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resumo em pdf sobre a independência chilena
Tipologia: Resumos
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Mariana Luiza Dias de Paula A independência do Chile ocorreu no dia 12 de fevereiro de 1818, sob liderança de Bernardo O’Higgins. O movimento que buscava a independência pôs fim à soberania espanhola que atingia a região. Sob comando dos criollos, o processo de independência chilena teve amplo apoio da igreja católica. O país, no entanto, acabou sob controle político das elites. O latifúndio pecuarista e agrário se tornaram a base econômica dos sulistas. Enquanto isso, o norte se sustentava pela exploração mineral. Com uma sociedade formada basicamente por trabalhadores assalariados, a economia interna ainda era frágil. Com uma luta por independência longa e intensa, o desgaste na população e região era visível. O envolvimento britânico na luta também acabou prejudicando o Chile, que via a necessidade de “pagar” pela ajuda europeia. Três nomes de peso se destacaram no processo. O líder separatista Bernardo O’Higgins, o General Criollo José de San Martin e o mercenário britânico Lord Thomas Cochrane.
O processo de independência do Chile foi demasiadamente maçante e divergente ao longo de sua execução. Movimentos de revolta longos, turbulentos e desgastantes tomavam inúmeras regiões. Numa história marcada por guerras e lutas constantes pelo poder, uma situação política instável foi instaurada após a independência concretizada. Similar às demais nações que compõem (compunham) a América espanhola, questionamentos dificultaram a consolidação de um país livre dos europeus. Apesar da situação difícil, os resultados foram reflexos diretos da luta que culminou no cenário vigente no Chile à época.
O movimento todo teve início em 1818, com Bernardo O’Higgins na liderança pela independência do Chile. O Reino do Chile até a data em questão fazia parte da colônia espanhola na América. No ano datado, um governo independente é instaurado no país. Este início de processo emergiu sentimento de liberdade em outras colônias espanholas na América. À exceção estavam Cuba e Porto Rico, que se mantiveram por mais tempo atados ao Império Espanhol. O jornal Chinelo Aurora do Chile, é caracterizado como o principal responsável por propagar os ideais de independência. Redigido pelo sacerdote Camilo Henríquez, as publicações retratavam as desavenças entre governo, povo e igreja. Com amplo apoio católico, esta também foi responsável direta por expandir o ideal social de nacionalismo para emergir a independência. Além da ajuda de soldados criollos, houve suporte de outras nações que abasteciam a luta com armas e dinheiro. Apesar das batalhas terem afetado significativamente o território, a vida política do país se estabilizou. Diferentemente do que ocorreria na Independência do Uruguai ou do Haiti, por exemplo, a estabilidade imperou. Depois de saída vitoriosa de duas guerras, o Chile, enfim, conquista a independência. O momento foi considerado pontual para promoção do desenvolvimento socioeconômico da região.
A economia emergente e o governo democrático chinelo atuais não são por acaso. Desde sua organização à época, o Chile conseguiu efeitos positivos nos países vizinhos. Nações como Peru e Bolívia, por exemplo, apresentaram evolução política e econômica nítida à época. Além disso, também moveram suas lideranças rumo a novas visões que visavam a independência destas nações.