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inductivos capacitivos, Notas de estudo de Cultura

Sensores indutivoe e capacitivos

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 06/06/2011

douglas-w-laia-9
douglas-w-laia-9 🇧🇷

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SENSORES INDUTIVOS E CAPACITIVOS
série M12 - M18 - M30
5 - CARACTERÍSTICAS
Distância sensora nominal (Sn): é a distância perpendicular à
face sensora na qual o sensor atua. É determinada aproximan-
do-se da face do sensor o corpo padrão a ser detectado,
dimensionado a seguir:
sensor Sn (mm) corpo padrão (mm)
12 2 ou 5 12 x 1
18 5 18 x 1
18 8 24 x 1
30 10 30 x 1
30 15 45 x 1
Histerese:
é a diferença entre a distância a qual o sensor é ati-
vado quando dele se aproxima o objeto, e a distância a qual é
desativado quando dele se afasta o mesmo objeto.
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1 - INTRODUÇÃO
Os sensores indutivos e capacitivos foram desenvolvidos para
atender as necessidades dos sistemas modernos de produção,
onde é necessário conciliar altas velocidades e elevada
confiabilidade. Encontram um largo campo de aplicações em
dispositivos para automação, proteção e segurança. Os sensores
substituem freqüentemente as chaves fim de curso com inúme-
ras vantagens.
2 - APLICAÇÕES
Graças à elevada resistência dos componentes de alta tecnologia
utilizados em seu circuito eletrônico, os sensores são particular-
mente capazes de operar em condições severas de trabalho, como
a presença de lubrificantes, óleos, imersos na água, etc...
Tem largas aplicações em máquinas operatrizes, injetoras de plás-
tico, indústria cerâmica, máquinas de embalagens, indústria au-
tomobilística, etc.
3 - CONSTRUÇÃO
Os sensores são encapsulados num tubo de latão, que oferece
excelente resistência mecânica.
4 - FUNCIONAMENTO
indutivo:
um circuito eletrônico forma um campo eletromag-
nético defronte a face sensora do sensor. Ao inserirmos nessa
região um corpo metálico, parte desse campo é absorvido,
provocando a comutação do sinal de saída do sensor.
capacitivo:
ao aproximarmos um corpo qualquer defronte
sua face sensora, há uma variação no dielétrico, provocan-
do a comutação do sinal de saída do sensor. Para cada tipo
de material existe um ponto distinto para provocar a neces-
sária variação do dielétrico, e conseqüentemente existe um
trimpot externo que permite o melhor ajuste possível para
cada um dos materiais.
Não necessitam de energia mecânica para operar.
Atuam por aproximação, sem contato físico com
a peça.
São totalmente vedados.
Funcionam com altas velocidades de comutação.
São imunes a vibração e choques mecânicos.
série M12 série M18 série M30
15.00 15.01 15.02
BT 6 15.00 024
Rev. 1 07/99
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SENSORES INDUTIVOS E CAPACITIVOS

série M12 - M18 - M

5 - CARACTERÍSTICAS

Distância sensora nominal (Sn): é a distância perpendicular à

face sensora na qual o sensor atua. É determinada aproximan-

do-se da face do sensor o corpo padrão a ser detectado,

dimensionado a seguir:

sensor Sn (mm) corpo padrão (mm) 12 2 ou 5 12 x 1 18 5 18 x 1 18 8 24 x 1 30 10 30 x 1 30 15 45 x 1

Histerese: é a diferença entre a distância a qual o sensor é ati-

vado quando dele se aproxima o objeto, e a distância a qual é

desativado quando dele se afasta o mesmo objeto.

1 - INTRODUÇÃO

Os sensores indutivos e capacitivos foram desenvolvidos para

atender as necessidades dos sistemas modernos de produção,

onde é necessário conciliar altas velocidades e elevada

confiabilidade. Encontram um largo campo de aplicações em

dispositivos para automação, proteção e segurança. Os sensores

substituem freqüentemente as chaves fim de curso com inúme-

ras vantagens.

2 - APLICAÇÕES

Graças à elevada resistência dos componentes de alta tecnologia

utilizados em seu circuito eletrônico, os sensores são particular-

mente capazes de operar em condições severas de trabalho, como

a presença de lubrificantes, óleos, imersos na água, etc...

Tem largas aplicações em máquinas operatrizes, injetoras de plás-

tico, indústria cerâmica, máquinas de embalagens, indústria au-

tomobilística, etc.

3 - CONSTRUÇÃO

Os sensores são encapsulados num tubo de latão, que oferece

excelente resistência mecânica.

4 - FUNCIONAMENTO

  • indutivo: um circuito eletrônico forma um campo eletromag-

nético defronte a face sensora do sensor. Ao inserirmos nessa

região um corpo metálico, parte desse campo é absorvido,

provocando a comutação do sinal de saída do sensor.

  • capacitivo: ao aproximarmos um corpo qualquer defronte

sua face sensora, há uma variação no dielétrico, provocan-

do a comutação do sinal de saída do sensor. Para cada tipo

de material existe um ponto distinto para provocar a neces-

sária variação do dielétrico, e conseqüentemente existe um

trimpot externo que permite o melhor ajuste possível para

cada um dos materiais.

