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Pesquisa sobre desenho de observação
Tipologia: Notas de estudo
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Não perca as partes importantes!






























No trabalho de pesquisa, podemos observar a evolução humana, desde a primitiva a grandes civilizações e a atual.
Dando uma breve explicação da historia da arte, da arquitetura e da historia do desenho, para que possa entender os períodos artísticos que temos na humanidade, e assim compreender se sentir suas expressões, cultura e suas técnicas, para pinturas e ate construções elaboradas.
História da Arte
A arte data desde a Antiguidade, quando os homens da Pré-História desenhavam a arte rupestre (desenhos feitos nas cavernas). As figuras representavam a caça, mas isso não significava como o grupo vivia; pois elas tinham um caráter mágico, faziam com o que o grupo se preparasse para a tarefa que garantiria a sobrevivência.
A palavra “arte” teve muitos significados durante a história. Sempre houve uma pequena discussão, pois alguns pesquisadores acham que a arte é uma forma de criação, já outros acreditam que é uma forma de imitação.
A arte foi se subdividindo em estilos, com o tempo, tais como: barroco, gótico, romântico e outros.
O surgimento do Renascimento fez com que a arte se dividisse em conceitos: a pintura, literatura, música, escultura, arquitetura e a arte feita com cerâmica, tapeçaria e etc.
Depois do século XIX, a arte teve como objetivo retratar a beleza. Já no século XX, a arte passou a se referir, principalmente, às artes plásticas.
Toda arte criada é uma consequência do trabalho feito pelo homem. Em cada uma delas expressam a personalidade do artista, onde mostram o período em que foram feitas, criadas e suas influências culturais.
Muitas vezes o artista se preocupa com a beleza da sua obra. Isso faz com que ele busque matérias-primas que aproximem sua obra do mais real possível. Os artistas expressam em suas obras todos os seus sentimentos.
Com o tempo a arte foi se modificando. Com isso, a história da arte pode ser dividida de acordo com a divisão dos períodos da história da humanidade: Antiga, Medieval, Renascentista e Moderna.
rotas comerciais e domínios ganha fôlego com a expansão do Império Romano e a popularização de suas cartas.
Mas um acontecimento realmente importante para todas as formas de desenho foi à invenção do papel pelos chineses há mais de três mil anos. Até então eram usados diferentes materiais para as representações como blocos de barro ou argila, couro, tecidos, folhas de palmeira, pedras, ossos de baleia, papiro (uma espécie de papel mais fibroso muito usado pelos egípcios) e até mesmo bambu. Estima-se que por volta do ano VI a.C. os chineses já utilizassem um papel de seda branco próprio para desenho e escrita. Mas, o papel da forma que conhecemos hoje surgiu em 105 d.C. tendo sido mantido em segredo pelos chineses durante quase 600 anos. A técnica, embora tenha evoluído, ainda mantém o mesmo princípio de extração de fibras vegetais, prensagem e secagem.
Os apetrechos utilizados para fazer o desenho também foram bem diferentes até que se inventasse a tão comum caneta em esferográfica, em 1938. O primeiro “utensílio” usado para desenhar foram os dedos com os quais os homens da caverna fizeram suas pinturas rupestres, depois foram usados pelos babilônicos pedaços de madeira ou osso em formato de cunha para desenhar em tábuas de argila (daí o nome da escrita “cuneiforme”). Com a invenção do papiro pelos egípcios foi necessário desenvolver outros materiais para escrita e o desenho. Passaram então a ser utilizados madeira e ossos molhados em tinta vegetal e, depois, as famosas penas ou ainda o carvão que já era utilizado pelo homem das cavernas. As penas, no século XVIII, passaram a ser de metal e em 1884, Lewis E. Watterman patenteou a caneta tinteiro, precursora das esferográficas.
