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Resumo da atividade de informática
Tipologia: Esquemas
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Não perca as partes importantes!





























































































Informática é a ciência que trata da informação.
Derivada das palavras informação + automática, define, desta forma, o principal objetivo do uso de um computador.
Podemos, para efeito didático, dividir a informática em duas áreas:
1 ) Hardware – A parte física da informática ( placas, periféricos ).
2 ) Software – A parte lógica da informática ( programas ).
HARDWARE
O primeiro componente de um sistema de computação é o hardware, que corresponde à parte material, aos componentes físicos do sistema; é o computador propriamente dito.
COMPUTADOR
Qualquer máquina capaz de fazer três coisas: aceitar uma entrada estruturada, processá-la de acordo com regras preestabelecidas, e produzir uma saída com os resultados. Os computadores existentes hoje cobrem uma gama notável de tamanhos, formatos, capacidades e aplicações, e podem ser categorizados de várias maneiras - dentre as quais a classe, a geração e o modo de processamento.
Classe: Os computadores podem ser classificados como supercomputadores, mainframes, superminicomputadores, minicomputadores, estações de trabalho ou microcomputadores. Se todos os outros fatores se mantiverem iguais (por exemplo, a idade da máquina), esta categorização servirá de indicação sobre a velocidade, o tamanho, o custo e a capacidade do
computador. É importante lembrar que todas as estatísticas referentes à performance e à capacidade dos computadores são voláteis: os microcomputadores mais sofisticados de hoje são tão poderosos quanto os minicomputadores de alguns anos atrás.
Geração: Os computadores de primeira geração que deixaram sua marca na história, como o UNIVAC, surgido no início da década de 1950, se baseavam em válvulas. Os computadores de segunda geração, que apareceram no início da década de 1960, usavam transistores no lugar de válvulas. Os computadores de terceira geração, que datam do final da década de 1960, usavam circuitos integrados no lugar dos transistores. Os computadores de quarta geração, surgidos em meados da década de 1970, são aqueles, como os microcomputadores, nos quais a integração em larga escala (LSI ou large-scale integration) permitiu que milhares de circuitos fossem colocados num único chip. Espera-se que os computadores de quinta geração associem a integração em muito grande escala (VLSI ou very-large-scale integration) com abordagens sofisticadas ao uso da computação, como a inteligência artificial e um processamento verdadeiramente distribuído.
Modo de processamento: Os computadores podem ser análogos ou digitais. Os computadores análogos, usualmente restritos aos empreendimentos científicos, representam os valores sob a forma de sinais que variam continuamente, e que podem assumir uma quantidade infinita de valores dentro de uma faixa limitada, a qualquer instante. Os computadores digitais, que para a maioria de nós são os únicos computadores conhecidos, representam os valores através de sinais discretos (distintos, separados) - os bits representam os dígitos binários 0 e 1.
O hardware é composto por vários tipos de equipamentos, caracterizados por sua participação no sistema como um todo. Uma divisão primária separa o hardware em unidade central e periféricos. Tanto os periféricos como a UCP são equipamentos eletrônicos ou eletromecânicos.
COMPONENTES BÁSICOS DE COMPUTADORES
Características do hardware de um sistema:
I - Unidade Central:
UCP - Unidade Central de Processamento: o "cérebro" da máquina, UCP ou CPU (Central Processing Unit);
Memória Principal ou Central: rápida, limitada, temporária e volátil.
II - Periféricos ou Unidades de E/S - Entrada/Saída:
Memória Auxiliar, Secundária ou de Massa: mais lenta, com maior capacidade e teoricamente permanente: não volátil;
Dispositivos ou Unidades de Entrada: convertem informação em forma utilizável pela máquina;
O principal deles é a Unidade Central de Processamento - UCP ou CPU - Central Processing Unit, responsável pelo gerenciamento de todas as funções do sistema. Em um microcomputador a UCP, também chamada de microcomputador é um circuito integrado, um chip.
A UCP é o centro do sistema de processamento de dados. Essa unidade é constituída de dois elementos básicos: a Unidade de Controle (UC) e a Unidade de Lógica e Aritmética (ULA).
