 mW. De acordo com

a lei de conservação da energia, a potência da bateria é

Pbat = P 1 + P 2 = 8 mW + 4 mW = 12 mW.

51. PENSE O sistema de que trata este problema é composto por dois fios ligados em série. Para calcular a diferença de potencial

entre dois pontos do sistema, precisamos conhecer a resistência dos fios.

FORMULE A diferença de potencial entre os pontos 1 e 2 é DV 12 = iRC, em que i é a corrente e RC é a resistência do fio C. A diferença

de potencial entre os pontos 2 e 3 é DV 23 = iRD, em que RD é a resistência do fio D. As taxas de dissipação de energia correspondentes

são P 12 = i^2 RC e P 23 = i^2 RD, respectivamente.

ANALISE (a) De acordo com a Eq. 26-16, a resistência do fio C é

Assim, DV 12 = iRC = (2,0 A)(2,55 W) = 5,1 V

o que nos dá

em que DT = TB - TA.

ANALISE A potência dissipada a 200

o C é, portanto,

APRENDA Como a potência dissipada é inversamente proporcional a R, ela é maior à temperatura mais baixa, para a qual a

resistência é menor.

56. (a) A corrente é

2 2 2

8

V)[(0,0400polegada)(2,54 10 m/polegada)]

/ 4 4(1,69 10 m)(33,0 m)

1,74 A.

π π

ρ ρ

(1,20 ×
× Ω⋅

V V Vd i R L A L

(b) A densidade de corrente é

2 2 2

6 2 2

4 4(1,74 A)

polegada)(2,54 10 m/polegada)]

2,15 10 A/m 2,15 MA/m.

i i J A (^) π d π −

[(0,0400 ×
= × =

(c) E = V/L = 1,20 V/33,0 m = 3,63 × 10 –2^ V/m = 36,3 mV/m.

(d) P = Vi = (1,20 V)(1,74 A) = 2,09 W.

57. De acordo com a Eq. 26-26, i = P/V = 2,00 A. De acordo com a Eq. 26-1, como a corrente é constante,

q = i t = 2,88 × 104 C.

58. Vamos usar o índice c para indicar a barra de cobre, e o índice a para indicar a barra de alumínio.

(a) A resistência da barra de alumínio é

8 3 3 2

(2,75 10 m)(1,3m) 1,3 10. (5,2 10 m)

a

L
R
A

ρ

− − −

× Ω ⋅
= = = × Ω
×

(b) Fazendo R = ρ cL/(πd

2 /4) e explicitando d, o diâmetro da barra de cobre, obtemos

8 4 4(1,69 10 m)(1,3 m) (^) 4,6 10 3 m.

( )

d c^ L R

ρ

π π

− − −

× Ω⋅
= = = ×
1,3×10 Ω

59. (a) Como

2 3 3 2 ( /4) (1,09 10 ) (5,50 10 m) /4 (^8) 1,62 10 m, 1,60 m

RA R d

L L

π π ρ

− − × Ω × − = = = = × Ω⋅

o fio é feito de prata.

2

(b) A resistência do disco é

8 3 8 2 2

4 4(1,62 10 m)(1,00 10 m) 5,16 10. m)

L L
R

A d

ρ ρ π π

− − − −

× Ω⋅ ×
= = = = × Ω
(2,00×

60. (a) A corrente elétrica pode ser considerada uma vazão de cargas elétricas. Como vimos no Capítulo 14, a vazão é o produto

da área da seção reta do fluido em movimento pela velocidade média das partículas do fluido. Assim, i = ρ Av, em que ρ é a carga

por unidade de volume. Se a seção reta é circular, i = ρ πR^2 v.

(b) Como um coulomb por segundo corresponde a um ampère, temos

3 3 2 5 i (1,1 10 C/m ) π( m) (2,0m/s) 1,7 10 A 17 μA.

− − = × 0,050 = × =

(c) O movimento das cargas não é na mesma direção que a da diferença de potencial calculada no Problema 70 do Capítulo 24.

Basta pensar (por analogia) na Eq. 7-48; o produto escalar na equação (^) P = Fv

deixa claro que P = 0 se (^) Fv.

Isto sugere que

uma diferença de potencial radial e um movimento de cargas longitudinal não podem se combinar para produzir uma transferência

de energia na forma de uma centelha.