**- Não necessitam de energia mecânica para operar.

  • Atuam por aproximação, sem contato físico com**

a peça.

**- São totalmente vedados.

  • Funcionam com altas velocidades de comutação.
  • São imunes a vibração e choques mecânicos.**

série M12 série M18 série M

15.00 15.01 15.

BT 6 15.00 024 Rev. 1 07/

Repetibilidade: é a variação na distância sensora nominal quan-

do se procede duas ou mais comutações sucessivas, em condi-

ções idênticas.

Freqüência máxima de operação: é o número de comutações

que o sensor pode efetuar por segundo (Hz), dentro das condi-

ções ideais de operação e dimensões mínimas conforme de-

monstrado a seguir:

Corrente de consumo: é a corrente necess ria para funciona-

mento do circuito eletrônico do sensor, estando ou não acionada

sua saída.

Corrente máxima na carga: é a máxima corrente que o sensor

pode tolerar em sua saída para uso contínuo.

Corrente de pico: é a Ica que passa pela saída do sensor por

um curto intervalo de tempo, quando o sensor é acionado.

Corrente de fuga: é a corrente que passa através da carga quan-

do a saída se encontra em estado de “aberto”.

Tensão residual: é a queda de tensão sobre o transistor quan-

do por ele passa a corrente de carga.

Tensão de ripple: é a tensão alternada sobreposta sobre a ten-

são contínua que alimentar o sensor.

Inversão de polaridade: todos os sensores C.C. são protegidos

caso haja troca de polaridade na alimentação.

Led indicador de operação: acende toda vez que o sensor for

acionado.

Proteção para curto-circuito: caso a carga seja curto-circuitada,

o sensor não ser danificado.

Proteção para transientes: proteção para surtos ocorridos na

alimentação (Vca), sem causar danos ao sensor.

Tempo de estabilização: é o tempo entre a energização do

sensor, e o instante em que o mesmo está apto para funcionar

corretamente.

Torque de fixação: é o m ximo torque que pode ser aplicado na

porca de fixação, para que não haja danos no encapsulamento

do sensor.

Sistema de montagem: conforme o modelo do sensor, deve-se

obedecer algumas distância mínimas de montagem para garan-

tir o perfeito funcionamento:

  • versão A: - versão B:

Tipos de saída: conforme a necessidade do sistema deve-se

optar pela configuração eletrônica mais apropriada, que são mos-

tradas a seguir:

Interligação série entre sensores: quando sensores são

conectados em série, suas respectivas tensões residuais devem

ser somadas. Caso trate-se de sensores C.C., os tempos de es-

tabilização também serão somados.

Interligação paralelo entre sensores: quando sensores A.C.

são conectados em paralelo, suas correntes de pico (Ica) devem

ser somadas.

9 - DIMENSÕES (mm)

INDUTIVOS

CAPACITIVOS

DEPTO. DE PROPAGANDA E MARKETING - COEL

A COEL reserva-se no direito de alterar quaisquer dados deste folheto sem prévio aviso.

50.50.

10 - REPRESENTANTES NO BRASIL

MINAS GERAIS - BELO HORIZONTE

Minas Control Representações e Comércio Ltda. Fone Fax: (031) 241-

PARÁ - BELÉM Promark Representações Ltda. Fone Fax: (091) 241-

PARANÁ - SANTA CATARINA Tec-Auto Com. e Repres. de Mat. Elétricos Ltda. Fone Fax: (041) 246-1244 (Curitiba)

PERNAMBUCO - RECIFE Renace Relés Nacionais e Equipamentos Ltda. Fone: (081) 421-2501 - Fax: (081) 421-

RIO DE JANEIRO - RIO DE JANEIRO R. C. C. E. Controles Elétricos Ltda. Fone Fax: (021) 573-

RIO GRANDE DO SUL - PORTO ALEGRE W.R.B. Comércio e Representações Ltda. Fone: (051) 222-9833 - Fax: (051) 222-

SÃO PAULO - CAMPINAS RTI - Eletro Automação Ltda. Fone: (019) 241-5477 - Fax: (019) 241-

REPRESENTANTES NA AMÉRICA LATINA

EQUADOR - QUITO

Elinec Cia Ltda Fone: (593 2) 471 354 - Fax: (593 2) 550 369 PERU - LIMA Promelsa - Promotores Electricos S.A. Fone: (5114) 749 880 - Fax: (5114) 736 650 URUGUAY - MONTEVIDEO Control S.A. Fone: (5982) 909 5350 - Fax: (5982) 900 8597 ARGENTINA - BUENOS AIRES Neumann S.A.C.I.F.I. Fone: (541) 767 2388 - Fax: (541) 764 2026 BOLIVIA - COCHABAMBA Emelec S. R. L. Fone: (591 42) 59758 - Fax: (591 42) 50414

controles elétricos ltda.

MATRIZ: São Paulo - SP - Brasil R. Mariz e Barros, 146 - Cep 01545- Vendas: (011) 272-4300 (PABX) Fax: (011) 272- http://www.coel.com.br Representantes e distribuidores em todo o Brasil e América Latina.

FÁBRICA: São Roque - SP - Brasil Av. Varanguera, 535 B. Guaçu - CEP 18130-

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série M12 x 1 série M18 x 1

série M30 x 1,

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