A função da UC é dirigir e coordenar as atividades das demais unidades do sistema. Todas as atividades internas de uma máquina são controladas pela UC. As funções da UC são: controle de entrada de dados, interpretação de cada instrução de um programa, coordenação do armazenamento de informações, análise das instruções dos programas, controle de saída de dados, decodificação dos dados, etc.
A ULA tem como função realizar as operações aritméticas como a adição, subtração, divisão e multiplicação; e também as operações lógicas relacionais como deslocamento, transferência, comparação, classificação, etc. Quando um programa solicita uma operação matemática ao computador, a UC entrega para a ULA os dados envolvidos e a operação a ser utilizada. A ULA executa o cálculo e imediatamente devolve os dados para a UC e finalmente os dados são de alguma forma manipulados até chegar a um objetivo.
MEMÓRIA PRINCIPAL
A memória principal ou memória central é composta por dois tipos de circuitos: memória RAM ( Random Access Memory - Memória de Acesso Randômico) e memória ROM ( Read Only Memory - Memória Apenas de Leitura ).
A memória RAM necessita de energia elétrica para manter as informações armazenadas, é volátil, isto é, se apaga quando o equipamento é desligado e é onde o computador armazena os programas e os dados durante o processamento.
Já a memória ROM é gravada pelo fabricante do equipamento com programas que dão apoio ao sistema operacional, a BIOS ( Basic Input Output Service - Serviços Básicos de Entrada e Saída ); é tipicamente menor que a RAM e seu conteúdo é permanentemente gravado pelo fabricante do computador e não depende de energia para manter seu conteúdo.
A RAM armazena linguagens, sistema Operacional, programas do usuário, dados para uso pelos programas e dados sobre o estado do sistema. A ROM armazena linguagens, sistema operacional, programas essenciais para uso pelo usuário.
Tipos de Memória Principal:
Observação: A velocidade de leitura e gravação das dram variam de 50 ns a 80 ns, já as memórias utilizadas em cache variam de 15 ns a 20 ns ( nanosegundos), com exceção da SDRAM que é de 10 ns.
Tipos de Memória:
A memória convencional é composta pelos primeiros 640 Kb de memória no computador. Uma vez que o próprio DOS (Sistema Operacional em Disco) administra esta memória, não há necessidade de um gerenciador adicional de memória para usá-la. Todos os programas baseados em DOS exigem memória convencional.
A área de memória superior são os 384 Kb acima da memória convencional de 640 Kb no computador. Esta área é utilizada pelo hardware do sistema, por exemplo, o adaptador de vídeo. Nos computadores 80386 e 80486 essa área pode ser usada para executar controladores de dispositivo e programas residentes em memória.
A memória estendida é a memória de acesso aleatório acima de 1 MB em computadores 80286, 80386 e 80486, e, em geral, fica instalada na placa-mãe, podendo ser acessada diretamente pelo microprocessador. Esta memória exige um gerenciador ( HIMEM.SYS ) de memória estendida. O Windows e seus aplicativos exigem este tipo de memória.
A memória alta são os primeiros 64 Kb da memória estendida. Em um computador com memória estendida, o DOS é instalado para ser executado na área de memória alta. Isto deixa mais memória convencional disponível para a execução de programas.
São os equipamentos periféricos destinados à concretização da comunicação entre as pessoas e a máquina. São eles as unidades de entrada e unidades de saída, dispositivos que complementam como periféricos o hardware da unidade central.
Existem várias formas e tipos de unidades de entrada e saída. As mais comuns, e presentes em quase todos os micros, são o teclado (para entrada) e o monitor de vídeo (para saída). Outra unidade de saída padrão é a impressora, que por sinal foi historicamente a primeira a ser utilizada.
MEMÓRIA AUXILIAR
A memória auxiliar também é chamada de secundária, externa ou de massa; os mecanismos de acesso (gravação e/ou leitura) podem ser seqüenciais ou de acesso direto.
As memórias auxiliares de acesso seqüencial são as que utilizam cartão perfurado, fita de papel perfurada e fita magnética. Todas as demais, na maioria discos, são memória de acesso direto.