Da mesma forma que os instrumentos utilizados para o desenho evoluíam, o próprio desenho evoluía junto. No Japão, a época mais próspera dos samurais (1192 a
Assim como praticamente todas as formas tradicionais de arte, o desenho foi bastante difundido por religiosos seja no oriente ou no ocidente. Assim, a arte mantém ainda uma ligação com o religioso, embora no Japão tenha se popularizado
a representação da natureza e na antigüidade já se fizessem desenhos sobre a vida e as pessoas.
É no Renascimento que o desenho ganha perspectivas e passa a retratar mais fielmente a realidade ao contrário do que ocorria, por exemplo, nas ilustrações da Idade Média, quando a falta de perspectiva criava cenários completamente impossíveis. Com o Renascimento surge também um conhecimento mais aprofundado da anatomia humana e os desenhos ganham em realidade. Mestres da pintura na época eram também exímios desenhistas que usavam os conhecimentos da anatomia para dar mais realidade as imagens através do uso de sombras, proporções, luz e cores.
Devido a Revolução Industrial surge uma nova modalidade de desenho voltado para a projeção de máquinas e equipamentos: o desenho industrial.
Em 1890, outro marco para o desenho: surge a primeira revista em quadrinhos semanal da história. No dia 17 de maio de 1890 foi lançado a Comic Cuts pelo magnata londrino Alfred Harmsworth, mais tarde Lord Northcliffe. Mas, outras fontes atribuem o feito a obras anteriores: uma destas obras seria o desenho chamado “Yellow Kid” publicada em 1897 por Richard Outcalt. No Brasil, as precursoras foram às tiras do ítalo-brasileiro Ângelo Agostini, publicadas em 1869, no jornal “Vida Fluminense” com o título de “As Aventuras de Nhô Quim”.
Após a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) as caricaturas e charges se popularizam e sua utilização passa a ser cada vez mais freqüente. Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) não só as caricaturas em periódicos de grande circulação, mas também as animações passam a ser utilizadas por ambos os lados numa verdadeira “guerra visual”, seja para fazer propaganda ou para fazer críticas a um e outro sistema.
Da década de 90 para cá as evoluções foram enormes. Centenas de periódicos no mundo todo tratam exclusivamente do assunto “desenho” em suas mais diversas modalidades: cartuns, charges, desenhos técnicos, desenho artístico, caricatura, animes, mangás, grafite e outros.
Técnicas cada vez mais apuradas de desenho, arte final, diagramação, impressão e distribuição possibilitaram além da melhoria da técnica, a criação de estilos tão variados quanto é a variedade de público.
Historia da Arquitetura
A História da arquitetura é uma subdivisão da História da Arteresponsável pelo estudo da evolução histórica da arquitetura, seus princípios, idéias e realizações. Esta disciplina, assim como qualquer outra forma de conhecimento histórico, está sujeita às limitações e potencialidades da história enquanto ciência: existem diversas perspectivas em relação ao estudo da arquitetura, a maior parte das quais ocidentais. Na maioria dos casos (mas nem sempre), os períodos estudados pela História da Arquitetura correm paralelos aos da História da Arte, embora existam momentos em que as estéticas se sobreponham ou se confundam. Não raro, uma estética que é considerada vanguarda nas artes plásticas ainda não ter encontrado sua representação na arquitetura, e vice-versa
Idade Antiga:
1.1. Características Neolíticas:
As matérias primas utilizadas para a expressão artística dos povos da antiguidade eram: pedras, ossos e sangue de animais. O sangue, assim como o extrato de folhas de árvores era utilizado para tingir. Silhuetas de mão e pés, portanto, devem ser as mais primitivas expressões artísticas.