(d) Supondo que existe uma tensão igual à calculada no Problema 70 do Capítulo 24, com a orientação adequada para permitir

que a energia seja transferida para uma centelha, podemos usar o resultado desse problema na Eq. 26-26:

5 4 P iV (1,7 10 A)(7,8 10 V) 1,3W.

− = = × × =

(e) Se a centelha durou 0,20 s, a energia transferida foi (1,3 W)(0,20 s) = 0,27 J.

(f) Como o resultado do item (e) é maior que a energia necessária para produzir uma centelha (0,15 J), concluímos que é provável

que a centelha tenha acontecido na saída do cano, ou seja, na entrada do silo.

61. PENSE A quantidade de carga que atinge a superfície em um intervalo de tempo Dt é dada por q = iDt, em que i é a corrente.

FORMULE Como cada partícula alfa possui uma carga q = +2e, o número de partículas que atingem a superfície é

(b) Seja N ʹ o número de partículas em uma extensão L do feixe. O tempo necessário para que todas essas partículas passem por

uma seção reta do feixe é t = L/v, em que v é a velocidade das partículas. Como a corrente é a carga que atravessa a seção reta

por unidade de tempo, temos

o que nos dá N ʹ = iL/2ev.

ANALISE (a) Substituindo os valores conhecidos, obtemos

(b) Para determinar a velocidade das partículas, começamos por converter a energia cinética das partículas para unidades do SI:

Como K = mv

2 /2, em que m é a massa das partículas, a velocidade das partículas é v^ =^2 K m /^ .Como a massa da partícula alfa é

aproximadamente igual a 4 vezes a massa do próton, m = 4(1,67 × 10

  • kg) = 6, 68 × 10 - kg e, portanto,

Como a densidade do fio não mudou, L ʹ A ʹ = LA, o que nos dá A ʹ = LA/L ʹ. Substituindo A ʹ por LA/L ʹ na equação apresentada, obtemos

2 2 ( ) 1,875 1,875 1,37 1,37.

L
L L L L L
L

(b) Substituindo L ʹ por LA/A ʹ na equação do item (a), obtemos

2 2 ( ) 0,730. 1,875 (^) 1,875 1,

A A A A
A A
A
(10 A)(12V)

0,20 hp. 0,80 (0,80)(746 W/hp)

iV P = = =

67. (a) Como P = V^2 /R % V^2 , DP % DV 2 ≈ 2 V DV; portanto, a queda percentual é

P V
P V

(b) Uma redução de V causa uma diminuição de P, o que, por sua vez, diminui a temperatura do resistor. Com isso, a resistência

R do resistor diminui. Como P (^) ∞ R–1, uma diminuição de R resulta em um aumento de P, que compensa parcialmente a redução

de P causada pela redução de V. Assim, a redução real de P é menor que a redução calculada sem levar em conta a variação de

temperatura do resistor.

68. De acordo com a Eq. 26-17, ρρ 0 = ρα (T – T 0 ). Explicitando T e supondo que ρ / ρ 0 = R/R 0 , obtemos

(^0 3 ) 0

1 20 C 1 57 C.
4,3 10 K 50
T T

ρ

α ρ

− −

  ×^  Ω 

69. De acordo com a Eq. 26-28, temos

2 2 (90 V) 20,3 W 400

V
P
R

e a energia consumida é (20,3 W)(2,00 × 3600 s) = 1,46 × 10^5 J = 146 kJ.

70. (a) A diferença de potencial entre as extremidades da lagarta é

8 2 4 3 2

(12 A)(1,69 10 m)(4,0 10 m) 3,8 10 V. (2,6 10 m)

L

V iR i A

ρ π

− − − −

× Ω⋅ ×
= = = = ×
×

(b) Como a lagarta está se movendo no sentido da deriva dos elétrons, que é contrário ao sentido da corrente, a cauda da lagarta

é negativa em relação à cabeça.

