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Hemoparasitose em cães, Esquemas de Parasitologia

Conceito Erlichiose Formas de tratamento Fases Ciclo do carrapato Diagnóstico Tratamento Babesiose Controle Transmissão Anaplasmose

Tipologia: Esquemas

2022

À venda por 11/03/2023

sbtb__077
sbtb__077 🇧🇷

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Hemoparasitoses em cães
- São doenças causadas por parasitas, que
causam danos as células sanguíneas. As
hemoparasitoses são muito comuns na clínica
de pequenos animais, e provocam doenças
graves, inclusive com risco para a vida destes
animais.
Ehrlichiose
-
Ehrlichia canis
- Família: Anaplasmataceae
- Doença de distribuição mundial
- Vetor:
Rhipicephalus sanguineus
- O cão é o principal reservatório, quando a
infecção encontra-se na fase aguda e
raramente quando na fase crônica;
Carrapato
Transfusão sanguínea
Agulhas contaminadas
Material cirúrgico contaminado
A enfermidade é dividida em 3 fases:
assintomática (subclínica), aguda e
crônica. O microrganismo se multiplica por
fissão binária dentro de vacúolos de
mononucleares.
Fase assintomática: pode durar
semanas ou até mesmo anos, pois
uma replicação lenta, o que remete a
uma falsa melhora do animal ou
supressão dos sintomas.
Fase aguda: maior parasitemia
circulante no sangue, com aumento
da manifestação de sintomas clínicos.
Fase crônica: considerada a fase mais
grave, pois pode haver
mielossupressão quando o parasita
atinge a medula do animal, fazendo
com que haja a redução severa de
hemácias, leucócitos e outras células
sanguíneas, se não houver
tratamento adequado e imediato o
animal pode vir a óbito.
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Hemoparasitoses em cães

  • São doenças causadas por parasitas, que causam danos as células sanguíneas. As hemoparasitoses são muito comuns na clínica de pequenos animais, e provocam doenças graves, inclusive com risco para a vida destes animais.

Ehrlichiose

  • Ehrlichia canis
  • Família: Anaplasmataceae
  • Doença de distribuição mundial
  • Vetor: Rhipicephalus sanguineus
  • O cão é o principal reservatório, quando a infecção encontra-se na fase aguda e raramente quando na fase crônica;

 Carrapato  Transfusão sanguínea  Agulhas contaminadas  Material cirúrgico contaminado

A enfermidade é dividida em 3 fases: assintomática (subclínica), aguda e crônica. O microrganismo se multiplica por fissão binária dentro de vacúolos de mononucleares.

 Fase assintomática: pode durar semanas ou até mesmo anos, pois há uma replicação lenta, o que remete a uma falsa melhora do animal ou supressão dos sintomas.  Fase aguda: maior parasitemia circulante no sangue, com aumento da manifestação de sintomas clínicos.  Fase crônica: considerada a fase mais grave, pois pode haver mielossupressão – quando o parasita atinge a medula do animal, fazendo com que haja a redução severa de hemácias, leucócitos e outras células sanguíneas, se não houver tratamento adequado e imediato o animal pode vir a óbito.

  • Diagnóstico clínico epidemiológico
  • Achados hematológicos

 Trombocitopenia, pancitopenia e etc;  Mórulas de leucócitos no esfregaço sanguíneo (baixa sensibilidade – 6%) *ponta da orelha tem maior sensibilidade.

  • Sorologia

 RIFI (Teste padrão) 1:40 são considerados positivos (atentar para a exposição de anticorpos);  ELISA DOT  Testes rápidos  PCR e PCR nested

  • OBS.: sempre atentar para reações cruzadas e exposição a anticorpos, que podem permanecer por meses ou anos no organismo.

 Carrapatos

 Transplacentária

 Transfusão sanguínea

 Fômites contaminados – materiais perfurocortantes utilizados;

 Brigas com ingestão de sangue;

 Hemograma

 Trombocitopenia e anemia

 Antígenos podem aderir as hemácias e plaquetas

 Esfregaço do sangue – ponta da orelha possuí maior sensibilidade, principalmente quando há infecção aguda

 RIFI

 ELISA

 PCR

 Dipripionato de imidocarb;

 Tratamento de suporte (estomago, fígado, etc).

 Não há vacinas disponíveis no BRASIL;

 Na Europa há vacina contra B. (canis) canis, com proteção parcial para cães, que favorece a redução dos sinais clínicos;  Na África do Sul há vacina contra B. (canis) canis e B. (canis) Rossi, que reduz os sinais clínicos e não tem proteção cruzada.

Anaplasmose granulocítica

  • Anaplasma phagocytophilum
  • Família: Anaplasmataceae
  • Bactéria gram-negativa
  • Pleomórficos
  • Parasitos intracelulares
  • Vetores:

 Carrapatos do gêneroIxodes;

 No Brasil existem relato nos

carrapatos do gênero Amblyomma

cajennense eR. sanguineus.

 Sintomas inespecíficos;  Pirexia;

 Letargia e anorexia;  Síndrome respiratória;  Mucosas hipocoradas..

 Esfregaço sanguíneo;  Trombocitopenia e leucopenia;

  • Sorologia

 RIFI  Reação cruzada com Ehrlichia e Anaplasma platys;  Western blott;  PCR

 Doxiciclina

Anaplasmose –

Trombocitopenia cíclica infecciosa

canina

  • Anaplasma platys;
  • Inclusões azuis nas plaquetas;

 R. sanguíneus

  • Período de incubação: 8 a 15 dias;
  • As plaquetas podem ficar abaixo de 20.000/ microlitros;

 Trombocitopenia  Distúrbios hemostáticos  Hiperplasia folicular dos nódulos linfáticos  Uveíte

 Esfregaço sanguíneo – microscopia  RIFI e ELISA

 Tetraciclinas e enrofloxacino;