As principais obras eram desenhos e pinturas, tendo como tela as paredes e tetos de cavernas. Eram representados, principalmente, animais selvagens, linhas, círculos e espirais. Seres humanos eram mais representados em situações de caça. Ossos, pedras e madeiras eram utilizadas em esculturas. Na América, além da arte rupestre pré-histórica, é encontrada a arte chamada de pré-colombiana, fruto do trabalho de astecas, maias e incas. São esculturas, pinturas, e grandes templos construídos com pedras. No Brasil, os desenhos de diferentes épocas sugerem rituais, cenas de sexo, animais, cenas de luta ou mesmo representações geométricas. Estudos têm apontado a possibilidade de alguns desenhos representarem algumas noções de astronomia.
1.2. (^) Arquitetura Neolítica:
A cultura megalítica, que se desenvolve entre 5000 e 3000 a.C., é a primeira expressão da vontade e da necessidade das sociedades conceberem e organizarem os espaços e os lugares, não só em termos físicos, como também em termos simbólicos. Os monumentos mais importantes e característicos da arquitetura neolítica foram às construções palafíticas e as megalíticas. As construções palafíticas são habitações rústicas de madeira, reunidas em verdadeiras cidades erguidas sobre pilotis, estacas resistentes e profundamente enterradas no fundo dos lagos ou às margens de rios, em várias regiões da terra. Os monumentos megalíticos são enormes construções de pedra toscamente lavrada, que assumem formas e disposições diversas e recebem denominações de menir, alinhamento, cromleques e dolmen.
1.4. (^) Arquitetura Mesopotâmica:
A arquitetura da Mesopotâmia empregou nos seus estágios iniciais tijolos de barro cozido, maleáveis, mas pouco resistente o que explica o alto grau de desgaste das construções encontradas. As obras mais representativas da construção na Mesopotâmia – os zigurates ou templos em forma de torre e pirâmide, porem com a presença de espécies de degraus – são da época dos primeiros povos sumérios e sua forma foi mantida sem alteração pelos assírios.
Na realidade, tratava-se de edificações superpostas que formavam um tipo de pirâmides de faces escalonadas, possuindo de 3 a 6 andares e dividida em varias câmeras. Eram construídos de pedra ou de tijolos cozidos ao sol. A entrada era feita através do topo do templo, sendo que o acesso ocorria através de uma rampa espiralada, construída nas paredes externas do zigurate.
Sua função religiosa era muito importante, pois os antigos mesopotâmicos acreditavam que os zigurates serviam de morada para os deudes. Através destas construções acreditavam que os deuses estariam mais perto da sociedade. Logo, somente os sacerdotes poderiam acessar as partes internas do zigurate.
1.5. Características Egípcias:
A principal preocupação da arte egípcia era a de garantir uma vida eterna confortável para seus soberanos (faraós = reis), considerados deuses. A arte pretendia ser útil: não se falava em peças ou em obras belas, e sim em eficazes ou eficientes. O intercâmbio cultural e a novidade nunca foram considerados como algo importante por si mesmo. Assim, as convenções e o estilo representativo da arte egípcia, estabelecidos desde o primeiro momento, continuaram praticamente imutáveis através dos tempos. Sua intenção fundamental, sem dúvida, não foi a de criar uma imagem real das coisas tal como apareciam, mas sim captar para a eternidade a essência do objeto, da pessoa ou do animal representado.
As pinturas e os hieróglifos nas paredes das tumbas eram uma forma de registro da vida e atividades diárias do falecido, nos mínimos detalhes. Eram feitos em forma de painéis e divididos por linhas com hieróglifos. O tamanho da figura indica sua posição: faraós representados como gigantes, e servos quase como pigmeus. O homem era pintado em vermelho, à mulher em ocre.
Algumas pinturas referiam-se à vida egípcia, como caçada, pescas e o cultivo da terra, além de mostrar os animais característicos da região, revelando grande poder de observação. Um dado interessante nas pinturas era a extrema importância dada ao colorido. HIEROGLIFO – símbolos, como uma língua egípcia que, ao invés de letras, são desenhos – “(escrita mais refinada egípcia utilizada nos monumentos, com sinais da flora e fauna do país).”
Outras características importantes das representações humanas egípcias também já aparecem nessa época, seguindo a Lei do Frontalidade:
A respeito dessas representações contorcidas, elas eram realizadas, por exemplo, a partir dos ângulos que melhor representassem determinada parte do corpo. Assim, a cabeça, braços e pernas são mais facilmente vistos de lado, os pés, melhor vistos de dentro (preferia o contorno partindo do dedão, o que muitas vezes dava a impressão de dois pés esquerdos). Os olhos, por sua vez, de frente são mais expressivos, bem como a metade superior do tronco, mais nítidas se observadas de frente.
1.6. (^) Arquitetura Egípcia:
A figura humana foi o principal motivo na arte grega, afinal eles valorizavam o homem, então a arte estava de acordo com o pensamento da época, como sempre. Enquanto a filosofia destacava a harmonia, ordem e clareza de pensamento, a arte e a arquitetura buscavam o equilíbrio e moderação. Filosofia humanista. Contribuições: DEMOCRACIA, INDIVIDUALISMO E RAZÃO.
1.4.2 Arquitetura Grega:
Tratavam como grandes esculturas – com as normas de simetria e proporções ideais. Nos ritos públicos em frente aos templos, esculturas de deidades contavam as histórias. Cariátides – mulheres esculpidas que serviam como colunas. Atlantes: homens.
1.4.2.1 Tipos de colunas: dórica, jônica e coríntia.
Ordem Dórica - era simples e maciça. O fuste da coluna era monolítico e grosso. O capitel era uma almofada de pedra. Nascida do sentir do povo grego, nela se expressa o pensamento. Sendo a mais antiga das ordens arquitetônicas gregas, a ordem dórica, por sua simplicidade e severidade, empresta uma idéia de solidez e imponência. Vemos a influência até hoje, como essa coluna em Washington:
Ordem Jônica - representava a graça e o feminino. A coluna apresentava fuste mais delgado e não se firmava diretamente sobre o estilóbata, mas sobre uma base decorada. O capitel era formado por duas espirais unidas por duas curvas. A ordem dórica traduz a forma do homem e a ordem jônica traduz a forma da mulher.
Ordem Coríntia - o capitel era formados com folhas de acanto e quatro espirais simétricos, muito usados no lugar do capitel jônico, de um modo a variar e enriquecer aquela ordem. Sugere luxo e ostentação.
1.4.2.2 Os principais monumentos da arquitetura grega:
Templos, dos quais o mais importante é o Partenon de Atenas. Na Acrópole, também, se encontram as Cariátides homenageavam as mulheres de Cária.
Teatros, que eram construídos em lugares abertos (encosta) e que compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um exemplo típico é o Teatro de Epidauro, construído, no séc. IV a.C., ao ar livre, composto por 55 degraus divididos em duas ordens e calculados de acordo com uma inclinação perfeita. Chegava a acomodar cerca de 14.000 espectadores e tornou-se famoso por sua acústica perfeita.
Ginásios, edifícios destinados à cultura física.
Praça - Ágora onde os gregos se reuniam para discutir os mais variados assuntos, entre eles filosofia.
1.7. Características Romanas:
Os romanos inicialmente traziam as obras de arte encontradas na Grécia conquistada, assim como de outros povos, inundando o império com essa arte que não era sua. Os navios chegavam carregados de trabalhos feitos pelos artistas gregos para adornar os edifícios públicos e sumptuosas residências dos patrícios. Os artistas romanos começaram simplesmente copiar trabalhos gregos edições homenagear personalidades locais realizando esculturas ao estilo grego.
1.8. Arquitetura Romana:
A arquitetura romana por sua vez, foi inovadora, por sua organização e eficiência. As termas são uma invenção romana e funcionaram como centros sociais, com local para desportos, reuniões, jardins e banhos, naturalmente. As basílicas não tinham a conotação de igrejas, inicialmente. Eram locais comerciais e só passaram a ter funções religiosas com a propagação do cristianismo dentro da influencia de Roma, o Circus Maximus e o Coliseu, são símbolos de uma arquitetura primorosa que adornava todos os edifícios com esculturas e transformaram a Roma atual na maior concentração de obras de arte.