(c) Como a lagarta se move com a mesma velocidade que a velocidade de deriva dos elétrons no fio, temos

2 2 3 2 28 3 19 (1,0 10 m)(5,2 10 m) (8,49 10 m )(1,60 10 C)

4 4(12A)

240 s 4 min

d

L lAne Ld ne t v i i

π π

− − − − × × × × = = = =

71. PENSE A resistência do cobre varia com a temperatura.

FORMULE De acordo com as Eqs. 18-9, 26-16 e 26-17, a resistência do cobre à temperatura T pode ser escrita na forma

0 1 0 0 2 0

0 2 0

[1 ( )] [1 ( )]

[1 2 ( )]

L T T L T T R A A T T

ρ ρ α α

α

  • − + − = =

em que α 1 é o coeficiente de temperatura da resistividade, α 2 é o coeficiente de dilatação linear e T 0 = 20oC é a temperatura de

referência. Desse modo, a resistência é R 0 = ρ 0 L 0 /A 0 à temperatura T 0 = 20oC. A temperatura para a qual R = 2R 0 pode ser deter-

minada resolvendo a equação

1 2 1 2 1 2

0 2 2

[1 ( 20)][1 ( 20)] 1 ( )( 20)
[1 2 ( 20)] [1 2 ( 20)]
R^ T^ T^ T
R T T

α α α α α α

α α

ANALISE (a) Explicitando T na equação anterior e levando em consideração o fato de que α 1 >> α 2 para o cobre (veja as Tabelas

18-2 e 26-1), obtemos

o 3

20 20 250 C
T

α

×

(b) Sim; isso se deve ao fato de que o coeficiente de temperatura da resistividade do cobre é muito maior que o coeficiente de

dilatação linear (veja o Problema 80).

APRENDA Observe que este resultado está de acordo com o gráfico da Fig. 26-10.

72. De acordo com a Eq. 26-16,

7 3

4 2

(3,00 10 m)(10,0 10 m) 0,. 56,0 10 m

L
R
A

ρ

× Ω ⋅ ×
×

73. A potência dissipada pelo fio é

O resultado anterior significa que 62,4 J de calor são fornecidos ao líquido por segundo. De acordo com a Eq. 18-16, o calor de

transformação é

74. De acordo com a Eq. 26-7, temos

6 2 4 28 3 19

| | 2,0 10 A/m 1,47 10 m/s. (8,49 10 /m )(1,6 10 C)

d

J

v ne

− −

×
= = = ×
× ×

A esta velocidade média, o tempo necessário para que o elétron percorra uma distância L = 5,0 m é

4 4

5,0 m 3,4 10 s. d 1,47^10 m/s

L

t v

= = − = ×
×

75. A potência do tubo é o produto da corrente pela diferença de potencial:

3 3 P iV (7,0 10 A)(80 10 V) 560 W.

− = = × × =

76. (a) A corrente é dada por

i = (3,1 × 1018 + 1,1 × 1018 )e A = (4,2 × 1018 )(1,6 × 10 -^19 ) A = 0,67 A.

(b) A potência térmica dissipada no bloco é

82. (a) A carga q que atravessa uma seção reta do feixe em um intervalo de tempo Dt é dada por q = iDt, e o número de elétrons é

N = q/e = (i/e)Dt. Substituindo os valores conhecidos, obtemos

(b) Para um longo intervalo de tempo t, a carga total que atravessa a máquina é dada por Q = nqt, em que n é o número de pulsos

por unidade de tempo e q é a carga contida em um pulso. A corrente média é fornecida por iméd = Q/t = nq. Considerando q = iDt =

(0,50 A) (0,10 × 10 –6^ s) = 5,0 × 10 –8^ C,

(c) A diferença de potencial que acelera os elétrons é V = K/e, em que K é a energia cinética final dos elétrons. Como K = 50 MeV,

a diferença de potencial é V = 50 kV = 5,0 × 10

7 V. Durante um pulso, a potência desenvolvida pelo acelerador é

Essa é a potência máxima.

(d) A potência média é

83. Se a tensão diminui 6,00% e a resistência não muda, a corrente no aquecedor elétrico também diminui 6,00% (i’ = 0,94i). A

potência dissipada passa a ser

em que P = i^2 R é a potência que era dissipada antes da queda de tensão. Como a energia necessária para aquecer a água é a mesma

nos dois casos, PDt = P ʹ Dt ʹ , e o tempo necessário para que a água atinja a temperatura desejada aumenta para

84. (a) A massa de água é m = ρ V = (1000 kg/m^3 )(2,0 L)(10-^3 m^3 /L) = 2,00 kg. A energia necessária para aquecer a água até o ponto

de ebulição é

Para uma potência P = 400 W com 80% de eficiência, o tempo necessário é

(b) A energia necessária para transformar metade da água em vapor é

O tempo necessário é

o que corresponde a cerca de 1,96 hora.

85. (a) No instante t = 0,500 s, a carga do capacitor é

(b) A corrente do capacitor nesse instante é

(c) A potência fornecida pela fonte nesse instante é