Tipos de Memória Auxiliar, Externa, Secundária ou de Massa:
a) Papel Perfurado:
b) Magnética:
Observação : É levado em consideração dois fatores para avaliarmos um winchester além da capacidade de armazenamento:
c) De Bolha - Memórias de bolhas, alto custo, não-volátil, compactada e ainda pouco usada.
d) De Massa - Memória de massa em núcleos, custosa, não-volátil e atinge centenas de GB.
e) Ótica:
ESQUEMA DE INTERCÂMBIO DE DADOS ENTRE A MEMÓRIA PRINCIPAL ( RAM ) E A MEMÓRIA AUXILIAR ( DISCOS E FITAS )
Unidade Central Periféricos de
U C P SAÍDA
Unid. Unid. - Unid. Fita
ontr. Log.Arit. - Monitor
O processo de divisão em setores e trilhas é chamado de formatação ou inicialização do disco. O programa que formata o disco, na realidade, apaga o conteúdo do disco, verifica se o disco está com defeitos que impossibilitam ler ou gravar dados na sua superfície, e grava informações nos primeiros setores da primeira trilha, que são reservadas para conter informações especiais sobre o conteúdo do disco.
A divisão lógica em trilhas e setores pode ser realizada em uma ou nas duas faces do disco e com diferentes densidades.
Os discos são organizados pelo sistema operacional do computador em duas partes: uma pequena área do sistema usada para cuidar da informação-chave sobre o disco, e a área de dados, a maior parte do disco, onde são armazenados os arquivos.
A área do sistema divide-se em três partes, chamadas "boot" (autocarregador), a FAT (ou TAA, Tabela de Alocação de Arquivos) e o diretório-raiz.
O "boot", ou registro de "boot", é a primeira parte de um disco, que contém um programa bem curto - algumas centenas de bytes - que executa a tarefa de iniciar a carga do sistema operacional na memória principal do computador.
A FAT (File Allocation Table ou TAA) é usada para gravar a situação em cada parte do disco. A fim de gerenciar a parte de dados de um disco, o sistema operacional divide o espaço em unidades lógicas chamadas clusters. Qualquer que seja o tamanho dos clusters, o sistema operacional utiliza esse espaço como unidade para alocação de qualquer arquivo no disco. Essa alocação é manuseada pela FAT, que é a parte do disco que mais precisa de proteção sendo gravada duas vezes pelo sistema operacional no mesmo disco.
A última parte da área do sistema é o diretório-raiz. Esse é o diretório de arquivo que todo disco possui. O diretório contém o registro dos arquivos armazenados no disco.
Para cada arquivo, há uma entrada no diretório que contém o nome-do-arquivo em oito caracteres, a extensão (tipo) do nome em três caracteres, o tamanho do arquivo em bytes, a data e a hora da última alteração no arquivo. Há mais duas partes de informação gravadas a respeito de um arquivo em sua entrada de diretório. Uma é chamada cluster inicial (indica qual cluster contém a primeira parte do arquivo). A outra parte é chamada atributo de arquivo onde são gravados as particularidades de cada arquivo: system (arquivos do sistema operacional), hidden (arquivo encoberto para o usuário), read-only (arquivo apenas para leitura, não pode ser gravado) e finalmente archive (arquivos que já possuem ou precisam de cópias de reserva - backup).
Inúmeras tecnologias de controladoras de disco rígido estão em uso atualmente, entre elas:
a) Manuais:
Teclado
Digitalizador - mesa digitalizadora ou mesa gráfica, digitalizador de imagem ou dispositivo de varredura manual
Telas ou superfícies sensíveis ao toque
Canetas luminosas ou eletrônicas
Alavanca, bastão e/ou botão de controle - Joystick, Paddle
Mouse ou dispositivo para apontar e posicionar
Reconhecimento de voz
b) Automáticos:
Unidade de disco
Unidade de fita
Modem
Alguns dispositivos podem apresentar mais de uma forma de saída; outros são voltados para uma única forma.
DISPOSITIVOS DE ENTRADA/SAÍDA:
DISPOSITIVOS DE SAÍDA TEMPORÁRIO/VOLÁTIL
Matricial ou serial
Margarida
Linear
Jato de tinta
Térmica
Eletrostática
Laser
Em geral, os sistemas necessitam de dois dispositivos de saída: um rápido volátil para visualizar dados e um permanente. Uma estatística global mostra que de 50% a 90% dos dados que saem do sistema só são lidos uma vez, e a grande maioria só tem valor se visto ou lido no momento que é gerado. Ou seja, em média, bem mais que a metade do que sai do sistema não tem sentido imprimir, pois é volátil por natureza.
MONITORES DE VÍDEO
Economizam tempo e despesa de papel, mas são muito voláteis. Recebem várias denominações como: monitores, terminais CRT - Tubos de Raios Catódicos, telas, vídeo, display, terminal de vídeo etc.
São divididos em dois grandes grupos: os que usam tubos, semelhantes a um aparelho de TV e os que utilizam uma tela plana. Em geral, mostram informações impressa ou gráfica.
