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Hepatites virais, Slides de Fisioterapia

Slides de Hepatite

Tipologia: Slides

2011

Compartilhado em 29/09/2011

lisliandra-inocencio-9
lisliandra-inocencio-9 🇧🇷

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HEPATITES VIRAIS
Discentes: Cimara Ozaki ;
Naianne Barbosa ;
Nayara Garbin ;
Lisliandra Inocêncio
Stefany Abreu Lucena ;
Natalia S. O. Ribeiro ;
Narjara E. L. Rodrigues :.
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HEPATITES VIRAIS

Discentes: Cimara Ozaki ;

Naianne Barbosa ;

Nayara Garbin ;

Lisliandra Inocêncio

Stefany Abreu Lucena ;

Natalia S. O. Ribeiro ;

Narjara E. L. Rodrigues :.

O QUE É HEPATITE VIRAL? A hepatite viral é uma infecção sistêmica na qual as manifestações predominantes são decorrentes da disfunção hepática. Podendo acometer sérios agravos no fígado já que ele é um alvo de grande e numerosa de agressões inflamatórias.

FORMAS DE CONTÁGIO

A maneira mais comum de contágio é através do contato

oral com a água e comida que estejam contaminadas. A

contaminação ocorre porque o vírus se espalha através das

fezes contaminadas. É comum o contágio de um grupo de

pessoas que realizam suas refeições no mesmo local. Isso

porque o cozinheiro pode estar infectado e, caso não lave bem

suas mãos, poderá contaminar a comida que prepara.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS As manifestações, quando surgem, podem ocorrer de 15 a 50 dias (30,em media) após o contato com o vírus da hepatite A ( período de incubação). O inicio é súbito, em geral com febre baixa, fadiga, mal estar, perda do apetite, sensação de desconforto, náuseas e vômitos. Pode ocorrer diarréia, mais comum em crianças (60%), do que em adultos (20%).

  • Prevenção: Apesar de existir vacina contra o vírus da hepatite A (HAV), a melhor maneira de evitá-la se dá pelo saneamento básico, tratamento adequado da água, alimentos bem cozidos e pelo ato de lavar sempre as mãos antes das refeições.
  • Tratamento: A detecção da hepatite A se faz por exame de sangue e não há tratamento específico, esperando-se que o paciente reaja sozinho contra a doença. Normalmente, a hepatite A não se torna crônica.

HEPATITES B , C E D As hepatites B, C e D varia de gravidade, indo de doença moderada, que cura em algumas semanas (aguda), até doença séria de longo prazo (crônica), que pode resultar em cirrose e câncer no fígado. Apresenta importante taxa de cronificação da doença, pois o vírus fica latente no organismo, mesmo que o indivíduo não sinta sintomas.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS As manifestações, podem aparecer no período de 4 semanas a 6 meses depois da pessoa ter sido infectada pelo vírus. Muitas pessoas que desenvolvem o tipo crônico da doença têm somente sintomas leves ainda que o vírus possa estar danificando o

  • (^) Complicações:

Pode evoluir para um estado crônico da doença, com

os sintomas pouco específicos. As demais complicações

decorrentes da fase crônica são devidas às lesões

prolongadas do fígado

- Diagnóstico:

Geralmente, o diagnóstico é confirmado por exames

laboratoriais. Com eles, podemos investigar se há lesão

do fígado, o tipo de vírus que possivelmente está

causando a inflamação, se existe doença auto-imune.

HEPATITE E A hepatite E é uma doença do fígado séria causada pelo vírus HEV. Esse tipo de hepatite geralmente resulta em infecção aguda.

FORMA DE CONTÁGIO A transmissão do vírus ocorre principalmente através da ingestão de água contaminada, o que o pode determinar a ocorrência de casos isolados e epidemias. A transmissão entre as pessoas que residem no mesmo domicílio é incomum. O período de transmissibilidade ainda não está bem definido. Sabe-se que 30 dias após uma pessoa ser infectada, desenvolvendo ou não as manifestações da doença, o vírus passa a ser eliminado nas fezes por cerca de duas semanas.

  • Complicações : A doença pode ser fulminante, a taxa de mortalidade oscila entre os 0,5 a quatro por cento, e os casos ocorridos durante a gravidez são bastante graves, podendo atingir taxas de mortalidade na ordem dos 20 por cento se o vírus for contraído durante o terceiro trimestre.
  • Diagnóstico: A doença é diagnosticada quando se detectam anticorpos IgM anti-VHE, após análises bioquímicas às enzimas hepáticas.
  • Prevenção:

Ainda não existe uma vacina para a doença

e, por isso, as medidas de prevenção incluem

cuidados de higiene redobrados quando se viaja

para zonas onde a doença é comum.

  • Tratamento:

Não há tratamento específico para a hepatite

E. Geralmente esta doença é limitada, e espera-

se que o organismo do paciente reaja sozinho e

fique curado após algumas semanas do contágio.