O termo Renascimento é comumente aplicado à civilização européia que se desenvolveu entre 1300 e 1650. Além de reviver a antiga cultura greco-romana, ocorreram nesse período muitos progressos e incontáveis realizações no campo das artes, da literatura e das ciências, que superaram a herança clássica. O ideal do humanismo foi sem duvida o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento. Trata-se de uma volta deliberada, que propunha a ressurreição consciente (o re-nascimento) do passado, considerado agora como fonte de inspiração e modelo de civilização. Num sentido amplo, esse ideal pode ser entendido como a valorização do homem (Humanismo) e da natureza, em oposição ao divino e ao sobrenatural, conceitos que haviam impregnado a cultura da Idade Média.
Principais características:
Os principais pintores foram:
Botticelli:
associada ao ideal cristão. Por isso, as figuras humanas de seus quadros são belas porque manifestam a graça divina, e, ao mesmo tempo, melancólicas porque supõem que perderam esse dom de Deus. Obras destacadas: A Primavera e O Nascimento de Vênus.
Leonardo da Vinci:
Michelângelo:
Rafael:
1.7.2 Arquitetura Renascentista:
Na arquitetura renascentista, a ocupação do espaço pelo edifício baseia-se em relações matemáticas estabelecidas de tal forma que o observador possa compreender a lei que o organiza de qualquer ponto em que se coloque. “Já não é o edifício que possui o homem, mas este que, aprendendo a lei simples do espaço, possui o segredo do edifício” (Bruno Zevi, Saber Ver a Arquitetura)
Suas características gerais são:
1.8.2 Características da pintura Barroca:
1.8.3 Arquitetura Barroca:
Na arquitetura e no traçado urbano barrocos destacaram-se as edificações religiosas (igrejas, mosteiros, conventos etc.), os palácios da nobreza, monumentos (fontes, obeliscos etc.) e algumas experiências paisagísticas (parques e praças);
Como reação à simetria e às formas rígidas do Renascimento utiliza o dinamismo plástico, a suntuosidade e a imponência, reforçadas por intensa emotividade conseguida através de sinuosidades, elementos contorcidos e espirais, produzindo
diferentes efeitos visuais, tanto nas fachadas quanto no desenho das plantas e dos interiores das edificações;
As plantas assumem formas curvas e elípticas (côncavas e convexas) e geralmente possuem uma única nave com capelas laterais em lugar das outras naves, as colunas são retorcidas (salomônicas), os frontões são compostos ou interrompidos, as fachadas ganham movimento e jogos de luz e sombra e as volutas convertem-se em elementos característicos do estilo;
Os tetos das edificações sacras são geralmente abobadados, elevados e elaborados com elementos de pintura e escultura, dando uma dimensão „ilusionista 2 01 Fdo infinito; acima dos capitéis apresentava-se um céu glorioso com anjos, arcanjos, santos etc.; as janelas permitiam a penetração da luz de modo a destacar as principais esculturas; as colunas transmitiam uma impressão de poder e de movimento;
A implantação dessas edificações sacras em áreas adensadas das cidades ou nas imediações de conventos e mosteiros determinou a ênfase na fachada principal que era recuada através de grandes adros; as fachadas laterais e posteriores recebiam tratamento mais simples.
Modernismo
1.9 Cubismo
1.9.1 Características do Cubismo
O Cubismo ocorreu entre 1907 e 1914, tendo como principais fundadores Pablo Picasso e Georges Braque. Nele tratava as formas da natureza por meio de figuras geométricas, representando todas as partes de um objeto no mesmo plano. A representação do mundo passava a não ter nenhum compromisso com a aparência real das coisas.