Os monitores de vídeo, quanto à tecnologia utilizada, classificam-se em:
Impacto: serial ou linear.
Não impacto: jato de tinta, térmica, laser, led array, Líquido Cristal Digital e eletrostática.
Completos: margarida (Daise-Wheel) - ficando obsoletas, lineares, laser e eletrostática.
Por matriz de ponto (agulhas) - matricial, com 9 ou 24 agulhas.
Velocidade de avanço; tração e/ou fricção.
Papel solto/envelopes; alimentação manual ou automática.
A velocidade da impressora linear ou de linha é especificada em LPM - Linhas Por Minutos, um vez que ela imprime uma linha inteira de cada vez. A impressora serial imprime um caracter por vez (em série); assim, CPS - Caracteres Por Segundo representa a sua velocidade de impressão.
Tipos de impressora segundo a tecnologia de impressão:
são as de 24 pinos. São rápidas e atingem mais de 100 caracteres por segundo. Têm diversas fontes e tamanhos, e todas conseguem imprimir gráficos.
Além de monitores de vídeo, impressoras e traçadores de gráficos, pode-se destacar mais três grupos de dispositivos de saída: os obsoletos que usam papel perfurado, os que imprimem as saídas em filme e os que produzem som.
Os outros dispositivos de saída são:
Alto-Falante dos micros; usualmente para produzir um sinal sonoro de alerta.
Sintetizador de voz e sistemas de resposta audível, exemplos de saldo por telefone, idem de preço, horário, mensagens em geral e como auxílio a deficientes visuais etc.
Sintetizador de som para gerar sons de instrumentos musicais.
Unidade de Cd-rom
Em multimídia o primeiro ítem que levamos em consideração é o espaço de armazenamento de dados, e uma da alternativas é o cd-rom.
Antigamente os leitores de cd-rom eram utilizados apenas na leitura de dados, basicamente textos, porém hoje o que temos é som, imagem e movimento aliados.
Então para uma perfeita sincronização entre esses elementos necessitamos de leitores cada vez mais velozes:
Leitor cd-rom Taxa de transferência
1 x 150 kb/s
2 x 300 kb/s
4 x 600 kb/s
6 x 900 kb/s
8 x 1.200 kb/s
10 x 1.500 kb/s
12 x 1.800 kb/s
16 x 2.400 kb/s
18 x 2.700 kb/s
24 x 3.600 kb/s
32 x 4.800 kb/s
Já o tempo de acesso aos dados chega próximo de 150 ms para os mais rápidos.
Uma variação do cd-rom está sendo atualmente utilizada em aplicações multimídia, que é o cd- r :
Equipamento que permite além de ler, também gravar em uma mídia especial ( cd –gravável ), porém os dados não pode ser apagados.
Surgindo também os chamados CD-RW, que com o uso de mídia específica permite gravar e apagar até mil vezes.
O sucessor do cd-rom, atualmente é o DVD com capacidade de armazenamento seis vez mais , permitindo assim termos até filmes inteiros armazenados neste tipo de mídia.
Placas de vídeo 3d
A arquitetura dessas placas proporcionam maior velocidade de apresentação da imagem no vídeo, reproduzindo com maior fidelidade os objetos, tornando-os o mais próximo da realidade.
O responsável diretamente pelo movimento é o microprocessador, pois dele depende todo o sincronismo.
A INTEL uma das maiores fabricantes de microprocessador, lançou no mercado um microprocessador com funções específicas de multimídia ( MMX ).
MICROCOMPUTADORES
São equipamentos baseados num microprocessador que é seu cérebro, integrado em um espaço reduzido, capaz de dirigir, controlar e coordenar toda a atividade do sistema. Atualmente um equipamento padrão é dotado de uma unidades de disquete flexível de 3, uma unidade de disco rígido - winchester ( com capacidade entre 1Gb e 2Gb) como memória auxiliar magnética, memória principal ( 16Mb ou 32 Mb) , vídeo colorido (SVGA), unidade leitora de cr-rom ( 8x – 12x), impressora jato de tinta ou laser, mouse, etc.
Menos poderosos que os minicomputadores e os mainframes, os microcomputadores se transformaram, mesmo assim, em máquinas poderosas capazes de executar tarefas complexas. A tecnologia está avançando com tanta rapidez que os microcomputadores de topo de linha se tornaram tão poderosos quanto os mainframes de alguns anos atrás, a um custo muitíssimo menor.
Tipos de Microcomputadores quanto ao processador: